terça-feira, novembro 17, 2009

5º Dia do Puzzle

Conforme prometido, fica aqui as fotos das ultimas actualizações do puzzle.


Panorâma Geral










terça-feira, novembro 10, 2009

segunda-feira, novembro 09, 2009

Passo 3 - Separar as Peças Especiais

Depois passei o resto do fim de semana a vasculhar todas as restantes peças e separar aquelas peças que são especiais (ou seja, que não tenha o formato normal de uma peça de puzzle).



E até ao domingo à noite, andei a "pescar" peças... que tenham um desenho evidente a que zona do puzzle pretencem... e assim já consegui quase completar o caranguejo, o cavalo marinho e o peixe leão

Passo 2 - Contornos do Puzzle

E no Sabado de manhã sabem o que é que andei a fazer??? A separar as peças referentes ao contorno do puzzle:




E depois tive que as juntar todas, e foi este o resultado (tudo durante o periodo da manhã)

Puzzle - 2000 Peças

A minha amiga Canochinha fez um post no facebook, sobre um puzzle que está a fazer... e isso trouxe-me muitas memórias... e uma grande vontade de voltar a fazer também um puzzle.

Então o primeiro passo foi ... ir escolher um puzzle à loja... e quem gosta de fazer puzzles sabe que quanto mais confusa for a imagem, mais fácil se torna o puzzle.

E na passada sexta feira passei pela Loja Papagaio sem Penas, no Forum Montijo e adquiri este puzzle:




O que acham?? É giro??

quarta-feira, novembro 04, 2009

A Cabana - William P. Young

The Shack The Shack by William P. Young


My rating: 4 of 5 stars
Gostei muito de ler este livro. Têm bastantes ensinamentos.
Uma leitura que não me importava de ler uma segunda vez.

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E se Deus marcasse um encontro consigo?
As férias de Mackenzie Allen Philip com a família na floresta do estado de Oregon tornaram-se num pesadelo. Missy, a filha mais nova, foi raptada e, de acordo com as provas encontradas numa cabana abandonada, brutalmente assassinada.
Quatro anos mais tarde, Mack, mergulhado numa depressão da qual nunca recuperou, recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à malograda cabana.
Ainda que confuso, Mack decide regressar à montanha e reviver todo aquele pesadelo. O que ele vai encontrar naquela cabana mudará o seu mundo para sempre.



William Paul Young (Alberta, 11 de maio de 1955) é um escritor do Canadá.

O mais velho de quatro filhos, Young passou grande parte da sua infância na Papua-Nova Guiné, junto com seus pais missionários, numa comunidade tribal. Os membros da tribo vieram a se tornar parte de sua família. O fato de ser a única criança branca na comunidade e que sabia falar sua língua veio a garantir um incomum acesso à cultura e à comunidade local. Pagou seus estudos religiosos trabalhando com DJ, salva-vidas e em diversos outros empregos temporários. Formou-se em Religião em Oregon, nos Estados Unidos da América. A sua obra mais conhecida é "A Cabana" (The Shack).



A Cabana
O maior sucesso de William P. Young vendendo mais de 2 milhões de cópias pelo mundo. O best-seller pode ser considerado um ícone da literatura moderna, pois, de uma forma bastante simples e intrigante, ele responde às nossas maiores questões de vida, tais como: Onde Deus está quando sofremos?; Se Deus é tão bom, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento diante das nossas perdas e das nossas frustrações?; Quer mesmo Deus que sejamos Cristãos ou que sigamos qualquer religião que seja? O livro responde várias perguntas. E fala do amor de Deus para com as pessoas.

terça-feira, novembro 03, 2009

Funhouse - Pink

Professor Baltazar



Hoje na Radio Comercial, no programa das Musicas para Sonhar, desenterrarm esta reliquia do Baú!!! Eu não me lembrava destes desenhos animados lol mas lembrava-me de outro professor Baltazar da Banda Desenha!

quarta-feira, outubro 28, 2009

Homem em Furia - A. J. Quinnell

Comecei a ler no dia 21/10/2009 e acabei no dia 27/10/2009

Creasy voltara a Itália. Solitário, precocemente envelhecido, minado pela bebida, acreditava que já não tinha razões para viver. E então foi contratado, pelas piores razões, para ser o guarda-costas da filha de um industrial italiano. Isso conduzi-lo-ia, num país prisioneiro do crime organizado, a recuperar a máquina de guerra que em tempos o seu corpo fora.



