sexta-feira, agosto 08, 2008

Get Smart - Olho Vivo

País: EUA
Género: Comédia, Crime
Distribuidora: Columbia TriStar Warner

Realização: Peter Segal

Intérpretes: Steve Carell, Anne Hathaway, The Rock, Alan Arkin

Sinopse
Quando a sede da agência de espiões Control é atacada e a identidade dos seus agentes comprometida, o Chefe (Arkin) não tem outra alternativa senão promover o seu ansioso analista Maxwell Smart (Carell), que sempre sonhou em trabalhar lado a lado com o Agente 23 (The Rock). No entanto, Smart vai ser parceiro da única agente cuja identidade permanece segura: a encantadora mas letal Agente 99 (Hathaway). Com pouca experiência mas com um entusiasmo desenfreado e a ajuda de alguns gadgets, Smart vai ter de derrotar a KAOS, um sindicato do crime que procura a dominação mundial.

Get Smart - Olho Vivo




Ontem à noite fui ao cinema ver este filme... e ADOREI!!!

quarta-feira, agosto 06, 2008

Concerto do David Fonseca

Aqui ficam algumas fotos do concerto de ontem do David Fonseca, na Feira de Santiago em Setubal!!... Bem um espetáculo :))))






A M. e o M. muito bem dispostos






Eu e a M. a adorar o concerto ; )











David a tocar Video Killed the Radio Star

Eu e o M.








No momento que estava a tocar Adeus, Não Afastes os Teus Olhos dos Meus



O David Fonseca a tocar uma nova versão da minha musica favorita: Together in Electric Dreams

Semifrio de Morango

Ingredientes
para 6 pessoas

1 lata de ananás
1 embalagem de gelatina de morango
4 ovos
50g de açúcar
1 lata de leite condensado
3 folhas de gelatina
4 morangos

Preparação
1 - No dia anterior, prepare a gelatina de morango (ou outra a gosto)conforme as instruções da embalagem. Depois de feita, verta-a para um pirex e leve ao frigorífico para solidificar.
2 - No próprio dia escorra o ananás, corte-o em pedaços pequenos e escorra-os. Reserve 2dl da calda da lata.
3 - Numa tigela, bata as gemas com o açúcar até obter um creme volumoso.
junte o leite condensado e misture bem.
4 - Demolhe as folhas de gelatina em pouca água fria, depois leve-as ao lume a derreter e junte-as à calda de ananás, mexendo sempre.
Adicione depois ao preparado das gemas e do leite condensado.
Finalmente, bata as claras em castelo e envolva-as também ao preparado.
5 - Retire o pirex do frio com a gelatina já solidificada, disponha o ananás por cima (reserve algum para decoração) e verta cuidadosamente o preparado do leite condensado. Leve novamente ao frio até que a parte de cima solidifique.
6 - Retire do frio, decore com o ananás que reservou e os morangos cortados em pedaços.


terça-feira, agosto 05, 2008

Estantes de Livros

Aqui ficam as fotos as minhas estantes de livros



























Passeio a Alcobaça

O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça (também conhecido como Mosteiro de Alcobaça), é a primeira obra plenamente gótica erguida em solo português. Foi fundado em 1178 pelos monges de Cister. É considerado património mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal. É ainda classificado pelo IPPAR[1] como Monumento Nacional desde 1910.

No fim do século X organizou-se em Cluny, na Borgonha, um novo mosteiro beneditino que procurava renovar a regra de S. Bento. As igrejas cluniacenses eram cheias de belos elementos decorativos. Contra estas manifestações de gosto pela beleza natural, insurgiu-se Bernardo de Claraval, que se recolhera em 1112 em Cister, donde saíra para fundar a Abadia de Claraval e animar mais uma reforma que restituísse à ordem de S. Bento todo o rigor inicial. Os religiosos de Cister deviam viver do seu trabalho, não acumular riquezas, e os mosteiros seriam edificados em lugares ermos, sem qualquer decoração. Enquanto D. Afonso Henriques se empenhava na Reconquista, chegaram ao território português os monges de Cister que fundaram o Mosteiro de São João Baptista de Tarouca em 1140.

