Ingredientes: 20g de cacau em pó 150g de ovos (3 ovos) 175g de manteiga amolecida 125g de farinha 5g de fermento em pó 200g de açúcar 5g de cardamomo em pó Raspa de 2 laranjas
Preparação: 1. Aqueça o forno a 180ºC e prepare uma forma de 21cm x 11cm, untando-a com manteiga e polvilhando-a com farinha 2. Bata a manteiga com o açúcar durante 3m com a batedeira electrica. Acrescente os ovos um a um. Junte a raspa das laranjas e envolva bem. 3. Numa taça à parte, peneire a farinha juntamente com o fermento e o cardamomo e divida em duas metades. A uma delas junte o cacau em pó peneirado. 4. Divida também o preparado da manteiga com os ovos em duas partes iguais. A uma delas junte a farinha simples; à outra, a farinha com o cacau. 5. Comece por deitar na forma a massa clara. Depois cubra-a com massa achocolatada e, com a lâmina de uma faca, revolva a massa com movimentos lentos e ondulados. Obterá, assim, um efeito marmoreado. 6. Leve ao forno a cozer durante 50m. 7. Terminada a cozedura do bolo, desenforme-o e deixe-o arrefercer sobre uma rede.
Este foi o meu pequeno almoço hoje. Estava excelente!!!
P.S.: Só consegui fazer esta receita com a ajuda da minha amiga do Bookcrossing FallenAngels, pois foi ela que me enviou o cardamomo (que veio de Mocambique). Muito obrigada pelo envio!! Sem o cardamomo, a receita não tinha ficado a mesma coisa ;)
Ingredientes: Para a massa 50g de ovo (= 1ovo) 200g de manteiga amolecida 250g de farinha 200g de nozes moidas 200g de açúcar em pó 5g de canela em pó
Para a cobertura 200g de chocolate branco nozes q.b.
Preparação: 1. Aqueça o forno a 180ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal 2. Misture a manteiga com o açúcar em pó, as nozes e o ovo. Adicione a farinha e a canela, com cuidado de não trabalhar muito a massa. Forme uma bola, envolva-a em película aderente e deixe-a repousar no frigorifico durante meia hora. 3. Polvilhe a bancada com farinha e estenda a massa com um rolo até obter um espessura de 5mm. Use um cota-massas da forma desejada para cortar a massa. Disponha as bolachas sobre o tabuleiro. (Como a massa não esta propria para cortar com o corta-massa, fiz umas bolinha). 4. Leve-as ao forno até adquirirem uma cor dourada (15-20m). 5. Retire-as do forno e deixe-as arrefecer sobre uma rede. 6. Derreta o chocolate branco e tempere-o. Use-o como cobertura das bolachas: cubra-as um primeira vez, deixe arrefecer um pouco e repita a operação. Coloque metade de uma noz sobre cada bolacha antes do chocolate solidificar.
Nota: Como não consegui derreter o chocolate branco, para fazer o temperamento, as minhas bolachas ficarm simples, sem o chocolate como cobertura.
A minha opinião: Adorei esta receita, ficaram muito saborosas, é muito simples de fazer (sem o temperamento do chocolate, claro). Levei para o meu trabalho uma caixa cheia de bolachas e trouxe para casa ... a caixa vazia, todas as pessoas que provaram adoraram.. dizem que tenho que fazer mais vezes ;)...
Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie. Por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade... O mundo é louco, definitivamente louco... O que é bom, engorda. O que é lindo, custa caro. O sol que ilumina o teu rosto, enruga. E o que é realmente bom nesta vida, despenteia... - Fazer amor - despenteia. - Rir às gargalhadas - despenteia. - Viajar, voar, correr, entrar no mar - despenteia. - Tirar a roupa - despenteia. - Beijar a pessoa amada - despenteia. - Brincar - despenteia. - Cantar até ficar sem ar - despenteia. - Dançar até duvidar se foi boa ideia calçar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível...
Então, como sempre, cada vez que nos vejamos eu vou estar com o cabelo despenteado... Mas podes ter certeza que estarei a passar pelo momento mais feliz da minha vida.
É a lei da vida: Vai estar sempre mais despenteada a mulher que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa, que aquela que decide não subir.
Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável, toda arrumada por dentro e por fora... O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença: Penteia o cabelo, põe, tira, compra, corre, emagrece, come coisas saudáveis, caminha direita, fica séria... E talvez até devesse seguir as instruções, mas...quando me vão dar a ordem para ser feliz? Por acaso não se dão conta que para ficar bonita eu tenho que me sentir bonita??? A pessoa mais bonita que posso ser!
A única coisa que realmente importa é que ao me olhar no espelho, veja a mulher que devo ser. Por isso, a minha recomendação a todas as mulheres:
Entrega-te, Come coisas gostosas, beija, abraça, dança, apaixona-te, relaxa, viaja, salta, dorme tarde, acorda cedo, corre, voa, canta, arranja-te para ficares linda, arranja-te para ficares confortável, admira a paisagem, aproveita, e acima de tudo:
Deixa a vida despentear-te!!!!
O pior que pode acontecer é que, rindo em frente ao espelho, precises pentear-te de novo...
100g de Chocolate amargo (60% de cacau) 10g de cacau em pó 150g de ovos (= 3 ovos) 100g de manteiga amolecida 80g de farinha 10 g de fermento em pó 85g de miolo de pão integral 100g de açúcar amarelo 20g de mel 5g de gengibre em pó 5cm de gengibre fresco
Preparação:
1. Aqueça o forno e prepare uma forma de pudim, untando-a com farinha e polvilhando-a com farinha 2. Pique finamente o gengibre fresco e misture-o com 20g de mel. Unte bem a forma com esta mistura 3. Derreta metade do chocolate e reserve. 4. Bata a manteiga com o açúcar até obter uma mistura homogénea. Adicione os ovos, um a um, sem parar de bater. 5. Peneire a farinha com o fermento, o cacau e o gengibre em pó e misture ao preparado anterior. Junte o chocolate derretido, o resto do chocolate partido em pequenos pedaços e, por fim, o miolo de pão. Liguem bem esta mistura e verta na forma. Cubra com papel vegetal e, depois, com papel de alumínio. Ate o rebordo com fio de cozinha, para segurar bem os papeis e passe outro fio na transversal, para obter uma asa que permita extraí-lo do tacho depois de cozido. 6. Num tacho grande, coloque um prato de boca para baixo, ou uma rede com pés e apoie sobre eles a forma do pudim (é importante que não toque no fundo). Verta água até cobrir metade da forma, cubra o tacho hermeticamente e coza no vapor durante 2 horas, sempre em lume brando. 7. Retire a forma do tacho – use luvas de cozinha, para evitar queimar-se com o vapor – e retire os papeis que a cobrem. O pudim deve ter uma consistência firme. Deixe-o arrefecer algum tempo antes de o desenformar e sirva-o de preferência morno.
