Este foi o meu primeiro trabalho em feltro, feito com a maravilhosa ajuda da minha grande amiga e "professora": M.
Depois andei a pintar esta Hello Kitty (tb com a supervissão da "prof.")
Depois já completamente sozinha fiz este porta-chaves em tons de cor de rosa.
Também fiz esta pregadeira
E o meu último trabalho até este momento foi mais um porta-chaves.
Estou a pensar em abrir um negocio !!! O que pensam??? Eu estou a pensar em fazer em feltro umas Hello Kitys, umas Puccas, um cão, uma ovelha e mais uns quantos corações e muitas flores.
Comecei a ler este livro no dia 8 de Dezembro e acabei de ler o livro hoje dia 12 Dezembro. Gostei muito da história de Amor e gostei muito da maneira como este escritor escreve. É um livro que se lê muito bem.
Este é um pequeno poema que eu retirei do livro: Duvida que as estrelas são fogo; duvida que o Sol se move; duvida que a verdade não engana; Mas nunca duvides que eu te amo.
Muito simples, mas muito belo.
Francesc Miralles Contijoch, escritor, ensayista, traductor y músico, nació en Barcelona el 27 de agosto de 1968.
Es autor de numerosos libros de autoayuda y de varias novelas, entre ellas Perdut a Bombai (2001), Un haiku per a l'Alicia (2002), ganadora del premio Gran Angular, El somni d'Occident (2002), Café balcanic (2004), Jet Lag (2006), Barcelona blues (2004), Amor en minúscula (2006), Interrail (2007), con la que ganaría el premio Columna Jove, El viaje de Índigo (2007), El cuarto reino (2008) y La profecía 2013 (2008).
Entre sus obras de no ficción figuran Barcelona romántica (2004), La barcelona insólita (2005), L'autoajuda al descobert (2006), Conversaciones sobre la felicidad (2007) y El laberinto de la felicidad (2007), en co-autoría con Álex Rovira Celma, que ya ha sido traducido a 10 idiomas.
Como músico ha publicado un disco, Hotel Guru, en 2007.
Como traductor, ha traducido obras de Henning Mankell destinadas a un público juvenil, como Viatge a la fi del món (2007) o El noi que dormia a la neu (2007), ambas en catalán.
Obtenido de "http://es.wikipedia.org/wiki/Francesc_Miralles"
Comecei a ler este livro no dia 28 de Novembro e acabei hoje dia 8 de Dezembro.
O que poderei eu dizer sobre um livro de vampiros? É um tema que eu gosto bastante, que está agora muito em voga Tenho pena de começar esta saga só no terceiro volume, pois muitas coisas devem de ter acontecido, nos dois volumes anteriores. Mas o enredo faz-me lembrar uma história de vampiros/lobisomens/humanos que anda agora a circular pelas salas de cinema. Uma humana que não têm medo de vampiros e que no decorrer da história até encontra um lobisomem que até é capaz de se apaixonar por ele. Este volume têm bastante acção, sangue, lutas e traições e a forma como a escritora conta a história da perspectiva da única humana com poderes telepáticos é muito engraçado e por vezes cómico. Até parece que nos podia acontecer a qualquer um de nós mortais.
Charlaine Harris (born November 25, 1951 in Tunica, Mississippi) is a New York Times bestselling author who has been writing mysteries for over twenty years. She was born and raised in the Mississippi River Delta area of the United States. She now lives in southern Arkansas with her husband, and three children.[1] Though her early works consisted largely of poems about ghosts and, later, teenage angst, she began writing plays when she attended Rhodes College in Memphis, Tennessee. She began to write books a few years later.
After publishing two stand-alone mysteries, Harris began the lighthearted Aurora Teagarden books with Real Murders, a Best Novel 1990 nomination for the Agatha Awards. Harris wrote several books in the series before the mid-1990s when she began branching out into other works. She did not resume the series until 1999, with the exception of one short story in a Murder, She Wrote anthology titled, "Murder, They Wrote."
