E até ao domingo à noite, andei a "pescar" peças... que tenham um desenho evidente a que zona do puzzle pretencem... e assim já consegui quase completar o caranguejo, o cavalo marinho e o peixe leão
segunda-feira, novembro 09, 2009
Passo 3 - Separar as Peças Especiais
Depois passei o resto do fim de semana a vasculhar todas as restantes peças e separar aquelas peças que são especiais (ou seja, que não tenha o formato normal de uma peça de puzzle).

E até ao domingo à noite, andei a "pescar" peças... que tenham um desenho evidente a que zona do puzzle pretencem... e assim já consegui quase completar o caranguejo, o cavalo marinho e o peixe leão
E até ao domingo à noite, andei a "pescar" peças... que tenham um desenho evidente a que zona do puzzle pretencem... e assim já consegui quase completar o caranguejo, o cavalo marinho e o peixe leão
Passo 2 - Contornos do Puzzle
Puzzle - 2000 Peças
A minha amiga Canochinha fez um post no facebook, sobre um puzzle que está a fazer... e isso trouxe-me muitas memórias... e uma grande vontade de voltar a fazer também um puzzle.
Então o primeiro passo foi ... ir escolher um puzzle à loja... e quem gosta de fazer puzzles sabe que quanto mais confusa for a imagem, mais fácil se torna o puzzle.
E na passada sexta feira passei pela Loja Papagaio sem Penas, no Forum Montijo e adquiri este puzzle:

O que acham?? É giro??
Então o primeiro passo foi ... ir escolher um puzzle à loja... e quem gosta de fazer puzzles sabe que quanto mais confusa for a imagem, mais fácil se torna o puzzle.
E na passada sexta feira passei pela Loja Papagaio sem Penas, no Forum Montijo e adquiri este puzzle:
O que acham?? É giro??
quinta-feira, novembro 05, 2009
quarta-feira, novembro 04, 2009
A Cabana - William P. Young
The Shack by William P. YoungMy rating: 4 of 5 stars
Gostei muito de ler este livro. Têm bastantes ensinamentos.
Uma leitura que não me importava de ler uma segunda vez.
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E se Deus marcasse um encontro consigo?
As férias de Mackenzie Allen Philip com a família na floresta do estado de Oregon tornaram-se num pesadelo. Missy, a filha mais nova, foi raptada e, de acordo com as provas encontradas numa cabana abandonada, brutalmente assassinada.
Quatro anos mais tarde, Mack, mergulhado numa depressão da qual nunca recuperou, recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à malograda cabana.
Ainda que confuso, Mack decide regressar à montanha e reviver todo aquele pesadelo. O que ele vai encontrar naquela cabana mudará o seu mundo para sempre.
William Paul Young (Alberta, 11 de maio de 1955) é um escritor do Canadá.
O mais velho de quatro filhos, Young passou grande parte da sua infância na Papua-Nova Guiné, junto com seus pais missionários, numa comunidade tribal. Os membros da tribo vieram a se tornar parte de sua família. O fato de ser a única criança branca na comunidade e que sabia falar sua língua veio a garantir um incomum acesso à cultura e à comunidade local. Pagou seus estudos religiosos trabalhando com DJ, salva-vidas e em diversos outros empregos temporários. Formou-se em Religião em Oregon, nos Estados Unidos da América. A sua obra mais conhecida é "A Cabana" (The Shack).

A Cabana
O maior sucesso de William P. Young vendendo mais de 2 milhões de cópias pelo mundo. O best-seller pode ser considerado um ícone da literatura moderna, pois, de uma forma bastante simples e intrigante, ele responde às nossas maiores questões de vida, tais como: Onde Deus está quando sofremos?; Se Deus é tão bom, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento diante das nossas perdas e das nossas frustrações?; Quer mesmo Deus que sejamos Cristãos ou que sigamos qualquer religião que seja? O livro responde várias perguntas. E fala do amor de Deus para com as pessoas.
terça-feira, novembro 03, 2009
Professor Baltazar
Hoje na Radio Comercial, no programa das Musicas para Sonhar, desenterrarm esta reliquia do Baú!!! Eu não me lembrava destes desenhos animados lol mas lembrava-me de outro professor Baltazar da Banda Desenha!
quarta-feira, outubro 28, 2009
Homem em Furia - A. J. Quinnell
Comecei a ler no dia 21/10/2009 e acabei no dia 27/10/2009
Creasy voltara a Itália. Solitário, precocemente envelhecido, minado pela bebida, acreditava que já não tinha razões para viver. E então foi contratado, pelas piores razões, para ser o guarda-costas da filha de um industrial italiano. Isso conduzi-lo-ia, num país prisioneiro do crime organizado, a recuperar a máquina de guerra que em tempos o seu corpo fora.

