Comecei a ler este livro no dia 17/02/2012 e acabei no dia 18/02/2012.
Prestes a completar cinquenta anos, Augusta "Gus" Simpson, a popular apresentadora de Cozinhar com Gusto!, dá consigo a planear um aniversário que preferiria ignorar - o seu. Está a ficar cansada de ser a anfitriã perfeita, a mãe-galinha, a mulher que é sempre o porto de abrigo para todos os que a rodeiam. Para piorar as coisas, a sua carreira corre perigo - o canal de televisão quer aumentar as audiências do programa e para isso vai buscar a bela e ambiciosa Carmen Vega, ex-Miss Espanha, que depressa se transformará na nova menina bonita da culinária. Mas Gus não vai desistir sem dar luta - e a temperatura vai subir, no estúdio e fora dele. Porque ela percebe que poderá não só rejuvenescer a sua carreira como melhorar a sua vida familiar - e talvez mesmo a sua vida amorosa.
Um romance (doce como uma guloseima) em que se misturam os sabores da infância com os desafios de começar de novo aos cinquenta.
Kate Jacobs cresceu perto de Vancouver, na Columbia Britânica, Canadá, mais tarde mudou-se para Nova Iorque onde desenvolveu a sua atividade profissional como editora da Working Woman, da Family Life e do site da Lifetime Television. Atualmente, vive no Sul da Califórnia. Já publicado em Portugal, O Clube de Tricô de Sexta à Noite, o seu primeiro romance, foi adaptado ao cinema e vendeu mais de um milhão de exemplares.
quinta-feira, fevereiro 16, 2012
Comecei a ler este livro no dia 14/02/2012 e acabei de ler no dia 16/02/2012.
IMPACTO ZERO é um testemunho fascinante de Colin Beavan, um homem que decidiu viver durante um ano, em plena cidade de Nova Iorque, sem causar impacto no ambiente. Por outras palavras, Colin tentou viver sem produzir lixo, sem poluir a água com toxinas, e sem usar coisas como elevadores, metro, ar condicionado, televisão, produtos embalados, detergentes e papel higiénico.
Colin Beavan decides to completely eliminate his personal impact on the environment for the next year.
It means eating vegetarian, buying only local food, and turning off the refrigerator. It also means no elevators, no television, no cars, busses, or airplanes, no toxic cleaning products, no electricity, no material consumption, and no garbage.
No problem – at least for Colin – but he and his family live in Manhattan. So when his espresso-guzzling, retail-worshipping wife Michelle and their two-year-old daughter are dragged into the fray, the No Impact Project has an unforeseen impact of its own.
Laura Gabbert and Justin Schein's film provides an intriguing inside look into the experiment that became a national fascination and media sensation, while examining the familial strains and strengthened bonds that result from Colin and Michelle’s struggle with their radical lifestyle change.
Colin Beavan, PhD AKA No Impact Man Author, writer, blogger, consultant, engaged citizen
As the news stories go: “Colin Beavan is a liberal schlub who got tired of listening to himself complain about the world without ever actually doing anything about it…” Thus, in November, 2006, Beavan launched a year-long project in which he, his wife, his two-year-old daughter and his four-year-old dog went off the grid and attempted to live in the middle of New York City with as little environmental impact as possible.
The point of the project was to experiment with ways of living that might both improve quality of life and be less harmful to the planet. It also provided a narrative vehicle by which to attract broad public attention to the range of pressing environmental crises including: food system sustainability, climate change, water scarcity, and materials and energy resource depletion.
Beavan’s experiment in lifestyle redesign is the subject of his book (Farrar, Straus & Giroux) and a Sundance-selected documentary by independent film producers Laura Gabbert (Sunset Story, Getting to Know You) and Eden Wurmfeld (The Hammer, Puccini for Beginners, Kissing Jessica Stein). Both the book and the documentary will be released in September, 2009. Columbia Pictures also plans to make a feature film (produced by Todd Black) based on the book.
Beavan writes and administers the provocative environmental blog NoImpactMan.Com, which has become a meeting point for discussion of environmental issues from a “deep green” perspective. In addition to some 2,500 daily visitors and 4,000 daily page views, the site has 10,000 email and “newsreader” subscribers. About 1.8 million people have visited the blog since he established it a year and a half ago.
Beavan was named one of MSN’s Ten Most Influential Men of 2007 and was named an Eco-Illuminator in Elle Magazine’s 2008 Green Awards. His blog NoImpactMan.com was named one of the world’s top 15 environmental websites by Time Magazine. He was named a 2008 Eco-Star by New York City’s Lower East Side Ecology Center.
The No Impact project has been the subject of stories in the New York Time, the Christian Science Monitor, and many other national and international news outlets. Beavan has appeared on The Colbert Report, Good Morning America, Nightline, The Montel Show, and all the major NPR shows. He speaks regularly to a wide variety of audiences, is frequently quoted in the press and consults to business on the intersection of sustainability and human quality of life.
Beavan is a PhD electronic engineer (University of Liverpool). He spent the late 80s and early 90s as a consultant to philanthropic organizations such as social housing providers, drug treatment agencies and hospitals, helping them to promote themselves in order to secure increasingly scarce, Thatcher-era funding.
In 1992 Beavan returned to the United States and wrote for magazines until Hyperion published his first book Fingerprints: The Origins of Crime Detection and the Murder Case that Launched Forensic Science (a popular history of criminology) in 2001. In 2006, Viking published his second book, Operation Jedburgh: D-Day and America’s First Shadow (about the operation that formed the precedent for U.S. anti-Soviet operations in Afghanistan).
He is director of the No Impact Project, a visiting scholar at NYU, an advisor to the University’s Sustainability Task Force, and sits on the board of directors of New York City’s Transportation Alternatives and on the advisory council of Just Food.
