segunda-feira, abril 30, 2012

O Diário de um Vampiro Banana 3 - Tim Collins

Comecei a ler este livro no dia 25/04/2012 e acabei de ler no dia 26/04/2012.

Depois do sucesso alcançado por Nigel Mullet, o único vampiro banana da história, surge uma nova personagem, igualmente banana, igualmente com poderes sobrenaturais, mas mais peludo! Após ter sido mordido por um lobo, Luke Thorpe apercebe-se que tem uma súbita vontade de devorar carne crua e de uivar à lua. Nigel tornou-se amigo de Luke, mas tão amigo que o deixou escrever este novo diário. Para aprender a lidar com as vergonhas causadas pelas suas transformações, Luke junta-se a um grupo de lobisomens onde conhece Chloe, o grande amor de Nigel. É então que fica a saber que os lobos estão a planear um ataque ao castelo onde vive Nigel. Conseguirão os três amigos bananas fazer a paz entre vampiros e lobisomens?

Circulo de Sangue - Jérôme Delafosse

Comecei a ler este livro no dia 20/04/2012 e acabei de ler no dia 24/04/2012.

Um homem acorda de um prolongado coma num hospital da Noruega. Não sabe quem é nem se lembra do passado. Nathan Fahl é o nome que consta dos seus documentos de identificação e bem depressa se apercebe de que corre perigo. Em ritmo frenético a trama desenrola-se em diferentes direcções. Que relação haverá entre uma expedição árctica e sinistras experiências médicas no Ruanda? E que seita é aquela que há trezentos anos vem perpetrando acções terroristas? Nathan corre contra o tempo porque só poderá combatê-la se recuperar a memória. Um thriller poderoso, que arrasta o leitor numa vertigem, entre horrores antigos e actuais, sangrentos rituais religiosos, armas biológicas e terrorismo internacional.

Uma Outra maneira de Ser - Elizabeth Moon

Comecei a ler este livro no dia 11/04/2012 e acabei de ler no dia 19/04/2012

Prémio Nebula 2003 (um dos principais prémios literários dos Estados Unidos da América).


Finalista do Arthur C. Clarke Award



Lou Arrendale nasceu autista. Os seus pais em consonância com a sociedade julgam que sabem como Lou se deve comportar tendo em conta a sua desordem. Os avanços na medicina e desenvolvimento das novas tecnologias ajudam a corrigir a doença e imprimem uma nova esperança aos progenitores, que esquecem porém que a identidade de um indivíduo é muito complexa, e vai além de um tratamento. Um livro com descrições pormenorizadas e um dos mais filosoficamente intrigantes romances de ficção científica dos últimos anos.

A Visita Inesperada - Agatha Christie

Li este livro no dia 07/04/2012.

Numa noite de nevoeiro cerrado, o carro de Michael Starkwedder despista-se numa estrada rural. Em redor, há apenas uma casa isolada. Quando Michael se aproxima para tentar pedir ajuda, o cenário com que se depara é arrepiante: numa cadeira de rodas, jaz o cadáver de um homem; a seu lado, está uma atraente mulher com uma arma na mão. A solução do caso parece simples, não fosse o facto de o morto ter uma longa lista de inimigos. Michael percebe que está perante o cadáver de um monstro. Quem de entre os muitos alvos da sua malvadez poderá ter cometido o crime? A resposta pode estar dentro da própria casa e dos seus inúmeros suspeitos…




Escrito originalmente por Agatha Christie em 1958 como uma peça de teatro, A Visita Inesperada (The Unexpected Guest) foi adaptado para romance por Charles Osborne em 1999.

Irmã - Rosamund Lupton

Comecei a  ler este livro no dia 2/04/2012 e acabei no dia 06/04/2012.

Quando Beatrice recebe um telefonema frenético a meio do almoço de domingo e lhe dizem que a sua irmã mais nova, Tess, desapareceu, apanha o primeiro avião de regresso a Londres. Mas quando conhece as circunstâncias que rodeiam o desaparecimento da irmã, apercebe-se, com surpresa, do pouco que sabe sobre a vida de Tess - e de que não está preparada para a terrível verdade que terá de enfrentar. A Polícia, o noivo de Beatrice e até a própria mãe aceitam ter perdido Tess, mas Beatrice recusa-se a desistir e embarca numa perigosa viagem para descobrir a verdade, a qualquer custo.


Críticas de imprensa


«Ao mesmo tempo comovente e arrepiante, Irmã provoca um surto de adrenalina capaz de causar calafrios na tarde mais soalheira.»

The New York Times Book Review



«O conhecimento de Lupton sobre a dor e a culpa no seio familiar é aliado a um enredo desenvolvido com segurança.»

The Independent



«Vai adorar cada momento.»

People

O Nascimento de Vénus - Sarah Dunant

Comecei a ler este livro no dia 23/03/2012 e acabei no dia 31/03/2012

Alessandra Cecchi ainda não tem quinze anos quando o seu pai, um próspero comer-ciante de tecidos, traz um jovem pintor do norte da Europa para decorar a capela do palácio da família, em Florença. Uma criança do Renascimento, com uma mente precoce e um grande amor pelas artes, Alessandra fica entoxicada pelo talento do jovem pintor. Mas a sua relação com ele é bruscamente interrompida quando os pais da jovem lhe arranjam um casamento com um fidalgo rico e muito mais velho.