A minha opinião: Como o "pudim" sabia muito a gengibre, não gostei muito desta receita.
Comecei a ler este livro no dia 20 de Setembro e acabei ontem dia 3 de Outubro de 2009.
Viúva por um ano foi considerado pela crítica como o melhor romance do autor desde o inolvidável O Estranho Mundo de Garp. Nele narra-se a história de Ruth Cole, uma escritora cuja infância foi marcada pela morte dos seus irmãos mais velhos. Quando Ruth tem apenas 4 anos, a mãe (que vive uma aventura com um jovem de 16 anos) sente-se incapaz de educá-la e abandona-a. Ruth será criada com o pai, com quem irá manter uma relação de amor-ódio sempre marcada pela rivalidade. Com o tempo, converter-se-á numa escritora de sucesso, casar-se-á, terá um filho e ficará viúva; a única coisa que não podia prever é que, trinta anos depois, a mãe reaparecesse na sua vida... "Viúva por um Ano" foi adaptado ao cinema por Tod Williams, sob o título "A Porta no Chão", e protagonizado por Jeff Bridges e Kim Basinger.
Adorei este livro. Adorei a maneira com o escritor fez o enredo do livro... Estamos a ler um livro, que fala sobre a vida de várias familias, que são todos escritores, ou leitores... e como as suas vidas se cruzam através desses livros... Fala sobre como um escritor.. produz as suas proprias histórias para os seus livros.. Para mim é um livro que fala sobre outros livros e como esses livros acabam por aproximar as pessoas... Adorei a personagem do Harry... que por sinal é um policia holandês, que adora de ler em frente de uma lareira e que é aquele que leu os livros de todos os escritores: Ted Cole, Marion Cole, Ruth Cole e Eddie O' Hare.
Críticas de imprensa "São 605 páginas, mas lêem-se de um fôlego só." Cosmopolitan "Um dos melhores romances que li em toda a minha vida." El País
"Viúva por um Ano é na minha opinião a melhor história que John Irving já urdiu." The New York Times Book Review
"John Irving está entre os raros escritores que conseguem escrever sobre o sofrimento humano e simultaneamente manter a sua irreverente ironia e humor." USA Today
"Profundamente tocante… O prazer que se retira deste livro intenso e belíssimo é imenso. Ser humano é ter a capacidade de o saborear." Los Angeles Times Book Review
"Viúva por um Ano reúne todas as qualidades que os fãs de John Irving estão habituados a encontrar nos livros do mundialmente famoso autor de O Estranho Mundo de Garp: uma saga simultaneamente divertida e triste, repleta de personagens excêntricos mas sempre credíveis." Glamour
John Winslow Irving (2 de março de 1942, nascido como John Wallace Blunt, Jr.) é um romancista estadunidense, autor de best-sellers e vencedor do Oscar como roteirista.
Irving foi aclamado depois do sucesso internacional de The Word According to Garp, em 1978. Todos os romances de Irving, como The Cider House Rules e O filho de Deus vai pra guerra, tornaram-se beste-sellers e muitos foram adaptados para o cinema.
Aqui fica o resultado da quarta receita do Desafio: "Paixão pelo Chocolate". Espero que gostem ;) Eu de certeza que vou gostar!!!
Ingredientes:
125g de Chocolate 140g de Claras (= 4 ovos) 60g de Gemas (= 4 ovos) 40g de manteiga 50g de Açúcar
Preparação:
1. Aqueça o forno a 200ºC e prepare uma forma de 20cm de diâmetro, untando-a com manteiga e polvilhando-a com farinha. 2. Bata as claras em claras em castelo, adicionando-lhe o açúcar. 3. Num outro recipiente, bata as gemas e, depois, acrescente o chocolate derretido com a manteiga. 4. Junte as claras em castelo a este preparado, deite na forma e leve ao forno durante 10m. 5. Retire do forno, desenforme e deixe arrefecer sobre uma rede.
Com este Desafio: "Paixão pelo Chocolate", verifiquei que me faltam algumas peças/utensílios para a cozinha ... então dei um salto até ao site do IKEA e encontrei este prato para Bolo, que eu gostava mesmo de comprar.. mas depois perdi a cabeça e acabei por gostar de todas as outras coisas... Vejam lá se não são giras??? E fazem falta tb!!! E que me dizem devo ou não ir este fim de semana até ao IKEA??
Prato para Bolo
Base para Bolo & Petisqueira
Outro Prato para Bolo
Saco Pasteleiro
Taça para Misturar Massa Bolos
Decoração de Bolos
Formas para Bolos e Bolinhos
Espatulas
Medidores
Base para Bolos
Formas para Gelo
Digam lá se este conjunto de pratos não é lindo??? Fiquei apaixonada !!!
Hoje celebra-se o nascimento do pensador chinês Confúcio.
Nascimento: 28 de Setembro, 551 a.C. Morte: 479 a.C. Escola/tradição: Fundador do Confucionismo Principais interesses: Ética, Filosofia Social Idéias notáveis: Confucionismo Influências: Dinastia Zhou Influenciados: Filosofia oriental
Confúcio (em chinês: 孔夫子, pinyin: Kǒngzǐ) (551 a.C. - 479 a.C.) é o nome latino do pensador chinês Kung-Fu-Tse. Foi a figura histórica mais conhecida na China como mestre, filósofo e teórico político. Sua doutrina, o confucionismo, teve forte influência não apenas sobre a China mas também sobre toda a Ásia oriental. Conhece-se muito pouco da sua vida. Parece que os seus antepassados foram de linhagem nobre, mas o filósofo e moralista viveu pobre, e desde a infância teve de ser mestre de si mesmo. Na sua época, a China estava praticamente dividida em reinos feudais cujos senhores dependiam muito pouco do rei.