Comecei a ler este livro no dia 09/02/2012 e acabei no dia 13/02/2012.
Este novo e aclamado romance de Nicholas Sparks conta a história emocionante de Amanda e Dawson, dois adolescentes envolvidos na mágica experiência do primeiro amor. Contudo, sob a pressão familiar e social, são obrigados a seguir vidas distintas. Somente vinte e cinco anos mais tarde voltam a encontrar-se, por altura da morte do único homem que tinha protegido o jovem casal apaixonado. E se para ambos o amor de outrora se revela intacto, confrontam-se inevitavelmente com as escolhas feitas e os compromissos assumidos. Qual então o sentido daquele encontro, se nada podia mudar o passado?
Nicholas Sparks nasceu em 1965 em Omaha, Nebraska. Cresceu em Fair Oaks na Califórnia e vive actualmente na Carolina do Norte com a família. Foi durante algum tempo delegado de informação médica até que Theresa Park, agente literária, decidiu começar a representá-lo, vendendo os direitos do seu primeiro romance O Diário da Nossa Paixão (The Notebook) à Warner Books. O sucesso foi imediato e a obra permaneceu durante 56 semanas consecutivas nos tops americanos. Seguiram-se livros como As Palavras que Nunca te Direi (Message in a Bottle) e Um Momento Inesquecível (A Walk to Remember), Corações em Silêncio (The Rescue) também eles sucessos editoriais de grandes proporções, tendo o primeiro sido adaptado para versão cinematográfica pelo próprio autor. Considerado o golden boy da ficção comercial americana é um autor consagrado internacionalmente pelo público.
Comecei a ler este livro no dia 03/02/2012 e acabei no dia 08/02/2012.
Oskar Schell tem nove anos e é inventor, francófilo, tocador de tamborim, actor shakesperiano, joalheiro, pacifista. Além disso, está a empreender uma busca urgente e secreta através das cinco zonas de Nova Iorque a fim de encontrar a fechadura onde entra uma chave misteriosa que pertencera ao pai, morto no atentado contra o World Trade Center. Oskar, uma inspirada criação do autor, é encantador, exasperante e inesquecível.
Jonathan Safran Foer é o autor de Está Tudo Iluminado e Extremamente Alto e Incrivelmente Perto. Os seus livros foram traduzidos para trinta e seis línguas. Está Tudo Iluminado recebeu o National Jewish Book Award e o Guardian First Book Award, e foi adaptado ao cinema por Liev Schreiber. Foer vive em Brooklyn.
Comecei a ler este livro no dia 31/01/2012 e acabei no dia 02/02/2012.
O mal pode espalhar-se como uma doença? A prática Jane Rizzoli, detective na Brigada de Homicídios de Bóston, não acredita, nem por um minuto, em forças sobrenaturais. Quando analisa o local do crime busca a mente do criminoso, vasculha entre vestígios para encontrar provas, para chegar ao assassino. Para este caso talvez tenha contudo de por alguns dos seus preconceitos de lado... Com a valiosa ajuda de média legista, Maura Isles, investiga a sucessão de crimes em que as vítimas são desmembradas e em que uma apocalíptica mensagem é inscrita nos corpos. O estranho Clube Mefisto, que investiga a origem genética do mal, oferece-se para ajudar a polícia, mas mesmo eles, habituados a lidar com a morte, se sentem atemorizados com os sinais deixados pelo serial-killer. Um thriller assinado por Tess Gerritsen, a combinar ciência, crime e romance. Médica de formação, a escritora norte-americana decidiu dedicar-se à ficção aliando os seus conhecimentos em medicina e investigação forense a uma poderosa imaginação criminal. Uma combinação a fazer-nos tremer a cada página...
«...[Tess Gerritsen é] uma das rainhas de um híbrido género entre o romance e o thriller.» Kirkus Reviews
«...a terrífica marca de escrita de Tess Gerritsen passa pelo sinistro detalhe médico/ forense e pelo arrepiante suspense.» Bookmarks Magazine
Tess Gerritsen, M.D., (born June 12, 1953) is a Chinese-American novelist and retired physician.[1] Her first name is really Terry; she decided to feminize it when she was a writer of romance novels. Early lifeTess Gerritsen was the child of a Chinese immigrant and a Chinese American seafood chef in San Diego, California. While growing up, Gerritsen often dreamt of writing her own Nancy Drew novels.[3] Although she longed to be a writer, her family had reservations about the sustainability of a writing career, prompting Gerritsen to choose a career in medicine.[4] In 1975, Gerritsen graduated from Stanford University with a B.A. in Anthropology, intrigued by the ranges of human behavior.[5] She went on to study medicine at the University of California, San Francisco.[4] She received her medical degree in 1979 and started work as a physician in Honolulu, Hawai'i.[6][7]
While on maternity leave, she submitted a short story to Honolulu Magazine’s statewide fiction contest. Her story, "On Choosing the Right Crack Seed," won first prize and she received $500.[6][8] The story focused on a young male reflecting on a difficult relationship with his mother. Gerritsen claimed the story allowed her to deal with her own childhood turmoil, including the repeated suicide attempts by her mother.
Early writing careerInspired by the romance novels she enjoyed reading while working as a doctor, Gerritsen’s first novels were romantic thrillers.[6] After two unpublished 'practice novels', Call After Midnight was bought by publisher Harlequin Intrigue in 1986 and published a year later.[9] Gerritsen continued on to write another eight romantic thrillers for Harlequin Intrigue and Harper Paperbacks.
Genre shift Gerritsen at a book signing.In 1996, Gerritsen published her first medical thriller novel, Harvest.[9] Having already decided to pursue the medical thriller genre, the plot was inspired by a conversation with a retired homicide detective who had recently been travelling in Russia. He told her that young orphans were vanishing from the streets of Moscow, and police believed the kidnapped children were being shipped abroad as organ donors.[10] Harvest was Gerritsen’s first novel to be published in hardcover, and it marked her debut on the New York Times bestseller list at #13. Following Harvest, Gerritsen wrote three subsequent bestselling medical thrillers, Life Support, Bloodstream, and Gravity.