Entretanto, Florença está a mudar, oprimida pelo fundamentalismo imposto pelo monge Savonarola que cobiça o poder político e religioso. Alessandra e a sua cidade são apanhadas entre a tradição dos Medici, com o seu amor pelo luxo, conhecimento e artes, e o novo Inferno pregado pelos seguidores de Savonarola. Com este pano de fundo revolucionário e violento, a vida de casada de Alessandra revela-se uma desilusão, excepto pela liberdade que lhe traz, e que lhe permite procurar de novo aquele pintor, cuja arte exerce sobre si um fascínio tão forte e erótico.

Críticas de imprensa

"Envolvente e impressionante, O Nascimento de Vénus é a obra mais poderosa de Dunant".

—SUNDAY TIMES


"Sarah Dunant retrata de uma forma viva e intensa a Florença Renascentista: a imoralidade, a brutalidade, a vitalidade, as maquinações políticas... magistral!"

—DAILY TELEGRAPH

"Erótico e absorvente... Dunant consegue que a arte e o pensamento da época pareçam novos e perigosos."

—INDEPENDENT ON SUNDAY

"Mal acabei de ler este romance apeteceu-me voltar ao início e recomeçar a ler."

—OBSERVER

"Simplesmente fabuloso, por vezes intoleravelmente excitante, e sempre maravilhosamente escrito."

—ANTONIA FRASER


"Ninguém devia visitar a Toscânia sem ler O Nascimento de Vénus."

—PUBLISHERS WEEKLY


"Soberbamente escrito e empolgante até ao fim."

—TIMES

Seita Maldita - Tess Gerritsen

Comecei a ler este livro no dia 23/02/2012 e acabei no dia 26/02/2012

Maura Isles junta-se a um velho amigo, que leva a filha e mais dois amigos, para esquiar. Durante a viagem, o jipe avaria e os cinco têm de procurar abrigo em Kingdom Come, uma aldeia misteriosamente


abandonada da noite para o dia, abrigo de uma estranha seita religiosa liderada pelo carismático Jeremiah Goode. Dias depois, Rizzoli recebe a notícia de que o corpo de Isles foi encontrado carbonizado numa ravina das montanhas. Determinada a descobrir a verdade, a detetive parte para Kingdom Come, onde revelações horrendas estão enterradas e onde paira a ameaça de um inimigo implacável.
 
 

Abraça-me - Claudio Ramos

Comecei a ler este livro no dia 22/02/2012 e acabei no di 22/02/2012.

«A televisão estava desligada e conseguia ouvir um vento encrespado que soprava e entrava pela fresta das janelas ainda nuas de cortinas. O barulho parava quando o vento era encurralado por algum papelão. Estava ali parado no tempo e dava-me conta que o tempo corria muito depressa. Há quem diga que “o tempo é o que se faz com ele”. Gostava tanto de ter feito do nosso tempo uma história mais bonita e muito mais feliz...»

«Adormeço ao som de uns carros que vão passando de longe a longe e do vasculho dos homens da junta que tentam varrer as ruas molhadas e enfeitadas com as folhas verdes que caíram com a força da chuva. Fecho os olhos e sinto o tempo escorrer-me pelas mãos ao som de um tic-tac que o despertador vai fazendo. Nunca fazemos isso, mas já viste que o tempo pode sentir-se se ouvires cada segundo a passar. Não lhe damos valor, mas cada segundo que passa é menos um segundo que temos e leva com ele tantas coisas. Tantas coisas que cabem num segundo e que ficaram lá atrás, irremediavelmente aprisionadas no passado.»

«A nossa casa é o nosso porto de abrigo. Acho que é só em casa que na realidade somos verdadeiros e autênticos. Sempre fizemos muita questão de ter o nosso canto, feito à nossa medida e recheado de recordações, não foi Marta? Atravesso a sala e rumo ao quarto do Gabriel, tão colorido, uma verdadeira bagunça, brinquedos por todo o lado. Nunca sei muito bem se ele está arrumado ou por arrumar. Com os pés, afasto meia dúzia de carros telecomandados e tento pendurar na parede, por cima da cama dele, a fotografia onde estamos os três na praia. Ele tem aqui no quarto várias fotos tuas, mas nenhuma tão grande como esta. Não vou insistir, mas se ele me perguntar conto-lhe a história deste dia.»

Grandes Esperanças - Charles Dickens

Comecei a ler este livro no dia 19/02/2012 e acabei no dia 21/02/2012.

Pip é um pobre órfão entregue à tutela de uma irmã desalmada e cruel. Todavia, o encontro terrífico com um condenado fugido da prisão irá mudar a sua vida: de aprendiz de ferreiro, Pip passará a rico protegido de um benfeitor desconhecido. Esta inesperada fortuna vai permitir-lhe ter "grandes esperanças": tornar-se um cavalheiro educado e poder casar com a menina que ama...


segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Amor e Guloseimas - Kate Jacobs

Comecei a ler este livro no dia 17/02/2012 e acabei no dia 18/02/2012.

