quinta-feira, outubro 28, 2010

Frango Tikka Masala

Esta foi a minha refeição no fim de semana passada

Ingredientes:
Azeite
1/2 Cebola
1 dente de Alho
400g de Frango aos cubos e sem pele
1 Frasco de Molho Patak's Masala Tikka
1 Iogurte Natural

Preparação
1.Aquecer o azeite numa panela, acrescente a cebola e o dente de alho, e frite por 2 minutos.
2.Satear na carne de frango e frite por mais 3 minutos.
3.Juntar o conteudo do frasco Masala Tikka na carne. Deixe ferver e cozinhe por 20-25 minutos, até que o frango esteja cozido.
4.Juntar o iogurte
5.Servir quente guarnecido com arroz basmati branco.

A Orquestra passou-se... completamente

terça-feira, outubro 26, 2010

WASHINGTON SQUARE - Henry James

Comecei aler este livro no dia 25 de Outubro de 2010 e acabei no dia 26 de Outubro de 2010.

Nova Iorque, final do século XIX. Catherine Sloper é uma rapariga rica, mas não herdou da mãe nenhuma das características que o seu pai admirava: é pouco carinhosa e o charme, a elegância, a beleza e a inteligência não a favoreceram. Devido à opressão paterna, tornou-se muito tímida até ao dia em que começa a ser insistentemente cortejada por Morris Townsend, um rapaz bonito mas sem dinheiro. Ela apaixona-se loucamente por ele, mas Morris apenas pensa nela como uma forma de sair definitivamente da miséria. Só que, como ele foi o primeiro homem a cortejá-la, Catherine confia plenamente nele.O severo pai de Catherine opõe-se ao casamento e ameaça deserdá-la, fazendo-a ver que todo o charme de Morris se justificava pelo interesse na sua fortuna. Catherine é forçada a fazer uma escolha que afectará para sempre a sua felicidade e a sua vida.



A minha opinião:
Uma historia um pouca enfadonha e com um final bastante pobre e simples. Gostava que tivesse terminado com um pouco mais de paixão

Henry James (Nova York, 15 de abril de 1843 — Londres, 28 de fevereiro de 1916) foi um escritor norte-americano, naturalizado britânico em 1915. Uma das principais figuras do realismo na literatura do século XIX. Autor de alguns dos romances, contos e críticas literárias mais importantes da literatura de língua inglesa.

Filho do teólogo Henry James Senior e irmão do importante filósofo e psicólogo William James.

Seu pai era um homem culto, filósofo, e fazia questão que os filhos recebessem uma ótima educação. Por isso viajou com a família para a Europa, em 1855, quando Henry tinha 12 anos, e durante três anos percorreram Inglaterra, Suíça e França, visitando museus, bibliotecas e teatros.

Regressaram aos Estados Unidos em 1858, para viajar de novo a Genebra e Bonn no ano seguinte. Em 1860, já estavam de volta a Newport, onde Henry e William - o irmão mais velho que se tornaria psicólogo e filósofo - estudaram com o pintor William Morris Hunt.

Henry começou a carreira de direito em Harvard em 1862. Mais interessado na leitura de Balzac, Hawthorne e George Sand e nas relações com intelectuais como Charles Eliot Norton e William Dean Howels, abandonou o direito para se dedicar à literatura. Seus primeiros textos e críticas apareceram em alguns jornais.

No começo de 1869, foi à Inglaterra, Suíça, Itália e França, países que lhe forneceriam uma grande quantidade de material para suas obras. Regressou a Cambridge em 1875. Viveu um ano em Paris, onde conheceu o círculo de Flaubert (Daudet, Maupassant, Zola) e, em 1876, fixou-se em Londres, onde escreveu a maior parte de sua extensa obra.

A carreira literária de Henry James teve três etapas. A primeira foi na década de 1870, com "Roderick Hudson" (1876), "The American" (1877) e "Daisy Miller" (1879) e culminou com a publicação de "Retrato de Uma Senhora", em 1881, cujo tema é o confronto entre o novo mundo com os valores do velho continente.

Na segunda etapa, James experimentou diversos temas e formas. De 1885 até 1890, escreveu três novelas de conteúdo político e social, "The Bostonians" (1886), "The Princess Casamassima" (1886) e "The Tragic Muse" (1889), histórias sobre reformadores e revolucionários que revelam a influência da corrente naturalista.

Nos anos 1890-1895, chamados "os anos dramáticos", James escreveu sete obras de teatro, das quais duas foram encenadas, com pouco êxito. James voltou à narrativa com "A Morte do Leão" (1894), "The Coxon Fund" (1894), "The Next Time" (1895), "What Maisie Knew" (1897) e "Outra volta do parafuso" (1898).

As obras "The Beast in the Jungle" (1903), "The Great Good Place" (1900) e "The Jolly Corner" (1909), fazem parte da última etapa do trabalho de James, considerada por muitos críticos como a mais importante, quando o autor explora o complexo funcionamento da consciência humana. Sua prosa torna-se densa, com a sintaxe cada vez mais intrincada. Essas características definem as três grandes obras dessa etapa final, "As Asas da Pomba" (1902), "Os Embaixadores" (1903) e "A Taça de Ouro" (1904).

Além dos romances, relatos curtos e obras de teatro, o autor deixou inúmeros ensaios sobre viagens, críticas literárias, cartas, e três obras autobiográficas. Os últimos anos da sua vida transcorreram em absoluto isolamento na sua casa, que só deixou em 1904 para regressar brevemente aos Estados Unidos depois de 20 anos de ausência. Em 1915, com a Primeira Guerra Mundial, James adotou a cidadania britânica. Morreu aos 72 anos, pouco depois de receber a Ordem do Mérito britânica.


segunda-feira, outubro 25, 2010

As Serviçais - Kathryn Stoc­kett

Comecei a ler este livro no dia 18/10/2010 e acabei no dia 23/10/2010.

Ske­e­ter tem vinte e dois anos e aca­bou de regres­sar da uni­ver­si­dade a Jack­son, Mis­sis­sippi. Mas esta­mos em 1962, e a sua mãe só irá des­can­sar quando a filha tiver uma ali­ança no dedo.
Aibi­leen é uma cri­ada negra, uma mulher sábia que viu cres­cer dezas­sete cri­an­ças. Quando o seu pró­prio filho morre num aci­dente, algo se que­bra den­tro dela. Minny, a melhor amiga de Aibi­leen, é pro­va­vel­mente a mulher com a lín­gua mais afi­ada do Mis­sis­sippi. Cozi­nha divi­na­mente, mas tem sérias difi­cul­da­des em man­ter o emprego… até ao momento em que encon­tra uma senhora nova na cidade.
Estas três per­so­na­gens extra­or­di­ná­rias irão cruzar-​se e ini­ciar um pro­jecto que mudará a sua cidade e as vidas de todas as mulhe­res, cri­a­das e senho­ras, que habi­tam Jack­son. São as suas vozes que nos con­tam esta his­tó­ria ines­que­cí­vel cheia de humor, espe­rança e tris­teza.
Uma his­tó­ria que con­quis­tou a Amé­rica e está a con­quis­tar o mundo.



A his­tó­ria é-nos con­tada a três vozes: Aibe­leen e Minny, duas cri­a­das negras, e Ske­e­ter, uma jovem branca. Aibel­len tem espe­cial jeito para cri­an­ças e é notó­rio o cari­nho que dedica à pequena Mae Mobley, filha da sua mais recente senhora. Minny é uma mulher impe­tu­osa, que diz o que pensa e que arranja cons­tan­te­mente pro­ble­mas devido a isso  — no iní­cio da his­tó­ria, encontra-​se desem­pre­gada mas surge-​lhe uma opor­tu­ni­dade de emprego, para ser­vir uma senhora muito pecu­liar. Ske­e­ter é uma jovem desen­qua­drada no meio em que se insere: alta, magra e sem ser con­si­de­rada uma beleza, aca­lenta o sonho de um dia se tor­nar escri­tora. Para além de tudo isso, sente-​se mui­tas vezes inco­mo­dada com a forma como o seu cír­culo de “ami­za­des” trata as empre­ga­das e com a natu­ra­li­dade com que a dis­cri­mi­na­ção é encarada.