In 2001, Gerritsen's first crime thriller, The Surgeon, was released introducing homicide detective Jane Rizzoli. Although Rizzoli was only a secondary character in The Surgeon, the character has been a central focus of a series of nine books along with medical examiner Dr. Maura Isles[15] and the Rizzoli & Isles television series with Angie Harmon and Sasha Alexander portraying the main characters respectively.
Although most recent publications have been in the Rizzoli/Isles series, Gerritsen wrote a stand-alone historical thriller, The Bone Garden in 2007. The Bone Garden, a tale of gruesome murders, takes place primarily in 1830s Boston and includes a character based upon Dr. Oliver Wendell Holmes.[17][18] Gerritsen's books have been published in thirty-one countries and have sold 15 million copies.
Rizzoli/Isles series
The Surgeon (2001) introduces police detective Jane Rizzoli The Apprentice (2002) introduces medical examiner Dr. Maura Isles The Sinner (2003) Body Double (2004) Vanish (2005) The Mephisto Club (2006) The Keepsake / Keeping the Dead (US / UK, 2008) Ice Cold / The Killing Place (US / UK, 2010) The Silent Girl (US / UK, 2011) [25]
Comecei a ler este livro no dia 26/01/2012 e acabei de ler no dia 30/01/2012.
Os corpos de duas freiras, vítimas de violência brutal, encontrados no solo sagrado da Capela da Nossa Senhora da Luz Divina conduzem a médica-legista Maura Isles e a detective Jane Rizzoli para o centro da investigação. Não vai ser fácil encontrar uma explicação para aquele cenário brutal, pois as freiras vivem em clausura, no convento, não tendo contactos com o exterior. Para adensar o mistério, Maura Isles descobre, ao fazer a autópsia à irmã Camille, uma jovem de vinte anos, que esta dera à luz pouco antes de ser barbaramente assassinada. Quando é encontrado o cadáver mutilado e irreconhecível de uma mulher num prédio abandonado, as investigações mudam de rumo. Começa então a desvendar-se a tenebrosa relação entre as mortes e, à medida que segredos há muito esquecidos vêm a lume, descobre-se um antigo horror que está por detrás destes homicídios horrendos.
De ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance. Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu este O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli. Com o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo.
Comecei a ler este livro no dia 20/01/2012 e acabei de ler no dia 25/01/2012.
Decidido a cortar os laços com o Departamento, Gabriel Allon refugiou-se nos penhascos da Cornualha com a sua bela mulher, Chiara. Mas, uma vez mais, esse isolamento é interrompido por alguém vindo do seu complexo passado: Julian Isherwood, o sedutor e excêntrico negociante de arte londrino. Como de costume, Isherwood tem um problema. E apenas Gabriel o pode resolver. Em Glastonbury, um restaurador de arte é brutalmente assassinado e um quadro de Rembrandt, há muito desaparecido, é misteriosamente roubado. Apesar da sua relutância, Gabriel é persuadido a utilizar os seus talentos singulares para encontrar o quadro e os responsáveis pelo crime. Mas, ao seguir meticulosamente um rasto de pistas com início em Amesterdão, passagem por Buenos Aires e fim numa villa nas margens graciosas do Lago Genebra, Gabriel descobre que há segredos mortíferos associados ao quadro. E homens malévolos por trás deles. Uma vez mais, Gabriel vai ser atraído para um mundo que pensava ter deixado para sempre e deparar-se-á com um elenco extraordinário: uma deslumbrante jornalista londrina, determinada a desfazer o pior erro da carreira, um esquivo ladrão de arte, atormentado pela sua consciência, e um influente multimilionário suíço, conhecido pelas suas boas ações mas bem capaz de estar por trás de uma das maiores ameaças que o mundo enfrenta.
Críticas de imprensa «Um cruzamento entre Jason Bourne e James Bond... um thriller fabuloso.» Daily Mail
«O livro perfeito para fãs de thrillers bem escritos... O tipo de leitura compulsiva que apanha o leitor desde o capítulo de abertura e não o larga mais.» The Associated Press
«Uma narrativa hipnótica, personagens bem construídas e uma ação imparável farão as delícias dos fãs de Silva e converterão os que ainda não foram iniciados.» Revista People
Daniel Silva foi jornalista e trabalhou para a UPI, primeiro em Washington e depois no Cairo, como correspondente para o Médio Oriente. Nesse período cobriu diversos conflitos políticos e a guerra Irão-Iraque. Conheceu a sua mulher, correspondente da NBC, e regressaram aos Estados Unidos, onde Daniel Silva foi produtor da CNN durante vários anos, tendo sido responsável por alguns programas muito populares, como Crossfire, The International Hour e The World Yoday, entre outros. Em 1997, logo após o êxito do seu primeiro livro, The Unlikely Spy, Daniel Silva resolveu dedicar-se por completo à escrita, tendo entretanto publicado diversos best-sellers mundiais. O Washington Post coloca-o «entre os melhores jovens autores norte-americanos de literatura de espionagem» e é com frequência comparado a Graham Greene e a John Le Carré. Vive em Washington D. C., com a mulher e dois filhos.
Comecei a ler este livro no dia 17/01/2012 e acabei de ler no dia 19/01/2012.