Prestes a completar cinquenta anos, Augusta "Gus" Simpson, a popular apresentadora de Cozinhar com Gusto!, dá consigo a planear um aniversário que preferiria ignorar - o seu. Está a ficar cansada de ser a anfitriã perfeita, a mãe-galinha, a mulher que é sempre o porto de abrigo para todos os que a rodeiam. Para piorar as coisas, a sua carreira corre perigo - o canal de televisão quer aumentar as audiências do programa e para isso vai buscar a bela e ambiciosa Carmen Vega, ex-Miss Espanha, que depressa se transformará na nova menina bonita da culinária.
Mas Gus não vai desistir sem dar luta - e a temperatura vai subir, no estúdio e fora dele. Porque ela percebe que poderá não só rejuvenescer a sua carreira como melhorar a sua vida familiar - e talvez mesmo a sua vida amorosa.



Um romance (doce como uma guloseima) em que se misturam os sabores da infância com os desafios de começar de novo aos cinquenta.

Kate Jacobs cresceu perto de Vancouver, na Columbia Britânica, Canadá, mais tarde mudou-se para Nova Iorque onde desenvolveu a sua atividade profissional como editora da Working Woman, da Family Life e do site da Lifetime Television. Atualmente, vive no Sul da Califórnia.
Já publicado em Portugal, O Clube de Tricô de Sexta à Noite, o seu primeiro romance, foi adaptado ao cinema e vendeu mais de um milhão de exemplares.

quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Comecei a ler este livro no dia 14/02/2012 e acabei de ler no dia 16/02/2012.



IMPACTO ZERO é um testemunho fascinante de Colin Beavan, um homem que decidiu viver durante um ano, em plena cidade de Nova Iorque, sem causar impacto no ambiente.
Por outras palavras, Colin tentou viver sem produzir lixo, sem poluir a água com toxinas, e sem usar coisas como elevadores, metro, ar condicionado, televisão, produtos embalados, detergentes e papel higiénico.




Colin Beavan decides to completely eliminate his personal impact on the environment for the next year.

It means eating vegetarian, buying only local food, and turning off the refrigerator. It also means no elevators, no television, no cars, busses, or airplanes, no toxic cleaning products, no electricity, no material consumption, and no garbage.

No problem – at least for Colin – but he and his family live in Manhattan. So when his espresso-guzzling, retail-worshipping wife Michelle and their two-year-old daughter are dragged into the fray, the No Impact Project has an unforeseen impact of its own.

Laura Gabbert and Justin Schein's film provides an intriguing inside look into the experiment that became a national fascination and media sensation, while examining the familial strains and strengthened bonds that result from Colin and Michelle’s struggle with their radical lifestyle change.

Colin Beavan, PhD
AKA No Impact Man
Author, writer, blogger,
consultant, engaged citizen

As the news stories go: “Colin Beavan is a liberal schlub who got tired of listening to himself complain about the world without ever actually doing anything about it…” Thus, in November, 2006, Beavan launched a year-long project in which he, his wife, his two-year-old daughter and his four-year-old dog went off the grid and attempted to live in the middle of New York City with as little environmental impact as possible.

The point of the project was to experiment with ways of living that might both improve quality of life and be less harmful to the planet. It also provided a narrative vehicle by which to attract broad public attention to the range of pressing environmental crises including: food system sustainability, climate change, water scarcity, and materials and energy resource depletion.

Beavan’s experiment in lifestyle redesign is the subject of his book (Farrar, Straus & Giroux) and a Sundance-selected documentary by independent film producers Laura Gabbert (Sunset Story, Getting to Know You) and Eden Wurmfeld (The Hammer, Puccini for Beginners, Kissing Jessica Stein). Both the book and the documentary will be released in September, 2009. Columbia Pictures also plans to make a feature film (produced by Todd Black) based on the book.

Beavan writes and administers the provocative environmental blog NoImpactMan.Com, which has become a meeting point for discussion of environmental issues from a “deep green” perspective. In addition to some 2,500 daily visitors and 4,000 daily page views, the site has 10,000 email and “newsreader” subscribers. About 1.8 million people have visited the blog since he established it a year and a half ago.

Beavan was named one of MSN’s Ten Most Influential Men of 2007 and was named an Eco-Illuminator in Elle Magazine’s 2008 Green Awards. His blog NoImpactMan.com was named one of the world’s top 15 environmental websites by Time Magazine. He was named a 2008 Eco-Star by New York City’s Lower East Side Ecology Center.

The No Impact project has been the subject of stories in the New York Time, the Christian Science Monitor, and many other national and international news outlets. Beavan has appeared on The Colbert Report, Good Morning America, Nightline, The Montel Show, and all the major NPR shows. He speaks regularly to a wide variety of audiences, is frequently quoted in the press and consults to business on the intersection of sustainability and human quality of life.

Beavan is a PhD electronic engineer (University of Liverpool). He spent the late 80s and early 90s as a consultant to philanthropic organizations such as social housing providers, drug treatment agencies and hospitals, helping them to promote themselves in order to secure increasingly scarce, Thatcher-era funding.

In 1992 Beavan returned to the United States and wrote for magazines until Hyperion published his first book Fingerprints: The Origins of Crime Detection and the Murder Case that Launched Forensic Science (a popular history of criminology) in 2001. In 2006, Viking published his second book, Operation Jedburgh: D-Day and America’s First Shadow (about the operation that formed the precedent for U.S. anti-Soviet operations in Afghanistan).