In 1996, she released the first in the Shakespeare series, set in rural Arkansas. The fifth book in the series, Shakespeare's Counselor, was printed in fall 2001, followed by the short story "Dead Giveaway" published in the Ellery Queen Mystery Magazine in December of the same year. Harris has stated on her website that she has finished with the series.
After Shakespeare, Harris created The Southern Vampire Mysteries series about a telepathic waitress named Sookie Stackhouse who works in a northern Louisiana bar. The first book in the series, Dead Until Dark, won the Anthony Award for Best Paperback Mystery in 2001. Each book follows Sookie as she tries to solve mysteries involving vampires, werewolves, and other supernatural creatures. The series has been released in Australia, New Zealand, Japan, Spain, Greece, Germany, France, Argentina, Poland, Brazil, Great Britain, Ireland, Mexico, Norway and Sweden.
Sookie Stackhouse has proven to be so popular that Alan Ball, creator of the HBO television series Six Feet Under, announced he would undertake the production of a new HBO series based upon The Southern Vampire Mysteries.[2] He also wrote and directed the pilot episode for the series, True Blood, which premiered on September 7, 2008 on HBO.
October 2005 marked the debut of Harris's new series entitled The Harper Connelly Mysteries, with the release of Grave Sight. The series is told by a young woman named Harper Connelly, who after being struck by lightning, is able to locate dead bodies and determine their cause of death.
Professionally, Harris is a member of the Mystery Writers of America and the American Crime Writers League. She is a member of the board of Sisters in Crime, and alternates with Joan Hess as president of the Arkansas Mystery Writers Alliance. Personally, Harris is married and the mother of three teenagers. A former weightlifter and karate student,[3] she is an avid reader and cinemaphile. Harris resides in Magnolia, Arkansas, where she is the senior warden of St. James Episcopal Church.[4]
Acabei de ler este livro no dia 27 de Novembro. Adorei a forma como este escritor escreve. Adorava ver este livro passar para o grande ecrãn.... e descobri agora na net que sim o livro ... já é um filme!!!! Tenho que o encontrar e comprar!!!! (Ho voglia di te)
Um excerto que eu adorei:
Step. Sempre te quis Quero-te muito Por tudo o que imaginei, sonhei, ansiei. Quero-te muito. Pelo que sei e ainda pelo que não sei. Quero-te muito. Por aquele beijo que ainda não te dei. Quero-te muito. Pelo amor que nunca fiz. Quero-te muito, embora nunca te tenha provado. Quero-te muito, a ti todo. Aos teus erros, aos teus sucessos, aos teus enganos, às tuas dores, às tuas incertezas, aos teus pensamentos que tiveste e àqueles que espero que tenhas esquecido, aos pensamentos que ainda não sabes. Quero-te muito. Quero-te tanto, que nada me basta. Quero-te tanto e nem sequer sei porquê... Ufa. QUERO-TE MUITO.
Federico Moccia nasceu em Roma em 1963. Trabalha como cenógrafo no cinema e como argumentista para a televisão. É autor de três títulos, traduzidos em doze línguas, todos eles grandes best-sellers entre os leitores jovens de todo o mundo, tendo-se tornado uma referência indiscutível para os adolescentes do seu país. Moccia combina o estilo rápido e ligeiro, o coloquialismo e a descrição esquemática de situações numa elaboração muito próxima do guião cinematográfico, o que dota a sua escrita de uma grande fluidez e facilidade de leitura. As frequentes alusões a referências culturais, sem descurar os mais intensos sentimentos amorosos e as atitudes rebeldes que caracterizam a adolescência, são os seus trunfos para prender rapidamente os leitores.
E este é o trailer do filme anterior: "Eu e Tu... Três Metros Acima do Céu!!!"
Comecei a ler este livro no dia 5 de Novembro e acabei no dia 18 de Novembro.
Salvaria a vida do seu filho à custa da morte de outra criança? Seria capaz de recorrer a métodos ilegais para comprar mais tempo de vida? O amor ainda é o melhor refúgio do ser humano?