A minha opinião:
Adorei este livro... e mesmo no final, depois de pensarmos que o Creasy tinha morrido, verificamos que ainda têm ainda mais duas oportunidades para aparecer em dois livros.. gostava de ter tempo para conseguir ler todos os livros que me propus ler e ainda ter tempo para ler as sequências desta personagem tão "querida", grande e desajeitada ;)

A. J. Quinnell was the pen name of Philip Nicholson (born on June 25, 1940 in Nuneaton, Warwickshire, UK - July 10, 2005 on Gozo, Malta), a mystery and thriller writer.
He traveled throughout his life and several of the minor characters in his books are actual people he met. He was married three times. His last wife, Elsebeth Egholm, is a Danish mystery novelist. The couple resided on the island of Gozo and Denmark.
When the author was getting ready to publish his first book, he decided he wanted to keep his real identity a secret. During a conversation in a bar, his agent (who is also J. K. Rowling's agent) told him he could use a pseudonym. The author chose "Quinnell" after rugby union player Derek Quinnell and "A. J." because they were the initials of the bartender's son.



The author's best known creation was the character of Marcus Creasy, an American-born former member of the French Foreign Legion. The Creasy novels are cult favorites in Japan.
Man on Fire was adapted to film twice, in 1987 and 2004. This has resulted in a wider demand for Quinnell's books, especially those featuring Creasy, including The Blue Ring and Message From Hell.


quarta-feira, outubro 21, 2009

Num dia de Chuva!!!

Hoje à noite estava assim...



então a única coisa que me apeteceu foi, ficar assim...


"no sofá tapada com uma manta e começar a ler um livro novo"


acompanhada com...


"Chocolate à Espanhola"

#10 - Chocolate à Espanhola

Ingredientes:
200g de Chocolate
100g de Açúcar
1 l de Leite
40g de Farinha Maizena

Preparação:
1. Coloque o leite e o açúcar numa caçarola e leve ao lume até ferver, mexendo de vez em quando.
2. Retire do lume e junte o chocolate aos bocados. Mexa bem a mistura e volte a colocar ao lume até voltar a levantar fervura.
3. Junte a maizena previamente diluida num pouco de leite. Baixe o lume e vá mexendo até obter a espessura desejada.



Nota:
O chocolate quente é ideal para os dias de Inverno, mas os mais aficionados sucubem às suas delicias em qualquer altura do ano.

O Mar em Casablanca - Francisco José Viegas

Comecei a ler o livro no dia 14 de Outubro e acabei hoje dia 21 de Outubro de 2009!

O novo romance de Francisco José Viegas, vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE, 2005, com a obra Longe de Manaus.

O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de Maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detective dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial - e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.



História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.



Francisco José Viegas (Vila Nova de Foz Côa, 14 de março de 1962) é um escritor e jornalista português.

Viveu, até aos oito anos, na aldeia de Pocinho, concelho de Vila Nova de Foz Côa, hoje a última paragem ferroviária do Douro. Quando os pais, professores primários, se mudaram para Chaves, foi para lá, afim de frequentar o ensino secundário. Mais tarde licenciou-se em Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e leccionou Linguística (como Assistente) na Universidade de Évora, de 1983 a 1987. Homem religioso, abandonou o catolicismo da sua tradição familiar e converteu-se ao judaísmo.

Com uma intensa actividade jornalística na rádio e na televisão, fez parte da redacção de vários títulos da imprensa portuguesa - Jornal de Letras, Artes e Ideias, Expresso, Semanário, O Liberal, O Jornal, Se7e, Diário de Notícias, O Independente, Record, e as revistas Visão, Notícias Magazine, Elle, Volta ao Mundo, Oceanos. Foi director da LER, da Grande Reportagem e Gazeta dos Desportos. Entre 2006 e 2008 foi director da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, funções que abandonou para regressar à direcção da LER.

Na televisão, foi autor e apresentador dos programas Escrita em Dia (SIC), Falatório (RTP2), Ler Para Crer (RTP2), Prazeres (RTP1), Um Café no Majestic (RTP2), Primeira Página (RTP1) e Livro Aberto (RTP-N). Apresentou na Antena 1 Escrita em Dia. É autor do blogue Origem das Espécies.

