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terça-feira, julho 23, 2013

Lobo vermelho - Liza Marklund

No Norte da Suécia, no pequeno povoado de Luleå, um jornalista é brutalmente assassinado.
Para a repórter do Correio da Tarde de Estocolmo, Annika Bengtzon, não há qualquer dúvida de que o crime está relacionado com a investigação de um ataque a uma base aérea ocorrido nos anos sessenta. Mas esta será apenas a primeira de uma série de mortes acompanhadas de um carta manuscrita aos familiares. Contra ordens explícitas do chefe, Annika decide continuar a investigação por sua própria conta e risco, envolvendo-se numa espiral de violência e terrorismo que tem por trás um grupo de seguidores da filosofia Mao que se autodenomina «As Feras».
Chegará o momento em que a jovem repórter será obrigada a rever as suas prioridades de vida.
Mas não será tarde de mais?


A minha opinião:


A minha escolha para ler este livro, deveu-se ao facto de o enredo se passar numa cidade sueca, chamada Lulëa, que se localiza no circulo polar norte, uma cidade que eu tive a oportunidade de visitar depois da faculdade, só que não foi no inverno, por isso não apanhei neve com muita pena minha, mas tinha um interesse muito grande de ler este policial, pois já conhecia o local do crime, achei engraçado.
A leitura mostrou ser sequiosa e bastante interessante, gostei muito da descrição do maravilhoso cenário de neve tão comum próprio dos países escandinavos, alvejando uma rotina muito diferente da nossa, com precauções extra para combater aquele frio gélido.
Soube mais tarde que este não é o primeiro volume da coleção da jornalista Annika Bengtzon, pois no desenrolar da ação, sabemos que personagem principal já trás histórias de volumes anteriores, mas nada impede a leitura deste volume.
Ficamos a saber que a jornalista Annika, tem uma notícia para escrever para o jornal onde trabalha, sobre um antigo ataque terrorista a uma base aérea, que aconteceu na cidade de Lulëa. Ao descobrir que o jornalista que a estava a ajudar recolher informações antigas sobre o atentado, morreu num acidente rodoviário e que não foi um simples atropelamento, mas sim um homicídio premeditado, Annika vê-se envolvida um mistério/caça do terrorista, mas sem a colaboração dos seus diretores, pois não acreditam que os acidentes estejam ligados a um ataque terrorista. No final, na nota da escritora verificamos que este romance policial tem parecenças com casos reais que envolveram políticos e jornalistas suecos.
Ficamos a aguardar a publicação dos outros volumes desta coleção da jornalista Annika Bengtzon.

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