Porque é que os governos do mundo colocam questões éticas ao avanço da Ciência? A Noite do Tamarindo dá resposta a estas e outras perguntas. Um romance apaixonante repleto de acção e com um ritmo espectacular que se desenvolve nos mais luxuosos cenários do mundo. Uma história para debater o futuro imediato, que já começou.
Sobre o autor: Antonio Gómez Rufo (Madrid, 1954).Traduzida em alemão, holandês, búlgaro, português, francês, russo, húngaro, grego e polaco, a obra narrativa de Gómez Rufo tem sido elogiada pela crítica espanhola e internacional: «Uma estupenda novela sobre um dos personagens mais apaixonantes da história» (El País, sobre La Leyenda del falso traidor), «Romance tremendo, denso, subjugante. Uma delicia.» (revista Tiempo, sobre Los mares del miedo), «Um romance magnífico e necessário» (La Razón, sobre Adiós a los hombres), «Um romance romântico, de perfeição absoluta» (Kapital, Bulgária, sobre a El Alma de los peces) ou «Funciona como um relógio de fábrica, (…) cada tictac soa como tem que soar» (ABC, sobre El Secreto del rey cautivo) É também autor de outras obras como As lágrimas de Henan, Si tú supieras y Balada triste en Madrid. Com El secreto del rey cautivo obteve o Prémio de Novela Fernando Lara 2005.
Este livro no inicio a mim não me deixou muito "agarrada", pois é bastante descritivo e por vezes torna-se cansativo. Mas é uma história interessante e ficamos a pensar as voltas que a vida dá... e que muitas vezes ter muito dinheiro não significa que seremos felizes. Realmente o que é que o dinheiro pode comprar??? Amor?? Saude??? Estatuto???
Aqui ficam alguns excertos do livro que gostei (…Pág. 328…) Sabe que dentro de cinquenta anos o mundo não se parecerá em nada com o que conhecemos hoje? Sabe que mais tarde ou mais cedo os que mandam vão provocar o aparecimento e a expansão de estripes de vírus invencíveis que semearão o planeta de pandemias? Sabe, senhor Salazar, que a população mundial ficará reduzida a metade graças a uma terrível epidemia antes de o século XXI acabar, que os nossos netos viverão sem água nem alimentos naturais, que a Europa ficará reduzida a um terço devido às inundações do Árctico e o que restar do Ocidente já não será a civilização que conhecemos? O estado de bem-estar tem os dias contados! Vejo que não tinha a menor ideia! Porque ainda há mais, muito mais… Disseram-lhe que vai ser ilegal fumar e beber álcool, que nos converterão em estéreis primeiro e depois em castrados para acabar com o crescimento demográfico, que respiraremos um oxigénio tão pobre que ficaremos todos tontos e que sobreviver será uma tortura? Ou será que ainda não verificou que o clima já não se parece em nada ao que era há alguns anos? Compreendo que não queira pensar nisso, que nem sequer o tenha considerado, mas a capacidade de adaptação do ser humano será um património exclusivo dos nossos netos, no caso de o conseguirem, o que duvido… Nem você nem eu conseguiremos sobreviver nesse mundo!
(… Pág. 309…) Insisto na minha ideia de que a infelicidade produz o cancro. Mais do que outras causas que se dão com indutoras da inibição dos anticorpos que impedem a malignização das células, o pior para o ser humano é a infelicidade, meu querido amigo; a infelicidade. Se vivêssemos com optimismo e nos ríssemos mais, manteríamos o cancro na linha. Um dia destes vai ser obrigatório rir e vão educar-nos desde pequenos a não cair na asneira da competitividade, para controlar emoções descontroladas, para converter em algo relativo aquilo que nos acontece e para viver em sossego. Quando isto for assim, quero dizer que quando aprenderemos a ser mais felizes, diminuirá de forma radical a presença dos tumores malignos na nossa sociedade ocidental.
(…Pág. 340…)
O ódio é um sentimento mais forte que o amor e não se pode apagar quando se amaldiçoa não se sabe quem.