O maior receio do dono de um cão, de certa forma ainda pior do que o da morte de um animal de estimação querido, é que ele se perca, que desapareça durante dias, depois semanas, talvez para sempre. Tu És o Meu Coração é a história de Nelson, um cão que se deixa levar pela sua curiosidade e se perde, separando-se assim da sua dona. Esta comovente história segue Nelson na sua caminhada de oito anos longe de casa até ao dia em que, milagrosamente, se reúne com a sua família. Durante esta jornada, Nelson conserva o espírito otimista e o desejo de reencontrar o seu Grande Amor, a sua primeira dona, uma pianista de nome Katey. Nelson nunca deixa de suspirar por ela e, por sua vez, Katey nunca deixa de o procurar. O talentoso retrato que Alan Lazar faz das capacidades e da vida emocional de Nelson enaltece os extraordinários poderes mágicos dos cães, mostrando o quanto este pequeno rafeiro desengonçado, com um coração corajoso, nos pode ensinar, a nós, humanos. Esta história enternecedora sobre a família, a condição humana e a saudade, vai tocar bem fundo no coração de cada leitor e recordar o poder cicatrizante da sobrevivência e do amor persistente.
Alan Lazar nasceu na África do Sul, onde era teclista e produtor dos multipremiados Mango Groove, banda que atuou na tomada de posse de Nelson Mandela. Também compôs African Dream, nomeada para Canção da Década. Viajou para os Estados Unidos como bolseiro Fulbright completando o seu MFA na USC Film School. Compôs a banda sonora de mais de trinta filmes e espetáculos televisivos, incluindo a de O Sexo e a Cidade e Um Crime Americano. Atualmente é diretor da Lalela Music, uma produtora musical para filmes e séries televisivas. Vive com a família e os seus três cães em Los Angeles, na Califórnia. Tu És o Meu Coração é o seu primeiro romance.
Tu és o meu coração é uma historia muito comovente e de sobrevivência de um cão aventureiro e cheio de coragem. Fala-nos do amor incondicional, fiel e eterno de um animal de estimação e pelo seu dono. É uma história extraordinária, de como a curiosidade de um animal de estimação, o levou a abandonar o conforto do seu abrigo e quase perder o seu Grande Amor. Mostra-nos como o sentido do olfato que neste cachorrinho é extremamente apurado, o faz “sentir” as emoções os seres humanos cujos caminhos se cruzam com a sua vida. Este cachorro passa por muitas provações, atravessa os EUA de uma ponta à outra (Boston – Los Angeles). Fala-nos sobre a sua capacidade de sobrevivência quando teve de viver numa alcateia de lobos. E fala-nos do seu amor incondicional pelos seres humanos, apesar de ter razões para ter receio deles, pois por duas vezes este á beira de ser abatido. Gostei muito da maneira como a história é contada, na prespetiva do Nelson, mas não sendo ele a “falar” connosco, mas os sentimentos dele.
“Tenho um tumor gigante no pâncreas. Alguns dos tratamentos conseguiram reduzir um pouco o seu tamanho, mas não o suficiente para poder ser operado. Sei bem o que isso significa. Neste momento, e porque não há outra forma, vivo um dia de cada vez. Deixei de fazer planos para a frente. Não sei o que me espera no futuro, mas isso agora também não importa, o que interessa é o aqui e agora. Ao longo deste quase último ano e meio percebi que o meu estado de saúde deixou de ser um tema que me diz respeito apenas a mim, à minha família, aos meus amigos e àqueles de quem sou próximo. A minha doença deixou de ser apenas um problema que é meu, de alguma forma deixou de me pertencer. E isto sucedeu aos poucos, à medida que a onda de apoio e solidariedade à minha volta foi crescendo e ganhando forma. Assim nasceu a ideia deste livro. A mensagem principal que quero deixar às pessoas é que se há um problema é preciso resolvê-lo da melhor maneira, há que não ficar quieto, há que tentar de tudo primeiro, nunca desistir. Se as pessoas começarem a parar por um momento para olhar para casos como o meu, ou, simplesmente, para a sua própria vida com olhos de ver, talvez comecem a relativizar os seus próprios problemas e possam perceber o que de facto vale a pena na vida. Talvez assim a consigam aproveitar melhor. Aproveitem a vida e ajudem-se uns aos outros!!”
António Jorge Peres Feio (Lourenço Marques, 6 de Dezembro de 1954 — Lisboa, 29 de Julho de 2010) foi um actor e encenador português condecorado, a 27 de Março de 2010 por Cavaco Silva (Presidente da República de Portugal), com o grau honorífico de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.[1]
Viveu em Moçambique até aos sete anos, tendo-se instalado em Lisboa, com a família. Estreou-se aos onze no teatro, com a peça de Miguel Torga, O Mar, dirigida por Carlos Avilez, no Teatro Experimental de Cascais.[2] Chega cedo à televisão e ao cinema, participando ainda em folhetins na rádio e campanhas publicitárias. Em 1969, profissionalizado na companhia teatral de Laura Alves, volta a Moçambique, em digressão com a peça Comprador de Horas. Retirou-se dos palcos, tendo trabalhado como desenhador num atelier de arquitectos. Em 1974 está, de novo, no Teatro Experimental de Cascais, de onde sai para formar, com Fernando Gomes, o Teatro Aquarius. Passa de seguida para a Cooperativa de Comediantes Rafael de Oliveira, Teatro Popular-Companhia Nacional I, sob a direcção de Ribeirinho, Teatro São Luiz, Teatro Adóque, Teatro ABC, Casa da Comédia, Teatro Aberto, Teatro Variedades, Teatro Nacional D. Maria II.
Casou com a jornalista Lurdes Feio, de quem teve duas filhas: Bárbara Gonzalez Feio e Kiki (Catarina) Gonzalez Feio. Mais tarde, fruto da relação de dezoito anos que teve com a atriz Cláudia Cadima, nasceram também Sara Cadima Feio e Filipe Cadima Feio.