He is director of the No Impact Project, a visiting scholar at NYU, an advisor to the University’s Sustainability Task Force, and sits on the board of directors of New York City’s Transportation Alternatives and on the advisory council of Just Food.

terça-feira, fevereiro 14, 2012

Dei-te o Melhor de Mim - Nicholas Sparks

Comecei a ler este livro no dia 09/02/2012 e acabei no dia 13/02/2012.

Este novo e aclamado romance de Nicholas Sparks conta a história emocionante de Amanda e Dawson, dois adolescentes envolvidos na mágica experiência do primeiro amor. Contudo, sob a pressão familiar e social, são obrigados a seguir vidas distintas. Somente vinte e cinco anos mais tarde voltam a encontrar-se, por altura da morte do único homem que tinha protegido o jovem casal apaixonado. E se para ambos o amor de outrora se revela intacto, confrontam-se inevitavelmente com as escolhas feitas e os compromissos assumidos. Qual então o sentido daquele encontro, se nada podia mudar o passado?



Nicholas Sparks nasceu em 1965 em Omaha, Nebraska. Cresceu em Fair Oaks na Califórnia e vive actualmente na Carolina do Norte com a família. Foi durante algum tempo delegado de informação médica até que Theresa Park, agente literária, decidiu começar a representá-lo, vendendo os direitos do seu primeiro romance O Diário da Nossa Paixão (The Notebook) à Warner Books. O sucesso foi imediato e a obra permaneceu durante 56 semanas consecutivas nos tops americanos. Seguiram-se livros como As Palavras que Nunca te Direi (Message in a Bottle) e Um Momento Inesquecível (A Walk to Remember), Corações em Silêncio (The Rescue) também eles sucessos editoriais de grandes proporções, tendo o primeiro sido adaptado para versão cinematográfica pelo próprio autor. Considerado o golden boy da ficção comercial americana é um autor consagrado internacionalmente pelo público.

Extremamente Alto, Incrivelmente Perto - Jonathan Safran Foer

Comecei a ler este livro no dia 03/02/2012 e acabei no dia 08/02/2012.

Oskar Schell tem nove anos e é inventor, francófilo, tocador de tamborim, actor shakesperiano, joalheiro, pacifista. Além disso, está a empreender uma busca urgente e secreta através das cinco zonas de Nova Iorque a fim de encontrar a fechadura onde entra uma chave misteriosa que pertencera ao pai, morto no atentado contra o World Trade Center. Oskar, uma inspirada criação do autor, é encantador, exasperante e inesquecível.



Jonathan Safran Foer é o autor de Está Tudo Iluminado e Extremamente Alto e Incrivelmente Perto. Os seus livros foram traduzidos para trinta e seis línguas. Está Tudo Iluminado recebeu o National Jewish Book Award e o Guardian First Book Award, e foi adaptado ao cinema por Liev Schreiber. Foer vive em Brooklyn.

sexta-feira, fevereiro 03, 2012

O Clube Mefisto - Tess Gerritsen

Comecei a ler este livro no dia 31/01/2012 e acabei no dia 02/02/2012.

O mal pode espalhar-se como uma doença? A prática Jane Rizzoli, detective na Brigada de Homicídios de Bóston, não acredita, nem por um minuto, em forças sobrenaturais. Quando analisa o local do crime busca a mente do criminoso, vasculha entre vestígios para encontrar provas, para chegar ao assassino. Para este caso talvez tenha contudo de por alguns dos seus preconceitos de lado... Com a valiosa ajuda de média legista, Maura Isles, investiga a sucessão de crimes em que as vítimas são desmembradas e em que uma apocalíptica mensagem é inscrita nos corpos. O estranho Clube Mefisto, que investiga a origem genética do mal, oferece-se para ajudar a polícia, mas mesmo eles, habituados a lidar com a morte, se sentem atemorizados com os sinais deixados pelo serial-killer.
Um thriller assinado por Tess Gerritsen, a combinar ciência, crime e romance. Médica de formação, a escritora norte-americana decidiu dedicar-se à ficção aliando os seus conhecimentos em medicina e investigação forense a uma poderosa imaginação criminal. Uma combinação a fazer-nos tremer a cada página...



«...[Tess Gerritsen é] uma das rainhas de um híbrido género entre o romance e o thriller.»
Kirkus Reviews

«...a terrífica marca de escrita de Tess Gerritsen passa pelo sinistro detalhe médico/ forense e pelo arrepiante suspense.»
Bookmarks Magazine

Tess Gerritsen, M.D., (born June 12, 1953) is a Chinese-American novelist and retired physician.[1] Her first name is really Terry; she decided to feminize it when she was a writer of romance novels.
Early lifeTess Gerritsen was the child of a Chinese immigrant and a Chinese American seafood chef in San Diego, California. While growing up, Gerritsen often dreamt of writing her own Nancy Drew novels.[3] Although she longed to be a writer, her family had reservations about the sustainability of a writing career, prompting Gerritsen to choose a career in medicine.[4] In 1975, Gerritsen graduated from Stanford University with a B.A. in Anthropology, intrigued by the ranges of human behavior.[5] She went on to study medicine at the University of California, San Francisco.[4] She received her medical degree in 1979 and started work as a physician in Honolulu, Hawai'i.[6][7]

While on maternity leave, she submitted a short story to Honolulu Magazine’s statewide fiction contest. Her story, "On Choosing the Right Crack Seed," won first prize and she received $500.[6][8] The story focused on a young male reflecting on a difficult relationship with his mother. Gerritsen claimed the story allowed her to deal with her own childhood turmoil, including the repeated suicide attempts by her mother.