(…Pág. 365…) A vida, depois de tudo, não era uma cebola, mas sim uma rosa, e não era envolvida por camadas para arrancar mas por pétalas para desfolhar. E no final das pétalas, no final do aromático coração da corola desfolhada, encontram-se os estames e os pistilos formados por mil pequenos órgãos produtores de pólen que são as minúsculas sementes que guardam uma promessa cada uma. A vida é uma rosa que brota e que se cobre de lindíssimas pétalas de cor para ocultar a continuação da vida. Continuar a vida. E desde aquele momento ia vivê-la de verdade. Livre, sem temê-la nem temer-se a si mesmo. Sem medos… (…Pág. 284…) As calças caídas pela anca… Os negros do Bronx, desse bairro nova-iorquino, começaram a usá-las assim, sem cinto nem suspensórios, como forma de protesto, como uma maneira de se solidarizarem com os seus irmãos negros que esperavam no corredor da morte para serem executados. A estes eram-lhes retirados os cintos e os atacadores para evitar que se suicidassem, por isso no corredor todos traziam as calças descaídas. E na rua os negros usavam-nas também assim para chamar a atenção do mundo sobre aqueles irmãos que esperavam a morte, muito deles, asseguravam, pelo único motivo de serem negros.
Depois passei o resto do fim de semana a vasculhar todas as restantes peças e separar aquelas peças que são especiais (ou seja, que não tenha o formato normal de uma peça de puzzle).
E até ao domingo à noite, andei a "pescar" peças... que tenham um desenho evidente a que zona do puzzle pretencem... e assim já consegui quase completar o caranguejo, o cavalo marinho e o peixe leão
A minha amiga Canochinha fez um post no facebook, sobre um puzzle que está a fazer... e isso trouxe-me muitas memórias... e uma grande vontade de voltar a fazer também um puzzle.
Então o primeiro passo foi ... ir escolher um puzzle à loja... e quem gosta de fazer puzzles sabe que quanto mais confusa for a imagem, mais fácil se torna o puzzle.
E na passada sexta feira passei pela Loja Papagaio sem Penas, no Forum Montijo e adquiri este puzzle:
E se Deus marcasse um encontro consigo? As férias de Mackenzie Allen Philip com a família na floresta do estado de Oregon tornaram-se num pesadelo. Missy, a filha mais nova, foi raptada e, de acordo com as provas encontradas numa cabana abandonada, brutalmente assassinada. Quatro anos mais tarde, Mack, mergulhado numa depressão da qual nunca recuperou, recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à malograda cabana. Ainda que confuso, Mack decide regressar à montanha e reviver todo aquele pesadelo. O que ele vai encontrar naquela cabana mudará o seu mundo para sempre.
William Paul Young (Alberta, 11 de maio de 1955) é um escritor do Canadá.
O mais velho de quatro filhos, Young passou grande parte da sua infância na Papua-Nova Guiné, junto com seus pais missionários, numa comunidade tribal. Os membros da tribo vieram a se tornar parte de sua família. O fato de ser a única criança branca na comunidade e que sabia falar sua língua veio a garantir um incomum acesso à cultura e à comunidade local. Pagou seus estudos religiosos trabalhando com DJ, salva-vidas e em diversos outros empregos temporários. Formou-se em Religião em Oregon, nos Estados Unidos da América. A sua obra mais conhecida é "A Cabana" (The Shack).
A Cabana O maior sucesso de William P. Young vendendo mais de 2 milhões de cópias pelo mundo. O best-seller pode ser considerado um ícone da literatura moderna, pois, de uma forma bastante simples e intrigante, ele responde às nossas maiores questões de vida, tais como: Onde Deus está quando sofremos?; Se Deus é tão bom, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento diante das nossas perdas e das nossas frustrações?; Quer mesmo Deus que sejamos Cristãos ou que sigamos qualquer religião que seja? O livro responde várias perguntas. E fala do amor de Deus para com as pessoas.
Hoje na Radio Comercial, no programa das Musicas para Sonhar, desenterrarm esta reliquia do Baú!!! Eu não me lembrava destes desenhos animados lol mas lembrava-me de outro professor Baltazar da Banda Desenha!