A minha opinião:
Adorei este livro... e mesmo no final, depois de pensarmos que o Creasy tinha morrido, verificamos que ainda têm ainda mais duas oportunidades para aparecer em dois livros.. gostava de ter tempo para conseguir ler todos os livros que me propus ler e ainda ter tempo para ler as sequências desta personagem tão "querida", grande e desajeitada ;)
A. J. Quinnell was the pen name of Philip Nicholson (born on June 25, 1940 in Nuneaton, Warwickshire, UK - July 10, 2005 on Gozo, Malta), a mystery and thriller writer.
He traveled throughout his life and several of the minor characters in his books are actual people he met. He was married three times. His last wife, Elsebeth Egholm, is a Danish mystery novelist. The couple resided on the island of Gozo and Denmark.
When the author was getting ready to publish his first book, he decided he wanted to keep his real identity a secret. During a conversation in a bar, his agent (who is also J. K. Rowling's agent) told him he could use a pseudonym. The author chose "Quinnell" after rugby union player Derek Quinnell and "A. J." because they were the initials of the bartender's son.

The author's best known creation was the character of Marcus Creasy, an American-born former member of the French Foreign Legion. The Creasy novels are cult favorites in Japan.
Man on Fire was adapted to film twice, in 1987 and 2004. This has resulted in a wider demand for Quinnell's books, especially those featuring Creasy, including The Blue Ring and Message From Hell.
Creasy voltara a Itália. Solitário, precocemente envelhecido, minado pela bebida, acreditava que já não tinha razões para viver. E então foi contratado, pelas piores razões, para ser o guarda-costas da filha de um industrial italiano. Isso conduzi-lo-ia, num país prisioneiro do crime organizado, a recuperar a máquina de guerra que em tempos o seu corpo fora.

A minha opinião:
Adorei este livro... e mesmo no final, depois de pensarmos que o Creasy tinha morrido, verificamos que ainda têm ainda mais duas oportunidades para aparecer em dois livros.. gostava de ter tempo para conseguir ler todos os livros que me propus ler e ainda ter tempo para ler as sequências desta personagem tão "querida", grande e desajeitada ;)
A. J. Quinnell was the pen name of Philip Nicholson (born on June 25, 1940 in Nuneaton, Warwickshire, UK - July 10, 2005 on Gozo, Malta), a mystery and thriller writer.
He traveled throughout his life and several of the minor characters in his books are actual people he met. He was married three times. His last wife, Elsebeth Egholm, is a Danish mystery novelist. The couple resided on the island of Gozo and Denmark.
When the author was getting ready to publish his first book, he decided he wanted to keep his real identity a secret. During a conversation in a bar, his agent (who is also J. K. Rowling's agent) told him he could use a pseudonym. The author chose "Quinnell" after rugby union player Derek Quinnell and "A. J." because they were the initials of the bartender's son.

The author's best known creation was the character of Marcus Creasy, an American-born former member of the French Foreign Legion. The Creasy novels are cult favorites in Japan.
Man on Fire was adapted to film twice, in 1987 and 2004. This has resulted in a wider demand for Quinnell's books, especially those featuring Creasy, including The Blue Ring and Message From Hell.
quarta-feira, outubro 21, 2009
Num dia de Chuva!!!
#10 - Chocolate à Espanhola
Ingredientes:
200g de Chocolate
100g de Açúcar
1 l de Leite
40g de Farinha Maizena
Preparação:
1. Coloque o leite e o açúcar numa caçarola e leve ao lume até ferver, mexendo de vez em quando.
2. Retire do lume e junte o chocolate aos bocados. Mexa bem a mistura e volte a colocar ao lume até voltar a levantar fervura.
3. Junte a maizena previamente diluida num pouco de leite. Baixe o lume e vá mexendo até obter a espessura desejada.