Kathryn Stoc­kett estreou-​se como escri­tora com este livro, cujo enredo decorre nos anos 60 em Jack­son, no Mis­sis­sípi, Sul dos Esta­dos Uni­dos, numa altura em que a segre­ga­ção racial já come­çava a ser con­tes­tada, mas ainda pre­va­le­cia neste estado ame­ri­cano em par­ti­cu­lar. Como refere nas notas finais deste livro, a autora, tam­bém ela oriunda de Jack­son, deci­diu con­tar uma his­tó­ria decor­rida nessa época sen­sí­vel e vio­lenta que viven­ciou enquanto cri­ança, ela pró­pria pra­ti­ca­mente cri­ada por uma cri­ada negra.





Eu tenho um sonho…Estou feliz por juntar-me a vós, hoje, o dia que ficará para a história como o da maior manifestação pela liberdade nos anais da nossa nação.

Seria fatal não levar a sério a urgência do momento.

Digo-vos hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e das frustrações do momento, ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Sonho que um dia esta nação levantar-se-á e viverá o verdadeiro significado do seu credo: “Consideramos estas verdades como evidentes em si mesmas: todos os homens são criados iguais”.

Sonho que um dia todos os vales serão elevados, todas as montanhas e encostas serão niveladas, os lugares inóspitos serão amenizados, os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada, e todos os seres a verão, conjuntamente.

Esta é a nossa esperança. Esta é a fé com a qual regresso ao sul.

Que a liberdade ressoe dos prodigiosos cabeços do Novo Hampshire!
Que a liberdade ressoe das poderosas montanhas de Nova Iorque!
Que a liberdade ressoe dos montes Alleghenies da Pensilvania!
Que a liberdade ressoe dos cumes cobertos de neve da Cordilheira Rochosa do Colorado!
Que a liberdade ressoe das encostas curvilíneas da Califórnia!
Que a liberdade ressoe da Montanha Rochosa da Geórgia!
Que a liberdade ressoe da cidade de Lookout Mountain no Tennessee!
Que a liberdade ressoe de cada monte e de cada pequena elevação do Mississipi!
Que de cada lado das montanhas da liberdade ressoe!
Quando tal acontecer, quando deixarmos a liberdade ressoar em cada vila e em cada aldeia, em cada estado e em cada cidade, seremos capazes de apressar o dia em que todos os filhos de Deus, negros e brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão dar as mãos e cantar o antigo espiritual negro: “Por fim, liberdade! Por fim, liberdade! Louvado seja Deus, Todo Poderoso, somos livres, finalmente!”
Martin Luther king Jr., 1967

segunda-feira, outubro 18, 2010

A Chave Maldita - James Rollins

Comecei a ler este livro no dia 08/10/2010 e acabei no dia 18/10/2010.

Universidade de Princeton. Um geneticista famoso morre num laboratório biológico de alta segurança. Em Roma, um arqueólogo do Vaticano é encontrado morto na Basílica de São Pedro. Em África, o filho de um senador americano é morto num acampamento da Cruz Vermelha. Três assassinatos em três continentes têm uma ligação terrível: todas as vítimas estão marcadas por uma cruz pagã druida, queimada na sua carne.

Os bizarros assassinatos conduzem o comandante Gray Pierce e a Força Sigma numa corrida contra o tempo para resolver um enigma que remonta a muitos séculos atrás, a um crime medonho contra a humanidade escondido num códice críptico medieval. A primeira peça do puzzle é descoberta num cadáver mumificado, enterrado num pântano inglês, um segredo horrível que ameaça a América e o mundo.
Ajudado por duas mulheres de seu passado - uma, a sua ex-amante, a outra, a sua nova parceira - Gray tem de reunir todas as peças de uma terrível verdade. Mas as revelações têm um custo elevado e, para salvar o futuro, Pierce terá que sacrificar uma das mulheres ao seu lado. Isso por si só pode não ser suficiente, à medida que o verdadeiro caminho para a salvação vai sendo revelado numa sombria profecia da maldição.



A Força Sigma enfrenta a maior ameaça que a Humanidade já conheceu, numa aventura que vai desde o Coliseu romano aos picos gelados da Noruega, a partir das ruínas de mosteiros medievais aos túmulos perdidos de reis Celtas. O último dos pesadelos é trancado dentro de um talismã enterrado por um santo morto - um artefacto antigo conhecido como a chave do Juízo Final.

Autor:
James Rollins é Doutorado em Medicina Veterinária pela Universidade do Missouri. Para além de O Mapa dos Ossos, é também autor de seis outros best-sellers: Subterranean, Excavation, Deep Fathom, Amazónia, Ice Hunt e Sandstorm. Espeleologista amador e grande aficionado da prática de mergulho, é frequente encontrá-lo tanto debaixo de terra, como no fundo do mar. Actualmente vive em Sacramento, na Califórnia, onde concilia as consultas veterinárias com a escrita.



A minha opinião:

Já havia lido o primeiro livro deste escritor – O Mapa dos Ossos, e havia sido um livro que eu tinha gostado muito.
Neste novo best-seller, podemos continuar a apreciar este excelente mestre na arte de combinar a intriga histórica e religiosa com as aventuras mais alucinantes.
James Rollins traz-nos de volta a Força SIGMA para combater um grupo de cientistas sem escrúpulos que lançaram um projecto de bioengenharia capaz de conduzir a Humanidade à sua extinção.
Neste livro podemos encontrar referências à Maçonaria, aos Templários, a uma possível descendente dos faros Akenaton e Nefertiti que apareceu em Inglaterra (uma Nossa Senhora Negra) e muito mais…







Clássica, mas pouco.... - Espectacular!!

quarta-feira, outubro 13, 2010

STEALTH - AMEAÇA SILENCIOSA



Ontem vi este filme ... e adorei!!!

sexta-feira, outubro 08, 2010

Quem me dera que estivesses aqui - Fransec Miralles

Comecei a ler este livro no dia 06/10/2010 e acabei no dia 07/10/2010.

No dia em que faz 30 anos, Daniel, um arquitecto de sucesso em Barcelona, é abandonado repentinamente pela sua noiva. Em pleno naufrágio emocional, tenta distrair-se a ouvir um disco que lhe foi oferecido por uma das suas poucas amigas íntimas. O CD é de uma jovem cantora quase desconhecida chamada Eva Winter - e, para de Daniel surpresa, casa canção do álbum parece descrever, ao pormenor, a sua vida e as suas emoções. Intrigado, Daniel toma uma decisão impetuosa: sem avisar ninguém, parte para Paris, em busca desta misteriosa cantora que parece conhecê-lo melhor que qualquer pessoa. À sua espera, encontra as mais insólitas surpresas… e talvez até o amor da sua vida.



Filho de uma modista e de um administrativo muito dado às artes e às letras, Francesc Miralles nasceu em Barcelona em 1968. Estudou Jornalismo na Universidade Autónoma de Barcelona, mas abandonou o curso passados 4 meses para trabalhar numa taberna do bairro gótico onde aprendeu a tocar piano. Voltou à universidade após um ano, onde estudou Filologia Inglesa. Viciado em viagens desde jovem, decidiu então deixar tudo e vaguear pelo mundo. Ao regressar a Barcelona, retomou a vida académica. Não só completou a licenciatura como ainda fez um mestrado em Edição de Livros. Ingressou no mundo editorial primeiro como tradutor, e depois como editor. Teve uma preenchida carreira editorial de 3 meses que serviu de inspiração ao seu primeiro romance em Castelhano, Barcelona Blues, e o levou a tomar uma decisão: não voltar a trabalhar numa empresa. Tem-se dedicado à escrita, embora também exerça funções de assessor literário e consultor em várias editoras.



O amor verdadeiro encontrar-te-á por fim,
então perceberás quem era teu amigo.
Não estejas triste, sei que não é fácil,
mas não desistas até que
o amor verdadeiro te encontre por fim

Esta é uma promessa com uma cilada:
só o encontrarás se o procurares,
porque o amor verdadeiro também te está a procurar a ti.
Como te reconhecerá se não dás um passo em direcção à luz?
Por isso não deves desistir até que
o amor verdadeiro te encontre por fim.

Daniel Johnston



quarta-feira, outubro 06, 2010

Os Pilares da Terra (Vol II) - Ken Follet

Comecei a ler este livro no dia 23/09/2010 e acabei no dia 05/10/2010.

Segundo volume da obra-prima de Ken Follett.


Na Inglaterra do século XII, Tom, um humilde pedreiro e mestre-de-obras, tem um sonho majestoso – construir uma imponente catedral, dotada de uma beleza sublime, digna de tocar os céus. E é na persecução desse sonho que com ele e a sua família vamos encontrando um colorido mosaico de personagens que se cruzam ao longo de gerações e cujos destinos se entrelaçam de formas misteriosas e surpreendentes, capazes de alterar o curso da história.