Publicou obras de divulgação, poesia, romances, contos, teatro e relatos de viagens. Em 2006, Longe de Manaus (romance policial) recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores. Tem ainda, publicado na imprensa crónicas assinadas com o heterónimo não assumido António Sousa Homem, algumas delas reunidas em livro ("Os Males da Existência - Crónicas de um reaccionário minhoto").

A Minha Opinião:
No inicio do livro, confesso que tive uma certa dificuldade em entrar dentro do enredo e na forma como o escritor escreve. Mas quando a historia começou a ser narrada sobre Angola no período depois do 25 de Abril... mais precisamente no dia 18 de Julho de 1975!!! eu fiquei completamente viciada na história, e queria ler mais e saber mais sobre aquele período. Isto pelo facto de eu ter nascido em Nova Lisboa, Huambo (cidade que também aparece no livro) no dia 17 de Julho de 1975.
Tenho pena de só depois de concluir a sua leitura descobrir que este livro é uma sequência de outros livros, onde o detective José Ramos já aparecia.

Outras Opiniões:
"Cinco anos depois, Francisco José Viegas publica um novo romance protagonizado pelo inspector Jaime Ramos

"O Mar em Casablanca" retoma o espírito deambulatório de "Longe de Manaus" (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, em 2005). Mas, ao contrário do anterior volume protagonizado pelo inspector Jaime Ramos, a geografia adquire aqui uma densidade menor, substituída em parte pela turbulenta paisagem interior do polícia envelhecido e fragilizado. A ideia de viagem mantém-se. Através de Ramos, Francisco José Viegas fala do que gosta, quer seja na exaltação dos momentos de pequenos prazeres como fumar, ou nas descrições de variações gastronómicas, quer, no caso em apreço, no empenho com que apresenta gentes e lugares, como se fossem mais um elemento da acção, sendo desta indissociável. No entanto, o exotismo solar e expansivo de "Longe de Manaus", internando-se progressivamente nas idiossincrasias de um país, o Brasil, que é como um continente, transforma-se em "O Mar em Casablanca" num caos tempestuoso. A primeira cena, que mostra um homem (não vou revelar-lhe a identidade para não prejudicar a leitura) numa ponte da cidade do Porto, "uma estátua numa noite de chuva", "debruçado sobre o vazio", dá o tom a toda a obra.

Em "O Mar em Casablanca" há como que um regresso ao passado, às origens. Os cenários são essencialmente domésticos - Chaves, Douro, o Palace Hotel do Vidago. Porquê então o título a apelar a outras paragens? Casablanca surge no livro como um território mítico, uma terra que para além da existência concreta foi reinventada no século XX pelo imaginário cinéfilo, numa referência explícita ao filme homónimo protagonizado por Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, zona de romantismo irreal e, no desfecho final da criação de Viegas, símbolo de liberdade e subversão. A arte da fuga em tonalidades cinzentas, posta em prática por duas personagens do livro.

Vamos a factos. Há três cadáveres em "O Mar em Casablanca". Não em simultâneo, mas aparecendo a intervalos na história. Eles são o pretexto para mais uma investigação do inspector Jaime Ramos, secundado pelos subordinados aplicados Isaltino de Jesus e o cabo-verdiano José Corsário. Acontece que é possível estabelecer uma ligação entre as primeiras duas mortes, visto ambos os homens terem sido assassinados pela mesma arma.

Toda a obra é construída em torno da ideia claustrofóbica de que o passado acabou por apanhar o inspector, de que não existe escapatória possível. Ramos, que mascara a fragilidade com cinismo, quase sucumbe a estas forças, enquanto mantém apurado o instinto de polícia dado aos monólogos (o excesso desse recurso é a grande debilidade deste romance), à contemplação poética e à criação de uma boa história capaz de explicar as motivações e psicologia dos prevaricadores.

O "Mar em Casablanca" move-se entre diferentes tempos, o presente e várias camadas de passado (a diáspora portuguesa na Venezuela também é retratada através de duas gerações de aventureiros). Mais do que um policial em sentido estrito (são intencionalmente deixadas várias pontas soltas numa obra que respira subtilezas) esta é uma história de vingança, de lealdade e de amor, vivida por personagens dotadas de um sentido de tragédia que só costuma ocorrer em momentos radicais da História."