Começa a encenar com o espectáculo Pequeno Rebanho Não Desesperes de Christian Giudicelli, na Casa da Comédia. Segue-se Vincent de Leonard Nimoy, no Teatro Nacional D. Maria II e O Verdadeiro Oeste de Sam Shepard, no Auditório Carlos Paredes. Faz, como actor, Inox-Take 5 (1993) com José Pedro Gomes e é o início de um trabalho em conjunto e de uma "dupla" que dura até ao fim da sua vida. Começa a dirigir cursos de formação de actores no Centro Cultural de Benfica e forma com vários alunos alguns grupos, O Esquerda Baixa e o Pano de Ferro, e com eles faz alguns espectáculos. Seguem-se muitas outras encenações sendo as mais importantes: A Partilha de Miguel Falabela e O que diz Molero de Dinis Machado (Teatro Nacional D. Maria II); Perdidos em Yonkers de Neil Simon e Duas Semanas com o Presidente de Mary Morris (CCB e Teatro Nacional S. João); Conversa da Treta de José Fanha (Auditório Carlos Paredes); O Aleijadinho do Corvo de Martin McDonagh (Visões Úteis/ Teatro Rivoli); Arte de Yasmina Reza (Teatro Nacional S. João); Bom Dia Benjamim de Nuno Artur Silva, Luís Miguel Viterbo e Rui Cardoso Martins (CCB e Expo98); Portugal Uma Comédia Musical de Nuno Artur Silva e Nuno Costa Santos (Teatro São Luiz); Popcorn de Ben Elton ao lado de Helena Laureano, Deixa-me Rir de Alistair Beaton,Jantar de Idiotas e O Chato de Francis Veber (Teatro Villaret).
Para além do teatro fez televisão (popularizou-se em sitcoms como Conversa da Treta ou programas como 1, 2, 3); algum cinema (com Alfredo Tropa, Eduardo Geada, Luís Filipe Costa e Fernando Fragata), traduções e muitas dobragens. Mantinha-se na rádio com uma crónica humorística na TSF. Acabou por falecer no dia 29 de Julho, às 23h40, na unidade de Cuidados Paliativos do Hospital da Luz, vítima de um cancro no pâncreas contra o qual lutava há largos meses.[3]
Comecei a ler este livro no dia 12/01/2012 e acabei no dia 16/01/2011
Em Março de 2008 foi diagnosticada a Tony Judt a doença de Lou Gehrig, uma variante de esclerose lateral amiotrófica, progressivamente incapacitante. Tony Judt faleceu dessa doença no verão de 2010. Esta obra resulta das memórias de Judt escritas durante esse período, memórias "arrumadas" pelo autor como os diversos quartos de um chalet suíço que visitara em criança. Os pequenos ensaios que compõem esta obra evocam assim as experiências de infância e o crescimento intelectual de Judt. Contudo, sendo pessoais, estes ensaios não deixam de veicular as firmes convicções do autor sobre política, história e cultura. Judt escreve com a clarividência intelectual e com o estilo polido que o carateriza, mas dando agora a perceber a nítida consciência da passagem do tempo e da sua inegável mortalidade.
Tony Judt (Londres, 2 de janeiro de 1948 — Nova Iorque, 6 de agosto de 2010[1]) foi um historiador, escritor e professor universitário britânico.[2]
Nos últimos anos, Judt lecionava na Universidade de Nova York, na cadeira de Estudos Europeus. Em 2006 foi finalista do Prêmio Pulitzer com o livro "Pós-Guerra", uma análise na Europa de meados da década de 1940 até os primeiros anos do novo milênio[1].
Em março de 2008, Judt foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica. Em outubro de 2009, em consequencia das complicações de sua doença perdeu os movimentos do pescoço para baixo. Tendo sua morte no dia 6 de agosto de 2010.
Comecei a ler este livro no dia 08/01/2012 e acabei de ler no dia 12/01/2012.
Califórnia, 1985. Quatro crianças correm pelo bosque depois de uma aula e descobrem o cadáver de uma mulher, parcialmente enterrado, com os olhos e a boca fechados com cola. A professora Anne Navarre, que as acompanha, fica chocada com a descoberta e desolada por testemunhar o fim da inocência daquelas crianças. Entretanto, o investigador do FBI Vince Leone põe em prática uma técnica nova – a elaboração de um perfil – para elaborar uma teoria sobre os homicídios. Enquanto são descobertas novas vítimas, Vince e Anne desconhecem que alguém muito próximo é um psicopata brutal e calculista.
Discreta e reservada na vida, ousada e romântica na escrita. Uma aparente contradição que a diva americana do suspense articula entre a variedade de personagens e o arrepiante esculpir da intriga. Natural do Minnesota, filha de um vendedor de seguros, casa com apenas 18 anos de idade e, enquanto o marido termina a sua formação académica, Tami Hoag sobrevive entre trabalhos. Treina cavalos, distribui jornais, tenta escrever mais de trinta palavras num minuto enquanto dactilógrafa, mas é a escrita que desde sempre a fascina. Hoje aponta «The Long Goodbye», de Raymond Chandler, como o seu livro favorito mas foi a partir da leitura de «The Wolf and the Dive» que ensaiou um primeiro texto com princípio, meio e fim. Com o dinheiro do seu primeiro sucesso, o mencionado «The Trouble With J.J.» (1988), compra um computador. Escreve então «Magic», «Sarah Sin», e faz uma primeira incursão nos domínios do suspense com «O Perigo Espreita», «Águas Calmas» e «Paraíso das Trevas». Com «Pecados na Noite», «A Mão do Pecado», «Falso Alarme» e «Barreiras Ocultas» assume definitivamente uma viragem do romance para o thriller. Um nova opção que a autora não hesita em justificar.