Early writing careerInspired by the romance novels she enjoyed reading while working as a doctor, Gerritsen’s first novels were romantic thrillers.[6] After two unpublished 'practice novels', Call After Midnight was bought by publisher Harlequin Intrigue in 1986 and published a year later.[9] Gerritsen continued on to write another eight romantic thrillers for Harlequin Intrigue and Harper Paperbacks.

Genre shift
Gerritsen at a book signing.In 1996, Gerritsen published her first medical thriller novel, Harvest.[9] Having already decided to pursue the medical thriller genre, the plot was inspired by a conversation with a retired homicide detective who had recently been travelling in Russia. He told her that young orphans were vanishing from the streets of Moscow, and police believed the kidnapped children were being shipped abroad as organ donors.[10] Harvest was Gerritsen’s first novel to be published in hardcover, and it marked her debut on the New York Times bestseller list at #13. Following Harvest, Gerritsen wrote three subsequent bestselling medical thrillers, Life Support, Bloodstream, and Gravity.

In 2001, Gerritsen's first crime thriller, The Surgeon, was released introducing homicide detective Jane Rizzoli. Although Rizzoli was only a secondary character in The Surgeon, the character has been a central focus of a series of nine books along with medical examiner Dr. Maura Isles[15] and the Rizzoli & Isles television series with Angie Harmon and Sasha Alexander portraying the main characters respectively.

Although most recent publications have been in the Rizzoli/Isles series, Gerritsen wrote a stand-alone historical thriller, The Bone Garden in 2007. The Bone Garden, a tale of gruesome murders, takes place primarily in 1830s Boston and includes a character based upon Dr. Oliver Wendell Holmes.[17][18] Gerritsen's books have been published in thirty-one countries and have sold 15 million copies.

Rizzoli/Isles series

The Surgeon (2001) introduces police detective Jane Rizzoli
The Apprentice (2002) introduces medical examiner Dr. Maura Isles
The Sinner (2003)
Body Double (2004)
Vanish (2005)
The Mephisto Club (2006)
The Keepsake / Keeping the Dead (US / UK, 2008)
Ice Cold / The Killing Place (US / UK, 2010)
The Silent Girl (US / UK, 2011) [25]

segunda-feira, janeiro 30, 2012

A Pecadora - Tess Gerritsen

Comecei a ler este livro no dia 26/01/2012 e acabei de ler no dia 30/01/2012.

Os corpos de duas freiras, vítimas de violência brutal, encontrados no solo sagrado da Capela da Nossa Senhora da Luz Divina conduzem a médica-legista Maura Isles e a detective Jane Rizzoli para o centro da investigação. Não vai ser fácil encontrar uma explicação para aquele cenário brutal, pois as freiras vivem em clausura, no convento, não tendo contactos com o exterior. Para adensar o mistério, Maura Isles descobre, ao fazer a autópsia à irmã Camille, uma jovem de vinte anos, que esta dera à luz pouco antes de ser barbaramente assassinada. Quando é encontrado o cadáver mutilado e irreconhecível de uma mulher num prédio abandonado, as investigações mudam de rumo. Começa então a desvendar-se a tenebrosa relação entre as mortes e, à medida que segredos há muito esquecidos vêm a lume, descobre-se um antigo horror que está por detrás destes homicídios horrendos.



De ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance. Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu este O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli. Com o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo.

O Caso Rembrandt - Daniel Silva

Comecei a ler este livro no dia 20/01/2012 e acabei de ler no dia 25/01/2012.

Decidido a cortar os laços com o Departamento, Gabriel Allon refugiou-se nos penhascos da Cornualha com a sua bela mulher, Chiara. Mas, uma vez mais, esse isolamento é interrompido por alguém vindo do seu complexo passado: Julian Isherwood, o sedutor e excêntrico negociante de arte londrino. Como de costume, Isherwood tem um problema. E apenas Gabriel o pode resolver. Em Glastonbury, um restaurador de arte é brutalmente assassinado e um quadro de Rembrandt, há muito desaparecido, é misteriosamente roubado. Apesar da sua relutância, Gabriel é persuadido a utilizar os seus talentos singulares para encontrar o quadro e os responsáveis pelo crime. Mas, ao seguir meticulosamente um rasto de pistas com início em Amesterdão, passagem por Buenos Aires e fim numa villa nas margens graciosas do Lago Genebra, Gabriel descobre que há segredos mortíferos associados ao quadro. E homens malévolos por trás deles. Uma vez mais, Gabriel vai ser atraído para um mundo que pensava ter deixado para sempre e deparar-se-á com um elenco extraordinário: uma deslumbrante jornalista londrina, determinada a desfazer o pior erro da carreira, um esquivo ladrão de arte, atormentado pela sua consciência, e um influente multimilionário suíço, conhecido pelas suas boas ações mas bem capaz de estar por trás de uma das maiores ameaças que o mundo enfrenta.