Diz a lenda que o primeiro rei de Portugal doou parte das terras da região de Alcobaça a S. Bernardo, em cumprimento da promessa feita quando da conquista de Santarém. Se se comparar a planta do Mosteiro de Alcobaça com o da segunda igreja de Claraval, temos que tem o mesmo desenho base. É de cerca de 1152 a construção provisória do mosteiro, e é conhecida no mesmo ano uma referência ao seu abade e a respectiva carta de couto é do ano seguinte.

Os primeiros monges, monges brancos, tiveram uma acção civilizadora notável: em 1269 abrem a primeira escola pública. No tempo do geral Fr. Sebastião de Sotomaior tomaram grande incremento as oficinas de imaginária da Abadia. Também desempenharam acções de assistência e beneficência através da enfermaria e portaria.

Trata-se de uma estrutura de planta em cruz latina. A actual fachada é do século XVIII, restando do gótico primitivo o portal de arcos ogivais e o arco da rosácea. A concepção arquitectónica deste monumento, desprovida de decoração e sem imagens, como ordenava a Ordem de Cister, apresenta uma grandiosidade e beleza indiscutíveis. As naves central e laterais são inteiramente abobadadas, praticamente da mesma altura, dão a sensação de amplo espaço, a que o processo de iluminação, românico ainda, dá pouca luz e o torna maior. As naves laterais prolongam-se pelo deambulatório, e da charola irradiam nove capelas que acompanham a ábside circular, iluminada por frestas altas, o que realça o altar-mor.

A segurar a parte alta da ábside existem arcos-botantes, pouco vulgares nas abadias de Cister, talvez por ser um monumento de transição entre o românico e o gótico. As inovações típicas da arte gótica aparecem ainda com o aspecto de um ensaio, como por exemplo a subida das naves laterais até à altura da central. O transepto apresenta-se com duas naves, mas quando olhamos a planta da igreja, reconhecem-se três, nos alicerces e no corpo central. Contíguo à sacristia fica o Jardim das Murtas, onde em 1690 foi construída a capela de Nossa Senhora do Desterro, com uma bela fachada manuelina. A parte térrea do claustro foi mandada construir por D. Dinis, e é o mais antigo claustro cisterciense de Portugal. Do lado norte do claustro, e ligado a ele, situam-se o refeitório com um púlpito, com uma escada na parede, e a ampla cozinha onde se assavam rezes inteiras.

Deambulatório
O deambulatório é uma obra complexa, a sua estrutura interior - o presbitério, propriamente dito - articula-se com a nave por intermédio de duas paredes opostas, rectas, marcadas por dois pilares nos extremos e de cada lado; oito colunas de grande diâmetro e robustez com capitéis de cesto troncocónico côncavo e ornamentação vegetalista muito simplificada, sustentam arcos quebrados muito aperaltados; a abóbada, nervurada e ligeira, parte de meias colunas cuja raiz se situa acima daqueles capitéis. A parte exterior do Deambulatório é dotada de uma abóbada mais pesada e de acordo com os sistemas mais simples utilizados no restante edifício.

Dormitório
O dormitório dos monges é constituído por três naves e onze tramos acrescidos de mais dois no topo que ocupa o andar superior.

Sala do capítulo
A sala do capítulo, uma das dependências mais importantes na hierarquia funcional da Abadia, reporta-se a um período em que o templo já existia - meados do século XIII - e revela um estado mais avançado dos trabalhos sendo estruturada por quatro pilares centrais, com seis colunas enfeixadas, capitéis de cesto mais alto ornados com temas vegetalistas com «crochets» em dois andares, de onde partem radialmente as nervuras de secção mais complexa com duplo toro boleado.

Claustro de D. Dinis
O claustro de D. Dinis constituído por dois registos com quatro alas de tramos marcados por contrafortes de andares. No registo inferior arcada rebaixada contendo arcos plenos, tribolados, e quebrados, sobre colunas grupadas com capitéis vegetalistas, encimados por óculos; galerias abobadadas com cruzarias de ogivas apoiadas em mísulas. O registo superior abre para a quadra por arcos plenos duplos e triplos sobre colunas assentes no parapeito.