Nota:
O chocolate quente é ideal para os dias de Inverno, mas os mais aficionados sucubem às suas delicias em qualquer altura do ano.
200g de Chocolate
100g de Açúcar
1 l de Leite
40g de Farinha Maizena
Preparação:
1. Coloque o leite e o açúcar numa caçarola e leve ao lume até ferver, mexendo de vez em quando.
2. Retire do lume e junte o chocolate aos bocados. Mexa bem a mistura e volte a colocar ao lume até voltar a levantar fervura.
3. Junte a maizena previamente diluida num pouco de leite. Baixe o lume e vá mexendo até obter a espessura desejada.
Nota:
O chocolate quente é ideal para os dias de Inverno, mas os mais aficionados sucubem às suas delicias em qualquer altura do ano.
O Mar em Casablanca - Francisco José Viegas
Comecei a ler o livro no dia 14 de Outubro e acabei hoje dia 21 de Outubro de 2009!
O novo romance de Francisco José Viegas, vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE, 2005, com a obra Longe de Manaus.
O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de Maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detective dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial - e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.

História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.

Francisco José Viegas (Vila Nova de Foz Côa, 14 de março de 1962) é um escritor e jornalista português.
Viveu, até aos oito anos, na aldeia de Pocinho, concelho de Vila Nova de Foz Côa, hoje a última paragem ferroviária do Douro. Quando os pais, professores primários, se mudaram para Chaves, foi para lá, afim de frequentar o ensino secundário. Mais tarde licenciou-se em Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e leccionou Linguística (como Assistente) na Universidade de Évora, de 1983 a 1987. Homem religioso, abandonou o catolicismo da sua tradição familiar e converteu-se ao judaísmo.
Com uma intensa actividade jornalística na rádio e na televisão, fez parte da redacção de vários títulos da imprensa portuguesa - Jornal de Letras, Artes e Ideias, Expresso, Semanário, O Liberal, O Jornal, Se7e, Diário de Notícias, O Independente, Record, e as revistas Visão, Notícias Magazine, Elle, Volta ao Mundo, Oceanos. Foi director da LER, da Grande Reportagem e Gazeta dos Desportos. Entre 2006 e 2008 foi director da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, funções que abandonou para regressar à direcção da LER.
Na televisão, foi autor e apresentador dos programas Escrita em Dia (SIC), Falatório (RTP2), Ler Para Crer (RTP2), Prazeres (RTP1), Um Café no Majestic (RTP2), Primeira Página (RTP1) e Livro Aberto (RTP-N). Apresentou na Antena 1 Escrita em Dia. É autor do blogue Origem das Espécies.
Publicou obras de divulgação, poesia, romances, contos, teatro e relatos de viagens. Em 2006, Longe de Manaus (romance policial) recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores. Tem ainda, publicado na imprensa crónicas assinadas com o heterónimo não assumido António Sousa Homem, algumas delas reunidas em livro ("Os Males da Existência - Crónicas de um reaccionário minhoto").
A Minha Opinião:
No inicio do livro, confesso que tive uma certa dificuldade em entrar dentro do enredo e na forma como o escritor escreve. Mas quando a historia começou a ser narrada sobre Angola no período depois do 25 de Abril... mais precisamente no dia 18 de Julho de 1975!!! eu fiquei completamente viciada na história, e queria ler mais e saber mais sobre aquele período. Isto pelo facto de eu ter nascido em Nova Lisboa, Huambo (cidade que também aparece no livro) no dia 17 de Julho de 1975.
Tenho pena de só depois de concluir a sua leitura descobrir que este livro é uma sequência de outros livros, onde o detective José Ramos já aparecia.
Outras Opiniões:
"Cinco anos depois, Francisco José Viegas publica um novo romance protagonizado pelo inspector Jaime Ramos
"O Mar em Casablanca" retoma o espírito deambulatório de "Longe de Manaus" (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, em 2005). Mas, ao contrário do anterior volume protagonizado pelo inspector Jaime Ramos, a geografia adquire aqui uma densidade menor, substituída em parte pela turbulenta paisagem interior do polícia envelhecido e fragilizado. A ideia de viagem mantém-se. Através de Ramos, Francisco José Viegas fala do que gosta, quer seja na exaltação dos momentos de pequenos prazeres como fumar, ou nas descrições de variações gastronómicas, quer, no caso em apreço, no empenho com que apresenta gentes e lugares, como se fossem mais um elemento da acção, sendo desta indissociável. No entanto, o exotismo solar e expansivo de "Longe de Manaus", internando-se progressivamente nas idiossincrasias de um país, o Brasil, que é como um continente, transforma-se em "O Mar em Casablanca" num caos tempestuoso. A primeira cena, que mostra um homem (não vou revelar-lhe a identidade para não prejudicar a leitura) numa ponte da cidade do Porto, "uma estátua numa noite de chuva", "debruçado sobre o vazio", dá o tom a toda a obra.