Críticas de imprensa
«Um cruzamento entre Jason Bourne e James Bond... um thriller fabuloso.»
Daily Mail

«O livro perfeito para fãs de thrillers bem escritos... O tipo de leitura compulsiva que apanha o leitor desde o capítulo de abertura e não o larga mais.»
The Associated Press

«Uma narrativa hipnótica, personagens bem construídas e uma ação imparável farão as delícias dos fãs de Silva e converterão os que ainda não foram iniciados.»
Revista People

Daniel Silva foi jornalista e trabalhou para a UPI, primeiro em Washington e depois no Cairo, como correspondente para o Médio Oriente. Nesse período cobriu diversos conflitos políticos e a guerra Irão-Iraque. Conheceu a sua mulher, correspondente da NBC, e regressaram aos Estados Unidos, onde Daniel Silva foi produtor da CNN durante vários anos, tendo sido responsável por alguns programas muito populares, como Crossfire, The International Hour e The World Yoday, entre outros. Em 1997, logo após o êxito do seu primeiro livro, The Unlikely Spy, Daniel Silva resolveu dedicar-se por completo à escrita, tendo entretanto publicado diversos best-sellers mundiais.
O Washington Post coloca-o «entre os melhores jovens autores norte-americanos de literatura de espionagem» e é com frequência comparado a Graham Greene e a John Le Carré. Vive em Washington D. C., com a mulher e dois filhos.

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Tu és o Meu Coração - Alan Lazar

Comecei a ler este livro no dia 17/01/2012 e acabei de ler no dia 19/01/2012.

O maior receio do dono de um cão, de certa forma ainda pior do que o da morte de um animal de estimação querido, é que ele se perca, que desapareça durante dias, depois semanas, talvez para sempre. Tu És o Meu Coração é a história de Nelson, um cão que se deixa levar pela sua curiosidade e se perde, separando-se assim da sua dona.
Esta comovente história segue Nelson na sua caminhada de oito anos longe de casa até ao dia em que, milagrosamente, se reúne com a sua família. Durante esta jornada, Nelson conserva o espírito otimista e o desejo de reencontrar o seu Grande Amor, a sua primeira dona, uma pianista de nome Katey. Nelson nunca deixa de suspirar por ela e, por sua vez, Katey nunca deixa de o procurar.
O talentoso retrato que Alan Lazar faz das capacidades e da vida emocional de Nelson enaltece os extraordinários poderes mágicos dos cães, mostrando o quanto este pequeno rafeiro desengonçado, com um coração corajoso, nos pode ensinar, a nós, humanos. Esta história enternecedora sobre a família, a condição humana e a saudade, vai tocar bem fundo no coração de cada leitor e recordar o poder cicatrizante da sobrevivência e do amor persistente.



Alan Lazar nasceu na África do Sul, onde era teclista e produtor dos multipremiados Mango Groove, banda que atuou na tomada de posse de Nelson Mandela. Também compôs African Dream, nomeada para Canção da Década. Viajou para os Estados Unidos como bolseiro Fulbright completando o seu MFA na USC Film School. Compôs a banda sonora de mais de trinta filmes e espetáculos televisivos, incluindo a de O Sexo e a Cidade e Um Crime Americano. Atualmente é diretor da Lalela Music, uma produtora musical para filmes e séries televisivas. Vive com a família e os seus três cães em Los Angeles, na Califórnia. Tu És o Meu Coração é o seu primeiro romance.



Tu és o meu coração é uma historia muito comovente e de sobrevivência de um cão aventureiro e cheio de coragem. Fala-nos do amor incondicional, fiel e eterno de um animal de estimação e pelo seu dono.
É uma história extraordinária, de como a curiosidade de um animal de estimação, o levou a abandonar o conforto do seu abrigo e quase perder o seu Grande Amor. Mostra-nos como o sentido do olfato que neste cachorrinho é extremamente apurado, o faz “sentir” as emoções os seres humanos cujos caminhos se cruzam com a sua vida.
Este cachorro passa por muitas provações, atravessa os EUA de uma ponta à outra (Boston – Los Angeles). Fala-nos sobre a sua capacidade de sobrevivência quando teve de viver numa alcateia de lobos. E fala-nos do seu amor incondicional pelos seres humanos, apesar de ter razões para ter receio deles, pois por duas vezes este á beira de ser abatido.
Gostei muito da maneira como a história é contada, na prespetiva do Nelson, mas não sendo ele a “falar” connosco, mas os sentimentos dele.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Aproveitem a Vida - António Feio

Li este livro no dia 16/01/2012.