Nascimento e juventude
Confúcio, também conhecido como , K'ung Ch'iu, K'ung Chung-ni ou Confucius[1], nasceu em meados do século VI (551 a.c.), em Tsou, uma pequena cidade no estado de Lu, hoje Shantung. Segundo algumas fontes antigas, teria nascido em 552 a. C. (ou seja, no vigésimo primeiro ano do duque Hsiang).[2] Esse estado é denominado de "terra santa" pelos chineses. Confúcio estava longe de se originar de uma família abastada, embora seja dito que ele tinha ascendência aristocrática. Seu pai, Shu-Liang He, antes magistrado e guerreiro de certa fama, tinha setenta anos quando se casou com a mãe de Confúcio, uma jovem de quinze anos chamada Yen Cheng Tsai, que diziam ser descendente de Po Chi'in, o filho mais velho do Duque de Chou, cujo sobrenome era Chi. Dos onze filhos, Confúcio era o mais novo. Seu pai morreu quando ele tinha três anos de idade, o que o obrigou a trabalhar desde muito jovem para ajudar no sustento da família. Aos quinze anos, resolveu dedicar suas energias em busca do aprendizado. Em vários estágios de sua vida empregou suas habilidades como pastor, vaqueiro, funcionário e guarda-livros. Aos dezenove anos se casou com uma jovem chamada Chi-Kuan. Apesar de se divorciar alguns anos depois, Confúcio teve um filho, K'ung Li.
Viagens
Confúcio viajou por diversos destes reinos, esteve em íntimo contato com o povo e pregou a necessidade de uma mudança total do sistema de governo por outro que se destinasse a assegurar o bem-estar dos súditos, pondo em prática processos tão simples como a diminuição de contribuições e o abrandamento das penalidades. Embora tentasse ocupar um alto cargo administrativo que lhe permitisse desenvolver as suas ideias na prática, nunca o conseguiu, pois tais ideias eram consideradas muito perigosas pelos governantes. Aquilo que ele não pôde fazer pessoalmente acabaram fazendo-o alguns dos seus discípulos, que, graças à boa preparação por ele ministrada, se guindaram, dia após dia, aos cargos mais elevados. Já idoso, retirou-se para a sua terra natal, onde morreu com 72 anos. Confúcio é biograficamente, segundo o historiador chinês Sima Qian (século II a.C.), uma representação típica do herói chinês. Ele era alto, forte, enxergava longe, tinha uma barriga cheia de Chi, usava longa barba, símbolo de sabedoria, mas se vestia bem e era simples. Era também de um comportamento exemplar, demonstrando sua doutrina nos seus atos. Pescava com anzol, dando opção aos peixes, e caçava com um arco pequeno, para que os animais pudessem fugir. Comia sem falar, era direto, franco, acreditava ser um representante do céu.
Ideias
Sua ideia de organização da sociedade buscava também recuperar os valores antigos, perdidos pelos homens de sua época. No entanto, em sua busca pelo Tao, ele usava de uma abordagem diferente da noção de desprendimento proposta pelos taoístas. Sua ideia estava embasada num critério mais realístico, onde a prática do comportamento ritual daria uma possibilidade real aos praticantes de sua doutrina de viverem em harmonia. Apesar das ideias de conformismo que possam ser atribuídas a esse pensamento, elas são errôneas. Confúcio não pregava a aceitação plena de um papel definido para os elementos da sociedade, mas sim que cada um cumprisse com seu dever de forma correta. Já o condicionamento dos hábitos serviria para temperar os espíritos e evitar os excessos. Logo, sua doutrina pregava a criação de uma sociedade capaz, culturalmente instruída e disposta ao bem estar comum. Sua escola foi sistematizada nos seguintes princípios:
Cada um desses princípios ligar-se-ia às características que para ele se encontravam ausentes ou decadentes na sociedade. Confúcio não procurou uma distinção aprofundada sobre a natureza humana, mas parece ter acreditado sempre no valor da educação para condicioná-la. Sua bibliografia consta de três livros básicos, sendo que os dois últimos são atribuídos aos seus discípulos: • Lun yu (Diálogos, Analectos), no qual se encontra a síntese de sua doutrina. • Dà Xué (大学) (Grande Ensinamento) e • Zhong Yong (Jung Yung), ou a “Doutrina do Meio”. Após sua morte, Confúcio recebeu o título de "Lorde Propagador da Cultura Sábio Supremo e Grande Realizador" (大成至聖文宣王), nome que se encontra registrado em seu túmulo.
Eu concordo com todos os principios da sua Escola e acho que mais pessoas deviam seguir os seus ideais.
Ingredientes: 125g de chocolate 200g de ovo (4 ovos) 100g de manteiga amolecida 125g de farinha 10g de fermento 100g de açúcar 185g de avelãs moídas Açúcar em pó para polvilhar
Preparação:
1. Aqueça o forno a 180ºC e prepare uma forma kugelhopf, untando-a com manteiga e polvilhando-a com farinha 2. Coloque a manteiga e o açúcar num recipiente e misture. De seguida, incorpore os ovos, um a um. 3. Peneire a farinha com o fermento e junte-lhe as avelãs moídas. 4. Adicione esta mistura ao preparado anterior, misturando com suavidade 5. Por fim, acrescente o chocolate derretido. 6. Verta a massa na forma e leve ao forno durante 40m 7. Desenforme o bolo e deixe-o arrefecer 8. Polvilhe a superfície com açúcar em pó
Hoje estava programado fazer a terceira receita do Desafio “Paixaõ pelo Chocolate”... para o almoço com os meus pais!!
Mas hoje o dia começou muito cedo!!! Acordaram-me às 6:10!!!! "Mas que raio... hoje é Domingoooo!!!"... Mas eu já sabia que isto pudesse acontecer!!! Não queria... mas aconteceu, a central telefónica onde eu trabalho, têm uma programação para trabalhar aos dias da semana das 9:00 às 18:00 e aos fins-de-semana, está programada para tocar num outro número... E hoje como foi dias de eleições, era suposto a central telefónica ter começado a trabalhar (ou seja, a receber chamadas) às 6:00 da manhã!!!