Este claustro foi mandado construir pelo próprio D.Dinis.

Claustro de D. Afonso VI
O claustro de D. Afonso VI tem dois andares, uma sala rectangular procedida por galeria com cinco arcos e duas salas abobadadas em aresta.

O interior do edifício demonstra a existência de um gótico avançado, o exterior do edifício exprime a austeridade cisterciense, neste caso orientada para objectivos mais pragmáticos. De facto, como aconselhava a regra, não existem torres, e as fachadas, nomeadamente o frontispício possuía apenas uma parede lisa com empena triangular. As paredes são contrafortadas, exceptuando a cabeceira, na qual surgem pela primeira vez arcobotantes na arquitectura portuguesa. A coroação do templo, pelo exterior, é composta por merlões com topo biselado dos dois lados, sobre um parapeito que descansa numa fiada de modilhões. Esta característica confere ao conjunto uma solidez militar um ar de fortaleza.

Estes e outros aspectos poderão desmentir a escassa influência do mosteiro de Alcobaça na história da arquitectura portuguesa. De facto, o monumento tem sido sempre encarado como uma excepção no quadro do modo gótico produzido em Portugal como uma peça única e experimental sem antecedentes nem descendentes.

Panteão régio
Os túmulos de D. Pedro I e de D. Inês de Castro encontram-se no Mosteiro de Alcobaça. São duas verdadeiras obras-primas da escultura gótica em Portugal, cuja a construção se situa entre 1358 e 1367 e de autoria desconhecida.

Em 1340, D. Pedro I casa-se com a princesa castelhana D. Constança Manuel. Uma das aias que acompanhava D. Constança era Inês de Castro, por quem D. Pedro se apaixonou. Em 1348-1349, D. Constança morre e então D. Pedro assume mais abertamente o relacionamento com Inês de Castro em terras de Coimbra. O rei D. Afonso IV (pai de D. Pedro), temia o poderio da família de Inês de Castro e da sua influência na sucessão do infante D. Fernando, filho primogénito e herdeiro de D. Pedro. No dia 7 de Janeiro de 1355, Inês de Castro, encontrando-se nos Paços de Santa Clara em Coimbra (embora a lenda diga que ela estava à beira da Fonte da Lágrimas - Quinta das Lágrimas), foi assassinada por Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco, sendo sepultada em Coimbra. D. Pedro sobe ao trono em 1357 e uma das suas primeiras medidas foi mandar construir um túmulo majestoso para Inês de Castro. Em 1360, acabado o túmulo, D. Pedro ordenou que o colocassem no transepto sul do Mosteiro de Alcobaça e em seguida que transladassem para lá o corpo de D. Inês. D. Pedro I mandou construir um túmulo semelhante para si próprio, sendo colocado lado a lado (do lado esquerdo) do de D. Inês. O rei morre em 1367, indo repousar nessa altura ao lado da sua amada.

Os túmulos são de estilo gótico e feitos em calcário da região de Coimbra. A localização primitiva dos túmulos era lado a lado (estando o de D. Inês do lado direito de D. Pedro, o que deveria acontecer entre marido e mulher) no transepto sul da Igreja do Mosteiro de Alcobaça. Daqui passaram para a Sala dos Túmulos. No século XX voltaram a ser colocados no transepto da Igreja, onde se encontram actualmente: frente a frente, estando o túmulo de D. Inês no braço norte do transepto e o túmulo de D. Pedro I no braço sul, de tal modo a que quando ressuscitarem se levantem e vejam um ao outro. Nos jacentes ambas as figuras estão coroadas, de expressão tranquila e rodeadas por seis anjos que lhes ajeitam as roupagens e lhes levantam a cabeça (como que a elevá-los para o Céu). As faces dos sarcófagos estão decorados com temática heráldica (representações de brasões das respectivas famílias), bíblica, vegetalista e geométrica. Em termos escultóricos, o túmulo de D. Pedro I é considerado uma melhor obra, chegando os altos-relevos a atingir 15 cm de profundidade, enquanto no túmulo de D. Inês atingem os 10 cm.

