segunda-feira, setembro 06, 2010

sexta-feira, setembro 03, 2010

Morte na Universidade - Ellery Queen

Comecei a ler este livro no dia 1 de Setembro e acabei no dia 2 de Setembro.

A estudante desaparecida da Universidade de Tisquanto era a filha do rival político do governador Sam Holland. Chama-se Laura Thornton e foi simultaneamente peão e vítima das furiosas sublevações estudantis que o governador Holland não conseguia entender.Quem estaria por detrás do terror que acabou por se instalar após o desaparecimento de Laura? Quem andava a incitar os protestos e desacatos? Um louco brincalhão, um reformador sério? ou estaria EM curso uma conspiração com vista à destruição da universidade?Mike McCall, um detective ao serviço do governador, vai revelar que em Tisquanto encontram-se não apenas marcas dos ódios e violentos da juventude rebelde da época, mas também casos de assassínio.



Ellery Queen é um dos heterónimos colectivos criado em 1929 pelos primos Frederic Dannay e Manfred B. Lee, dois prolíficos escritores norte americanos de romances policiais. É também, ao mesmo tempo, um personagem fictício dos romances produzidos por aqueles autores.

Frederic Dannay e Manfred B. Lee eram primos e nasceram ambos na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos da América, em 1905. Na verdade, mesmo estes são pseudónimos, uma vez que os seus nomes originais são, respectivamente, Daniel Nathan e Maniord Lepofsky. Dannay e Lee conceberam Ellery Queen como um autor que resolvia mistérios e os relatava por escrever romances. Assim, tornava-se uma espécie de personagem que imita os seus próprios autores. Foi criado para um concurso literário, num romance intitulado The Roman Hat Mystery, em 1929, e as suas aventuras foram publicadas por um período de 42 anos. A criação de heterónimos e pseudónimos, incluindo Ellery Queen, autor e personagem que imitava a vida dos seus próprios criadores por ser ele mesmo um escritor de romances policiais, acabou por confundir os leitores. Durante muito tempo, o público acreditava que Ellery Queen seria realmente um escritor verídico e não apenas um heterónimo e, mais ainda, de duas pessoas.

Os dois autores eram também especialistas na pesquisa histórica do género policial, publicando inúmeras colecções e antologias de contos policiais, tal como The Misadventures of Sherlock Holmes. A antologia com quase mil páginas, intitulada 101 Years' Entertainment, The Great Detective Stories, 1841-1941, tornou-se uma obra de referência, mantendo-se nas livrarias por muitas décadas. Foram ainda os co-fundadores da associação Mystery Writers of America.

Este romance inicial estabeleceu a fórmula básica das aventuras seguintes. Ellery Queen é um detective e escritor com um grande poder de observação e dedução, um misto de Sherlock Holmes e Dr. Watson. Mas, assim como Holmes precisava de Watson, Ellery precisava do pai, o Inspector Richard . Outro personagem é Sergeant Velie, o irascível assistente do Inspector Queen. Outros condimentos são um crime incomum, uma série complexa de pistas, e aquilo que viria a tornar-se a parte mais famosa dos romances: "Ellery's Challenge to the Reader" (O Desafio de Ellery ao Leitor). Tratava-se de uma única página, próxima do fim do livro, informado que, naquela parte específica do romance, o leitor já possuía todas as pistas na posse de Ellery, desafiando-o a tentar resolver o mistério antes da leitura do restante da obra.



Quando uma revista da época estabeleceu um prémio para a melhor obra de estreia no género policial, os primos Frederic Dannay e Manfred B. Lee, ambos escritores, decidiram criar um heterónimo colectivo com o mesmo nome da personagem que haviam criado. Apesar de terem vencido o concurso, o romance não chegou a ser publicado na revista uma vez que esta havia sido vendida a novos proprietários. Assim, os primos resolveram levar este primeiro romance a outros editores resultando na publicação da primeira aventura do Detective Ellery Queen, intitulada The Roman Hat Mystery.

A personagem Ellery era, ele mesmo, um escritor de romances policiais, presunçoso, educado em Harvard, com uma fortuna considerável dedicando-se à pesquisa policial simplesmente por considerar a resolução de crimes uma actividade intelectualmente estimulante. Estas características eram herdadas da mãe, a filha de um rico aristocrata nova iorquino que casou com o Inspector Queen, um irlandês de origens humildes. No entanto, ao se iniciarem as histórias de Ellery, a sua mãe já havia morrido. Apesar da sua atitude arrogante e presunçosa, retratada nos romances iniciais, a partir do livro Calamity Town, publicado em 1940, Ellery torna-se mais humano e várias vezes chega a ficar emocionalmente afectado pelas pessoas com quem se cruza nos seus casos. No entanto, nas suas últimas obras, Ellery torna-se uma pessoa quase sem personalidade, cujo papel é meramente o de solucionar os mistérios apresentados.

As aventuras de Ellery Queen foram levadas à rádio, ao cinema e à televisão. A primeira de uma série de longas metragens sobre o detective, foi o filme intitulado Ellery Queen, Master Detective.

Dannay e Lee criaram também a Ellery Queen's Mystery Magazine, em 1941, revista que publicou o que havia de melhor em ficção policial na época, ainda hoje considerada uma das melhores do género, durante o Século XX. Outros escritores escreveram para Ellery Queen. Talmage Powell e Richard Deming escreveram a serie de Tim Cornagan. Outros romancistas anónimos também escreveram para Ellery Queen e Barnaby Ross, outro dos pseudónimos dos primos escritores.