“Tenho um tumor gigante no pâncreas. Alguns dos tratamentos conseguiram reduzir um pouco o seu tamanho, mas não o suficiente para poder ser operado. Sei bem o que isso significa.
Neste momento, e porque não há outra forma, vivo um dia de cada vez. Deixei de fazer planos para a frente. Não sei o que me espera no futuro, mas isso agora também não importa, o que interessa é o aqui e agora.
Ao longo deste quase último ano e meio percebi que o meu estado de saúde deixou de ser um tema que me diz respeito apenas a mim, à minha família, aos meus amigos e àqueles de quem sou próximo.
A minha doença deixou de ser apenas um problema que é meu, de alguma forma deixou de me pertencer. E isto sucedeu aos poucos, à medida que a onda de apoio e solidariedade à minha volta foi crescendo e ganhando forma. Assim nasceu a ideia deste livro.
A mensagem principal que quero deixar às pessoas é que se há um problema é preciso resolvê-lo da melhor maneira, há que não ficar quieto, há que tentar de tudo primeiro, nunca desistir.
Se as pessoas começarem a parar por um momento para olhar para casos como o meu, ou, simplesmente, para a sua própria vida com olhos de ver, talvez comecem a relativizar os seus próprios problemas e possam perceber o que de facto vale a pena na vida. Talvez assim a consigam aproveitar melhor.
Aproveitem a vida e ajudem-se uns aos outros!!”



António Jorge Peres Feio (Lourenço Marques, 6 de Dezembro de 1954 — Lisboa, 29 de Julho de 2010) foi um actor e encenador português condecorado, a 27 de Março de 2010 por Cavaco Silva (Presidente da República de Portugal), com o grau honorífico de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.[1]

Viveu em Moçambique até aos sete anos, tendo-se instalado em Lisboa, com a família. Estreou-se aos onze no teatro, com a peça de Miguel Torga, O Mar, dirigida por Carlos Avilez, no Teatro Experimental de Cascais.[2] Chega cedo à televisão e ao cinema, participando ainda em folhetins na rádio e campanhas publicitárias. Em 1969, profissionalizado na companhia teatral de Laura Alves, volta a Moçambique, em digressão com a peça Comprador de Horas. Retirou-se dos palcos, tendo trabalhado como desenhador num atelier de arquitectos. Em 1974 está, de novo, no Teatro Experimental de Cascais, de onde sai para formar, com Fernando Gomes, o Teatro Aquarius. Passa de seguida para a Cooperativa de Comediantes Rafael de Oliveira, Teatro Popular-Companhia Nacional I, sob a direcção de Ribeirinho, Teatro São Luiz, Teatro Adóque, Teatro ABC, Casa da Comédia, Teatro Aberto, Teatro Variedades, Teatro Nacional D. Maria II.



Casou com a jornalista Lurdes Feio, de quem teve duas filhas: Bárbara Gonzalez Feio e Kiki (Catarina) Gonzalez Feio. Mais tarde, fruto da relação de dezoito anos que teve com a atriz Cláudia Cadima, nasceram também Sara Cadima Feio e Filipe Cadima Feio.

Começa a encenar com o espectáculo Pequeno Rebanho Não Desesperes de Christian Giudicelli, na Casa da Comédia. Segue-se Vincent de Leonard Nimoy, no Teatro Nacional D. Maria II e O Verdadeiro Oeste de Sam Shepard, no Auditório Carlos Paredes. Faz, como actor, Inox-Take 5 (1993) com José Pedro Gomes e é o início de um trabalho em conjunto e de uma "dupla" que dura até ao fim da sua vida. Começa a dirigir cursos de formação de actores no Centro Cultural de Benfica e forma com vários alunos alguns grupos, O Esquerda Baixa e o Pano de Ferro, e com eles faz alguns espectáculos. Seguem-se muitas outras encenações sendo as mais importantes: A Partilha de Miguel Falabela e O que diz Molero de Dinis Machado (Teatro Nacional D. Maria II); Perdidos em Yonkers de Neil Simon e Duas Semanas com o Presidente de Mary Morris (CCB e Teatro Nacional S. João); Conversa da Treta de José Fanha (Auditório Carlos Paredes); O Aleijadinho do Corvo de Martin McDonagh (Visões Úteis/ Teatro Rivoli); Arte de Yasmina Reza (Teatro Nacional S. João); Bom Dia Benjamim de Nuno Artur Silva, Luís Miguel Viterbo e Rui Cardoso Martins (CCB e Expo98); Portugal Uma Comédia Musical de Nuno Artur Silva e Nuno Costa Santos (Teatro São Luiz); Popcorn de Ben Elton ao lado de Helena Laureano, Deixa-me Rir de Alistair Beaton,Jantar de Idiotas e O Chato de Francis Veber (Teatro Villaret).

Para além do teatro fez televisão (popularizou-se em sitcoms como Conversa da Treta ou programas como 1, 2, 3); algum cinema (com Alfredo Tropa, Eduardo Geada, Luís Filipe Costa e Fernando Fragata), traduções e muitas dobragens. Mantinha-se na rádio com uma crónica humorística na TSF. Acabou por falecer no dia 29 de Julho, às 23h40, na unidade de Cuidados Paliativos do Hospital da Luz, vítima de um cancro no pâncreas contra o qual lutava há largos meses.[3]

O Chalet da Memoria - Tony Judt

Comecei a ler este livro no dia 12/01/2012 e acabei no dia 16/01/2011

Em Março de 2008 foi diagnosticada a Tony Judt a doença de Lou Gehrig, uma variante de esclerose lateral amiotrófica, progressivamente incapacitante. Tony Judt faleceu dessa doença no verão de 2010.
Esta obra resulta das memórias de Judt escritas durante esse período, memórias "arrumadas" pelo autor como os diversos quartos de um chalet suíço que visitara em criança.
Os pequenos ensaios que compõem esta obra evocam assim as experiências de infância e o crescimento intelectual de Judt. Contudo, sendo pessoais, estes ensaios não deixam de veicular as firmes convicções do autor sobre política, história e cultura.
Judt escreve com a clarividência intelectual e com o estilo polido que o carateriza, mas dando agora a perceber a nítida consciência da passagem do tempo e da sua inegável mortalidade.