Calma e reservada, Tami Hoag vive hoje num quinta em Charlottesville, na Virgínia, onde se dedica ao seu trabalho e aos animais que animam a casa. Cavalos e cães parecem garantir o equilíbrio que rompe num metódico vasculhar da mente criminosa e dos motivos nem sempre esclarecidos do serial-killer. Para além de se dedicar à leitura de obras sobre psicologia criminal, acompanha alguns casos de criminalidade de perto. Antes de escrever os seus livros, pesquisa entre casos resolvidos pelo FBI e analisa as suas técnicas de investigação, chegando mesmo a entrevistar alguns agentes familiarizados com o crime. Feito o trabalho de campo, Tami Hoag parte da construção das personagens para chegar a uma intriga de mistério. Não planeia, afirma, deixa-se surpreender pela escrita. Certo é que, num meticuloso crescente de passos e suspeitas, encontra quase sempre um inesperado final a fazer justiça ao estatuto de diva do suspense que obteve nos EUA.
Eu já há muito tempo atrás havia lido o meu primeiro livro desta escritora - Antecedentes Perigosos, e tinha ficado bastante impressionado com esse policial. Sugeriu agora a oportunidade de voltar a ler um novo policial desta maravilhosa escritora, que nos consegue bem presos nas páginas deste enredo. Onde nos consegue reter a respiração ao passar de cada capítulo, para tentarmos descobrir um pequena pista para a descoberta da verdadeira identidade do perpetrador de tantas atrocidades. A escrita é de fácil compreensão e leitura, o trama está bem estruturado, as personagens são misteriosas o suficiente para que nos leve a pensar que todas são os possíveis criminosos. Ao iniciarmos a leitura destes policiais, quase que conseguimos vestir o papel de um Sherlock Homes dos tempos modernos. Já descobri que existem mais dois volumes desta coleção Oak Knoll, e espero ter a oportunidade de vir a conseguir lê-los.
Comecei a ler este livro no dia 02/01/2012 e acabei no dia 07/01/2012.
Há pouco tempo atrás, Eragon - Aniquilador de Espectros, Cavaleiro de Dragão - não era mais que um pobre rapaz fazendeiro, e o seu dragão, Safira, era apenas uma pedra azul na floresta. Agora o destino de toda uma sociedade pesa sobre os seus ombros. Longos meses de treinos e batalhas trouxeram esperança e vitórias, bem como perdas de partir o coração. Ainda assim, a derradeira batalha aguarda-os, onde terão de confrontar Galbatorix. E, quando o fizerem, têm de ser suficientemente fortes para o derrotar. São os únicos que o podem conseguir. Não existem segundas tentativas. O Cavaleiro e o seu Dragão chegaram até onde ninguém acreditava ser possível. Mas serão capazes de vencer o rei tirano e restaurar a justiça em Alagaësia? Se sim, a que custo? Este é o final da Saga da Herança, muito aguardado em todo o mundo por uma legião de fãs ansiosos.
Christopher Paolini fala sobre si, sobre a escrita, e do prazer que foi criar Eragon e todos aqueles seres fantásticos que fazem parte do teu mundo...O permanente interesse de Christopher Paolini pelo fantástico e pela ficção científica inspiraram-no a escrever o seu primeiro conto, Eragon, com apenas 15 anos, depois de acabado o secundário. Hoje, com 20 anos, Christopher vive com a família em Paradise Valley, Montana.
O Peto apareceu na rua, ainda bebé, e lá viveu durante doze longos anos, comendo dos caixotes do lixo. A certa altura, duas senhoras repararam nele e foram-no protegendo como podiam, dando-lhe comida e água. E ele por ali foi ficando. Foi recolhido duas vezes por pessoas que o voltaram a abandonar porque, afinal, era grande demais ou deixava a casa cheia de pelos. Na sua vida na rua, foi agredido diversas vezes e durante muito tempo teve dificuldade em usar as patas traseiras. Foi também atropelado mais do que uma vez. Chegou a ser esfaqueado na barriga. Tinha Leishmaniose, e por dormir tantos anos ao relento sofria ainda de artrite, passando a ter de tomar medicação quatro vezes ao dia. Foi atacado diversas ocasiões por cães com «donos perigosos» e o seu corpo ficou marcado por várias cicatrizes. Enfrentou duas denúncias de vizinhos, que não o queriam ali. Numa das vezes acabou num canil para ser abatido, como tantos outros cães vadios. Mas foram buscá-lo e ele voltou à sua rua. A sua sorte mudou quando, um dia, Paula, reparou no cão meigo e triste que se arrastava cheio de sangue, terra e pó. Começou por lhe limpar as feridas. Acabou por saber a sua história e seis meses depois, em Novembro de 2005, levou-o para casa e encheu-o de amor. Peto escapou da morte nesse inverno.
Paula Cairo nasceu em Palmela e vive por acaso no Seixal. Passou parte da infância no Alentejo onde conviveu com toda a espécie de animais e desde que se lembra sempre os adorou por os considerar seres sensíveis, puros e genuínos. Para além de cães e gatos teve um pato, um porco, uma galinha, uma pomba e ratos de estimação. Todos, em alturas diferentes da vida andaram por sua casa, uma imensidão de 12 assoalhadas. Sempre gostou de ouvir histórias contadas. Mais tarde começou a escrever algumas coisas, mas acabaram sempre no lixo. Mas foi o Peto que lhe deu coragem para se expor escrevendo para os outros lerem. Estes textos foram escritos ao longo de durante 3 anos. Neste momento tem 3 cadelas que adotou, uma delas em cadeirinha de rodas.