O romance inicial estabeleceu a fórmula básica das aventuras seguintes. Ellery Queen é um detective e escritor com um grande poder de observação e dedução, um misto de Sherlock Holmes e Dr. Watson. Mas, assim como Holmes precisava de Watson, Ellery precisava do pai, o Inspector Richard . Outro personagem é Sergeant Velie, o irascível assistente do Inspector Queen. Outros condimentos são crimes incomuns, uma série complexa de pistas, e aquilo que viria a tornar-se a parte mais famosa dos romances: "Ellery's Challenge to the Reader" (O Desafio de Ellery ao Leitor). Tratava-se de uma única página, próxima do fim do livro, informado que, naquela parte específica do romance, o leitor já possuía todas as pistas na posse de Ellery, desafiando-o a tentar resolver o mistério antes da leitura do restante da obra.

Os romances de Queen são o exemplo clássico das histórias policiais em que se tenta encontrar o autor do crime, marcando aquela que se veio a tornar a época áurea das obras policiais. Todas as pistas são dadas ao leitor, dessa forma tornando a leitura um verdadeiro desafio intelectual. No livro The Greek Coffin Mystery, de 1932, são propostas soluções múltiplas para o mistério, particularidade que veio a ser retomada em romances posteriores, nomeadamente Double, Double e Ten Days' Wonder. A típica "falsa solução, seguida pela verdadeira" veio a tornar-se uma marca distintiva dos mistérios de Ellery.

Em 1932, os primos criaram um outro herói, mais um detective fictício, Drury Lane, sob o pseudónimo Barnaby Ross. Este outro detective era mais teatral do que Ellery. Durante a década de 30, do Século XX, "Ellery Queen" e "Barnaby Ross" chegaram mesmo a realizar uma série de debates públicos, sendo que cada um dos primos encarnava um dos detectives, ambos usando máscaras para manter o anonimato.

Após o sucesso cinematográfico de Ellery, tanto o escritor como o seu personagem começaram a sofrer mudanças, introduzindo-se mais elementos psicológicos e temas mais introspectivos. O "Desafio ao Leitor" deixou de ser publicado. Apesar de alguns romances das décadas posteriores serem considerados clássicos, especialmente Calamity Town e Cat of Many Tails (um dos primeiros romances a incluir um serial killer, ou assassino em série), alguns criticaram a combinação de elementos religiosos com os métodos policiais, considerando essa experiência desastrada e pretensiosa. Vários dos últimos romances atribuídos a Ellery Queen foram na verdade escritos por escitores-fantasma ou anónimos, tais como Theodore Sturgeon e Avram Davidson.

Já no final das suas carreiras, os primos Frederic Dannay e Manfred B. Lee publicaram outros romances, alguns da sua autoria, outros escritos por escritores anónimos, lançados sob o nome de Ellery Queen, apesar do personagem com o mesmo nome não surgir no enredo das obras. Entre elas estão três romances protagonizados pelo personagem Mike McCall e intituladas The Campus Murders, em 1969, escrita por Gil Brewer, The Black Hearts Murder, de 1970, escrita por Richard Deming e The Blue Movie Murders, de 1972, escrita por Edward D. Hoch. O bem conhecido autor de ficção científica Jack Vance também escreveu três destes livros de Ellery, incluindo o claustrofóbico A Room to Die In.

Os dois primos, sob o seu pseudónimo colectivo, Ellery Queen, receberam o Grand Master Award pela excelência na área do romance de mistério policial, atribuído pelo Mystery Writers of America em 1961.

terça-feira, agosto 31, 2010

Cliff Richard - Summer Holiday



Uma musica que me deixa sempre contente, mesmo quando estou em baixo :)

As Noites das Mil e Uma Noites - Naguib Mahfouz

Comecei a ler no dia 27/08/2010 e acabei no dia 31/08/2010.

Este romance começa precisamente onde acabam "As Mil e Uma Noites". O sultão, depois de ter ouvido, durante quase três anos, as histórias de Xerazade, decide casar-se com ela. Todos crêem que, graças à sua habilidade como contadora de histórias, Xerazade salvou a vida e semeou o amor e a piedade no coração do sultão, pelo que, daí por diante, a paz e a harmonia reinarão no país. Contudo, a mudança foi apenas superficial e o sultão, afinal, continuou a desconhecer a compaixão, o amor e a justiça, mantendo-se um homem poderoso, mas sem consciência. Como elevar a sua alma e ressuscitar-lhe a consciência? Só através de uma série de acontecimentos dilacerantes que lhe ensinarão o verdadeiro sentido do poder... Em As Noites das Mil e Uma Noites, toda a narração é uma alegoria rica de magia, de pormenores, do fantástico mundo árabe antigo e contemporâneo, com todos os seus conflitos políticos e religiosos.Nas próprias palavras do grande autor egípcio, As Noites das Mil e Uma Noites "é do mais importante que escrevi em toda a minha vida; nele se misturam a tradição com a modernidade, a realidade com a lenda".