Recheado de suspense, corrupção, ambição e romance, Os Pilares da Terra é decididamente a obra-prima de um autor que já vendeu 90 milhões de livros em todo o mundo.


Conheça o trabalho de um autêntico mestre da palavra naquela que é considerada a sua obra de eleição!

«Grandiosa e brilhante. Uma magnífica obra épica».- Cosmopolitan

«Um romance grandioso e fascinante».- Chicago Sun-Times

«A obra-prima monumental de um escritor de enorme talento».- Booklist

«Um romance que entretém, instrui e satisfaz em larga escala».- Publishers Weekly

«Um misterioso puzzle envolvendo um homem inocente».- ALA Booklist



Ken Follett, nasceu a 5 de Junho de 1949, em Cardiff, Wales. Formado em filosofia, é um autor de grande sucesso, que vê os seus livros darem regularmente origem a filmes ou séries televisivas. A sua primeira obra foi publicada em 1978 sob o título Eye of the Needle, um thriller que venceu o Edgar Award e deu origem a um filme. O seu próximo projecto será a muito aguardada sequela de Os Pilares da Terra. O espólio de Ken Follet está armazenado numa colecção exposta na Saginaw Valley State University, nos Estados Unidos e inclui notas, esboços, manuscritos e correspondência. Follett é um grande apreciador de Shakeaspere e um músico amador.

quinta-feira, setembro 23, 2010

Libertação de livros






No fim de semana passado aproveitei o maravilho dia de Verão e fui passear até Lisboa para tirar fotografias e levei alguns livros para libertar!!!
E logo o primeiro livro a libertar (desta remessa) foi acolhido por uma pessoa que nesse dia tomou conhecimento do Bookcrossing e também nesse dia se registou nesta grande comunidade!!! Muito bem vindo e boas leituras.
Os restantes 3 livros, que libertei ainda não deram noticias :(, mas espero que tenham encontrado uma nova casa, onde possam ser apreciados ;)!!!

O Primeiro Dia - Marc Levy

Comecei a ler este livro no dia 18/09/2010 e acabei no dia 22/09/2010.

Um objecto misterioso encontrado num vulcão adormecido vai mudar para sempre a vida de Adrian e Keira. Juntos embarcarão numa aventura extraordinária que os levará das margens do lago Turkana, no coração de África, até às montanhas da China, em busca da resposta a uma das perguntas ancestrais da humanidade: como começou a vida na Terra?
Keira é uma arqueóloga ambiciosa e cheia de paixão que está a dirigir a sua primeira escavação no vale do Omo, na Etiópia. Quando uma tempestade de areia destrói a escavação, ela não tem outra hipótese senão abandonar a expedição e regressar a Paris. Traz consigo uma jóia estranha que lhe foi oferecida por um órfão etíope…



Adrian é um astrofísico de sucesso que está de licença sabática a fazer investigação num observatório remoto, no planalto de Atacama, no Chile. Contudo, incapaz de lidar com o ar rarefeito da altitude montanhosa, é obrigado a regressar a Londres.
Enquanto competem por uma bolsa prestigiosa em Londres, os caminhos de Keira e Adrian cruzam-se. Acidentalmente, Keira deixa a sua jóia com Adrian, fazendo despertar a sua curiosidade científica. Adrian começa a investigar as origens desta enigmática jóia, e rapidamente se apercebem de que há misteriosas personagens atrás do precioso objecto…

Marc Levy nasceu em 1961. Passou a maior parte de sua infância no Sul de França. Em 1978, filiou-se ao Comité da Cruz Vermelha francesa, onde recebeu treino intensivo numa das unidades de atendimento. Em 1983, foi promovido a director da Cruz Vermelha numa das suas unidades de resgate urbano. Morou seis anos entre Paris e São Francisco, antes de retornar a França, em 1991, para dirigir o seu escritório de arquitectura.
Em janeiro de 2000, após a publicação do seu primeiro livro, passa a dedicar-se à literatura e a contar histórias para o seu filho. Actualmente, vive entre Londres e Paris.



A minha opinião:

É uma historia magnifica, adorei!! Só tinha vontade de fazer as malas e viajar com o Adrian e a Keira por todas as cidades/locais por onde eles passaram: Londres, Paris, Atenas, Etiópia, Pequim, Xi'an, Amesterdão, etc.
Um romance maravilhoso!! Até onde vais para descobrir os mistérios da criação do Universo ou para saber onde nasceu o primeiro homem.
Fico a aguardar com bastante expectativa a sequência deste livro, no próximo romance de Marc Levy: A Primeira Noite, pois este romance não acabou aqui!!!

segunda-feira, setembro 20, 2010

O Caso do Colar Desaparecido - S.S.Van Dine

Li este livro no dia 17/09/2010.

S. S. Van Dine, pseudónimo de Willard Huntington Wright (Charlottesville, 15 de Outubro de 1888 — Nova Iorque, 11 de Abril de 1939), foi um crítico e escritor americano.



Foi ele que criou o detetive Philo Vance, personagem fictícia que se tornou conhecida, inicialmente em livros nos anos 20 e mais tarde no cinema e rádio.

Willard Huntington Wright began his career in California writing book reviews for the Los Angeles Times. In 1911 he moved to New York and was soon named editor of the monthly magazine The Smart Set. Also an important art critic, he championed the modernist trends of the day in Modern Painting (1915) and The Future of Painting (1923). A nervous breakdown during the mid-1920s sparked a new phase in his literary career. Confined to his bed for two years, he sought relaxation in fiction and became a master of the detective novel, which he wrote under the pseudonym S. S. Van Dine.

sexta-feira, setembro 17, 2010

Anástasis - Maria Araujo Lima

Comecei a ler este livro no dia 14/09/2010 e acabeo no dia 16/09/2010.

Susan Fletcher está internada num hospício, na cidade de Londres, há já dois anos e sem progressos a registar. Com o passar do tempo, os seus familiares e amigos vêem-se envolvidos numa série de crimes e ondas de suspeição.
Frank Douglas, detective inglês e investigador de serial killers, é chamado a intervir e a investigar os sucessivos casos de homicídio. Enquanto Dr. Evans, médico no hospital, pertence a uma seita secreta, que vai alterar o rumo da história. Gary Molony, padre irlandês e amigo de Susan Fletcher, guarda o segredo que pode estar na origem de todos os mistérios.
Uma história policial, desenrolada em Inglaterra, onde o suspense é a palavra de ordem e a verdadeira resposta só será conhecida no final.
Cada virar de página e passar de capítulo desvenda mais um segredo.
Anástasis é a prova real de que nós só acreditamos naquilo que vemos.



Maria Araújo Lima tem 31 anos e é natural do Porto. Escreve desde que se lembra, sendo a escrita a sua grande paixão.
É licenciada em Comunicação Social pela Escola Superior de Jornalismo (Porto). Tem experiência em rádio, televisão e assessoria de imprensa...
Anástasis é uma edição de autor e uma grande concretização profissional e pessoal. Foi escrito em 9 meses e terminado no ano 2008, altura em a autora tentou junto de algumas editoras o seu lançamento, mas sem êxito. No início deste ano, ao continuar a acreditar no seu sucesso, decidiu fazê-lo chegar aos leitores por meios próprios e está satisfeita com o resultado, que se tem comprovado bastante satisfatório.



A minha opinião:
Magnifica história, muito bem contada. Uma escritora a seguir com muita atenção.
Fiquei surpresa com o final, mas acho que com a frase que aparece na capa do livro "A verdade é uma mentira" este era o final que mais se adequava.

Recomendo esta história para todas as pessoas que gostam deste género de livros, com muito mistério, mentiras ocultas do passado e suspense

quarta-feira, setembro 15, 2010

Os Pilares da Terra (Vol I) - Ken Follet

Comecei a ler no dia 06/09/2010 e acabei no dia 13/09/2010.