Túmulo de D. Inês de Castro
Inês de Castro está representada com a expressão tranquila, rodeada por anjos e coroada de rainha. A mão direita toca na ponta do colar que lhe cai do peito e a mão esquerda, enluvada, segura a outra luva.

Os temas representados no túmulo são: nos frontais, a Infância de Cristo e a Paixão de Cristo e, nos faciais, o Calvário e o Juízo Final.

Neste túmulo salienta-se um dos faciais, que representa o Juízo Final. Pensa-se que D. Pedro, com a representação desta cena dramática da religião cristã, quis mostrar a todos (inclusive a seu pai e aos assassinos) que ele e Inês tinham um lugar no Paraíso e que quem os fizera sofrer tanto podia ter a certeza que iria entrar pela bocarra de Levitão representada no canto inferior direito do facial. Podemos observar também a figura de Cristo entronizado, e a Virgem e os Apóstolos que à sua direita rezam. Em baixo estão representados os mortos que se levantam das suas sepulturas para serem julgados.

Túmulo de D. Pedro I
D. Pedro I está representado também com a expressão tranquila, coroado e rodeado por anjos. Segura o punho da espada na mão direita, enquanto com a esquerda agarra a bainha. Nas faces do túmulos estão representadas: nos frontais, a Infância de S. Bartolomeu e o Martírio de S. Bartolomeu e, nos faciais, a Roda da Vida e a Roda da Fortuna e ainda a Boa Morte de D. Pedro.

Neste túmulo destaca-se o facial da cabeceira onde está representada a Roda da Vida e a Roda da Fortuna.

A Roda da Vida possui 12 edículas com os momentos da vida amorosa e trágica de D. Pedro e de D. Inês. Na leitura das edículas (feita no sentido ascendente e da esquerda para a direita), podemos observar: D. Inês acaricia um dos filhos; o casal convive com os três filhos; D. Inês e D. Pedro jogam xadrez; os dois amantes mostram-se em terno convívio; D. Inês subjuga uma figura prostrada no chão; D. Pedro sentado num grandioso trono; D. Inês apanhada de surpresa pelos assassinos enviados pelo rei D. Afonso IV; D. Inês desmascarando um dos seus assassinos; degolação de D. Inês; D. Inês já morta; castigo dos assassinos de Inês; D. Pedro I envolto numa mortalha.

Nas edículas interiores – Roda da Fortuna – podemos observar (no mesmo sentido da Roda da Vida): D. Inês sentada à esquerda de D. Pedro (por ainda não estarem casados); o casal troca de posição (D. Inês sentada à direita de D. Pedro, o que indica que já estão casados); D. Pedro e D. Inês sentados lado a lado parecendo um retrato oficial; D. Afonso IV a expulsar (pelo apontar do dedo) Inês do reino; D. Inês repele um homem que parece ser de novo D. Afonso IV; D. Pedro e D. Inês prostrados no chão subjugados pela figura híbrida da Fortuna que segura com as mãos a roda.

Tostas com Tomate e Queijo

Ingredientes para o Molho de Vinagrete
4 colheres de sopa de Azeite
1 colher de vinagre
1 gema de ovo cozida
1 clara de ovo cozida picada

Preparação
Junte o azeite, o vinagre, e a gema de ovo e bata tudo num robot ou copo de mistura, tempere com flor de sal.

Ingredientes
4 Fatias de Pão Tostado
8 Fatias de Tomate bem vermelho e duro
4 Fatias de Queijo Rabaçal com 30 gr cada
200g de Alfaces variadas

Preparação
À parte leve ao forno as 4 fatias de pão coberta com 4 fatias de tomate e sobre este as 4 fatias de queijo.
Leve ao forno bem quente a derreter e aquecer bem o queijo.
Coloque sobre o pão cubinhos de tomate e as folhas de alfaces temperadas com o molho vinagrete.
Disponha pelos 4 pratos em doses iguais as fatias de pão e junte as claras de ovo cozida e picadas


Convite para todos a que interessar






Venho por este meio convidar a todos os que gostem (ou que ainda não conheçam e possam passar a gostar) a vir dar um passeio até Setúbal, visitar a Feira de Santiago, pois hoje à noite temos a presença de um convidado muito especial...