Críticas de imprensa

«Uma verdadeira obra-prima da narrativa. Inserida no seio de uma tradição própria, não lhe são alheias nem a fantasia, nem a mística, nem a simbologia, nem a sensualidade, nem os enigmas, nem o mundo onírico, onde parece desenvolver-se uma boa parte da acção.»
ABC Literario

Naguib Mahfouz - foi um escritor egípcio, autor de relatos, romances e roteiros de cinema. Recebeu o Nobel de Literatura de 1988. É considerado um dos primeiros escritores contemporâneos de literatura árabe, ao lado de Tawfiq el-Hakim, a explorar temas do existencialismo. Publicou mais de 50 romances, mais de 350 contos e dezenas de roteiros de filmes e cinco peças ao longo de 70 anos de carreira. Muitas das suas obras foram adaptadas para filmes em árabe e em línguas estrangeiras.

Seus romances mais conhecidos são Miramar (1967) e os que compõem "A Trilogia do Cairo" (1956-1957) onde cada um dos livros é batizado com o nome de um bairro da capital egípcia. É autor, também, de "A Taberna do Gato Preto". As suas obras encontram-se traduzidas em várias línguas como o inglês, francês, alemão, russo e italiano.

Nascido em uma família muçulmana de classe média baixa no quarteirão Gamaleyya do Cairo, Mahfouz foi assim chamado devido ao professor Naguib Mahfouz Pasha (1882-1974), o renomado médico copta lhe trouxe ao mundo. Mahfouz foi o sétimo e o filho mais novo de uma família que tinha cinco meninos e duas meninas. A família vivia em dois bairros populares da cidade, inicialmente em el-Gamaleyya, de onde se mudaram em 1924 para el-Abbaseyya, então um subúrbio do novo Cairo. Ambos os bairros serviram como cenário para muitos dos escritos de Mahfouz. Seu pai, a quem Mahfouz descreveu como tendo sido "antiquado", foi um funcionário público e Mahfouz mais tarde seguiu seguiu seus passos. Em sua infância Mahfouz lia com voracidade. Sua mãe levou-o muitas vezes a museus e a história egípcia mais tarde se tornou um tema importante em muitos de seus livros.[3]

A família Mahfouz era muçulmana devota e Mahfouz teve uma educação estritamente islâmica. Em uma entrevista, ele dolorosamente descreveu o clima religioso severo em seu lar durante sua infância. Afirmava que "Você nunca teria pensado que um artista poderia surgir a partir dessa família".[3]



A Revolução Egípcia de 1919 teve um forte efeito sobre Mahfouz, embora na época tivesse apenas sete anos de idade. Da janela, viu muitas vezes os soldados britânicos dispararem contra os manifestantes, homens e mulheres. "Você poderia dizer," ele revelou mais tarde, "que a coisa que mais abalou a segurança da minha infância foi a revolução de 1919." Depois de completar o ensino secundário, Mahfouz ingressou na Universidade Rei Fouad I, hoje conhecida como a Universidade do Cairo, onde estudou Filosofia, graduando-se em 1934. Em 1936, depois de passar um ano dedicando-se a obter um mestrado, decidiu se tornar um escritor profissional. Mahfouz trabalhou então como jornalista em er-Risala, e contribuiu para o el-Hilal e o Al-Ahram. A maior influência egípcia no pensamento de Mahfouz sobre ciência e socialismo na década de 1930 foi a de Moussa Salama, o intelectual da Sociedade Fabiana.

Mahfouz deixou a academia e seguiu uma carreira no Ministério dos Assuntos Religiosos. No entanto, logo foi transferido para um cargo no Ministério da Cultura como o oficial responsável pela indústria cinematográfica, devido a seu aparente ateísmo.[4]

Funcionário público civil por longo tempo, Mahfouz serviu no Ministério das Doações de Mãos-mortas e depois como Diretor da Censura no Escritório de Arte. Deixou seu posto como Diretor da Censura e foi nomeado diretor da Fundação de Apoio ao Cinema. Foi um editor contribuinte para o principal jornal, el-Ahram, e em 1969 se tornou um consultor do Ministério da Cultura, aposentando-se em 1972.

Mahfouz permaneceu solteiro até os 43 anos de idade. A razão de ter se casado tarde foi que ele tinha a convicção de que o casamento, com suas inúmeras restrições e limitações, dificultariam seu futuro literário. Em 1954, casou-se com uma mulher egípcia, com quem teve duas filhas.

Publicou 34 romances, mais de 350 contos e dezenas de roteiros de filmes e cinco peças ao longo de 70 anos de carreira. Muitas de suas obras foram transformadas em filmes de língua árabe. Foi um membro do conselho da editora Dar el-Ma'aref. Muitos dos seus romances foram serializados em el-Ahram e seus escritos também aparececiam em sua coluna semanal, "Ponto de Vista". Antes do Prêmio Nobel apenas alguns de seus romances tinham circulado no Ocidente.

Entre 1939 e 1944 publicou as suas primeiras três novelas, todas ambientadas no Antigo Egipto.

A partir de 1956 Mahfouz passou a abordar a sociedade árabe contemporânea, com Al-Thulathiyya (A Trilogia do Cairo), que retrata a vida de três gerações de famílias do Cairo entre a Primeira Guerra Mundial e o golpe que terminou com a monarquia no Egipto em 1952.

Em 1959 o romance Awlad haratina (Os filhos do nosso bairro), traduzido em inglês como Children of Gebelawi, foi banido no Egipto devido à controvérsia levantada pelo recurso a personagens alrgóricas, representando Alá, personagens bíblicas (Caim e Abel) e profetas do Islão, entre os quais Muhammad (Maomé), Moisés e Jesus. [5][6].