Comecei a ler no dia 21/10/2009 e acabei no dia 27/10/2009
Creasy voltara a Itália. Solitário, precocemente envelhecido, minado pela bebida, acreditava que já não tinha razões para viver. E então foi contratado, pelas piores razões, para ser o guarda-costas da filha de um industrial italiano. Isso conduzi-lo-ia, num país prisioneiro do crime organizado, a recuperar a máquina de guerra que em tempos o seu corpo fora.
A minha opinião: Adorei este livro... e mesmo no final, depois de pensarmos que o Creasy tinha morrido, verificamos que ainda têm ainda mais duas oportunidades para aparecer em dois livros.. gostava de ter tempo para conseguir ler todos os livros que me propus ler e ainda ter tempo para ler as sequências desta personagem tão "querida", grande e desajeitada ;)
A. J. Quinnell was the pen name of Philip Nicholson (born on June 25, 1940 in Nuneaton, Warwickshire, UK - July 10, 2005 on Gozo, Malta), a mystery and thriller writer. He traveled throughout his life and several of the minor characters in his books are actual people he met. He was married three times. His last wife, Elsebeth Egholm, is a Danish mystery novelist. The couple resided on the island of Gozo and Denmark. When the author was getting ready to publish his first book, he decided he wanted to keep his real identity a secret. During a conversation in a bar, his agent (who is also J. K. Rowling's agent) told him he could use a pseudonym. The author chose "Quinnell" after rugby union player Derek Quinnell and "A. J." because they were the initials of the bartender's son.
The author's best known creation was the character of Marcus Creasy, an American-born former member of the French Foreign Legion. The Creasy novels are cult favorites in Japan. Man on Fire was adapted to film twice, in 1987 and 2004. This has resulted in a wider demand for Quinnell's books, especially those featuring Creasy, including The Blue Ring and Message From Hell.
Ingredientes: 200g de Chocolate 100g de Açúcar 1 l de Leite 40g de Farinha Maizena
Preparação: 1. Coloque o leite e o açúcar numa caçarola e leve ao lume até ferver, mexendo de vez em quando. 2. Retire do lume e junte o chocolate aos bocados. Mexa bem a mistura e volte a colocar ao lume até voltar a levantar fervura. 3. Junte a maizena previamente diluida num pouco de leite. Baixe o lume e vá mexendo até obter a espessura desejada.
Nota: O chocolate quente é ideal para os dias de Inverno, mas os mais aficionados sucubem às suas delicias em qualquer altura do ano.
Comecei a ler o livro no dia 14 de Outubro e acabei hoje dia 21 de Outubro de 2009!
O novo romance de Francisco José Viegas, vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE, 2005, com a obra Longe de Manaus.
O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de Maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detective dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial - e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.
História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.
Francisco José Viegas (Vila Nova de Foz Côa, 14 de março de 1962) é um escritor e jornalista português.
Viveu, até aos oito anos, na aldeia de Pocinho, concelho de Vila Nova de Foz Côa, hoje a última paragem ferroviária do Douro. Quando os pais, professores primários, se mudaram para Chaves, foi para lá, afim de frequentar o ensino secundário. Mais tarde licenciou-se em Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e leccionou Linguística (como Assistente) na Universidade de Évora, de 1983 a 1987. Homem religioso, abandonou o catolicismo da sua tradição familiar e converteu-se ao judaísmo.
Com uma intensa actividade jornalística na rádio e na televisão, fez parte da redacção de vários títulos da imprensa portuguesa - Jornal de Letras, Artes e Ideias, Expresso, Semanário, O Liberal, O Jornal, Se7e, Diário de Notícias, O Independente, Record, e as revistas Visão, Notícias Magazine, Elle, Volta ao Mundo, Oceanos. Foi director da LER, da Grande Reportagem e Gazeta dos Desportos. Entre 2006 e 2008 foi director da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, funções que abandonou para regressar à direcção da LER.