Em "O Mar em Casablanca" há como que um regresso ao passado, às origens. Os cenários são essencialmente domésticos - Chaves, Douro, o Palace Hotel do Vidago. Porquê então o título a apelar a outras paragens? Casablanca surge no livro como um território mítico, uma terra que para além da existência concreta foi reinventada no século XX pelo imaginário cinéfilo, numa referência explícita ao filme homónimo protagonizado por Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, zona de romantismo irreal e, no desfecho final da criação de Viegas, símbolo de liberdade e subversão. A arte da fuga em tonalidades cinzentas, posta em prática por duas personagens do livro.
Vamos a factos. Há três cadáveres em "O Mar em Casablanca". Não em simultâneo, mas aparecendo a intervalos na história. Eles são o pretexto para mais uma investigação do inspector Jaime Ramos, secundado pelos subordinados aplicados Isaltino de Jesus e o cabo-verdiano José Corsário. Acontece que é possível estabelecer uma ligação entre as primeiras duas mortes, visto ambos os homens terem sido assassinados pela mesma arma.
Toda a obra é construída em torno da ideia claustrofóbica de que o passado acabou por apanhar o inspector, de que não existe escapatória possível. Ramos, que mascara a fragilidade com cinismo, quase sucumbe a estas forças, enquanto mantém apurado o instinto de polícia dado aos monólogos (o excesso desse recurso é a grande debilidade deste romance), à contemplação poética e à criação de uma boa história capaz de explicar as motivações e psicologia dos prevaricadores.
O "Mar em Casablanca" move-se entre diferentes tempos, o presente e várias camadas de passado (a diáspora portuguesa na Venezuela também é retratada através de duas gerações de aventureiros). Mais do que um policial em sentido estrito (são intencionalmente deixadas várias pontas soltas numa obra que respira subtilezas) esta é uma história de vingança, de lealdade e de amor, vivida por personagens dotadas de um sentido de tragédia que só costuma ocorrer em momentos radicais da História."
Alexandra Macedo
(recensão ao livro "O Mar em Casablanca", publicada na edição de sábado do jornal I)
Tudo começa com um homicídio numa festa de encerramento do Palace Hotel, no Vidago. Ali surge morto um jornalista de economia, Joaquim Seabra, de interesses um pouco nebulosos e com um especial interesse sobre Angola. Depois descobre-se o corpo de um empresário angolano, Benigno Mendonça, junto ao Pinhão, no reino do Vinho do Porto, o Douro.
Jaime Ramos e os seus adjuntos Isaltino de Jesus e José Corsário tentam penetrar para lá do nevoeiro com estas duas mortes e elas vão ter a Angola, a Maio de 1977 e às feridas nunca cicatrizadas desses dias em que muitos desapareceram para sempre. É uma teia de contornos emocionais e também políticos que se tece nestas páginas e que acaba também por nos levar à Guiné, e aos tempos militares de Jaime Ramos.
Se a personagem de Adelino Fontoura é a chave do romance (porque este não é um policial estrito), o mais fascinante neste "O Mar em Casablanca" é o universo do próprio inspector. Jaime Ramos sente as rugas, vai envelhecendo, e o seu olhar sobre o que o cerca (as pessoas, o mundo), é cada vez mais o de alguém que imbuído num imaginário que pouco tem a ver com este presente, olha descrente para o que fascina hoje as pessoas.
"Vim ver o bar, tinha saudades. À medida que se envelhece há mais saudades. Os velhos têm mais saudades. E depois adormecem felizes", lê-se, quando Ramos dialoga com Jorge Alonso, o dono do bar Bonaparte que frequenta há anos infinitos. Mas, claramente, Jaime Ramos não consegue adormecer feliz com o que vê.
É entre um mundo que está a desaparecer e outro que se move à velocidade da luz que Jaime Ramos se movimenta, cambaleando, porque já não conhece perfeitamente o piso que calca. Como lhe diz o velho produtor do Douro: "Estas vinhas são parte desse passado, mas os tempos são outros, mais difíceis, terríveis, bons para quem tem dinheiro vivo, dinheiro fresco. Nós não temos dinheiro, senhor Ramos. Os velhos ricos não têm dinheiro. Temos uma adega, estas vinhas, os retratos da família, vícios nem por isso caros". Resta-lhes, como a Jaime Ramos, uma riqueza maior: a memória.»
Fernando Sobral
O novo romance de Francisco José Viegas, vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela da APE, 2005, com a obra Longe de Manaus.
O que une um cadáver encontrado nos bosques que rodeiam o belo Palace do Vidago e um homicídio no cenário deslumbrante do Douro? O que une ambos os crimes às recordações tumultuosas dos acontecimentos de Maio de 1977 em Angola? Jaime Ramos, o detective dos anteriores romances de Francisco José Viegas, regressa para uma nova investigação onde reencontra a sua própria biografia, as recordações do seu passado na guerra colonial - e uma personagem que o persegue como uma sombra, um português repartido por todos os continentes e cuja identidade se mistura com o da memória portuguesa do último século.