Devido ao facto de ter declarado o seu apoio ao presidente Sadat no tratado de paz assinado entre o Egipto e Israel em 1979 os seus livros seriam banidos em vários países árabes. Cerca de metade das novelas de Mahfouz foram adaptadas ao cinema, tendo os filmes sendo exibidos um pouco por todo o mundo árabe.

Em 1988 tornou-se o primeiro escritor de língua árabe a receber o Nobel de Literatura. O presidente da Liga Jordaniana de Escritores chamou o escritor de "delinquente". No Egito, o presidente Hosni Mubarak recusou-se a cumprimentá-lo. Porém, na Europa e nos Estados Unidos seus livros foram sucesso de venda.[6]

Durante a controvérsia dos "Versículos Satânicos" de Salman Rushdie expressou publicamente o seu apoio a Rushdie.

Em 1994, enquanto saía da sua casa no Cairo, foi esfaqueado no pescoço por um fundamentalista islâmico, cuja acção foi inspirada na declaração emitida pelo clérigo radical Omar Abdel-Rahman segundo a qual os livros de Mahfouz constituíam blasfémia e que o escritor merecia morrer.

Em Julho de 2006 foi internado num hospital do Cairo devido a problemas pulmonares e renais. Faleceu a 30 de Agosto de 2006, tendo as exéquias do escritor se realizado na mesquita de Al-Rashdan, na capital egípcia.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Belos Principios

1 - Caminhe de dez a trinta minutos por dia. Sorria enquanto caminha

2 - Fique em silencio diariamente por 10m. Se necessário a sós.

3 - Escute boa música todos os dias. É um autêntico alimento para o espírito.

4 - Ao se levantar pela manhã diga sempre: meu propósito hoje é…

5 - Viva com os 3 E’s … Energia, Entusiasmo e Empatia.

6 - Divirta-se mais do que antes

7 - Leia mais livros do que no ano passado.

8 - Olhe para céu, pelo menos uma vez por dia. Leve em conta a majestade do mundo em torno de você.

9 - Sonhe mais enquanto está acordado.

10 - Coma mais alimentos naturais, como fruta e verduras e menos alimentos industrializados e os que requerem sacrifícios.

11 - Coma castanhas e nozes. Tome muita água e um cálice de vinho ou suco de uva todos os dias.

12 - Experimente tratar bem pelo menos três pessoas por dia.

13 - Elimine a desordem da sua casa, do carro, do escritório e deixe que uma nova energia flua em sua vida.

14 - Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos e coisas fora do teu controlo. É melhor investir a tua energia em coisas positivas

15 - Note que a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições que vêm e vão. O que você aprende é melhor investir nas necessidades presentes.

16 - No pequeno-almoço coma como um rei, no almoço como um príncipe e no jantar como um mendigo.

17 - Sorria mais

18 - Não deixe passar a oportunidade de abraçar a quem aprecia.

19 - A vida é muito curta para desperdiçar tempo odiando alguém.

20 - Não se cobre tanto. Não faz bem.

21 - Você não tem de vencer todas as discussões. Demonstre que não está de acordo e aprenda com os outros.

22 - Esteja em paz com o passado, assim não arruinará seu presente.

23 - Não compare sua vida com a dos outros. Não têm ideia do caminho que eles andaram.

24 - Ninguém é responsável pela sua felicidade, excepto você mesmo.

25 - Lembre-se que você não tem controlo sobre o que acontece consigo, mas decide o que fará da sua vida.

26 - Aprenda algo novo a cada dia

27 - O que os outros pensam de si não importa.

28 - Aprecia o teu corpo e desfruta-o

29 - Não importa quão boa ou ruim é a situação, mude-a se necessário.

30 - Seu trabalho não vai se preocupar se está doente. Seus amigos sim. Fique em contacto com eles.

31 - Descarte qualquer coisa que não seja útil, bonita ou divertida.

32 - Inveja é um desperdício de tempo. Você já tem tudo que necessita.

33 - O melhor está para acontecer

34 - Não importa como se sente, levante-se, vista-se e participe.

35 - Viva com plenitude o seu ser.

36 - Comunique-se com os seus familiares com frequência, mandando-lhes mensagens como: estou a pensar em ti!

37 - Cada noite antes de dormir diga:
Dou graças por _________________
Hoje eu consegui ________________

38 - Lembre-se de que você é muito abençoado, para estar stressado.

39 - Aproveite a viagem. Só tem uma oportunidade de tirar o melhor proveito.

40 - A vida é bela. Aproveite-a enquanto pode. Seja Feliz!!!

Desaparecidos - Michael Grant

Comecei a ler este livro no dia 21/08/2010 e acabei no dia 26/08/2010.

E, de repente, nada! Os telemóveis deixaram de funcionar assim como os computadores e todos os outros aparelhos eléctricos e electrónicos. Sem pufs, flashes, luzes ou explosões. Nada. Mas há mais: não há nenhum adulto no perturbador universo de Desaparecidos.

Desaparecidos, do escritor norte-americano Michael Grant, é um livro inquietante sobre um mundo em que não há adultos e onde a tecnologia não funciona. A fazer lembrar Harry Potter, Stars Wars e Senhor dos Anéis, Grant estreia-se de forma auspiciosa no nosso país.