Do mesmo autor do thriller "A Ameaça", chega-nos o primeiro volume de um arrebatador romance histórico que se revelou ser uma obra-prima aclamada pela comunidade de leitores de vários países que num verdadeiro fenómeno de passa-palavra a catapultaram para a ribalta. Originalmente publicado em 1989, veio para o nosso país em 1995, publicado por outra editora portuguesa, recuperando-o agora a Presença para dar continuidade às obras de Ken Follett. O seu estilo inconfundível de mestre do suspense denota-se no desenrolar desta história épica, tecida por intrigas, aventura e luta política. A trama centra-se no século XII, em Inglaterra, onde um pedreiro persegue o sonho de edificar uma catedral gótica, digna de tocar os céus. Em redor desta ambição soberba, o leitor vai acompanhando um quadro composto por várias personagens, colorido e rico em acção e descrição de um período da Idade Média a que não faltou emotividade, poder, vingança e traição. Conheça o trabalho de um autêntico mestre da palavra naquela que é considerada a sua obra de eleição.



Críticas de imprensa
«Grandiosa e brilhante. Uma magnífica obra épica».
Cosmopolitan
«Um romance grandioso e fascinante».
Chicago Sun-Times

«A obra-prima monumental de um escritor de enorme talento».
Booklist

«Um romance que entretém, instrui e satisfaz em larga escala».
Publishers Weekly

«Um misterioso puzzle envolvendo um homem inocente».
ALA Booklist


Kenneth Martin Follett (Cardiff, 5 de junho de 1949) é um escritor galês.

É formado em Filosofia pela University College, de Londres, começou sua carreira como jornalista, primeiro no South Wales Echo e, depois, no Evening Standard de Londres. Logo em seguida passou a escrever pequenos contos nos finais de semana, e, encorajado por amigos e colegas de profissão que admiravam seus escritos, passou a escrever romances. Quando o seu carro avariou, Follett escreveu o seu primeiro livro num curto espaço de tempo, aplicando o dinheiro da publicação no arranjo do carro.



Seu primeiro best seller foi O Buraco da Agulha (Eye of the Needle), vencedor do Edgar Award como melhor romance de 1978. Encorajado pela excelente recepção, escreveu nos anos seguintes uma sequência de sucessos como O Triângulo, A chave de Rebeca, Na Toca do Leão, O Homem de São Petesburgo, Uma Fortuna Perigosa, O Vôo da Aguia e o Terceiro Gêmeo, rapidamente criando um público fiel e entusiamado. O tema primordial de seus livros é a ação de espionagem e de guerra, com ritmo rápido e abundância de situações-clímax, que tende a prender até mesmo os leitores mais casuais. Seus livros regularmente dão origem a séries televisivas e filmes, caso de O Buraco da Agulha e A Chave de Rebeca. Em 1989 lança o seu livro de maior sucesso, Os Pilares da Terra (The Pillars of the Earth) que foge a regra dos seus temas usuais, por se tratar de um romance histórico passado na idade média européia; ironicamente o livro não foi um grande sucesso na altura do seu lançamento, apenas ganhando popularidade ao longo da década de noventa, quando entrava regularmente nos mais diversos círculos e clubes de leitura graças à propaganda boca-a-boca. A obra ganhou uma sequencia em 2007: Mundo Sem Fim (World Without End). O espolio de Ken Follett está armazenado numa coleção exposta na Saginaw Valley University, nos Estados Unidos e inclui notas, esboços, manuscritos e correspondência. Follett é um grande apreciador de Shakespeare e um músico amador, é casado com Barbara Follett e tem dois filhos, vive atualmente na Inglaterra.

segunda-feira, setembro 06, 2010

A Proxima Vez - Marc Levy

Comecei a ler no dia 3 de Setembro e acabei no dia 4 de Setembro.

Jonathan é um especialista em arte com uma paixão inexplicável pela obra do pintor russo Vladimir Radskin. Quando, nas vésperas do seu casamento, lhe chega a notícia de que uma galeria em Londres tem em sua posse cinco quadros do pintor – entre eles, possivelmente, a sua mítica última obra, A Jovem de Vestido Vermelho, misteriosamente desaparecida em 1868 –, Jonathan não hesita em partir.
Ao chegar a Londres, encontra Clara, a dona da galeria, e é acometido por uma forte sensação de déjà vu: certamente já viu aquele rosto, já ouviu aquela voz. Mas onde, e quando? Será que entre eles há algo mais em comum do que uma paixão por pintura?
A sua busca leva-os da galeria em Picadilly Circus a uma loja de tintas em Florença, de um laboratório no Louvre a uma misteriosa mansão em Inglaterra. Quanto mais Jonathan e Clara descobrem acerca da última obra de Radskin, mais descobrem acerca de si próprios: três vidas muito diferentes, três destinos entrelaçados, presos numa corrida contra o tempo...



Marc Levy é o autor de língua francesa mais lido em todo o mundo: os seus livros contam já com mais de 17 milhões de exemplares vendidos em mais de 41 países. Mas este autor não é só um favorito entre os leitores como também a crítica tem reconhecido o seu talento excepcional como contador de histórias originais, provocantes e sempre comoventes.
Nasceu em Boulogne Bilancourt, em 1961. Aos 18 anos, juntou-se à Cruz Vermelha Francesa, instituição com a qual colaborou durante seis anos. Paralelamente, formou-se em Gestão e Informática na Université Paris-Dauphine. Em 1983, fundou uma empresa especializada em design e informática, com projectos em França e nos EUA. Mais tarde, viria a dedicar-se ao design de interiores, fundando outra firma em Paris.



Aos 37 anos de idade, Marc Levy escreveu o seu primeiro romance. E Se Fosse Verdade… começou por ser uma história destinada ao homem que o seu filho viria a ser. Encorajado pela irmã, enviou o manuscrito a uma editora, que aceitou publicá-lo. O sucesso fez-se sentir imediatamente e, desde então, os seus romances são presença constante nas listas de best-sellers. Marc Levy tem-se dedicado inteiramente à escrita e dois dos seus romances foram já adaptados com grande sucesso ao cinema.

Lindooo!!!

sexta-feira, setembro 03, 2010

Morte na Universidade - Ellery Queen

Comecei a ler este livro no dia 1 de Setembro e acabei no dia 2 de Setembro.

A estudante desaparecida da Universidade de Tisquanto era a filha do rival político do governador Sam Holland. Chama-se Laura Thornton e foi simultaneamente peão e vítima das furiosas sublevações estudantis que o governador Holland não conseguia entender.Quem estaria por detrás do terror que acabou por se instalar após o desaparecimento de Laura? Quem andava a incitar os protestos e desacatos? Um louco brincalhão, um reformador sério? ou estaria EM curso uma conspiração com vista à destruição da universidade?Mike McCall, um detective ao serviço do governador, vai revelar que em Tisquanto encontram-se não apenas marcas dos ódios e violentos da juventude rebelde da época, mas também casos de assassínio.



Ellery Queen é um dos heterónimos colectivos criado em 1929 pelos primos Frederic Dannay e Manfred B. Lee, dois prolíficos escritores norte americanos de romances policiais. É também, ao mesmo tempo, um personagem fictício dos romances produzidos por aqueles autores.

Frederic Dannay e Manfred B. Lee eram primos e nasceram ambos na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos da América, em 1905. Na verdade, mesmo estes são pseudónimos, uma vez que os seus nomes originais são, respectivamente, Daniel Nathan e Maniord Lepofsky. Dannay e Lee conceberam Ellery Queen como um autor que resolvia mistérios e os relatava por escrever romances. Assim, tornava-se uma espécie de personagem que imita os seus próprios autores. Foi criado para um concurso literário, num romance intitulado The Roman Hat Mystery, em 1929, e as suas aventuras foram publicadas por um período de 42 anos. A criação de heterónimos e pseudónimos, incluindo Ellery Queen, autor e personagem que imitava a vida dos seus próprios criadores por ser ele mesmo um escritor de romances policiais, acabou por confundir os leitores. Durante muito tempo, o público acreditava que Ellery Queen seria realmente um escritor verídico e não apenas um heterónimo e, mais ainda, de duas pessoas.

Os dois autores eram também especialistas na pesquisa histórica do género policial, publicando inúmeras colecções e antologias de contos policiais, tal como The Misadventures of Sherlock Holmes. A antologia com quase mil páginas, intitulada 101 Years' Entertainment, The Great Detective Stories, 1841-1941, tornou-se uma obra de referência, mantendo-se nas livrarias por muitas décadas. Foram ainda os co-fundadores da associação Mystery Writers of America.