Mas o que acham que aconteceu??? Claro que esta não quis trabalhar e então tiveram que me acordar aquelas horas!!! E eu tive que tomar um banho à presa e vestir-me tb à presa e enfiar-me no carro e arrancar para o meu local de trabalho que fica a uns 30km!!! E foi assim que eu hoje comecei a trabalhar às 7:00 da manhã!!!
Depois de conseguir dar a volta à Central Telefónica e esta começar a receber chamadas... Aleluia!!!!! ainda fiquei por lá até as 10:00... mas perguntam vocês!!! E então e o Desafio??? Não me digas que não vais conseguir fazer o Bolinho de Chocolate e Avelãs???
Então como tinha que voltar até casa, para ir fazer o meu papel de cidadã e colocar uma cruzinha num bocado de papel (para eleger mais uns quantos marmanjos lol), e como estava tudo a correr bem com a Central, pedi autorização ao BIG BOSS, se podia voltar à base!! E assim foi... voltei para casa!!
Ainda tive tempo de ir votar, e de ir ainda fazer a 3ª receita do Desafio "Paixão pelo Chocolate" (a receita coloco no post seguinte). E ainda almocei na casa dos meus pais.
Mas pensam que o dia estava a correr bem???? E que a aventura tinha acabado??? Não senhor!!!! Já eu estava em minha casa e preparar-me para fazer o post da receita, quando me voltam a ligar do meu trabalho!!! (Mas o que é que aconteceu agora????)
O que aconteceu é que o quadro eléctrico deu o berro!!! Sim não podia acontecer mais nada, né!!! E como o BIG BOSS estava muito longe ... então tive eu que fazer a viagem de regresso para ir tratar de ligar o quadro, para que houvesse energia nos computadores e na Central Telefónica...
Então agora eu encontro-me aqui no meu posto de trabalho à espera que este dia (maravilhoso) passe depressa!!! Mas como é um dia de eleições, pode ser que tenha que ficar aqui até às 22:00!!!!
Pois porque temos duvidas que às 18:30 a central desligue-se e passem as chamadas a tocar noutro local !!! Bem rezem a DEUS !!! e a todos os Santinhos para que isso não aconteça
Conforme estava agendado no meu Desafio "Paixão pelo Chocolate", ontem foi dia para fazer a segunda receita, que vos apresento aqui:
Ingredientes: 150g de ovo (= 3 ovos) 20g de cacau em pó 85g de farinha 100g de açúcar
Preparação 1.Aqueça o forno a 180ºC. Prepare uma forma de 20 cm de diâmetro, untando-a com manteiga e polvilhando – a com farinha. 2.Bata os ovos com o açúcar até obter uma mistura cremosa e consistente. 3.Peneire a farinha com o cacau e aos poucos, junte à mistura anterior. Proceda de forma cuidadosa, usando uma espátula, para que o preparado não baixe. 4.Deite a massa na forma e leve ao forno durante 20m. Entreabra a porta do forno e mantenha o bolo no forno durante mais 5m. 5.Retire-o então do forno, desenforme-o e deixe-o arrefecer sobre uma rede.
P.S.: É uma receita super fácil de fazer, depois de um dia de 7 horas de trabalho e de andar em transpostes público ainda tive a coragem de chegara a casa e fazer este bolinho, que ficou pronto num instante.
Comecei a ler este livro no dia 17 de Setembro e acabei-o hoje dia 20 de Setembro.
É um livro que fala sobre um caso que se passou na Tapada de Mafra e que levou mais de 9 anos nas várias barras de Tribunal, para ser concluido. É para mostar como os nossos sistemas juridicos funcionam.
Isaías Gomes dos Santos, Advogado. O escritor ofereceu-me este livro depois de nos termos conhecido nas férias à China, onde ficamos amigos.
Então este domingo fiz a minha primeira receita do Desafio: "Paixão pelo Chocolate"
E deixos-vos aqui a receitas e a fotografia de como ficou.
Ingredientes para 6 -8 pessoas:
Para a Massa: 125g de Chocolate 60g de ovos (= 4 ovos) 140g de Claras (= 4 ovos) 50g de Farinha 100g de Açucar
Para o Recheio: 250g de natas batidas 150g de puré de alperces (eu usei pessegos) 4 alperces aos bocados (eu usei pessegos)
Preparação: 1. Aqueça o forno a 250º e forre um tabuleiro rectangular (23 cm x 30 cm) com papel vegetal. 2. Numa tigela, bata as gemas com o açúcar até obter uma mistura esbranquiçada. Adicione o chocolate derretido e mexa bem. Depois incorpore a farinha peneirada e, por fim, as claras em castelo. 3. Espalhe uniformemente a massa sobre o tabuleiro e leve ao forno durante cerca de 8m ou até a massa ter subido e se apresentar firme. 4. Quando a massa tiver cozida, deixe arrefecer e prepare o recheio. 5. Misture as natas com o puré de pessego. Quando a massa estiver fria, espalhe o creme até chegar às extremidades; distribua os bocadinhos de pessego e enrole cuidadosamente, com a ajuda do papel vegetal; a parte em que a massa une deve de ficar para baixo. 6. Antes de servir, polvilhe com açúcar em pó.
Ficou muito saboroso!!! Já a bastante tempo que eu não fazia uns doces ... e durante a elaboração deste Brazo de Gitano, ao derreter o chocolate em banho-maria, queimei a ponta do dedo indicador (consequências deste oficio, que eu tanto adoro).
Como prometido no post anterior, na sequência de ler o livro Julie e Julia, decidi inciar um projecto identico, mas numa área que eu gosto mais: a Doçaria.
Então lembrei-me que eu tenho o livro "Paixão pelo Chocolate", cheio de receitas super saborosas, todas feitas com... CHOCOLAT...EEEEE!!!!
Por isso lançei-me um desafio: fazer durante 365 dias, todas as receitas (113!!!) que constam deste livro. Assim todos os domingos e quartas-feiras, tenho que exprimentar uma receita nova.