São mais de 400 páginas de pura emoção e muita expectativa que se lêem num ápice. Num mundo tão diferente daquele em que vivemos, sem muitas das comodidades que deixámos de valorizar pelo facto de não conseguirmos imaginar a vida antes delas, Desaparecidos é um livro perturbante, emocionante e, acima de tudo, muito original.

Tudo começa dentro de uma sala de aula quando, num piscar de olhos, o professor desaparece. Alarmados, os alunos saem da aula em busca do professor. É então que começam a perceber que todos os adultos desapareceram. E que estranho se torna o mundo sem adultos.



Michael Grant is the co-creator and co-author of the Animorphs and the Everworld book series, and also the creator and author of the Gone series. Michael was raised in a military family, attending ten schools in five states, as well as three schools in France. As an adult, he became a writer in part because "it was one of the few jobs that wouldn't tie him down to a specific location." According to the back flap of one of his books: "He lives in California with his wife, Katherine Applegate, and their two children, and far too many pets." He currently lives in Irvine, California. In early 2009 Grant released the sequel to Gone (novel) called Hunger (Gone Series) . The third novel for this series Lies (novel) was released in the United States in May 2010.



sexta-feira, agosto 20, 2010

As Regras de Moscovo - Daniel Silva

Comecei a ler este livro no dia 17/08/2010 e acabei no dia 20/08/2010.

A morte de um jornalista leva Allon à Rússia, onde descobre que, em termos das artes do ofício da espionagem, até mesmo ele tem alguma coisa a aprender. Agora, está a jogar segundo as regras de Moscovo. E na cidade existe uma nova geração de estalinistas que conspiram para reivindicar um império perdido e desafiar o domínio global de um velho inimigo: os Estados Unidos da América. Um desses homens é Ivan Kharkov, um antigo coronel do KGB que construiu um império de investimento global sobre os escombros da União Soviética. No entanto, escondido no interior desse império, está um negócio lucrativo e mortífero.



Kharkov é um negociante de armas - e está prestes a entregar as armas mais sofisticadas da Rússia à al-Qaeda. A não ser que Allon consiga descobrir a hora e o local da entrega, o mundo irá assistir aos ataques terroristas mais mortais desde o 09 de Setembro - e o tempo está a passar muito depressa. Cheio de prosa rica e de reviravoltas na trama de cortar a respiração, o livro As Regras de Moscovo é simultaneamente um entretenimento superior, uma cáustica história exemplar sobre as novas ameaças que estão a aparecer no Leste - e o melhor romance de Silva até ao momento.

Daniel Silva foi jornalista e trabalhou para a UPI, primeiro em Washington e depois no Cairo, como correspondente para o Médio Oriente. Nesse período cobriu diversos conflitos políticos e a guerra Irão-Iraque. Conheceu a sua mulher, correspondente da NBC, e regressaram aos Estados Unidos, onde Daniel Silva foi produtor da CNN durante vários anos, tendo sido responsável por alguns programas muito populares, como Crossfire, The International Hour e The World Yoday, entre outros. Em 1997, logo após o êxito do seu primeiro livro, The Unlikely Spy, Daniel Silva resolveu dedicar-se por completo à escrita, tendo entretanto publicado diversos best-sellers mundiais.



O Washington Post coloca-o «entre os melhores jovens autores norte-americanos de literatura de espionagem» e é com frequência comparado a Graham Greene e a John Le Carré. Vive em Washington D. C., com a mulher e dois filhos.

Do Egipto à Jordania Slideshow

Do Egipto à Jordania Slideshow: "TripAdvisor™ TripWow ★ Do Egipto à Jordania Slideshow ★ to Setúbal, Cairo and Petra by Catia Silva. Stunning free travel slideshows on TripAdvisor"

quarta-feira, agosto 18, 2010

Eu também quero ser baleia ;)

Há uns dias, numa cidade de França, um cartaz na montra de um ginásio, com uma jovem espectacular, dizia:

"ESTE VERÃO, QUERES SER SEREIA OU BALEIA?"

Uma mulher jovem-madura, cujas características físicas não interessam, respondeu à pergunta publicitária nestes termos:
"Estimados Senhores

As baleias estão sempre rodeadas de amigos (golfinhos, leões-marinhos, humanos curiosos). Têm uma vida sexual muito activa, engravidam e têm baleiazinhas ternurentas que amamentam.
Divertem-se à brava com os golfinhos, enchendo a barriga de camarões. Brincam e nadam, sulcando os mares, conhecendo lugares tão maravilhosos como a Patagónia, o mar de Barens ou os recifes de coral da Polinésia.




As baleias cantam muito bem e até gravam CD's. São impressionantes e praticamente não têm outros predadores além dos humanos.

São queridas, defendidas e admiradas por quase toda a gente.
As sereias não existem. E, se existissem, fariam fila nas consultas dos psicanalistas, porque teriam um grave problema de personalidade: "mulher ou peixe?".

Não têm vida sexual, porque matam os homens que delas se aproximam e, além disso, por onde? Por isso, também não têm filhos.



São bonitas, é verdade, mas solitárias e tristes.

Além disso, quem quereria aproximar-se de uma rapariga que cheira a peixe?

Para mim está claro, quero ser baleia.