Alexandra Macedo

(recensão ao livro "O Mar em Casablanca", publicada na edição de sábado do jornal I)

Tudo começa com um homicídio numa festa de encerramento do Palace Hotel, no Vidago. Ali surge morto um jornalista de economia, Joaquim Seabra, de interesses um pouco nebulosos e com um especial interesse sobre Angola. Depois descobre-se o corpo de um empresário angolano, Benigno Mendonça, junto ao Pinhão, no reino do Vinho do Porto, o Douro.

Jaime Ramos e os seus adjuntos Isaltino de Jesus e José Corsário tentam penetrar para lá do nevoeiro com estas duas mortes e elas vão ter a Angola, a Maio de 1977 e às feridas nunca cicatrizadas desses dias em que muitos desapareceram para sempre. É uma teia de contornos emocionais e também políticos que se tece nestas páginas e que acaba também por nos levar à Guiné, e aos tempos militares de Jaime Ramos.

Se a personagem de Adelino Fontoura é a chave do romance (porque este não é um policial estrito), o mais fascinante neste "O Mar em Casablanca" é o universo do próprio inspector. Jaime Ramos sente as rugas, vai envelhecendo, e o seu olhar sobre o que o cerca (as pessoas, o mundo), é cada vez mais o de alguém que imbuído num imaginário que pouco tem a ver com este presente, olha descrente para o que fascina hoje as pessoas.

"Vim ver o bar, tinha saudades. À medida que se envelhece há mais saudades. Os velhos têm mais saudades. E depois adormecem felizes", lê-se, quando Ramos dialoga com Jorge Alonso, o dono do bar Bonaparte que frequenta há anos infinitos. Mas, claramente, Jaime Ramos não consegue adormecer feliz com o que vê.

É entre um mundo que está a desaparecer e outro que se move à velocidade da luz que Jaime Ramos se movimenta, cambaleando, porque já não conhece perfeitamente o piso que calca. Como lhe diz o velho produtor do Douro: "Estas vinhas são parte desse passado, mas os tempos são outros, mais difíceis, terríveis, bons para quem tem dinheiro vivo, dinheiro fresco. Nós não temos dinheiro, senhor Ramos. Os velhos ricos não têm dinheiro. Temos uma adega, estas vinhas, os retratos da família, vícios nem por isso caros". Resta-lhes, como a Jaime Ramos, uma riqueza maior: a memória.»

Fernando Sobral

domingo, outubro 18, 2009

#9 - Cookies de Aveia com pepitas de Chocolate

Ingredientes:
50g de ovo (1 ovo)
120g de manteiga amolecida
70g de farinha
300 de flocos de aveia
200g de açúcar amarelo
150g de pepitas de chocolate
1g de bicarbonato
1g de sal

Preparação:

1. Aqueça o forno a 188ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal
2. Bata a manteiga com o açúcar até obter uma mistura homogénea e cremosa. Peneire a farinha com o bicarbonato e o sal e junte à mistura anterior, mexendo bem. Adicione o ovo. Junte a aveia e as pepitas de chocolate.
3. Com uma colher de sopa humedecida, disponha a massa em pequenos montes sobre o tabuleiro.
4. Leve ao forno durante 10 ou 12 m, até os cookies ficarem dourados.



P.S.: Se não conseguir encontrar as pepitas de chocolate, corte igual quantidade de chocolate em pequenos pedaços e junte à massa.
Este foi o meu caso, não é que tive que ir ao Jumbo e ao Modelo, e as pepitas de chocolate estavam esgotadas!!! Existem muitas pessoas gulosas, que me levaram as pepitas!!! LOL!!!

Choke - Asfixia - Chuck Palahniuk

Comecei a ler este no dia 3 de Outubro e acabei no dia 14 de Outubro.

Victor Mancini especializou-se numa forma bizarra de demonstrar o seu amor pela mãe e, em particular, de continuar a pagar a respectiva conta do hospital. De restaurante em restaurante, Mancini finge-se engasgado pela comida, à beira da mais patética asfixia. Ele sabe que a piedade do género humano é muito previsível. Assim, há sempre alguém que o salva. Aí começa, se não uma grande amizade, pelo menos uma relação de protecção para o resto da vida. Com uma componente que Mancini cultiva com sofisticada prudência: semana sim, semana não, ele vai recebendo cheques dos seus salvadores…
Entretanto dedica-se a diversas obras humanitárias, incluindo o tratamento dos mais diversos párias da sociedade. A sua especialidade: cuidar de viciados de sexo que ele gosta de reunir, à volta de uma mesa, em sessões de terapia colectiva.