História de uma melancolia e de uma perdição, O Mar em Casablanca retoma o modelo das histórias policiais para nos inquietar com uma das personagens mais emblemáticas do romance português de hoje.

Francisco José Viegas (Vila Nova de Foz Côa, 14 de março de 1962) é um escritor e jornalista português.
Viveu, até aos oito anos, na aldeia de Pocinho, concelho de Vila Nova de Foz Côa, hoje a última paragem ferroviária do Douro. Quando os pais, professores primários, se mudaram para Chaves, foi para lá, afim de frequentar o ensino secundário. Mais tarde licenciou-se em Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e leccionou Linguística (como Assistente) na Universidade de Évora, de 1983 a 1987. Homem religioso, abandonou o catolicismo da sua tradição familiar e converteu-se ao judaísmo.
Com uma intensa actividade jornalística na rádio e na televisão, fez parte da redacção de vários títulos da imprensa portuguesa - Jornal de Letras, Artes e Ideias, Expresso, Semanário, O Liberal, O Jornal, Se7e, Diário de Notícias, O Independente, Record, e as revistas Visão, Notícias Magazine, Elle, Volta ao Mundo, Oceanos. Foi director da LER, da Grande Reportagem e Gazeta dos Desportos. Entre 2006 e 2008 foi director da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, funções que abandonou para regressar à direcção da LER.
Na televisão, foi autor e apresentador dos programas Escrita em Dia (SIC), Falatório (RTP2), Ler Para Crer (RTP2), Prazeres (RTP1), Um Café no Majestic (RTP2), Primeira Página (RTP1) e Livro Aberto (RTP-N). Apresentou na Antena 1 Escrita em Dia. É autor do blogue Origem das Espécies.
Publicou obras de divulgação, poesia, romances, contos, teatro e relatos de viagens. Em 2006, Longe de Manaus (romance policial) recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores. Tem ainda, publicado na imprensa crónicas assinadas com o heterónimo não assumido António Sousa Homem, algumas delas reunidas em livro ("Os Males da Existência - Crónicas de um reaccionário minhoto").
A Minha Opinião:
No inicio do livro, confesso que tive uma certa dificuldade em entrar dentro do enredo e na forma como o escritor escreve. Mas quando a historia começou a ser narrada sobre Angola no período depois do 25 de Abril... mais precisamente no dia 18 de Julho de 1975!!! eu fiquei completamente viciada na história, e queria ler mais e saber mais sobre aquele período. Isto pelo facto de eu ter nascido em Nova Lisboa, Huambo (cidade que também aparece no livro) no dia 17 de Julho de 1975.
Tenho pena de só depois de concluir a sua leitura descobrir que este livro é uma sequência de outros livros, onde o detective José Ramos já aparecia.
Outras Opiniões:
"Cinco anos depois, Francisco José Viegas publica um novo romance protagonizado pelo inspector Jaime Ramos
"O Mar em Casablanca" retoma o espírito deambulatório de "Longe de Manaus" (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, em 2005). Mas, ao contrário do anterior volume protagonizado pelo inspector Jaime Ramos, a geografia adquire aqui uma densidade menor, substituída em parte pela turbulenta paisagem interior do polícia envelhecido e fragilizado. A ideia de viagem mantém-se. Através de Ramos, Francisco José Viegas fala do que gosta, quer seja na exaltação dos momentos de pequenos prazeres como fumar, ou nas descrições de variações gastronómicas, quer, no caso em apreço, no empenho com que apresenta gentes e lugares, como se fossem mais um elemento da acção, sendo desta indissociável. No entanto, o exotismo solar e expansivo de "Longe de Manaus", internando-se progressivamente nas idiossincrasias de um país, o Brasil, que é como um continente, transforma-se em "O Mar em Casablanca" num caos tempestuoso. A primeira cena, que mostra um homem (não vou revelar-lhe a identidade para não prejudicar a leitura) numa ponte da cidade do Porto, "uma estátua numa noite de chuva", "debruçado sobre o vazio", dá o tom a toda a obra.
Em "O Mar em Casablanca" há como que um regresso ao passado, às origens. Os cenários são essencialmente domésticos - Chaves, Douro, o Palace Hotel do Vidago. Porquê então o título a apelar a outras paragens? Casablanca surge no livro como um território mítico, uma terra que para além da existência concreta foi reinventada no século XX pelo imaginário cinéfilo, numa referência explícita ao filme homónimo protagonizado por Humphrey Bogart e Ingrid Bergman, zona de romantismo irreal e, no desfecho final da criação de Viegas, símbolo de liberdade e subversão. A arte da fuga em tonalidades cinzentas, posta em prática por duas personagens do livro.