Que tal??? Gostaram da ideia??? Eu acho simplesmente deliciosa ;)!!! lol
Aqui fica a Listagem das receitas que eu vou fazer:
1 Brazo de Gitano 2 Bolo Clássico de Cacau 3 Kugelhopf de Chocolate e avelãs 4 Bolo de chocolate sem farinha 5 Bolo mármore com laranja 6 Pudim de chocolate e gengibre cozido no vapor 7 Bolachas de nozes e canela com chocolate branco 8 Melindes de cacau 9 Cookies de aveia com pepitas de chocolate 10 Bolachas Bombom 11 Madalenas com compota de maçã 12 Tarte de chocolate e limão 13 Tarte com cobertura crocante de sésamo 14 Tarte de alpercescom nozes 15 Tarte com frutos vermelhos e merengue 16 Tarte de peras e chocolate com maçapão 17 Bolo de merengue com cacau 18 Bolo de creme de chocolate de leite 19 Cheesecake com chocolate branco 20 Quadrado de chocolate e framboesas 21 Floresta Negra à Antiga 22 Sachertortr 23 Batido de Stracciatella 24 Batido com natas e morangos 25 Chocolate frio com laranja e baunilha 26 Taça de chocolate com anis e pedacinhos de bolo 27 Irsih Coffee com dois chocolates 28 Chocolate à Espanhola 29 Chocolate à Mexicana 30 Choclate em Taça 31 Chocolate com Baunilha 32 Chocolate com Laranja 33 Infusão Asteca 34 Chocolate Suiço 35 Chocolate com Canela 36 Chocolate Françês 37 Espetadas de frutas e massa de chaux 38 Molho base 39 Molho de Chocolate branco e hortelã - pimenta 40 Molho de Chocolate e café 41 Molho de Chocolate com caramelo 42 Molho de Chocolate, mel e gengibre 43 Molho de Chocolate, avelãs e baunilha 44 Creme de pasteleiro com chocolate 45 Creme de Chocolate com sabor a hortelã 46 Creme de cacau, laranla e canela 47 Pétalas de Parmesão com chocolate e Vinagre 48 Pudim de parmesão com molho de trufa e chocolate 49 Almôndegas de seitan com molho de chocolate e vinho tinto 50 Pão de frutos secos com chocolate preto 51 Mole poblano 52 Salada de tofu fumado e citrinos 53 Fetuccini de cacau 54 Canudos de mascarpone e dois chocolates 55 Suflês de cacau e leite de avelãs 56 Creme de queijo fresco e chocolate com pêssegos salteados 57 Torta com molho de chocolate e café 58 Gelado de baunilha com pepitas de chocolate 59 Rendas de crepes de cacau com creme de framboesas 60 Fondeu aromático 61 Esponja de chocolate semiamargo com creme de alfazema 62 Zuppa inglese de figos e chocolate branco 63 Sorvete de cacau 64 Tiramisú 65 Souflê de chocolate com cristais de pralin 66 Parfait de castanhas e chocolate 67 Sopa morna de chocolate e canela 68 Tarte gelada de chocolate brnaco sobre base de brownie 69 A musses 70 Sopa de chocolate com gelado de hortelã 71 Brownie de chocolate branco e gengibre 72 Chocolate cremoso com carapinhada de laranja sanguina e majericão 73 Musse de chocolate com açafrão entre telhas estaladiças de kikos 74 Brownies 75 Bombons de maracujá 76 Charutos de ponta branca 77 Macarrões 78 Quadrados Suiços 79 Trufas 80 Florentinos 81 Tarteletes com recheio de frutos secos 82 Telhas estaladiças com amêndoas 83 Lionesas 84 Tronco de Natal com dulce de leche 85 Möbius, torrão de autor 86 Christmas dreams 87 Bolachas Santa Claus 88 A Pascoa 89 Fazer ovos com moldes 90 Canudos e cilindros 91 Cones 92 Folhas 93 Aparas 94 Pinheiros e moinho 95 Outros materiais que podemos utilizar 96 Batido de alfarroba e soja 97 Muffins de laranja aveia e alfarroba 98 Bavaroise de alfarroba 99 Bebida aromática 100 Creme para barrar 101 Bolachas intergrais com cobertura 102 Tarte de alfarroba, cuscuz e avelãs 103 Gelado de banana com veios de alfarroba 104 Sobremesa cremosa de café de cevada e alfarroba 105 Musse de queijo fresco e alfarroba 106 Pipocas de alfarroba 107 Barrinhas estaladiças 108 Negrinhos 109 Bolo integralcom creme de alfarroba 110 Bolachas com flocos de arroz 111 Irregulares 112 Espetadas de ganacho 113 Cascas de laranja confitadas
Comecei a ler este livro no dia 09/09/09!! E acabei no dia 17/09/2009.
À beira dos trinta, encurralada num desinteressante trabalho como secretária sem fim à vista e num minúsculo apartamento, Julie Powell resolve recuperar a sua vida, perdida num quotidiano monótono, através da culinária. Ao longo de um ano, experimenta cada uma das 524 receitas da lendária Julia Child. Gradualmente passando dos oeufs en cocotte ao bistek sauté au beurre, começa a perceber que aquele Projecto (acompanhado por blog) está a mudar a sua vida. A sua recompensa é não só um recém-adquirido respeito por fígado de porco e mioleira de vaca, mas uma vida inteiramente nova - e vivida com estilo e muito gosto. Julie & Julia de Julie Powell
Críticas de imprensa «Um festim, uma viagem, e uma maravilha. Julie Powell escreve sobre culinária da forma como sempre devia ter sido feito: em grandes pedaços de rapsódia, amanteigados, honestos, cobiçosos e besuntados de molho.» Elizabeth Gilbert, autora de Eat, Pray, Love
«Meditativo, irreverente, e ocasionalmente hilariante… Powell escreve como um Chris Rock da culinária – de forma profana, honesta e extremamente engraçada», Seattle Times «Encantador… Powell nunca pretende ser mais do que quem é: uma rapariga da classe trabalhadora que se atreve a sair da sua vida rotineira para encontrar o que todos nós procuramos, a felicidade.» USA Today
«Irresistível... Uma espécie de meio caminho entre Bridget Jones e The French Chef.» Philadelphia Inquirer
«Muito do prazer que retiramos de ler Julie and Julia está na honestidade explícita da autora… Ela mostra os reveses do que é tentar realmente fazer algo de novo com a própria vida.» Chicago Tribune
A Minha Opinião: Adorei este livro, adorei a maneira como a Julia Powell escreve. E acho que este livro vai mudar a minha vida, pois vou tentar imitar o que a Julia fez... mas em vez de fazer receitas de um livro com receitas francesas, vou tentar fazer todas as receitas de um outro livro... (de uma coisa que eu gosto mais... e que me dá mais prazer) "A Paixão pelo Chocolate"
Julie Powell (born 1973 in Austin, Texas, USA) is an American author known for the book Julie & Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen. Born and raised in Austin, Texas, she attended Amherst College, graduating in 1995 with a double major in theater and creative writing.[1][2]
While working for the Lower Manhattan Development Corporation in August 2002, Powell began the Julie/Julia Project, a Web log chronicling her attempt to cook all the recipes in Julia Child's Mastering the Art of French Cooking.[3] The blog quickly gained a large following, and Powell signed a book deal with Little, Brown and Company. The resulting book, Julie and Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen, was published in 2005.[4] The paperback edition was retitled Julie and Julia: My Year of Cooking Dangerously. Powell's second book, Cleaving: a Story of Marriage, Meat, and Obsession, which details an affair she had after the first book's publication and which is unmentioned in the film, has had its publication date postponed until December 2009.