Na televisão, foi autor e apresentador dos programas Escrita em Dia (SIC), Falatório (RTP2), Ler Para Crer (RTP2), Prazeres (RTP1), Um Café no Majestic (RTP2), Primeira Página (RTP1) e Livro Aberto (RTP-N). Apresentou na Antena 1 Escrita em Dia. É autor do blogue Origem das Espécies.
Publicou obras de divulgação, poesia, romances, contos, teatro e relatos de viagens. Em 2006, Longe de Manaus (romance policial) recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores. Tem ainda, publicado na imprensa crónicas assinadas com o heterónimo não assumido António Sousa Homem, algumas delas reunidas em livro ("Os Males da Existência - Crónicas de um reaccionário minhoto").
A Minha Opinião: No inicio do livro, confesso que tive uma certa dificuldade em entrar dentro do enredo e na forma como o escritor escreve. Mas quando a historia começou a ser narrada sobre Angola no período depois do 25 de Abril... mais precisamente no dia 18 de Julho de 1975!!! eu fiquei completamente viciada na história, e queria ler mais e saber mais sobre aquele período. Isto pelo facto de eu ter nascido em Nova Lisboa, Huambo (cidade que também aparece no livro) no dia 17 de Julho de 1975. Tenho pena de só depois de concluir a sua leitura descobrir que este livro é uma sequência de outros livros, onde o detective José Ramos já aparecia.
Outras Opiniões: "Cinco anos depois, Francisco José Viegas publica um novo romance protagonizado pelo inspector Jaime Ramos
"O Mar em Casablanca" retoma o espírito deambulatório de "Longe de Manaus" (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, em 2005). Mas, ao contrário do anterior volume protagonizado pelo inspector Jaime Ramos, a geografia adquire aqui uma densidade menor, substituída em parte pela turbulenta paisagem interior do polícia envelhecido e fragilizado. A ideia de viagem mantém-se. Através de Ramos, Francisco José Viegas fala do que gosta, quer seja na exaltação dos momentos de pequenos prazeres como fumar, ou nas descrições de variações gastronómicas, quer, no caso em apreço, no empenho com que apresenta gentes e lugares, como se fossem mais um elemento da acção, sendo desta indissociável. No entanto, o exotismo solar e expansivo de "Longe de Manaus", internando-se progressivamente nas idiossincrasias de um país, o Brasil, que é como um continente, transforma-se em "O Mar em Casablanca" num caos tempestuoso. A primeira cena, que mostra um homem (não vou revelar-lhe a identidade para não prejudicar a leitura) numa ponte da cidade do Porto, "uma estátua numa noite de chuva", "debruçado sobre o vazio", dá o tom a toda a obra.
Em "O Mar em Casablanca" há como que um regresso ao passado, às origens. Os cenários são essencialmente domésticos - Chaves, Douro, o Palace Hotel do Vidago. Porquê então o título a apelar a outras paragens? Casablanca surge no livro como um território mítico, uma terra que para além da existência concreta foi reinventada no século XX pelo imaginário cinéfilo, numa referência explícita ao filme homónimo protagonizado por Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, zona de romantismo irreal e, no desfecho final da criação de Viegas, símbolo de liberdade e subversão. A arte da fuga em tonalidades cinzentas, posta em prática por duas personagens do livro.
Vamos a factos. Há três cadáveres em "O Mar em Casablanca". Não em simultâneo, mas aparecendo a intervalos na história. Eles são o pretexto para mais uma investigação do inspector Jaime Ramos, secundado pelos subordinados aplicados Isaltino de Jesus e o cabo-verdiano José Corsário. Acontece que é possível estabelecer uma ligação entre as primeiras duas mortes, visto ambos os homens terem sido assassinados pela mesma arma.
Toda a obra é construída em torno da ideia claustrofóbica de que o passado acabou por apanhar o inspector, de que não existe escapatória possível. Ramos, que mascara a fragilidade com cinismo, quase sucumbe a estas forças, enquanto mantém apurado o instinto de polícia dado aos monólogos (o excesso desse recurso é a grande debilidade deste romance), à contemplação poética e à criação de uma boa história capaz de explicar as motivações e psicologia dos prevaricadores.