Vamos a factos. Há três cadáveres em "O Mar em Casablanca". Não em simultâneo, mas aparecendo a intervalos na história. Eles são o pretexto para mais uma investigação do inspector Jaime Ramos, secundado pelos subordinados aplicados Isaltino de Jesus e o cabo-verdiano José Corsário. Acontece que é possível estabelecer uma ligação entre as primeiras duas mortes, visto ambos os homens terem sido assassinados pela mesma arma.
Toda a obra é construída em torno da ideia claustrofóbica de que o passado acabou por apanhar o inspector, de que não existe escapatória possível. Ramos, que mascara a fragilidade com cinismo, quase sucumbe a estas forças, enquanto mantém apurado o instinto de polícia dado aos monólogos (o excesso desse recurso é a grande debilidade deste romance), à contemplação poética e à criação de uma boa história capaz de explicar as motivações e psicologia dos prevaricadores.
O "Mar em Casablanca" move-se entre diferentes tempos, o presente e várias camadas de passado (a diáspora portuguesa na Venezuela também é retratada através de duas gerações de aventureiros). Mais do que um policial em sentido estrito (são intencionalmente deixadas várias pontas soltas numa obra que respira subtilezas) esta é uma história de vingança, de lealdade e de amor, vivida por personagens dotadas de um sentido de tragédia que só costuma ocorrer em momentos radicais da História."
Alexandra Macedo
(recensão ao livro "O Mar em Casablanca", publicada na edição de sábado do jornal I)
Tudo começa com um homicídio numa festa de encerramento do Palace Hotel, no Vidago. Ali surge morto um jornalista de economia, Joaquim Seabra, de interesses um pouco nebulosos e com um especial interesse sobre Angola. Depois descobre-se o corpo de um empresário angolano, Benigno Mendonça, junto ao Pinhão, no reino do Vinho do Porto, o Douro.
Jaime Ramos e os seus adjuntos Isaltino de Jesus e José Corsário tentam penetrar para lá do nevoeiro com estas duas mortes e elas vão ter a Angola, a Maio de 1977 e às feridas nunca cicatrizadas desses dias em que muitos desapareceram para sempre. É uma teia de contornos emocionais e também políticos que se tece nestas páginas e que acaba também por nos levar à Guiné, e aos tempos militares de Jaime Ramos.
Se a personagem de Adelino Fontoura é a chave do romance (porque este não é um policial estrito), o mais fascinante neste "O Mar em Casablanca" é o universo do próprio inspector. Jaime Ramos sente as rugas, vai envelhecendo, e o seu olhar sobre o que o cerca (as pessoas, o mundo), é cada vez mais o de alguém que imbuído num imaginário que pouco tem a ver com este presente, olha descrente para o que fascina hoje as pessoas.
"Vim ver o bar, tinha saudades. À medida que se envelhece há mais saudades. Os velhos têm mais saudades. E depois adormecem felizes", lê-se, quando Ramos dialoga com Jorge Alonso, o dono do bar Bonaparte que frequenta há anos infinitos. Mas, claramente, Jaime Ramos não consegue adormecer feliz com o que vê.
É entre um mundo que está a desaparecer e outro que se move à velocidade da luz que Jaime Ramos se movimenta, cambaleando, porque já não conhece perfeitamente o piso que calca. Como lhe diz o velho produtor do Douro: "Estas vinhas são parte desse passado, mas os tempos são outros, mais difíceis, terríveis, bons para quem tem dinheiro vivo, dinheiro fresco. Nós não temos dinheiro, senhor Ramos. Os velhos ricos não têm dinheiro. Temos uma adega, estas vinhas, os retratos da família, vícios nem por isso caros". Resta-lhes, como a Jaime Ramos, uma riqueza maior: a memória.»
Fernando Sobral
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Segredo dos Livros
domingo, outubro 18, 2009
#9 - Cookies de Aveia com pepitas de Chocolate
Ingredientes:
50g de ovo (1 ovo)
120g de manteiga amolecida
70g de farinha
300 de flocos de aveia
200g de açúcar amarelo
150g de pepitas de chocolate
1g de bicarbonato
1g de sal
Preparação:
1. Aqueça o forno a 188ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal
2. Bata a manteiga com o açúcar até obter uma mistura homogénea e cremosa. Peneire a farinha com o bicarbonato e o sal e junte à mistura anterior, mexendo bem. Adicione o ovo. Junte a aveia e as pepitas de chocolate.
3. Com uma colher de sopa humedecida, disponha a massa em pequenos montes sobre o tabuleiro.
4. Leve ao forno durante 10 ou 12 m, até os cookies ficarem dourados.