Este romance inicial estabeleceu a fórmula básica das aventuras seguintes. Ellery Queen é um detective e escritor com um grande poder de observação e dedução, um misto de Sherlock Holmes e Dr. Watson. Mas, assim como Holmes precisava de Watson, Ellery precisava do pai, o Inspector Richard . Outro personagem é Sergeant Velie, o irascível assistente do Inspector Queen. Outros condimentos são um crime incomum, uma série complexa de pistas, e aquilo que viria a tornar-se a parte mais famosa dos romances: "Ellery's Challenge to the Reader" (O Desafio de Ellery ao Leitor). Tratava-se de uma única página, próxima do fim do livro, informado que, naquela parte específica do romance, o leitor já possuía todas as pistas na posse de Ellery, desafiando-o a tentar resolver o mistério antes da leitura do restante da obra.



Quando uma revista da época estabeleceu um prémio para a melhor obra de estreia no género policial, os primos Frederic Dannay e Manfred B. Lee, ambos escritores, decidiram criar um heterónimo colectivo com o mesmo nome da personagem que haviam criado. Apesar de terem vencido o concurso, o romance não chegou a ser publicado na revista uma vez que esta havia sido vendida a novos proprietários. Assim, os primos resolveram levar este primeiro romance a outros editores resultando na publicação da primeira aventura do Detective Ellery Queen, intitulada The Roman Hat Mystery.

A personagem Ellery era, ele mesmo, um escritor de romances policiais, presunçoso, educado em Harvard, com uma fortuna considerável dedicando-se à pesquisa policial simplesmente por considerar a resolução de crimes uma actividade intelectualmente estimulante. Estas características eram herdadas da mãe, a filha de um rico aristocrata nova iorquino que casou com o Inspector Queen, um irlandês de origens humildes. No entanto, ao se iniciarem as histórias de Ellery, a sua mãe já havia morrido. Apesar da sua atitude arrogante e presunçosa, retratada nos romances iniciais, a partir do livro Calamity Town, publicado em 1940, Ellery torna-se mais humano e várias vezes chega a ficar emocionalmente afectado pelas pessoas com quem se cruza nos seus casos. No entanto, nas suas últimas obras, Ellery torna-se uma pessoa quase sem personalidade, cujo papel é meramente o de solucionar os mistérios apresentados.

As aventuras de Ellery Queen foram levadas à rádio, ao cinema e à televisão. A primeira de uma série de longas metragens sobre o detective, foi o filme intitulado Ellery Queen, Master Detective.

Dannay e Lee criaram também a Ellery Queen's Mystery Magazine, em 1941, revista que publicou o que havia de melhor em ficção policial na época, ainda hoje considerada uma das melhores do género, durante o Século XX. Outros escritores escreveram para Ellery Queen. Talmage Powell e Richard Deming escreveram a serie de Tim Cornagan. Outros romancistas anónimos também escreveram para Ellery Queen e Barnaby Ross, outro dos pseudónimos dos primos escritores.


O romance inicial estabeleceu a fórmula básica das aventuras seguintes. Ellery Queen é um detective e escritor com um grande poder de observação e dedução, um misto de Sherlock Holmes e Dr. Watson. Mas, assim como Holmes precisava de Watson, Ellery precisava do pai, o Inspector Richard . Outro personagem é Sergeant Velie, o irascível assistente do Inspector Queen. Outros condimentos são crimes incomuns, uma série complexa de pistas, e aquilo que viria a tornar-se a parte mais famosa dos romances: "Ellery's Challenge to the Reader" (O Desafio de Ellery ao Leitor). Tratava-se de uma única página, próxima do fim do livro, informado que, naquela parte específica do romance, o leitor já possuía todas as pistas na posse de Ellery, desafiando-o a tentar resolver o mistério antes da leitura do restante da obra.

Os romances de Queen são o exemplo clássico das histórias policiais em que se tenta encontrar o autor do crime, marcando aquela que se veio a tornar a época áurea das obras policiais. Todas as pistas são dadas ao leitor, dessa forma tornando a leitura um verdadeiro desafio intelectual. No livro The Greek Coffin Mystery, de 1932, são propostas soluções múltiplas para o mistério, particularidade que veio a ser retomada em romances posteriores, nomeadamente Double, Double e Ten Days' Wonder. A típica "falsa solução, seguida pela verdadeira" veio a tornar-se uma marca distintiva dos mistérios de Ellery.

Em 1932, os primos criaram um outro herói, mais um detective fictício, Drury Lane, sob o pseudónimo Barnaby Ross. Este outro detective era mais teatral do que Ellery. Durante a década de 30, do Século XX, "Ellery Queen" e "Barnaby Ross" chegaram mesmo a realizar uma série de debates públicos, sendo que cada um dos primos encarnava um dos detectives, ambos usando máscaras para manter o anonimato.

Após o sucesso cinematográfico de Ellery, tanto o escritor como o seu personagem começaram a sofrer mudanças, introduzindo-se mais elementos psicológicos e temas mais introspectivos. O "Desafio ao Leitor" deixou de ser publicado. Apesar de alguns romances das décadas posteriores serem considerados clássicos, especialmente Calamity Town e Cat of Many Tails (um dos primeiros romances a incluir um serial killer, ou assassino em série), alguns criticaram a combinação de elementos religiosos com os métodos policiais, considerando essa experiência desastrada e pretensiosa. Vários dos últimos romances atribuídos a Ellery Queen foram na verdade escritos por escitores-fantasma ou anónimos, tais como Theodore Sturgeon e Avram Davidson.

Já no final das suas carreiras, os primos Frederic Dannay e Manfred B. Lee publicaram outros romances, alguns da sua autoria, outros escritos por escritores anónimos, lançados sob o nome de Ellery Queen, apesar do personagem com o mesmo nome não surgir no enredo das obras. Entre elas estão três romances protagonizados pelo personagem Mike McCall e intituladas The Campus Murders, em 1969, escrita por Gil Brewer, The Black Hearts Murder, de 1970, escrita por Richard Deming e The Blue Movie Murders, de 1972, escrita por Edward D. Hoch. O bem conhecido autor de ficção científica Jack Vance também escreveu três destes livros de Ellery, incluindo o claustrofóbico A Room to Die In.

Os dois primos, sob o seu pseudónimo colectivo, Ellery Queen, receberam o Grand Master Award pela excelência na área do romance de mistério policial, atribuído pelo Mystery Writers of America em 1961.

terça-feira, agosto 31, 2010

Cliff Richard - Summer Holiday



Uma musica que me deixa sempre contente, mesmo quando estou em baixo :)

As Noites das Mil e Uma Noites - Naguib Mahfouz

Comecei a ler no dia 27/08/2010 e acabei no dia 31/08/2010.

Este romance começa precisamente onde acabam "As Mil e Uma Noites". O sultão, depois de ter ouvido, durante quase três anos, as histórias de Xerazade, decide casar-se com ela. Todos crêem que, graças à sua habilidade como contadora de histórias, Xerazade salvou a vida e semeou o amor e a piedade no coração do sultão, pelo que, daí por diante, a paz e a harmonia reinarão no país. Contudo, a mudança foi apenas superficial e o sultão, afinal, continuou a desconhecer a compaixão, o amor e a justiça, mantendo-se um homem poderoso, mas sem consciência. Como elevar a sua alma e ressuscitar-lhe a consciência? Só através de uma série de acontecimentos dilacerantes que lhe ensinarão o verdadeiro sentido do poder... Em As Noites das Mil e Uma Noites, toda a narração é uma alegoria rica de magia, de pormenores, do fantástico mundo árabe antigo e contemporâneo, com todos os seus conflitos políticos e religiosos.Nas próprias palavras do grande autor egípcio, As Noites das Mil e Uma Noites "é do mais importante que escrevi em toda a minha vida; nele se misturam a tradição com a modernidade, a realidade com a lenda".



Críticas de imprensa

«Uma verdadeira obra-prima da narrativa. Inserida no seio de uma tradição própria, não lhe são alheias nem a fantasia, nem a mística, nem a simbologia, nem a sensualidade, nem os enigmas, nem o mundo onírico, onde parece desenvolver-se uma boa parte da acção.»
ABC Literario

Naguib Mahfouz - foi um escritor egípcio, autor de relatos, romances e roteiros de cinema. Recebeu o Nobel de Literatura de 1988. É considerado um dos primeiros escritores contemporâneos de literatura árabe, ao lado de Tawfiq el-Hakim, a explorar temas do existencialismo. Publicou mais de 50 romances, mais de 350 contos e dezenas de roteiros de filmes e cinco peças ao longo de 70 anos de carreira. Muitas das suas obras foram adaptadas para filmes em árabe e em línguas estrangeiras.