Comecei a ler este livro no dia 28/12/2012 e acabei no dia 31/12/2011
Nas caves de um museu de Boston, um meticuloso assassino deixa pequenas mensagens dentro do corpo das suas vítimas. As múmias, quase esquecidas, são afinal vítimas de alguém fascinado pela cultura e pelos antigos rituais de morte egípcios. Maura Isles, médica forense, e Jane Rizzoli, detective, cedo percebem que a chave do mistério reside na arqueóloga do museu, a quem o criminoso parece querer ofertar as mortes. Aliando suspense a um exímio conhecimento médico-científico, Tess Gerritsen constrói um inquietante enredo de sólidas e surpreendentes personagens. Presentes nos seus livros, estas personagens inspiraram a criação de uma série televisiva.
De ascendência chinesa, Tess Gerritsen cresceu nos EUA e formou-se em Medicina na Universidade da Califórnia. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever ficção, e em 1987 publicou o seu primeiro romance. Em 1996 publicou o seu primeiro thriller médico, Harvest, a que se seguiu este O Cirurgião e O Aprendiz, entre outros, protagonizados pela detective Jane Rizzoli. Com o sucesso alcançado, a autora desistiu da carreira em Medicina e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. A sua obra está traduzida em mais de 30 línguas e já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo o mundo.
Comecei a ler no dia 25/12/2011 e acabei no dia 27/12/2011.
Original, poderoso e soberbo, Jack é inesquecível: a coragem e o imenso amor numa história perturbante contada pela voz da inocência. Para Jack, de cinco anos, o quarto é o mundo todo. É onde ele e a Mamã comem, dormem, brincam e aprendem. Embora Jack não saiba, o sítio onde ele se sente completamente seguro e protegido, aquele quarto é também a prisão onde a mãe tem sido mantida contra a sua vontade. Contada na divertida e comovente voz de Jack, esta é uma história de um amor imenso que sobrevive a circunstâncias aterradoras, e da ligação umbilical que une mãe e filho. O quarto é um lugar que nunca vai esquecer; o mundo é um sítio que nunca mais olhará da mesma maneira.
Finalista do Man Booker Prize 2010 Finalista do Orange Prize New York Times 10 Best Books 2010 Washington Post Top 10 Books - 2010 New York Times 100 Notable Books 2010 Barnes & Noble Best Books - 2010 Hudson Booksellers Best Fiction - 2010
Críticas de imprensa Poderoso e comovente, sem ser sentimental. Um romance espantoso. José Mário Silva, Expresso
O quarto de Jack é uma raridade, uma completa e original obra de arte. Michael Cunningham
Adorei O quarto de Jack. É de uma imaginação incrível e de um estilo de linguagem deslumbrante. E, no meio de tudo isto, um miúdo totalmente credível e encantador. Diferente de tudo o que li até hoje. Anita Shreve
Emma Donoghue é escritora de romances históricos e contemporâneos. Nasceu em Dublin, onde viveu durante vinte anos, até se mudar para Inglaterra – para estudar em Cambridge –, depois para o Canadá e, mais recentemente, para França. O Quarto de Jack é o seu título mais conhecido, mas já escreve desde os vinte e três anos e a sua carreira como escritora conta com alguns bestsellers, como Slammerkin, The sealed letter, Landing, Life- Mask, Hood e Stir-Fry.
Comecei a ler este livro no dia 23/12/2011 e acabei no dia 24/12/2011
Após o final de curso, que melhor ideia do que passar três meses na exótica e fascinante Índia? E ainda por cima acompanhado por Liz, a fantástica namorada do melhor amigo? Uma oportunidade única que Dave, conhecido pelos colegas como "o falhado sexual", não podia perder. E assim partem rumo à Índia. Mas as coisas não começam da melhor forma, pois a tirânica personalidade de Liz, um intenso calor, o fraco alojamento e comida duvidosa ensombram a idílica viagem, levando Dave a desejar nunca se ter envolvido naquela aventura. E para piorar as coisas Liz conhece um grupo de hippies, onde descobre um fantástico professor de Yoga tântrico, ao qual se junta em busca da sua essência. E assim abandona Dave que, sozinho, tem de aprender a entender a Índia, descobrindo que afinal também consegue ser independente. Um retrato cómico, de uma adolescência tardia, onde se aborda a questão do sexo, drogas, e o turismo por um país de terceiro mundo, explorado apenas com uma mochila às costas. Bestseller internacional, este romance recomenda-se a quem tenha sentido de humor!
William Sutcliffe (born 1971) is a British novelist.
An alumnus of Haberdashers' Aske's School, Sutcliffe started his career with a novel about school life entitled New Boy (1996), which was followed by his best-known work so far, Are You Experienced? (1997), a pre-university gap year novel, in which a group of young Brits travel to India without really knowing what to expect or what to do there. The Love Hexagon (2000) is about six young Londoners who have difficulty committing themselves to a relationship. Sutcliffe's most recent book, Whatever Makes You Happy (2008), is about interfering mothers and men who refuse to grow up.
Sutcliffe's novels could be categorised as humorous. New Boy has much authentic material in it that refers to actual incidents from his life at Haberdashers', although it would be going too far to call it "autobiographical".
In 2009, he donated the short story Sandcastles: A Negotiation to Oxfam's 'Ox-Tales' project, four collections of UK stories written by 38 authors. Sutcliffe's story was published in the 'Fire' collection.
Comecei a ler este livro no dia 18/12/2011 e acabei de ler no dia 22/12/2011.