P.S.: Nesta época em que os meios de comunicação nos metem na cabeça a ideia de que apenas as magras são bonitas, prefiro desfrutar de um gelado com os meus filhos, de um bom jantar com um homem que me faça vibrar, de um café e bolos com os meus amigos.
Com o tempo ganhamos peso porque, ao acumular tanta informação na cabeça, quando já não cabe, espalha-se pelo resto do corpo. Por isso, não estamos gordas, somos tremendamente cultas.

A partir de hoje, quando vir o meu rabo no espelho, pensarei: "Meu Deus, que inteligente que sou..."

terça-feira, agosto 17, 2010

Traição de Sangue - Charlaine Harris

Comecei a ler este livro no dia 14 de Agosto de 2010 e acabei no dia 17/08/2010.

Sookie Stackhouse, uma empregada de bar na pequena vila Bon Temps em Louisiana, tem tão poucos parentes vivos que a entristece perder mais um; neste caso a sua prima Hadley, amante da rainha dos vampiros de Nova Orleães. Hadley deixou tudo o que tinha a Sookie, mas reclamar essa herança tem riscos elevados. Há quem não queira que ela vasculhe demasiado o passado e as posses da prima - nomeadamente uma pulseira valiosa que faz parte de um conjunto oferecido pelo rei vampiro do Arkansas à rainha do Louisiana, e que Hadley roubou e escondeu antes de ser assassinada. Sookie tenta evitar um conflito diplomático entre os dois reis mas, mais uma vez, a sua vida está em perigo pois alguém fará qualquer coisa para a travar...



Críticas de imprensa
«Harris escreve com competência e segurança.»
The New York Times Book Review

«Uma autora de raro talento.»
Publishers Weekly

«É impossível não adorar a sensual e vivaz Sookie, certamente uma das heroínas mais cativantes a guiar-nos pelo mundo das trevas em muito tempo. Possivelmente desde sempre.»
BookPage

“A Saga do Sangue Fresco continua a ser uma das melhores da geração de vampiros.”
Booklist



Charlaine Harris escreve romances de mistério além dos livros de Sookie Stackhouse. Vive no Sul do Arkansas com o marido, três filhos, dois cães, dois furões e um pato. Leitora ávida, cinéfila moderada e halterofilista ocasional, o seu passatempo preferido é incentivar os filhos em desportos variados, instalada em bancadas desconfortáveis.

sábado, agosto 14, 2010

Sem Sangue - Alessandro Baricco

Li este livro no dia 13 de Agosto de 2010.



Quando os seus inimigos finalmente o encontram, Manuel Roca obriga Nina, a sua filha pequena, a meter-se num esconderijo debaixo de um alçapão na despensa, a partir do qual testemunhará o assissinato do seu pai e do seu irmão. Após a matança, Tito, um dos assassínos, encontra o esconderijo de Nina, mas, apiedado da inocência da criança, não diz nada aos seus cúmplices. Décadas mais tarde, Nina é uma intrigante mulher que passeia pela rua quando encontra um já idoso Tito a vender lotaria. Este encontro revelará até que ponto a traumática experiência da sua infância marcou ambas as personagens, e se serão alguma vez capazes de a superar.



Alessandro Baricco nasceu em Turim, em 1958, e a sua estreia na literatura deu-se aos 33 anos com o romance Castelos de Raiva.O seu primeiro best seller internacional, Seda (Dom Quixote, 2007) tem sido traduzido para várias línguas e os seis romances que escreveu têm ganho inúmeros prémios literários, incluindo o Prix Médicis Étrangér, em França.Sucesso de crítica e público, a sua obra é apelidada de «pós-moderna», expressão com múltiplas interpretações e que é, talvez, pequena para um autor que já marcou um espaço de destaque no universo da literatura mundial. Talvez por procurar uma intensidade na sua relação com os leitores, Baricco é hoje em dia um dos autores preferidos pelas camadas mais jovens.A criação literária de Baricco é bastante diversificada, abrangendo peças de teatro, ensaios, colectâneas de artigos, entre outros. É ainda autor dos romances Oceano Mar, City, Sem Sangue (Dom Quixote, 2003) e de Esta História (Dom Quixote, 2008).

quinta-feira, agosto 12, 2010

O Décimo Circulo - Jodi Picoult

Comecei a ler este livro no dia 07/08/2010 e acabei no dia 12/08/2010.

Daniel Stone era o único rapaz branco da vila esquimó do Alasca onde a mãe dava aulas. Por ser diferente, todos troçavam dele sem misericórdia e ele retribuiu tornando-se o pior dos adolescentes, roubando, bebendo e assaltando, até um dia deixar a vila. Quinze anos depois, Daniel é uma pessoa totalmente diferente: um pai calmo e atencioso, autor de banda desenhada, casado com uma professora que dá aulas sobre Dante e o seu Inferno. Trixie, a filha de ambos, é tudo para Daniel.
Mas toda esta calma é perturbada no dia em que Trixie é violada numa festa e Daniel começa a debater-se novamente com uma impotência e uma raiva que podem destruí- lo a si e à sua família.

O Décimo Círculo questiona até onde somos capazes de ir por alguém que amamos e quantas vezes somos capazes de nos reinventar até os nossos erros desaparecerem para sempre ou voltarem para nos assombrar quando menos esperamos.