DAVID FONSECA....










segunda-feira, agosto 04, 2008

O Jardim Encantado - Sarah Addison Allen

Comecei a ler este livro no dia 30/07/2008 e acabei de lê-lo ontem dia 03/08/2008.
Gostei bastante.




Num jardim escondido por trás de uma tranquila casa na mais pequena das cidades, existe uma macieira e os rumores que circulam dão conta de que dá um tipo muito especial de fruto. Neste encantador romance, Sarah Addison Allen conta a história dessa árvore encantada e das extraordinárias pessoas que dela cuidam...
As mulheres da família Waverley são herdeiras de um legado mágico — o jardim familiar, famoso pela sua macieira, que produz frutos proféticos, e pelas suas flores comestíveis, imbuídas de poderes especiais que afectam quem quer que as coma.

Proprietária de uma empresa de catering, Claire Waverley prepara pratos com as suas plantas místicas — desde as chagas que ajudam a guardar segredos até às bocas-de-lobo destinadas a desencorajar intenções amorosas. Entretanto, a sua idosa prima Evanelle é conhecida por distribuir presentes inesperados cuja utilidade se torna mais tarde misteriosamente clara. São elas os últimos membros da família Waverley — com excepção da rebelde irmã de Claire, Sydney, que fugiu da cidade há muitos anos.

Quando Sydney regressa subitamente a Bascom com uma filha pequena, a tranquila vida de Claire sofre uma reviravolta, bem como a fronteira protectora que erigiu tão cuidadosamente em redor do seu coração. Juntas uma vez mais na casa onde cresceram, Sydney reflecte sobre tudo o que deixou para trás ao mesmo tempo que Claire se esforça por sarar as feridas do passado. E em pouco tempo as irmãs apercebem-se de que têm de lidar com o seu legado comum para viverem as alegrias do futuro que se anuncia.

Encantador e pungente, este fascinante romance irá, seguramente, enfeitiçar o leitor.

Críticas de imprensa
«Fascinante e encantador. Este impressionante romance de estreia vai seduzir os fãs de Alice Hoffman e Laura Esquivel.»
Booklist

«Um romance mágico.»
BookPage

«O Jardim Encantado vai seduzir muitos leitores.»
Publishers Weekly

«É refrescante encontrar um romance de um autor sulista que se baseia no realismo mágico. Compre este livro, leia-o e recomende-o a outros.»
Library Journal

«Um toque de Como Água para Chocolate...»
Bookseller

quinta-feira, julho 31, 2008

A Maldição da Flor Dourada



Site oficial: The Curse of the Golden Flower

Género: Acção/Drama/Romance

Distribuição: Vitória Filme

Classificação: M/16-Q

Hong Kong/China, 2006

114 min


China, final da Dinastia Tang, século X.
Na véspera do Festival Chong Yang Festival, flores douradas enchem o Palácio Imperial.
O Imperador (Chow Yun Fat) regressa inesperadamente com o seu segundo filho, o Príncipe Jai (Jay Chou).
O pretexto é celebrar as festividades com a família, apesar da relação fria que mantém com a Imperatriz (Gong Li).

Há já vários anos que a Imperatriz e o Príncipe Coroado, Wan (Liu Ye), seu enteado, mantém, uma relação ilícita.
Sentindo-se prisioneiro, Wan sonha em escapar do palácio com a sua secreta apaixonada, Chan (Li Man), filha do médico imperial.