Seus romances mais conhecidos são Miramar (1967) e os que compõem "A Trilogia do Cairo" (1956-1957) onde cada um dos livros é batizado com o nome de um bairro da capital egípcia. É autor, também, de "A Taberna do Gato Preto". As suas obras encontram-se traduzidas em várias línguas como o inglês, francês, alemão, russo e italiano.

Nascido em uma família muçulmana de classe média baixa no quarteirão Gamaleyya do Cairo, Mahfouz foi assim chamado devido ao professor Naguib Mahfouz Pasha (1882-1974), o renomado médico copta lhe trouxe ao mundo. Mahfouz foi o sétimo e o filho mais novo de uma família que tinha cinco meninos e duas meninas. A família vivia em dois bairros populares da cidade, inicialmente em el-Gamaleyya, de onde se mudaram em 1924 para el-Abbaseyya, então um subúrbio do novo Cairo. Ambos os bairros serviram como cenário para muitos dos escritos de Mahfouz. Seu pai, a quem Mahfouz descreveu como tendo sido "antiquado", foi um funcionário público e Mahfouz mais tarde seguiu seguiu seus passos. Em sua infância Mahfouz lia com voracidade. Sua mãe levou-o muitas vezes a museus e a história egípcia mais tarde se tornou um tema importante em muitos de seus livros.[3]

A família Mahfouz era muçulmana devota e Mahfouz teve uma educação estritamente islâmica. Em uma entrevista, ele dolorosamente descreveu o clima religioso severo em seu lar durante sua infância. Afirmava que "Você nunca teria pensado que um artista poderia surgir a partir dessa família".[3]



A Revolução Egípcia de 1919 teve um forte efeito sobre Mahfouz, embora na época tivesse apenas sete anos de idade. Da janela, viu muitas vezes os soldados britânicos dispararem contra os manifestantes, homens e mulheres. "Você poderia dizer," ele revelou mais tarde, "que a coisa que mais abalou a segurança da minha infância foi a revolução de 1919." Depois de completar o ensino secundário, Mahfouz ingressou na Universidade Rei Fouad I, hoje conhecida como a Universidade do Cairo, onde estudou Filosofia, graduando-se em 1934. Em 1936, depois de passar um ano dedicando-se a obter um mestrado, decidiu se tornar um escritor profissional. Mahfouz trabalhou então como jornalista em er-Risala, e contribuiu para o el-Hilal e o Al-Ahram. A maior influência egípcia no pensamento de Mahfouz sobre ciência e socialismo na década de 1930 foi a de Moussa Salama, o intelectual da Sociedade Fabiana.

Mahfouz deixou a academia e seguiu uma carreira no Ministério dos Assuntos Religiosos. No entanto, logo foi transferido para um cargo no Ministério da Cultura como o oficial responsável pela indústria cinematográfica, devido a seu aparente ateísmo.[4]

Funcionário público civil por longo tempo, Mahfouz serviu no Ministério das Doações de Mãos-mortas e depois como Diretor da Censura no Escritório de Arte. Deixou seu posto como Diretor da Censura e foi nomeado diretor da Fundação de Apoio ao Cinema. Foi um editor contribuinte para o principal jornal, el-Ahram, e em 1969 se tornou um consultor do Ministério da Cultura, aposentando-se em 1972.

Mahfouz permaneceu solteiro até os 43 anos de idade. A razão de ter se casado tarde foi que ele tinha a convicção de que o casamento, com suas inúmeras restrições e limitações, dificultariam seu futuro literário. Em 1954, casou-se com uma mulher egípcia, com quem teve duas filhas.

Publicou 34 romances, mais de 350 contos e dezenas de roteiros de filmes e cinco peças ao longo de 70 anos de carreira. Muitas de suas obras foram transformadas em filmes de língua árabe. Foi um membro do conselho da editora Dar el-Ma'aref. Muitos dos seus romances foram serializados em el-Ahram e seus escritos também aparececiam em sua coluna semanal, "Ponto de Vista". Antes do Prêmio Nobel apenas alguns de seus romances tinham circulado no Ocidente.

Entre 1939 e 1944 publicou as suas primeiras três novelas, todas ambientadas no Antigo Egipto.

A partir de 1956 Mahfouz passou a abordar a sociedade árabe contemporânea, com Al-Thulathiyya (A Trilogia do Cairo), que retrata a vida de três gerações de famílias do Cairo entre a Primeira Guerra Mundial e o golpe que terminou com a monarquia no Egipto em 1952.

Em 1959 o romance Awlad haratina (Os filhos do nosso bairro), traduzido em inglês como Children of Gebelawi, foi banido no Egipto devido à controvérsia levantada pelo recurso a personagens alrgóricas, representando Alá, personagens bíblicas (Caim e Abel) e profetas do Islão, entre os quais Muhammad (Maomé), Moisés e Jesus. [5][6].

Devido ao facto de ter declarado o seu apoio ao presidente Sadat no tratado de paz assinado entre o Egipto e Israel em 1979 os seus livros seriam banidos em vários países árabes. Cerca de metade das novelas de Mahfouz foram adaptadas ao cinema, tendo os filmes sendo exibidos um pouco por todo o mundo árabe.

Em 1988 tornou-se o primeiro escritor de língua árabe a receber o Nobel de Literatura. O presidente da Liga Jordaniana de Escritores chamou o escritor de "delinquente". No Egito, o presidente Hosni Mubarak recusou-se a cumprimentá-lo. Porém, na Europa e nos Estados Unidos seus livros foram sucesso de venda.[6]

Durante a controvérsia dos "Versículos Satânicos" de Salman Rushdie expressou publicamente o seu apoio a Rushdie.

Em 1994, enquanto saía da sua casa no Cairo, foi esfaqueado no pescoço por um fundamentalista islâmico, cuja acção foi inspirada na declaração emitida pelo clérigo radical Omar Abdel-Rahman segundo a qual os livros de Mahfouz constituíam blasfémia e que o escritor merecia morrer.

Em Julho de 2006 foi internado num hospital do Cairo devido a problemas pulmonares e renais. Faleceu a 30 de Agosto de 2006, tendo as exéquias do escritor se realizado na mesquita de Al-Rashdan, na capital egípcia.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Belos Principios

1 - Caminhe de dez a trinta minutos por dia. Sorria enquanto caminha

2 - Fique em silencio diariamente por 10m. Se necessário a sós.

3 - Escute boa música todos os dias. É um autêntico alimento para o espírito.

4 - Ao se levantar pela manhã diga sempre: meu propósito hoje é…

5 - Viva com os 3 E’s … Energia, Entusiasmo e Empatia.

6 - Divirta-se mais do que antes

7 - Leia mais livros do que no ano passado.

8 - Olhe para céu, pelo menos uma vez por dia. Leve em conta a majestade do mundo em torno de você.

9 - Sonhe mais enquanto está acordado.

10 - Coma mais alimentos naturais, como fruta e verduras e menos alimentos industrializados e os que requerem sacrifícios.

11 - Coma castanhas e nozes. Tome muita água e um cálice de vinho ou suco de uva todos os dias.

12 - Experimente tratar bem pelo menos três pessoas por dia.

13 - Elimine a desordem da sua casa, do carro, do escritório e deixe que uma nova energia flua em sua vida.

14 - Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos e coisas fora do teu controlo. É melhor investir a tua energia em coisas positivas

15 - Note que a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições que vêm e vão. O que você aprende é melhor investir nas necessidades presentes.

16 - No pequeno-almoço coma como um rei, no almoço como um príncipe e no jantar como um mendigo.

17 - Sorria mais

18 - Não deixe passar a oportunidade de abraçar a quem aprecia.

19 - A vida é muito curta para desperdiçar tempo odiando alguém.

20 - Não se cobre tanto. Não faz bem.

21 - Você não tem de vencer todas as discussões. Demonstre que não está de acordo e aprenda com os outros.

22 - Esteja em paz com o passado, assim não arruinará seu presente.

23 - Não compare sua vida com a dos outros. Não têm ideia do caminho que eles andaram.

24 - Ninguém é responsável pela sua felicidade, excepto você mesmo.

25 - Lembre-se que você não tem controlo sobre o que acontece consigo, mas decide o que fará da sua vida.

26 - Aprenda algo novo a cada dia

27 - O que os outros pensam de si não importa.

28 - Aprecia o teu corpo e desfruta-o

29 - Não importa quão boa ou ruim é a situação, mude-a se necessário.

30 - Seu trabalho não vai se preocupar se está doente. Seus amigos sim. Fique em contacto com eles.