O "Mar em Casablanca" move-se entre diferentes tempos, o presente e várias camadas de passado (a diáspora portuguesa na Venezuela também é retratada através de duas gerações de aventureiros). Mais do que um policial em sentido estrito (são intencionalmente deixadas várias pontas soltas numa obra que respira subtilezas) esta é uma história de vingança, de lealdade e de amor, vivida por personagens dotadas de um sentido de tragédia que só costuma ocorrer em momentos radicais da História."
Alexandra Macedo
(recensão ao livro "O Mar em Casablanca", publicada na edição de sábado do jornal I)
Tudo começa com um homicídio numa festa de encerramento do Palace Hotel, no Vidago. Ali surge morto um jornalista de economia, Joaquim Seabra, de interesses um pouco nebulosos e com um especial interesse sobre Angola. Depois descobre-se o corpo de um empresário angolano, Benigno Mendonça, junto ao Pinhão, no reino do Vinho do Porto, o Douro.
Jaime Ramos e os seus adjuntos Isaltino de Jesus e José Corsário tentam penetrar para lá do nevoeiro com estas duas mortes e elas vão ter a Angola, a Maio de 1977 e às feridas nunca cicatrizadas desses dias em que muitos desapareceram para sempre. É uma teia de contornos emocionais e também políticos que se tece nestas páginas e que acaba também por nos levar à Guiné, e aos tempos militares de Jaime Ramos.
Se a personagem de Adelino Fontoura é a chave do romance (porque este não é um policial estrito), o mais fascinante neste "O Mar em Casablanca" é o universo do próprio inspector. Jaime Ramos sente as rugas, vai envelhecendo, e o seu olhar sobre o que o cerca (as pessoas, o mundo), é cada vez mais o de alguém que imbuído num imaginário que pouco tem a ver com este presente, olha descrente para o que fascina hoje as pessoas.
"Vim ver o bar, tinha saudades. À medida que se envelhece há mais saudades. Os velhos têm mais saudades. E depois adormecem felizes", lê-se, quando Ramos dialoga com Jorge Alonso, o dono do bar Bonaparte que frequenta há anos infinitos. Mas, claramente, Jaime Ramos não consegue adormecer feliz com o que vê.
É entre um mundo que está a desaparecer e outro que se move à velocidade da luz que Jaime Ramos se movimenta, cambaleando, porque já não conhece perfeitamente o piso que calca. Como lhe diz o velho produtor do Douro: "Estas vinhas são parte desse passado, mas os tempos são outros, mais difíceis, terríveis, bons para quem tem dinheiro vivo, dinheiro fresco. Nós não temos dinheiro, senhor Ramos. Os velhos ricos não têm dinheiro. Temos uma adega, estas vinhas, os retratos da família, vícios nem por isso caros". Resta-lhes, como a Jaime Ramos, uma riqueza maior: a memória.»
Ingredientes: 50g de ovo (1 ovo) 120g de manteiga amolecida 70g de farinha 300 de flocos de aveia 200g de açúcar amarelo 150g de pepitas de chocolate 1g de bicarbonato 1g de sal
Preparação:
1. Aqueça o forno a 188ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal 2. Bata a manteiga com o açúcar até obter uma mistura homogénea e cremosa. Peneire a farinha com o bicarbonato e o sal e junte à mistura anterior, mexendo bem. Adicione o ovo. Junte a aveia e as pepitas de chocolate. 3. Com uma colher de sopa humedecida, disponha a massa em pequenos montes sobre o tabuleiro. 4. Leve ao forno durante 10 ou 12 m, até os cookies ficarem dourados.
P.S.: Se não conseguir encontrar as pepitas de chocolate, corte igual quantidade de chocolate em pequenos pedaços e junte à massa. Este foi o meu caso, não é que tive que ir ao Jumbo e ao Modelo, e as pepitas de chocolate estavam esgotadas!!! Existem muitas pessoas gulosas, que me levaram as pepitas!!! LOL!!!