Tony Judt (Londres, 2 de janeiro de 1948 — Nova Iorque, 6 de agosto de 2010[1]) foi um historiador, escritor e professor universitário britânico.[2]

Nos últimos anos, Judt lecionava na Universidade de Nova York, na cadeira de Estudos Europeus. Em 2006 foi finalista do Prêmio Pulitzer com o livro "Pós-Guerra", uma análise na Europa de meados da década de 1940 até os primeiros anos do novo milênio[1].

Em março de 2008, Judt foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica. Em outubro de 2009, em consequencia das complicações de sua doença perdeu os movimentos do pescoço para baixo. Tendo sua morte no dia 6 de agosto de 2010.

quinta-feira, janeiro 12, 2012

Mais Negro do que a Morte - Tami Hoag

Comecei a ler este livro no dia 08/01/2012 e acabei de ler no dia 12/01/2012.

Califórnia, 1985. Quatro crianças correm pelo bosque depois de uma aula e descobrem o cadáver de uma mulher, parcialmente enterrado, com os olhos e a boca fechados com cola. A professora Anne Navarre, que as acompanha, fica chocada com a descoberta e desolada por testemunhar o fim da inocência daquelas crianças. Entretanto, o investigador do FBI Vince Leone põe em prática uma técnica nova – a elaboração de um perfil – para elaborar uma teoria sobre os homicídios. Enquanto são descobertas novas vítimas, Vince e Anne desconhecem que alguém muito próximo é um psicopata brutal e calculista.



Discreta e reservada na vida, ousada e romântica na escrita. Uma aparente contradição que a diva americana do suspense articula entre a variedade de personagens e o arrepiante esculpir da intriga.
Natural do Minnesota, filha de um vendedor de seguros, casa com apenas 18 anos de idade e, enquanto o marido termina a sua formação académica, Tami Hoag sobrevive entre trabalhos. Treina cavalos, distribui jornais, tenta escrever mais de trinta palavras num minuto enquanto dactilógrafa, mas é a escrita que desde sempre a fascina. Hoje aponta «The Long Goodbye», de Raymond Chandler, como o seu livro favorito mas foi a partir da leitura de «The Wolf and the Dive» que ensaiou um primeiro texto com princípio, meio e fim. Com o dinheiro do seu primeiro sucesso, o mencionado «The Trouble With J.J.» (1988), compra um computador. Escreve então «Magic», «Sarah Sin», e faz uma primeira incursão nos domínios do suspense com «O Perigo Espreita», «Águas Calmas» e «Paraíso das Trevas». Com «Pecados na Noite», «A Mão do Pecado», «Falso Alarme» e «Barreiras Ocultas» assume definitivamente uma viragem do romance para o thriller. Um nova opção que a autora não hesita em justificar.



Calma e reservada, Tami Hoag vive hoje num quinta em Charlottesville, na Virgínia, onde se dedica ao seu trabalho e aos animais que animam a casa. Cavalos e cães parecem garantir o equilíbrio que rompe num metódico vasculhar da mente criminosa e dos motivos nem sempre esclarecidos do serial-killer. Para além de se dedicar à leitura de obras sobre psicologia criminal, acompanha alguns casos de criminalidade de perto. Antes de escrever os seus livros, pesquisa entre casos resolvidos pelo FBI e analisa as suas técnicas de investigação, chegando mesmo a entrevistar alguns agentes familiarizados com o crime. Feito o trabalho de campo, Tami Hoag parte da construção das personagens para chegar a uma intriga de mistério. Não planeia, afirma, deixa-se surpreender pela escrita. Certo é que, num meticuloso crescente de passos e suspeitas, encontra quase sempre um inesperado final a fazer justiça ao estatuto de diva do suspense que obteve nos EUA.

Eu já há muito tempo atrás havia lido o meu primeiro livro desta escritora - Antecedentes Perigosos, e tinha ficado bastante impressionado com esse policial.
Sugeriu agora a oportunidade de voltar a ler um novo policial desta maravilhosa escritora, que nos consegue bem presos nas páginas deste enredo. Onde nos consegue reter a respiração ao passar de cada capítulo, para tentarmos descobrir um pequena pista para a descoberta da verdadeira identidade do perpetrador de tantas atrocidades.
A escrita é de fácil compreensão e leitura, o trama está bem estruturado, as personagens são misteriosas o suficiente para que nos leve a pensar que todas são os possíveis criminosos. Ao iniciarmos a leitura destes policiais, quase que conseguimos vestir o papel de um Sherlock Homes dos tempos modernos.
Já descobri que existem mais dois volumes desta coleção Oak Knoll, e espero ter a oportunidade de vir a conseguir lê-los.