Tenho agora que aguardar que este filme chegue às nossas salas de cinema.. estou ansiosa
Informação sobre o filme:
Julie & Julia is a comedy-drama 2009 film written and directed by Nora Ephron. The film depicts events in the life of chef Julia Child in the early years in her culinary career, contrasting her life with Julie Powell, who aspires to cook all 524 recipes from Child's cookbook during a single year. Ephron's screenplay is adapted from two books: My Life in France, Child's autobiography, written with Alex Prud'homme, and a memoir by Julie Powell. In August 2002, Powell started documenting online her daily experiences cooking each of the 524 recipes in Child's Mastering the Art of French Cooking, and she later began reworking that blog, The Julie/Julia Project,[1] into a book, Julie & Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen (Little, Brown, 2005). The paperback was retitled Julie & Julia: My Year of Cooking Dangerously (Back Bay Books, 2006). Both books adapted by Ephron were written and published in the same time frame of 2004 to 2006. The film is the first major motion picture based on a blog.[2]
Ephron began filming Julie & Julia in March 2008. Meryl Streep portrays Julia Child, and Amy Adams appears as Julie Powell. The film officially premiered on July 30, 2009 at the Ziegfeld Theatre in New York City and opened throughout North America on August 7, 2009.[3] Julie Powell (Amy Adams) attempts to cook every recipe in Julia Child's cookbook, Mastering the Art of French Cooking. She writes a blog about her experience. Woven into her story is the story of Julia Child's time in Paris, in which she discovers the art of cooking. The film goes back and forth between Julie and Julia's lives.
Cast •Meryl Streep as Julia Child •Amy Adams as Julie Powell •Stanley Tucci as Paul Child, Julia Child's husband •Chris Messina as Eric Powell, Julie Powell's husband •Linda Emond as Simone Beck ("Simca"), with whom Julia wrote Mastering the Art of French Cooking •Jane Lynch as Dorothy McWilliams, Julia Child's sister •Mary Lynn Rajskub as Sarah, Powell's best friend •Vanessa Ferlito as Cassie •Casey Wilson as Regina
Critical reaction
The film has received generally favorable reviews from critics.[9] Rotten Tomatoes reported that 75% of critics gave positive reviews based on 155 reviews with an average score of 6.7/10. Another review aggregator, Metacritic, which assigns a normalized rating out of 100 top reviews from mainstream critics, gave it an average score of 65%, based on 32 reviews. Meryl Streep has been widely praised for her performance as Julia Child. Movie critic A.O. Scott of The New York Times affirmed that "By now this actress [Streep] has exhausted every superlative that exists and to suggest that she has outdone herself is only to say that she’s done it again. Her performance goes beyond physical imitation, though she has the rounded shoulders and the fluting voice down perfectly." Reviewer Peter Travers wrote in Rolling Stone that "Meryl Streep — at her brilliant, beguiling best — is the spice that does the trick for the yummy Julie & Julia." Similarly, Stephanie Zacharek of Salon magazine concluded that "Streep isn't playing Julia Child here, but something both more elusive and more truthful — she's playing our idea of Julia Child."
Los Angeles Times critic Kenneth Turan commented, "[Julie & Julia] does it right. A consummate entertainment that echoes the rhythms and attitudes of classic Hollywood, it's a satisfying throwback to those old-fashioned movie fantasies where impossible dreams do come true. And, in this case, it really happened. Twice."
The A.V. Club gave the film a C, explaining, "Julie & Julia is two movies in one. That’s one more movie than it needs to be. Entertainment Weekly gave it a B+. The review by Slate was also positive.
Informação sobre Julia Child (August 15, 1912 – August 13, 2004) was an American chef, author and television personality. She introduced French cuisine and cooking techniques to the American mainstream through her many cookbooks and television programs, notably The French Chef which premiered in 1963. Her most well-known cookbook is Mastering the Art of French Cooking, published in 1961.