31 - Descarte qualquer coisa que não seja útil, bonita ou divertida.

32 - Inveja é um desperdício de tempo. Você já tem tudo que necessita.

33 - O melhor está para acontecer

34 - Não importa como se sente, levante-se, vista-se e participe.

35 - Viva com plenitude o seu ser.

36 - Comunique-se com os seus familiares com frequência, mandando-lhes mensagens como: estou a pensar em ti!

37 - Cada noite antes de dormir diga:
Dou graças por _________________
Hoje eu consegui ________________

38 - Lembre-se de que você é muito abençoado, para estar stressado.

39 - Aproveite a viagem. Só tem uma oportunidade de tirar o melhor proveito.

40 - A vida é bela. Aproveite-a enquanto pode. Seja Feliz!!!

Desaparecidos - Michael Grant

Comecei a ler este livro no dia 21/08/2010 e acabei no dia 26/08/2010.

E, de repente, nada! Os telemóveis deixaram de funcionar assim como os computadores e todos os outros aparelhos eléctricos e electrónicos. Sem pufs, flashes, luzes ou explosões. Nada. Mas há mais: não há nenhum adulto no perturbador universo de Desaparecidos.

Desaparecidos, do escritor norte-americano Michael Grant, é um livro inquietante sobre um mundo em que não há adultos e onde a tecnologia não funciona. A fazer lembrar Harry Potter, Stars Wars e Senhor dos Anéis, Grant estreia-se de forma auspiciosa no nosso país.



São mais de 400 páginas de pura emoção e muita expectativa que se lêem num ápice. Num mundo tão diferente daquele em que vivemos, sem muitas das comodidades que deixámos de valorizar pelo facto de não conseguirmos imaginar a vida antes delas, Desaparecidos é um livro perturbante, emocionante e, acima de tudo, muito original.

Tudo começa dentro de uma sala de aula quando, num piscar de olhos, o professor desaparece. Alarmados, os alunos saem da aula em busca do professor. É então que começam a perceber que todos os adultos desapareceram. E que estranho se torna o mundo sem adultos.



Michael Grant is the co-creator and co-author of the Animorphs and the Everworld book series, and also the creator and author of the Gone series. Michael was raised in a military family, attending ten schools in five states, as well as three schools in France. As an adult, he became a writer in part because "it was one of the few jobs that wouldn't tie him down to a specific location." According to the back flap of one of his books: "He lives in California with his wife, Katherine Applegate, and their two children, and far too many pets." He currently lives in Irvine, California. In early 2009 Grant released the sequel to Gone (novel) called Hunger (Gone Series) . The third novel for this series Lies (novel) was released in the United States in May 2010.



sexta-feira, agosto 20, 2010

As Regras de Moscovo - Daniel Silva

Comecei a ler este livro no dia 17/08/2010 e acabei no dia 20/08/2010.

A morte de um jornalista leva Allon à Rússia, onde descobre que, em termos das artes do ofício da espionagem, até mesmo ele tem alguma coisa a aprender. Agora, está a jogar segundo as regras de Moscovo. E na cidade existe uma nova geração de estalinistas que conspiram para reivindicar um império perdido e desafiar o domínio global de um velho inimigo: os Estados Unidos da América. Um desses homens é Ivan Kharkov, um antigo coronel do KGB que construiu um império de investimento global sobre os escombros da União Soviética. No entanto, escondido no interior desse império, está um negócio lucrativo e mortífero.



Kharkov é um negociante de armas - e está prestes a entregar as armas mais sofisticadas da Rússia à al-Qaeda. A não ser que Allon consiga descobrir a hora e o local da entrega, o mundo irá assistir aos ataques terroristas mais mortais desde o 09 de Setembro - e o tempo está a passar muito depressa. Cheio de prosa rica e de reviravoltas na trama de cortar a respiração, o livro As Regras de Moscovo é simultaneamente um entretenimento superior, uma cáustica história exemplar sobre as novas ameaças que estão a aparecer no Leste - e o melhor romance de Silva até ao momento.

Daniel Silva foi jornalista e trabalhou para a UPI, primeiro em Washington e depois no Cairo, como correspondente para o Médio Oriente. Nesse período cobriu diversos conflitos políticos e a guerra Irão-Iraque. Conheceu a sua mulher, correspondente da NBC, e regressaram aos Estados Unidos, onde Daniel Silva foi produtor da CNN durante vários anos, tendo sido responsável por alguns programas muito populares, como Crossfire, The International Hour e The World Yoday, entre outros. Em 1997, logo após o êxito do seu primeiro livro, The Unlikely Spy, Daniel Silva resolveu dedicar-se por completo à escrita, tendo entretanto publicado diversos best-sellers mundiais.



O Washington Post coloca-o «entre os melhores jovens autores norte-americanos de literatura de espionagem» e é com frequência comparado a Graham Greene e a John Le Carré. Vive em Washington D. C., com a mulher e dois filhos.

Do Egipto à Jordania Slideshow

Do Egipto à Jordania Slideshow: "TripAdvisor™ TripWow ★ Do Egipto à Jordania Slideshow ★ to Setúbal, Cairo and Petra by Catia Silva. Stunning free travel slideshows on TripAdvisor"

quarta-feira, agosto 18, 2010

Eu também quero ser baleia ;)

Há uns dias, numa cidade de França, um cartaz na montra de um ginásio, com uma jovem espectacular, dizia:

"ESTE VERÃO, QUERES SER SEREIA OU BALEIA?"

Uma mulher jovem-madura, cujas características físicas não interessam, respondeu à pergunta publicitária nestes termos:
"Estimados Senhores

As baleias estão sempre rodeadas de amigos (golfinhos, leões-marinhos, humanos curiosos). Têm uma vida sexual muito activa, engravidam e têm baleiazinhas ternurentas que amamentam.
Divertem-se à brava com os golfinhos, enchendo a barriga de camarões. Brincam e nadam, sulcando os mares, conhecendo lugares tão maravilhosos como a Patagónia, o mar de Barens ou os recifes de coral da Polinésia.




As baleias cantam muito bem e até gravam CD's. São impressionantes e praticamente não têm outros predadores além dos humanos.

São queridas, defendidas e admiradas por quase toda a gente.
As sereias não existem. E, se existissem, fariam fila nas consultas dos psicanalistas, porque teriam um grave problema de personalidade: "mulher ou peixe?".

Não têm vida sexual, porque matam os homens que delas se aproximam e, além disso, por onde? Por isso, também não têm filhos.



São bonitas, é verdade, mas solitárias e tristes.

Além disso, quem quereria aproximar-se de uma rapariga que cheira a peixe?

Para mim está claro, quero ser baleia.


P.S.: Nesta época em que os meios de comunicação nos metem na cabeça a ideia de que apenas as magras são bonitas, prefiro desfrutar de um gelado com os meus filhos, de um bom jantar com um homem que me faça vibrar, de um café e bolos com os meus amigos.
Com o tempo ganhamos peso porque, ao acumular tanta informação na cabeça, quando já não cabe, espalha-se pelo resto do corpo. Por isso, não estamos gordas, somos tremendamente cultas.

A partir de hoje, quando vir o meu rabo no espelho, pensarei: "Meu Deus, que inteligente que sou..."

terça-feira, agosto 17, 2010

Traição de Sangue - Charlaine Harris

Comecei a ler este livro no dia 14 de Agosto de 2010 e acabei no dia 17/08/2010.

Sookie Stackhouse, uma empregada de bar na pequena vila Bon Temps em Louisiana, tem tão poucos parentes vivos que a entristece perder mais um; neste caso a sua prima Hadley, amante da rainha dos vampiros de Nova Orleães. Hadley deixou tudo o que tinha a Sookie, mas reclamar essa herança tem riscos elevados. Há quem não queira que ela vasculhe demasiado o passado e as posses da prima - nomeadamente uma pulseira valiosa que faz parte de um conjunto oferecido pelo rei vampiro do Arkansas à rainha do Louisiana, e que Hadley roubou e escondeu antes de ser assassinada. Sookie tenta evitar um conflito diplomático entre os dois reis mas, mais uma vez, a sua vida está em perigo pois alguém fará qualquer coisa para a travar...