Enquanto isso, Jai, o filho fiel, cresce preocupado com a saúde da Imperatriz e a sua obsessão por crisântemos dourados…

“Curse of the Golden Flower é o meu terceiro filme de acção. Acredito firmemente que a história é o elemento mais importante de qualquer filme. A acção é apenas um meio para contar a história. É o fio condutor, através do qual as relações são reveladas e os conflitos resolvidos.”- Zhang Yimou

“Um conto intemporal de intriga, corrupção e tragédia.” - Kevin Thomas, LOS ANGELES TIMES

Batman - The Dark Knight



Fui ver este filme na quinta feira passada, mas não consegui fazer o post do video (só agora).
Gostei bastante dos efeitos especiais do filme. Recomendo (para quem gosta do genero)

O Perfume

O Perfume História de um Assassino - Patrick Süskind

Esta estranha história passa-se no século XVIII e é fruto de um extraordinário trabalho de reconstituição histórica que consegue captar plenamente os ambientes da época tal como as mentalidades. O protagonista é um artesão especializado no ofício de perfumista, e essa arte constitui para ele – nascido no meio dos nauseabundos odores de um mercado de rua – uma alquímica busca do Absoluto. O perfume supremo será para ele uma forma de alcançar o Belo e, nessa demanda nada o detém, nem mesmo os crimes mais hediondos, que fazem dele um ser monstruoso aos nossos olhos. Jean-Baptiste Grenouille possui no entanto uma incorrupta pureza que exerce um forte fascínio sobre o leitor. O Perfume, publicado em 1985, de um autor então quase desconhecido, foi considerado um dos mais importantes romances da década e nunca mais deixou de ser reeditado desde então, totalizando os 4 milhões de exemplares vendi dos, só na Alemanha, e 15 milhões em países estrangeiros. Foi traduzido em 42 línguas. Este fenómeno transformou-o num dos mais importantes livros de culto de sempre. Em 2006, O Perfume passa a ser uma longa-metragem inspirada no romance de Patrick Süskind.




Patrick Süskind (Ambach am Starnberger See, Munique, 26 de Março de 1949- ) é um escritor alemão.

Nascido em Ambach am Starnberger See, perto de München na Alemanha. Filho do escritor e jornalista,W. E. Süskid. Estudou história Moderna e Medieval na Universidade de Munique e em Aix-en-Provence de 1968-1974. Nos anos oitenta, Süskind trabalhou como escritor, para "Kir Royal", "Monaco Franze" e outros. Ele é o autor do internacionalmente aclamado best-seller "O Perfume: história de um assassino" de 1985 (romance). Ele também é autor de "The Double Bass" de 1980 (teatro), "The Pigeon" de 1988 (novela), "The Story of Mr. Sommer" de 1991 (conto ilustrado por Sempé) e "Three Stories and a Reflection" de 1996 (contos).

Patrick Süskind vive em Ambach, Alemanha, raramente dá entrevistas ou aparece em público, preferindo levar uma vida isolada.

quarta-feira, julho 30, 2008

You Are An INFJ




The Protector

You live your life with integrity, originality, vision, and creativity.
Independent and stubborn, you rarely stray from your vision - no matter what it is.
You are an excellent listener, with almost infinite patience.
You have complex, deep feelings, and you take great care to express them.

In love, you truly see relationships as an opportunity to connect and grow.
You enjoy relationships as long as they are improving and changing. You can't stand stagnation.

At work, you stay motivated and happy... as long as you are working toward a dream you support.
You would make a great photographer, alternative medicine guru, or teacher.

How you see yourself: Hardworking, ethical, and helpful

When other people don't get you, they see you as: Manipulative, weak, and unstable

catia's personality type:

Warm-hearted, popular and conscientious. Tend to put the needs of others over their own needs. Feel strong sense of responsibility and duty. Value traditions and security. Interested in serving others. Need positive reinforcement to feel good about themselves. Well-developed sense of space and function.

Careers that could fit catia includes:

Home economics, nursing, teaching, administrators, child care, family practice physician, clergy, office managers, counselors, social workers, bookkeeping, accounting, secretaries, organization leaders, dental assistants, homemakers, radiological technologists, receptionists, religious educators, speech pathologists.


segunda-feira, julho 28, 2008

A Metamorfose - Franz Kafka

Comecei a ler este livro Domingo dia 27/07/2008 e acabei-o hoje dia 28/07/2008.