Child was born Julia Carolyn McWilliams to John and Julia Carolyn ("Caro") McWilliams in Pasadena, California. The eldest of three children, she had a brother, John III, (1914–2002), and a sister Dorothy D. (1917–2006).[1] Child was raised in a well-to-do family where she ate traditional New England food prepared by the family cook. She attended Westridge School, Polytechnic School from fourth grade to ninth grade and then The Branson School in Ross, California, which was at the time a boarding school. At six feet, two inches (1.88 m) tall, Child played tennis, golf, and basketball as a child and continued to play sports while attending Smith College, where she graduated in 1934 with a Bachelor of Arts degree in English[2]. Following her graduation from college, Child moved to New York City, where she worked as a copywriter for the advertising department of upscale home-furnishing firm W. & J. Sloane. Returning to California in 1937, she spent the next four years writing for local publications and working in advertising. After the bombing of Pearl Harbor, Child joined the Office of Strategic Services (OSS) after finding that she was too tall to enlist in the Women's Army Corps (WACs) or in the U.S. Navy through the WAVES.[3] Beginning her OSS career at its headquarters in Washington, Child worked directly for the head of OSS, General William J. Donovan. Working as a research assistant in the Secret Intelligence division, she typed ten thousand names on white note cards used to keep track of officers. For a year she worked at the OSS Emergency Rescue Equipment Section (ERES) in Washington, D.C. as a file clerk and then as assistant to developers of a shark repellent needed to ensure that sharks would not explode ordnance targeting German U-boats. In 1944 she was posted to Kandy, Ceylon (now Sri Lanka), where her responsibilities included "registering, cataloguing and channeling a great volume of highly classified communications" for the OSS's clandestine stations in Asia[4]. She was later posted to China, where she received the Emblem of Meritorious Civilian Service as head of the Registry of the OSS Secretariat.[5] Following the war she married Paul Cushing Child on September 1, 1946 in Lumberville, Pennsylvania[6], and the couple moved to Washington, D.C. Paul Child, a New Jersey native[7] who had lived in Paris as an artist and poet, was known for his sophisticated palate.[8] He joined the United States Foreign Service and introduced his wife to fine cuisine. In 1948 they moved to Paris after the US State Department assigned Paul there as an exhibits officer with the United States Information Agency. The couple had no children.[5] Child repeatedly recalled her first meal in Rouen as a culinary revelation; once, she described the meal of oysters, sole meunière and fine wine to The New York Times as "an opening up of the soul and spirit for me." In Paris she attended the famous Le Cordon Bleu cooking school and later studied privately with Max Bugnard and other master chefs. She joined the women's cooking club Cercle des Gourmettes where she met Simone Beck who, with her friend Louisette Bertholle, was writing a French cookbook for Americans. Beck proposed that Child work with them to make it appeal to Americans. In 1951 Child, Beck and Bertholle began to teach cooking to American women in Child's Paris kitchen, calling their informal school L'Ecole des Trois Gourmandes (The School of the Three Food Lovers). For the next decade, as the Childs moved around Europe and finally to Cambridge, Massachusetts, the three researched and repeatedly tested recipes. Child translated the French into English, making the recipes detailed, interesting, and practical. The three would-be authors initially signed a contract with publisher Houghton Mifflin, which later rejected the manuscript for being too much like an encyclopedia. Finally, when it was first published in 1961 by Alfred A. Knopf, the 734-page Mastering the Art of French Cooking was a best-seller and received critical acclaim that derived in part from the American interest in French culture in the early 1960s. Lauded for its helpful illustrations, precise attention to detail and for making fine cuisine accessible, the book is still in print and is considered a seminal culinary work. Following this success, Child wrote magazine articles and a regular column for The Boston Globe newspaper. A 1962 appearance on a book review show on the National Educational Television (NET) station of Boston, WGBH, led to the inception of her television cooking show after viewers enjoyed her demonstration of how to cook an omelette. The French Chef debuted February 11, 1963, on WGBH and was immediately successful. The show ran nationally for ten years and won Peabody and Emmy Awards, including the first Emmy award for an educational program. Though she was not the first television cook, Child was the most widely seen. She attracted the broadest audience with her cheery enthusiasm, distinctively charming warbly voice, and unpatronising and unaffected manner. In 1972 The French Chef became the first television program to be captioned for the deaf, albeit in the preliminary technology of open captioning.[9] Child's second book, The French Chef Cookbook, was a collection of the recipes she had demonstrated on the show. It was soon followed in 1971 by Mastering the Art of French Cooking, Volume Two, again in collaboration with Simone Beck, but not with Louisette Bertholle, with whom they had ended their partnership. Child's fourth book, From Julia Child's Kitchen, was illustrated with her husband's photographs and documented the color series of The French Chef, as well as providing an extensive library of kitchen notes compiled by Child during the course of the show. In 1981 she founded the educational American Institute of Wine and Food in Napa, California, with vintners Robert Mondavi and Richard Graff to "advance the understanding, appreciation and quality of wine and food," a pursuit she had already begun with her books and television appearances.
In the 1970s and 1980s she was the star of numerous television programs, including Julia Child & Company and Dinner at Julia's; at the same time she also produced what she considered her magnum opus, a book and instructional video series collectively entitled The Way To Cook, which was published in 1989. She starred in four more series in the 1990s that featured guest chefs: Cooking with Master Chefs, In Julia's Kitchen with Master Chefs, Baking With Julia, and Julia Child & Jacques Pépin Cooking at Home. She collaborated with Jacques Pépin many times for television programs and cookbooks. All of Child's books during this time stemmed from the television series of the same names. Beginning with In Julia's Kitchen with Master Chefs, the Childs' home kitchen in Cambridge was fully transformed into a functional set, with TV-quality lighting, three cameras positioned to catch all angles in the room, a massive center island with a gas stovetop on one side and an electric stovetop on the other, but leaving the rest of the Childs' appliances alone, including "my wall oven with its squeaking door."