Comecei a ler este no dia 3 de Outubro e acabei no dia 14 de Outubro.
Victor Mancini especializou-se numa forma bizarra de demonstrar o seu amor pela mãe e, em particular, de continuar a pagar a respectiva conta do hospital. De restaurante em restaurante, Mancini finge-se engasgado pela comida, à beira da mais patética asfixia. Ele sabe que a piedade do género humano é muito previsível. Assim, há sempre alguém que o salva. Aí começa, se não uma grande amizade, pelo menos uma relação de protecção para o resto da vida. Com uma componente que Mancini cultiva com sofisticada prudência: semana sim, semana não, ele vai recebendo cheques dos seus salvadores… Entretanto dedica-se a diversas obras humanitárias, incluindo o tratamento dos mais diversos párias da sociedade. A sua especialidade: cuidar de viciados de sexo que ele gosta de reunir, à volta de uma mesa, em sessões de terapia colectiva.
Excerto «Quero dizer, num mundo sem Deus, as mães não são os novos deuses? A última posição inexpugnável e sagrada. Não é a maternidade o último milagre mágico e perfeito? Mas um milagre que é impossível para os homens.»
Críticas de imprensa «Pureza e uma ferocidade anárquica de criatividade são as matérias-primas deste livro.» The New York Times
«Poucos escritores contemporâneos conseguem misturar escândalo e humor com tanto entusiasmo. A excitação anárquica de Chuck Palahniuk faz dele um digno herdeiro de Ken Kesey.» Newsday
« Palahniuk tem um dom único para a sátira, bem como uma aptidão surpreendente para criar frases hipnotizantes.» San Francisco Examiner
Chuck Palahniuk (nascido em Pasco, Washington a 21 de Fevereiro 1961) é um escritor residente em Portland, Oregon. O seu trabalho mais popular é Fight Club (Clube de Combate em Portugal e Clube da Luta no Brasil), que foi posteriormente adaptado para cinema.
Os personagens na obra de Palahniuk são indivíduos que, de uma ou outra forma, foram marginalizados pela sociedade, frequentemente reagindo com agressividade auto-destrutiva. A narrativa nos livros de Palahniuk começam, não raramente, no seu fim cronológico, com o protagonista a recontar os eventos que conduziram ao ponto que forma o princípio do livro. Por bastantes vezes há um ponto de viragem da história, na forma de uma revelação inesperada perto do fim. O estilo de Palahniuk é caracterizado pelo uso e repetição de frases curtas plenas de humor cínico ou irónico. O autor gosta de descrever o seu estilo como Ficção transgressional.
Os direitos cinematográficos de Survivor (Sobrevivente) foram vendidos, mas nenhum estúdio se empenhou na adaptação do romance. Isto deve-se ao facto de o protagonista de Survivor se suicidar ao despencar de um avião contra o solo do deserto australiano. Depois dos ataques no Pentágono e no World Trade Center a 11 de Setembro os estúdios de cinema consideraram o romance demasiado controverso.
A edição de Março de 2004 da revista Playboy publicou um conto de Chuck Palahniuk intitulado Guts (que integra o seu último livro, Haunted). Quando da sua digressão em 2003 para promover o romance Diary, o autor leu o conto para as audiências. Alegadamente mais de 35 pessoas desmaiaram ao ouvir a leitura, embora os eventos sejam factuais, a veracidade das reacções é bastante discutida.
Em 2003, foi realizado por membros do site oficial do autor um documentário em filme sobre a sua vida, chamado Postcards from the Future: The Chuck Palahniuk Documentary. O site oficial, "The Cult" (O Culto) como se auto-intitulada, iniciou uma oficina de escrita onde o próprio Chuck Palahniuk ensina os seus truques. Todos os meses o autor escreve um ensaio sobre um dos truques (ensaios estes que serão compilados num livro sobre escrita minimalista). É um autor muito dedicado aos seus fãs como pode ser observado no site oficial.