A Metamorfose (Die Verwandlung em alemão), é um conto escrito por Franz Kafka, publicado pela primeira vez em 1915.

Uma manhã, ao despertar de sonhos inquietantes, Gregor Samsa deu por si na cama transformado num gigantesco inseto".

É deste modo que Kafka inicia a história de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante "obrigado" que deixou de ter vida própria para suportar financeiramente todas as despesas de casa.

Numa manhã, ao acordar para o trabalho, Gregor vê que se transformou num inseto horrível com um "dorso duro e inúmeras patas". A princípio, as suas preocupações passam por pensamentos práticos relacionados com a sua metamorfose.

Depois, as preocupações passam para um estado mais psicológico e até mesmo sentimental. Gregor sente-se magoado pela repulsa dos pais perante a sua metamorfose. Apenas a irmã se digna a levar-lhe a alimentação, mas mesmo assim a repulsa e o medo também começam a se manifestar. A metamorfose de Gregor vai além da modificação física. É sobretudo uma alteração de comportamentos, atitudes, sentimentos e opiniões.

Gregor passa a analisar as coisas que o rodeiam com muito mais atenção. Outra metamorfose ocorre no seio familiar: o pai volta a trabalhar, a irmã também arranja um emprego e passam a alugar quartos na própria casa onde habitam. As atitudes dos pais perante o filho retratam ao leitor a idéia que este era apenas o "sustento" da casa. A metamorfose de Kafka não conta apenas a história de um homem que se transformou num inseto. É sobretudo uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos. Nesta história, Kafka presenteia-nos com a sua escrita sui generis, retratando o desespero do homem perante o absurdo do mundo.

Interessante perceber que em nenhum momento da obra, Gregor se dá conta realmente que se transformou num inseto. Apenas observa seus novos membros, órgãos e hábitos, mas com o tempo se acomoda na nova condição sem realmente entender no que se tornara.



A metamorfose, de Franz Kafka, foi escrito em 1912, quando o autor contava vinte e nove anos. É um de seus poucos romances que foram finalizados e publicados, e é marcado pela sua forma peculiar de compor literatura.
A fórmula é bastante simples: Gregor Samsa acorda certa manhã, após "sonhos intranqüilos", e se encontra metamorfoseado em um inseto monstruoso. A partir daí passa a viver uma nova rotina, na qual deve permanecer em casa e à distância de qualquer visita. O trabalho, obviamente, é abandonado e seu quarto se transforma em todo o seu mundo.
Aos poucos todos se acostumam com a nova forma de Gregor, e todos convivem com ela, cada um ao seu jeito. Ao final, com a morte do grande inseto, todos se aliviam. O livro termina com a família, aliviada, reservando um dia para descanso e para passeio. Algo como um prêmio depois do calvário que foi conviver com situação tão inusitada.
O final da estória, a certa altura, é completamente previsível. Mas a leitura, parágrafo por parágrafo, página por página, é saborosa e gratificante. É como se o final fosse já conhecido, porém cada passo contivesse algo de potencialmente novo ou surpreendente.
A estória de Samsa impressiona pela alegoria associada à vida de um homem comum que exerce atividades burocráticas. O termo "kafkiano", associado a tudo que é inusitado, surgiu das situações em que Gregor aparece contemplativo, em sua nova situação, observando desde seu novo ponto de vista as pessoas e o mundo que o rodeia.
Conta-se que o autor, quando chegava em casa depois do trabalho, em sua essência um conjunto de rotinas burocráticas e burocratizantes, deitava-se no sofá da sala e comentava que se sentia como um grande inseto, referindo-se às limitações impostas ao uso de sua criatividade.
O grande inseto, deitado em sua cama, esperneava e remexia-se tentando voltar à posição natural, com as asas para cima e as pernas para baixo, na qual teria domínio de seus movimentos. O autor, em sua literatura, tentava rebelar-se contra as imposições da sociedade.
O clima mantido por Kafka antecipa as situações de outras de suas obras, em grande parte inacabadas, em que é caracterizado um ambiente de angústia e de desconcerto, atribuído por muitos ao início da era que culminaria com a ascensão de Hitler e com a Segunda Guerra Mundial.
A metamorfose é uma obra de literatura fantástica na medida em que explora uma situação inusitada e que foge ao que é aceitável ou palatável. Bem que poderia ser classificada como ficção científica, mas não há explicações mais detalhadas sobre a transformação do homem em inseto. O certo é que a estória de Gregor Samsa transcende essas classificações e denuncia os mecanismos de dominação e de subjugação da mente humana.