Mas este livro mostra que existe mais do que uma maneira de contar uma história. No livro encontramos também a banda desenhada de Daniel Stone que conta a história de uma rapariga que é raptada pelo diabo e levada para o inferno de Dante, e do pai que literalmente desce ao inferno para salvá-la.

Este livro viaja desde os corredores de um liceu moderno até uma vila isolada no Alasca, e do inferno até ao coração desfeito de um pai.



Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e escrita criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram Jodi Picoult a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa correctora, foi copywriter numa agência de publicidade, trabalhou numa editora e foi professora de inglês. Aos 38 anos é autora de onze best sellers e em 2003 foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction.

segunda-feira, agosto 09, 2010

Planície de Espelhos - Gabriel Magalhães

Comecei a ler este livro no dia 04 de Agosto de 2010 e acabei no dia 06 de Agosto de 2010.



Este livro é mágico. O leitor deverá pegar nele com todo o cuidado. Nunca se sabe bem o que pode acontecer quando alguém folheia as páginas deste romance. A protagonista, Marta, uma professora universitária, parte para uma viagem que a levará a encontrar-se com um fantasma que lhe pede boleia, à noite, numa estrada alentejana. O espectro voltará a aparecer no dia seguinte, assombrando a sua vida. Mas a maior surpresa acontece quando o fantasma surge na vida do autor – e também na existência de cada leitor deste romance. Porque Planície de Espelhos leva às últimas consequências a magia da literatura.

Gabriel Magalhães está a recuperar dos perigos de ter escrito este livro. Através da alquimia da literatura, este romance transformou-o noutra pessoa. Durante esta metamorfose criativa, continuou a ser quem era: professor da Universidade da Beira Interior, especializado em estudos ibéricos e em estudos literários, e autor do romance Não Tenhas Medo do Escuro (Difel, 2009, Prémio de Revelação APE/DGLB). Publicou também a monografia Garrett e Rivas: o Romantismo em Espanha e Portugal. Colabora no jornal La Vanguardia, de Barcelona, e vive com a sua família na Covilhã.



Gabriel Magalhães é doutorado em Filologia Hispânica e Portuguesa, Professor Literatura portuguesa na Universidade de Salamanca e de Literatura espanhola na Universidade da Beira Interior, profundo conhecedor das culturas de Espanha e Portugal. Reside actualmente em Portugal, mas já viveu na Galiza, no País Basco e em Castela. Lançou recentemente o livro ‘Não Tenhas Medo do Escuro’.

Adorei este livro. Um livro com um enredo magnifico. Espetacular!!

quarta-feira, agosto 04, 2010

Uma Villa em Italia - Elizabeth Edmondson

Comecei a ler este livro no dia 30/07/2010 e acabei de ler no dia 03/08/2010.

Quatro pessoas aparentemente sem nada em comum vêem o seu nome mencionado no testamento de uma mulher que não conhecem. Quem foi Beatrice Malaspina e porque exige que compareçam na sua villa em Itália? Enquanto esperam pelas respostas, a magia do lugar começa a exercer os seus efeitos sobre eles: os frescos desbotados, os jardins exuberantes e a magnífica torre medieval não se assemelham a nada que já tenham visto. Aos poucos, quatro pessoas que sempre fizeram os possíveis por esconder os seus problemas descobrem que a mudança - e até mesmo a esperança - é possível. Mas a misteriosa Beatrice tem um segredo que os afectará a todos…



Elizabeth Edmondson
The daughter of a South American mother and English father, Elizabeth Edmondson was born in Chile, and educated in Calcutta and London before going to Oxford University, Elizabeth Edmondson now divides her time between the countryside north of Rome and the spires of Oxford. She is married to an art historian and has two children.

O Vale das Bonecas - Jacqueline Susann

Comecei a ler este livro no dia 21/07/2010 e acabei no dia 29/07/2010.

Anne, Neely e Jennifer são três jovens fortes, independentes e com muita sede de viver. Mas quando os sonhos da vida se despenham contra os rochedos da desilusão , precisam de algumas «bonecas» -comprimidos calmantes, excitantes, ansiolíticos ou opiáceos - para sobreviver…



Anne: ingénua e doce, mas ansiosa por descobrir tudo o que a vida tem para oferecer…
Neely: um espírito rebelde. Órfã desde a mais tenra idade, só ambiciona uma coisa na vida - rios de dinheiro!
Jennifer: com um corpo de fazer parar o trânsito, este imã sexual só deseja uma coisa - casa e assentar.
Amor, traição, desejo e dependência são retratados em toda a sua crueza neste romance inesquecível, considerado um clássico da literatura norte-americana.



Jacqueline Susann nasceu em Filadélfia em 1918. Antes de se dedicar à escrita foi actriz de televisão e teatro. Faleceu em 1974.
O Vale das Bonecas é considerado o livro mais vendido de todos os tempos. Foi adaptado ao cinema, ao teatro e à televisão e conta com mais de 30 milhões de exemplares vendidos só nos EUA.

Primeira parte do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=15gT1D_71bg

sexta-feira, julho 23, 2010

Amamhã Vou...

de



a caminho de


quarta-feira, julho 21, 2010

Boas Musicas!!









Beijo Gelado - Richelle Mead

Comecei a ler este livro no dia 18/07/2010 e acabei no dia 20/07/2010.