Críticas de imprensa
«Harris escreve com competência e segurança.»
The New York Times Book Review

«Uma autora de raro talento.»
Publishers Weekly

«É impossível não adorar a sensual e vivaz Sookie, certamente uma das heroínas mais cativantes a guiar-nos pelo mundo das trevas em muito tempo. Possivelmente desde sempre.»
BookPage

“A Saga do Sangue Fresco continua a ser uma das melhores da geração de vampiros.”
Booklist



Charlaine Harris escreve romances de mistério além dos livros de Sookie Stackhouse. Vive no Sul do Arkansas com o marido, três filhos, dois cães, dois furões e um pato. Leitora ávida, cinéfila moderada e halterofilista ocasional, o seu passatempo preferido é incentivar os filhos em desportos variados, instalada em bancadas desconfortáveis.

sábado, agosto 14, 2010

Sem Sangue - Alessandro Baricco

Li este livro no dia 13 de Agosto de 2010.



Quando os seus inimigos finalmente o encontram, Manuel Roca obriga Nina, a sua filha pequena, a meter-se num esconderijo debaixo de um alçapão na despensa, a partir do qual testemunhará o assissinato do seu pai e do seu irmão. Após a matança, Tito, um dos assassínos, encontra o esconderijo de Nina, mas, apiedado da inocência da criança, não diz nada aos seus cúmplices. Décadas mais tarde, Nina é uma intrigante mulher que passeia pela rua quando encontra um já idoso Tito a vender lotaria. Este encontro revelará até que ponto a traumática experiência da sua infância marcou ambas as personagens, e se serão alguma vez capazes de a superar.



Alessandro Baricco nasceu em Turim, em 1958, e a sua estreia na literatura deu-se aos 33 anos com o romance Castelos de Raiva.O seu primeiro best seller internacional, Seda (Dom Quixote, 2007) tem sido traduzido para várias línguas e os seis romances que escreveu têm ganho inúmeros prémios literários, incluindo o Prix Médicis Étrangér, em França.Sucesso de crítica e público, a sua obra é apelidada de «pós-moderna», expressão com múltiplas interpretações e que é, talvez, pequena para um autor que já marcou um espaço de destaque no universo da literatura mundial. Talvez por procurar uma intensidade na sua relação com os leitores, Baricco é hoje em dia um dos autores preferidos pelas camadas mais jovens.A criação literária de Baricco é bastante diversificada, abrangendo peças de teatro, ensaios, colectâneas de artigos, entre outros. É ainda autor dos romances Oceano Mar, City, Sem Sangue (Dom Quixote, 2003) e de Esta História (Dom Quixote, 2008).

quinta-feira, agosto 12, 2010

O Décimo Circulo - Jodi Picoult

Comecei a ler este livro no dia 07/08/2010 e acabei no dia 12/08/2010.

Daniel Stone era o único rapaz branco da vila esquimó do Alasca onde a mãe dava aulas. Por ser diferente, todos troçavam dele sem misericórdia e ele retribuiu tornando-se o pior dos adolescentes, roubando, bebendo e assaltando, até um dia deixar a vila. Quinze anos depois, Daniel é uma pessoa totalmente diferente: um pai calmo e atencioso, autor de banda desenhada, casado com uma professora que dá aulas sobre Dante e o seu Inferno. Trixie, a filha de ambos, é tudo para Daniel.
Mas toda esta calma é perturbada no dia em que Trixie é violada numa festa e Daniel começa a debater-se novamente com uma impotência e uma raiva que podem destruí- lo a si e à sua família.

O Décimo Círculo questiona até onde somos capazes de ir por alguém que amamos e quantas vezes somos capazes de nos reinventar até os nossos erros desaparecerem para sempre ou voltarem para nos assombrar quando menos esperamos.



Mas este livro mostra que existe mais do que uma maneira de contar uma história. No livro encontramos também a banda desenhada de Daniel Stone que conta a história de uma rapariga que é raptada pelo diabo e levada para o inferno de Dante, e do pai que literalmente desce ao inferno para salvá-la.

Este livro viaja desde os corredores de um liceu moderno até uma vila isolada no Alasca, e do inferno até ao coração desfeito de um pai.



Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e escrita criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram Jodi Picoult a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa correctora, foi copywriter numa agência de publicidade, trabalhou numa editora e foi professora de inglês. Aos 38 anos é autora de onze best sellers e em 2003 foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction.

segunda-feira, agosto 09, 2010

Planície de Espelhos - Gabriel Magalhães

Comecei a ler este livro no dia 04 de Agosto de 2010 e acabei no dia 06 de Agosto de 2010.



Este livro é mágico. O leitor deverá pegar nele com todo o cuidado. Nunca se sabe bem o que pode acontecer quando alguém folheia as páginas deste romance. A protagonista, Marta, uma professora universitária, parte para uma viagem que a levará a encontrar-se com um fantasma que lhe pede boleia, à noite, numa estrada alentejana. O espectro voltará a aparecer no dia seguinte, assombrando a sua vida. Mas a maior surpresa acontece quando o fantasma surge na vida do autor – e também na existência de cada leitor deste romance. Porque Planície de Espelhos leva às últimas consequências a magia da literatura.

Gabriel Magalhães está a recuperar dos perigos de ter escrito este livro. Através da alquimia da literatura, este romance transformou-o noutra pessoa. Durante esta metamorfose criativa, continuou a ser quem era: professor da Universidade da Beira Interior, especializado em estudos ibéricos e em estudos literários, e autor do romance Não Tenhas Medo do Escuro (Difel, 2009, Prémio de Revelação APE/DGLB). Publicou também a monografia Garrett e Rivas: o Romantismo em Espanha e Portugal. Colabora no jornal La Vanguardia, de Barcelona, e vive com a sua família na Covilhã.



Gabriel Magalhães é doutorado em Filologia Hispânica e Portuguesa, Professor Literatura portuguesa na Universidade de Salamanca e de Literatura espanhola na Universidade da Beira Interior, profundo conhecedor das culturas de Espanha e Portugal. Reside actualmente em Portugal, mas já viveu na Galiza, no País Basco e em Castela. Lançou recentemente o livro ‘Não Tenhas Medo do Escuro’.

Adorei este livro. Um livro com um enredo magnifico. Espetacular!!

quarta-feira, agosto 04, 2010

Uma Villa em Italia - Elizabeth Edmondson

Comecei a ler este livro no dia 30/07/2010 e acabei de ler no dia 03/08/2010.

Quatro pessoas aparentemente sem nada em comum vêem o seu nome mencionado no testamento de uma mulher que não conhecem. Quem foi Beatrice Malaspina e porque exige que compareçam na sua villa em Itália? Enquanto esperam pelas respostas, a magia do lugar começa a exercer os seus efeitos sobre eles: os frescos desbotados, os jardins exuberantes e a magnífica torre medieval não se assemelham a nada que já tenham visto. Aos poucos, quatro pessoas que sempre fizeram os possíveis por esconder os seus problemas descobrem que a mudança - e até mesmo a esperança - é possível. Mas a misteriosa Beatrice tem um segredo que os afectará a todos…



Elizabeth Edmondson
The daughter of a South American mother and English father, Elizabeth Edmondson was born in Chile, and educated in Calcutta and London before going to Oxford University, Elizabeth Edmondson now divides her time between the countryside north of Rome and the spires of Oxford. She is married to an art historian and has two children.

O Vale das Bonecas - Jacqueline Susann

Comecei a ler este livro no dia 21/07/2010 e acabei no dia 29/07/2010.

Anne, Neely e Jennifer são três jovens fortes, independentes e com muita sede de viver. Mas quando os sonhos da vida se despenham contra os rochedos da desilusão , precisam de algumas «bonecas» -comprimidos calmantes, excitantes, ansiolíticos ou opiáceos - para sobreviver…



Anne: ingénua e doce, mas ansiosa por descobrir tudo o que a vida tem para oferecer…
Neely: um espírito rebelde. Órfã desde a mais tenra idade, só ambiciona uma coisa na vida - rios de dinheiro!
Jennifer: com um corpo de fazer parar o trânsito, este imã sexual só deseja uma coisa - casa e assentar.
Amor, traição, desejo e dependência são retratados em toda a sua crueza neste romance inesquecível, considerado um clássico da literatura norte-americana.



Jacqueline Susann nasceu em Filadélfia em 1918. Antes de se dedicar à escrita foi actriz de televisão e teatro. Faleceu em 1974.
O Vale das Bonecas é considerado o livro mais vendido de todos os tempos. Foi adaptado ao cinema, ao teatro e à televisão e conta com mais de 30 milhões de exemplares vendidos só nos EUA.

Primeira parte do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=15gT1D_71bg

sexta-feira, julho 23, 2010

Amamhã Vou...

de



a caminho de