49233$00 de Telefone - Diário de uma Mãe / Diário de uma Filha - Isabel Stilwell



A mãe escreve um diário. Escreve sobre o que a irrita, o que a faz feliz; atira para lá as suas dúvidas e angústias de “velha” de 38 anos e de mãe de uma adolescente.
A filha escreve um diário. Escreve sobre o que a irrita, o que a faz feliz; atira para lá as suas dúvidas e angústias de adolescente e de filha.
Moram na mesma casa, são reféns das mesmas hormonas, conhecem as mesmas pessoas mas, o que escrevem não pode ser mais diferente.

Comecei a ler no Sábado dia 26/07/2008 e acabei no Domingo dia 27/07/2008

Inês de Portugal - João Aguiar




Castelo de Santarém, num dia do ano de Cristo de 1359.
Enquanto El-Rei D. Pedro I corre a caça pelos campos, os seus conselheiros Álvaro Pais e João Afonso Tello esperam com sombria ansiedade a chegada de dois prisioneiros, Álvaro Gonçalves e Pero Coelho, dois dos "matadores" de Inês de Castro (o terceiro, Diogo Lopes Pacheco, logrou fugir e refugiou-se em França). A esses homens havia sido solenemente prometido perdão, mas o Rei, decidido a vingar a única mulher que amou, quebrou o juramento feito, e agora eles vêm, debaixo de ferros, a caminho de Santarém. É este o ponto de partida de Inês de Portugal. Mas ao longo das suas páginas é todas a história de Pedro e Inês que João Aguiar reconstrói, abordando pela primeira vez um tema histórico posterior à Nacionalidade e fazendo-o desde logo com um dos mitos maiores da nossa consciência de Nação.

Comecei a ler na Quinta-feira dia 24/07/2008 e acabei de ler no Sábado dia 26/07/2008

quinta-feira, julho 24, 2008

Começar de Novo - Margarida Fonseca Santos

Este foi um livro que me ofereçaram no âmbito do Bookcrossing (BC do Mês de Julho) e começei a ler ontem e acabei no proprio dia... de forma que a leitura é tão cativante, tão simples... que não conseguia parar de ler até chegar à última folha...Gostei muito ;)
Muito obrigada Betita




Voltar a amar é sempre um desafio…
Prémio Revelação APE/Instituto Português do Livro e da Biblioteca (IPLB)


Depois de vários anos de vida em comum, Duarte e Rita separam-se. Ela apaixona-se por um colega de trabalho, ele sai do Porto decidido a esquecê-la. Ao mesmo tempo, em Lisboa, Sofia termina a relação com Carlos, depois de este lhe dizer que se apaixonou por outra pessoa.


Um dia, por casualidade do destino, Sofia e Duarte ficam fechados num elevador, tornando-se amigos. Essa amizade evolui, pouco a pouco, para um nível de intimidade maior, ajudando cada um a ultrapassar os problemas sentimentais.
Mas nos caminhos do amor até que ponto a simples vontade de esquecer a mágoa significa estar preparado para começar de novo?

quarta-feira, julho 23, 2008

Mais outras Prendinhas ;D !!!

E como ainda sobrou algum dinheiro ainda fui comprar umas contas para a minha pulseira PANDORA ;))))



Uma Conta em prata, zircónia



A Borboleta (não preciso de explicar pk, pois não???)