Lissa Dragomir é uma princesa Moroi - um vampiro mortal com um laço inquebrável com a magia da Terra - e deve ser protegida dos Strigoi, os vampiros mais perigosos - os que nunca morrem. Rose Hathaway, a melhor amiga de Lissa, é uma Dhampir - nas suas veias corre uma mistura de sangue de ser humano e de vampiro. Rose tem como missão proteger Lissa dos Strigoi, que tentam por todos os meios tornar Lissa uma deles. Após dois anos de uma liberdade proibida, Rose e Lissa são apanhadas e arrastadas de volta à Academia São Vladimir, escondida nas profundezas da floresta de Montana. Aí, Rose deverá continuar a sua educação de Dhampir, enquanto Lissa será educada para se tornar a rainha da elite Moroi. E ambas voltam a quebrar corações na Academia. No entanto, é dentro dos portões de ferro de São Vladimir que a segurança de Lissa e Rose está mais ameaçada. Rose e Lissa vêem-se forçadas a deslizar por este perigoso mundo, resistindo à tentação de romances proibidos e nunca baixando a guarda, ou os Strigoi farão de Lissa um deles para a eternidade...



Críticas de imprensa
“Cativante”
Booklist

“Excelente, misterioso e delicioso.”
Publishers Weekly



Richelle Mead é uma leitora voraz, fascinada por mitologia e folclore. Autora reconhecida tanto pelo público como pela crítica na área da fantasia urbana para adultos, esta sua nova série, Vampire Academy, encontra-se já publicada em todo o mundo, tendo alcançado os lugares cimeiros das listas de best-sellers internacionais.

segunda-feira, julho 19, 2010

A Villa - Nora Roberts

Comecei a ler este livro no dia 10/07/2010 e acabei no dia 18/07/2010.

Sophia é a herdeira do negócio de vinhos da próspera família Giambelli. Sob ordens da sua avó, ela tem de aprender todas as etapas da produção de vinho. O seu tutor, Tyler MacMillan, é um jovem atraente com uma grande paixão pelas vinhas, mas apenas desprezo pelo mundo de negócios. À partida, esta promete ser uma parceria difícil, mas quando a reputação dos vinhos Giambelli começa a ser misteriosamente atacada, a difícil relação transforma-se num inesperado romance. Infelizmente alguém ambiciona destruir mais do que o negócio de vinhos. Mas só quando o pai de Sophia é morto e os membros da família se tornam suspeitos, é que a verdadeira dimensão da ameaça é revelada. Será que a própria família Giambelli está em risco? E o que pode um frágil amor perante tamanha teia de manipulação? O talento de Nora Roberts melhora com a idade – tal como um bom vinho – e poderá ser devidamente apreciado nesta história de amor e intriga, sobre a luta de uma família para encontrar a paz.



A minha opinião:
No inicio não estava a conseguir entrar dentro da história. Para para quem é fã desta iscritora, não desiste à primeira e têm que ler o livro até ao fim.É um romance identico aos que esta escritora já nos vêm habituando.



Nora Roberts (b. Eleanor Marie Robertson), is a bestselling American author of more than one hundred fifty romance novels. She was the first author to be inducted into the Romance Writers of America Hall of Fame. For the early part of her career Roberts wrote for the category romance line Silhouette which produces short romance novels. Her first full length release was the book "Hot Ice" in 1987. She continued to write for Silhouette until 2002 with the release of "Cordina's Crown Jewel." She is considered one of the most prolific romance writers ever

terça-feira, julho 13, 2010

Sangue Furtivo - Charlaine Harris

Comecei a ler este livro no dia 07/07/2010 e acabei no dia 09/07/2010

Sookie Stackhouse, uma empregada de bar na pequena vila Bon Temps, não é alheia a experiências sobrenaturais. Mas agora estranhos acontecimentos estão a mexer com a sua família e nunca antes o sobrenatural esteve tão próximo. Quando Sookie repara que os olhos do seu irmão Jason começam a modificar-se, ela percebe que ele está prestes a transformar-se numa pantera pela primeira vez - uma transformação mais rápida e intuitiva do que a maioria dos metamorfos que ela conhece.



Mas a preocupação de Sookie torna-se mais intensa e assustadora quando um atirador furtivo aponta a sua mira para os metamorfos locais, e os novos "irmãos" felinos de Jason começam a suspeitar que ele pode estar por trás dessa mira. Sookie tem até à próxima lua cheia para descobrir quem está envolvido nestes ataques... a menos que o atirador decida encontrá-la primeiro...

Charlaine Harris escreve romances de mistério além dos livros de Sookie Stackhouse. Vive no Sul do Arkansas com o marido, três filhos, dois cães, dois furões e um pato. Leitora ávida, cinéfila moderada e halterofilista ocasional, o seu passatempo preferido é incentivar os filhos em desportos variados, instalada em bancadas desconfortáveis.



A minha opinião:
Mais um livro desta excelente colecção.
Eu gosto muito da forma como esta escritora escreve, são bastante fáceis de acompanhar os pensamentos desta nossa amiga Sookie (que é bastante divertida).
E mais uma vez a lista de pretendentes da Sookie não para de aumentar... dois vampiros (O Bill e o Eric), três metamorfos e um lobisomem... não sei mesmo o que é que esta rapariga de Bon Temps tem!!!

Mas para quem já leu alguns livros desta colecção, agora não consegue parar de ler, para saber o que ainda mais vai acontecer.