Jace Montgomery é um homem só. Passaram-se três anos, mas não conseguiu ainda ultrapassar o misterioso suicídio da sua noiva Stacy. Não voltou a interessar-se por outra mulher desde então e a família continua a culpá-lo pela sua morte. Ao folhear um dos antigos romances de Stacy, Jace descobre uma fotografia de uma casa com uma mensagem codificada. «Nossa, mais uma vez. Juntos para sempre. Até lá». O bilhete datava do dia anterior à morte dela. Obcecado pela necessidade de entender o suicídio de Stacy, Jace procura a propriedade - Priory House, uma enorme fortaleza de tijolo em Margate, Inglaterra - e compra-a. Jace parte para Inglaterra determinado em descobrir finalmente a verdade. Não demora a perceber que a casa está assombrada por um obstinado fantasma, Ann Stuart, com quem se vê obrigado a lidar para resolver o mistério. Ann morreu em circunstâncias idênticas às da sua falecida noiva e ele tem um palpite de que existe uma relação entre ambas. Através das suas investigações e com a ajuda de uma bela jornalista, Jace vê-se forçado a estabelecer a conciliação entre a vida e a morte da noiva. Alguém para amar é uma bela descoberta sobre o tempo e o amor da autoria de uma das romancistas mais acarinhadas pelos leitores de todo o mundo.
Críticas de imprensa «Jude Deveraux tem o toque de Midas.» Publishers Weekly « Deveraux sempre encantou os leitores. Conhece intuitivamente o que cada mulher procura - o seu próprio cavaleiro de armadura reluzente.» Romantic Times Magazine
«Uma narradora fantástica!» Booklist
«Qualquer romance de Deveraux é sempre agradável e consegue prender a atenção dos leitores.» The Advocate
Jude Deveraux é autora de uma vasta obra, com mais de 30 títulos publicados, que marcam regularmente presença na lista dos livros mais vendidos do New York Times, incluindo First Impressions, Carolina Isle, Holly Always, Wild Orchids, Forever and Always, The Mulberry Tree, The Summerhouse, Temptation e Secrets. Os seus livros, bestsellers em vários países, já venderam mais de 50 milhões de exemplares em todo o mundo. Jude Deveraux nasceu em 1947 em Fairdale, Kentucky. Licenciou-se em Arte na Universidade de Murray. Foi professora durante alguns anos, antes de se dedicar exclusivamente à escrita. Actualmente vive na Carolina do Norte.
Gosto muito de fazer analise aos livros que vou lendo, e também gosto de fazer graficos com essas analises. E desde que entrei na grande comunidade do Bookcrossing que fui sempre registando os livros que vou lendo. Como a aproximação do final do ano fiz o seguinte grafico, sobre os livros que li desde 2007 até à presente data, e dividido pelo "local" donde o livro veio (Meus, da Biblioteca Municipal do Montijo, do Bookcrossing, do Segredo dos Livros ou Empréstimo).
Aos olhos do mundo, Inês é a menina perfeita. Frequenta um dos melhores colégios nos arredores de Lisboa e relaciona-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Por detrás das aparências, a realidade é outra, e bem distinta. Inês e os seus amigos são consumidores regulares de drogas, participam em arriscados jogos sexuais e utilizam desregradamente a internet, transformando as suas vidas numa espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional. Francisco Salgueiro dá voz à história real e chocante de uma adolescente portuguesa, contada na primeira pessoa. Um aviso para os pais estarem mais atentos ao que se passa nas suas casas.
Francisco Salgueiro nasceu em Lisboa a 29 de Junho de 1972.
Depois de ter tirado o Curso de Comunicação Empresarial, participou na criação da Direcção de Comunicação da TV Cabo, dedicou-se à autoria e escrita de programas de televisão, na SIC, e à escrita de artigos de opinião para as revistas Notícias Magazine, Máxima, Telecabo e o jornal O Independente.
É um dos fundadores da primeira empresa em Portugal a dedicar-se à produção de conteúdos escritos para TV, Internet e Televisão Interactiva.
Já lançou cinco livros, sendo de referir o grande sucesso de estreia chamado Homens Há Muitos.
Comecei a ler este livro no dia 14/12/2011 e acabei no dia 16/12/2011
Escócia, 1766. Angus McTern tem tudo o que pode desejar na vida. Embora o avô tivesse perdido as terras e o castelo da família num jogo de cartas quando Angus era pequeno, ele continua a encarar seriamente os seus deveres na qualidade de laird. Por conseguinte, quando a herdeira legítima do castelo — a bonita Edilean Talbot — aparece, a calma existência de Angus fica abalada para sempre… No início, Angus trata Edilean com frieza. Ressente-se da educação privilegiada da jovem e sente-se enraivecido pela forma como todo o seu clã parece adorá-la. Contudo, quando a herança de Edilean é roubada e ela precisa desesperadamente da sua ajuda, Angus põe o orgulho de lado. Porém, nem tudo é o que parece, e devido a uma terrível confusão Angus é acusado de se apoderar da herança da jovem. A partir desse momento, a única forma de escapar à perseguição consiste em subir a bordo de um navio na companhia de Edilean. Durante a travessia, o amor começa a nascer entre eles. Contudo, a felicidade é de curta duração pois não é a liberdade aquilo que os espera na América, mas o ganancioso noivo de Edilean, que faz tudo para obrigar Edilean a regressar à Escócia com ele. Porém, o destino volta a reunir Angus e Edilean……
Jude Deveraux (born September 20, 1947 in Fairdale, Kentucky as Jude Gilliam) is an American Romance novel author who is well-known for her historical romances. As of 2010, 36 of her novels had been on The New York Times Best Seller list according to Forbes,[1] including among the dozens such titles as 2009's Lavender Morning and Days of Gold.[2][3] Deveraux, who was described as "a popular romance author" by the New York Times in 2009,[4] appeared as herself in the 1987 romance novelist documentary Where the Heart Roams.[5] In 2009, she was one of four authors who produced works for the debut of Vook, a company which produces "video books" by combining text, video and internet links into a single experience.[4][6]
Known for her historical romances with storylines centered on strong, capable heroines, Deveraux has written stories set in later time periods, including post-Revolutionary America, nineteenth century Colorado, and nineteenth century New Mexico. She has written several time-travel romances, and her latest novels have had a contemporary setting. Many of her more recent books feature paranormal storylines.
Many of her books follow the Montgomery and Taggert families and contain recurring characters.