Excerto
«Quero dizer, num mundo sem Deus, as mães não são os novos deuses? A última posição inexpugnável e sagrada. Não é a maternidade o último milagre mágico e perfeito? Mas um milagre que é impossível para os homens.»




Críticas de imprensa
«Pureza e uma ferocidade anárquica de criatividade são as matérias-primas deste livro.»
The New York Times

«Poucos escritores contemporâneos conseguem misturar escândalo e humor com tanto entusiasmo. A excitação anárquica de Chuck Palahniuk faz dele um digno herdeiro de Ken Kesey.»
Newsday

« Palahniuk tem um dom único para a sátira, bem como uma aptidão surpreendente para criar frases hipnotizantes.»
San Francisco Examiner


Chuck Palahniuk (nascido em Pasco, Washington a 21 de Fevereiro 1961) é um escritor residente em Portland, Oregon. O seu trabalho mais popular é Fight Club (Clube de Combate em Portugal e Clube da Luta no Brasil), que foi posteriormente adaptado para cinema.

Os personagens na obra de Palahniuk são indivíduos que, de uma ou outra forma, foram marginalizados pela sociedade, frequentemente reagindo com agressividade auto-destrutiva. A narrativa nos livros de Palahniuk começam, não raramente, no seu fim cronológico, com o protagonista a recontar os eventos que conduziram ao ponto que forma o princípio do livro. Por bastantes vezes há um ponto de viragem da história, na forma de uma revelação inesperada perto do fim. O estilo de Palahniuk é caracterizado pelo uso e repetição de frases curtas plenas de humor cínico ou irónico. O autor gosta de descrever o seu estilo como Ficção transgressional.



Os direitos cinematográficos de Survivor (Sobrevivente) foram vendidos, mas nenhum estúdio se empenhou na adaptação do romance. Isto deve-se ao facto de o protagonista de Survivor se suicidar ao despencar de um avião contra o solo do deserto australiano. Depois dos ataques no Pentágono e no World Trade Center a 11 de Setembro os estúdios de cinema consideraram o romance demasiado controverso.

A edição de Março de 2004 da revista Playboy publicou um conto de Chuck Palahniuk intitulado Guts (que integra o seu último livro, Haunted). Quando da sua digressão em 2003 para promover o romance Diary, o autor leu o conto para as audiências. Alegadamente mais de 35 pessoas desmaiaram ao ouvir a leitura, embora os eventos sejam factuais, a veracidade das reacções é bastante discutida.

Em 2003, foi realizado por membros do site oficial do autor um documentário em filme sobre a sua vida, chamado Postcards from the Future: The Chuck Palahniuk Documentary. O site oficial, "The Cult" (O Culto) como se auto-intitulada, iniciou uma oficina de escrita onde o próprio Chuck Palahniuk ensina os seus truques. Todos os meses o autor escreve um ensaio sobre um dos truques (ensaios estes que serão compilados num livro sobre escrita minimalista). É um autor muito dedicado aos seus fãs como pode ser observado no site oficial.

#8 - Melindes de Cacau

Nota: eu não vou colocar fotos desta receita, pois os "Palitos la reine", não sairam como deviam. Começo a pensar que quem escreveu este livro, não testou as receitas. Pois a quantidade de cacau desta receita pareceu-me muito elevada.

Ingredientes:
75g de cacau em pó
120g de gemas (= 8 ovos)
280g de claras (= 8 ovos)
175g de farinha
90g de açúcar

Preparação:

1. Aqueça o forno a 250ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal
2. Bata as gemas com o açúcar até a mistura adquirir uma cor esbranquiçada. Peneire a farinha com o cacau e junte-os ao preparado anterior. Por fim bata as claras em castelo firme e incorpore-as suavemente, com a ajuda de uma espátula.
3. Deite a massa obtida num saco de pasteleiro com um bico grande e disponha sobre o tabuleiro forrado tiras com 5cm de comprimento.
4. Leve ao forno durante 8 ou 10m.