[10] This kitchen backdrop hosted nearly all of Child's 1990s television series. Child's last book was the autobiographical My Life in France, published posthumously in 2006 and written with her husband's great nephew, Alex Prud'homme. The book recounts Child's life with her husband, Paul Child, in post-World War II France. Child was a favorite of audiences from the moment of her television debut on public television in 1963, and she was a familiar part of American culture and the subject of numerous references. In 1966 she was featured on the cover of Time with the heading, "Our Lady of the Ladle." In a 1978 Saturday Night Live sketch, she was affectionately parodied by Dan Aykroyd continuing with a cooking show despite profuse bleeding from a cut to his thumb. It has been told that Julia loved this sketch so much that she would show it to friends at parties.[citation needed] Jean Stapleton portrayed her in a 1989 musical, Bon Appétit!, based on one of her televised cooking lessons. The title derived from her famous TV sign-off: "This is Julia Child. Bon appétit!". She was also the inspiration for the character "Julia Grownup" on the Children's Television Workshop program, The Electric Company (1971–1977), and was portrayed or parodied in many other television and radio programs and skits, including The Cosby Show (1984–1992) by character Heathcliff Huxtable (Bill Cosby) and Garrison Keillor's radio series A Prairie Home Companion by voice actor Tim Russell. Julia Child's TV show is briefly portrayed in the 1986 movie, The Money Pit starring Tom Hanks and Shelley Long; the 1985 Madonna film Desperately Seeking Susan and the 1991 comedy Don't Tell Mom The Babysitter's Dead. In 2009 Child was half the focus of the feature film Julie & Julia, with Meryl Streep portraying Child; see below for further details. Child was a favorite of audiences from the moment of her television debut on public television in 1963, and she was a familiar part of American culture and the subject of numerous references. In 1966 she was featured on the cover of Time with the heading, "Our Lady of the Ladle." In a 1978 Saturday Night Live sketch, she was affectionately parodied by Dan Aykroyd continuing with a cooking show despite profuse bleeding from a cut to his thumb. It has been told that Julia loved this sketch so much that she would show it to friends at parties.[citation needed] Jean Stapleton portrayed her in a 1989 musical, Bon Appétit!, based on one of her televised cooking lessons. The title derived from her famous TV sign-off: "This is Julia Child. Bon appétit!". She was also the inspiration for the character "Julia Grownup" on the Children's Television Workshop program, The Electric Company (1971–1977), and was portrayed or parodied in many other television and radio programs and skits, including The Cosby Show (1984–1992) by character Heathcliff Huxtable (Bill Cosby) and Garrison Keillor's radio series A Prairie Home Companion by voice actor Tim Russell. Julia Child's TV show is briefly portrayed in the 1986 movie, The Money Pit starring Tom Hanks and Shelley Long; the 1985 Madonna film Desperately Seeking Susan and the 1991 comedy Don't Tell Mom The Babysitter's Dead. In 2009 Child was half the focus of the feature film Julie & Julia, with Meryl Streep portraying Child; see below for further details. On August 18, 2004, a documentary filmed during her lifetime premiered. Produced by WGBH, the one-hour feature, Julia Child! America's Favorite Chef, was aired as the first episode of the 18th season of the PBS series American Masters. The film combined archive footage of Child with current footage from those who influenced and were influenced by her life and work. In August 2002, Julie Powell started documenting online her daily experiences cooking each of the 524 recipes in Child's Mastering the Art of French Cooking. Powell later rewrote the blog, "The Julie/Julia Project," into a memoir, Julie & Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen (Little, Brown, 2005), the paperback version of which was retitled Julie and Julia: My Year of Cooking Dangerously (Back Bay Books, 2006). Nora Ephron wrote the screenplay for the film Julie & Julia, which she adapted from Child's memoir My Life in France and from Julie Powell's memoir. The film, directed by Ephron, was released on August 7, 2009 with Meryl Streep playing Child.
Esta é a cozinha da Julia Child que está no Museu:
"A única coisa que lamentava era não ter ainda visto o mundo inteiro. Queria conhecer a Austrália. E a Índia. Queria conhecer o Japão. Depois a América do Sul. Contemplar a arte desses países seria agradável só por si, compensaria o trabalho e os aborrecimentos de uma vida, pensou para si."
Este é um dos pensamentos do Sr. Ripley, no final do livro, e eu tenho que concordar plenamente.... viajar, conhecer outros países, outras culturas, comidas, pessoas, costumes é uma excelente compensação para os aborrecimentos da vida, para as chatices do trabalhos, para a banalidade do nosso dia-a-dia (casa-trabalho-casa). Por isso temos que suportar todos os dias coisas insuportáveis para poderemos arrecadar algum dinheiro, para depois o podermos gastar numas merecidas férias!!!!
Comecei a ler o livro hoje dia 03/09/2009 e acabei no dia 09/09/09!!!!
Patricia Highsmith é a grande criadora do romance policial psicológico e Tom Ripley é o personagem de referência da sua obra, um dos mais "negros" do policial do pós-guerra, "um homem que não reconhece a culpa em qualquer circunstância", segundo as palavras da escritora. Por isso ela lhe dedicou toda uma série de livros, que começa justamente com "O Talentoso Mr. Ripley" , mais uma vez adaptado ao cinema, agora pela câmara de Anthony Minghella. Aliás, a obra da autora desde cedo apaixonou os cineastas. O seu primeiro romance, "O Desconhecido do Norte-Expresso seria adaptado por Alfred Hitchcock. Outros se lhe seguiram, fascinados por Ripley: René Clement e Wim Wenders. Ripley é um homem vulgar, que quer sair da América. A oportunidade surge quando o Sr. Greenleaf, seduzido por uma sua prestação ao piano, enganado por um casaco da Universidade de Harvard (Ripley é muito bom a imitar, a manipular, a disfarçar), o convence a ir à Europa e trazer-lhe de volta o filho, que vive em Itália uma dolce vita, com a mesada que o pai lhe manda todos os meses. Ripley torna-se amigo de Dickie Greenleaf e da namorada deste, mas numa discussão violenta acaba por matá-lo e assumir a sua identidade. E a partir deste momento, o perigo, o inesperado, o medo, mas também uma frieza e um calculismo extremos perante a morte, passam a fazer parte do quotidiano de Ripley, que, no entanto, é capaz de se comover e nos comover, ao assistir a um espectáculo de ópera
Gostei bastante de ler este livro...suspense até à ultima linha!!! Será que ele vai ser desmascarado??? Será que todos os seus crimes serão revelados???
Foi o primeiro livro que li desta escritora e gostei muito da sua maneira de escrever... e consegui viajar até Itália, Mongibello, Roma!!! ... e pelos canais de Veneza!!!
Já tenho o filme comigo e espero conseguir vê-lo ainda hoje!!!
Patricia Highsmith (Fort Worth, Texas, 19 de Janeiro de 1921 - Locarno, Suíça, 4 de Fevereiro de 1995) foi uma escritora estado-unidense famosa pelos seus thrillers criminais psicológicos. Tornou-se mundialmente famosa por Strangers on a Train, que teve já várias adaptações para cinema, a mais famosa de Alfred Hitchcock em 1951, e pela série Ripliad com a personagem Thomas Ripley. Escreveu também muitas histórias curtas, frequentemente macabras, satíricas ou tingidas de humor negro.