P.S.: Se não conseguir encontrar as pepitas de chocolate, corte igual quantidade de chocolate em pequenos pedaços e junte à massa.
Este foi o meu caso, não é que tive que ir ao Jumbo e ao Modelo, e as pepitas de chocolate estavam esgotadas!!! Existem muitas pessoas gulosas, que me levaram as pepitas!!! LOL!!!
50g de ovo (1 ovo)
120g de manteiga amolecida
70g de farinha
300 de flocos de aveia
200g de açúcar amarelo
150g de pepitas de chocolate
1g de bicarbonato
1g de sal
Preparação:
1. Aqueça o forno a 188ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal
2. Bata a manteiga com o açúcar até obter uma mistura homogénea e cremosa. Peneire a farinha com o bicarbonato e o sal e junte à mistura anterior, mexendo bem. Adicione o ovo. Junte a aveia e as pepitas de chocolate.
3. Com uma colher de sopa humedecida, disponha a massa em pequenos montes sobre o tabuleiro.
4. Leve ao forno durante 10 ou 12 m, até os cookies ficarem dourados.
P.S.: Se não conseguir encontrar as pepitas de chocolate, corte igual quantidade de chocolate em pequenos pedaços e junte à massa.
Este foi o meu caso, não é que tive que ir ao Jumbo e ao Modelo, e as pepitas de chocolate estavam esgotadas!!! Existem muitas pessoas gulosas, que me levaram as pepitas!!! LOL!!!
Choke - Asfixia - Chuck Palahniuk
Comecei a ler este no dia 3 de Outubro e acabei no dia 14 de Outubro.
Victor Mancini especializou-se numa forma bizarra de demonstrar o seu amor pela mãe e, em particular, de continuar a pagar a respectiva conta do hospital. De restaurante em restaurante, Mancini finge-se engasgado pela comida, à beira da mais patética asfixia. Ele sabe que a piedade do género humano é muito previsível. Assim, há sempre alguém que o salva. Aí começa, se não uma grande amizade, pelo menos uma relação de protecção para o resto da vida. Com uma componente que Mancini cultiva com sofisticada prudência: semana sim, semana não, ele vai recebendo cheques dos seus salvadores…
Entretanto dedica-se a diversas obras humanitárias, incluindo o tratamento dos mais diversos párias da sociedade. A sua especialidade: cuidar de viciados de sexo que ele gosta de reunir, à volta de uma mesa, em sessões de terapia colectiva.
Excerto
«Quero dizer, num mundo sem Deus, as mães não são os novos deuses? A última posição inexpugnável e sagrada. Não é a maternidade o último milagre mágico e perfeito? Mas um milagre que é impossível para os homens.»

Críticas de imprensa
«Pureza e uma ferocidade anárquica de criatividade são as matérias-primas deste livro.»
The New York Times
«Poucos escritores contemporâneos conseguem misturar escândalo e humor com tanto entusiasmo. A excitação anárquica de Chuck Palahniuk faz dele um digno herdeiro de Ken Kesey.»
Newsday
« Palahniuk tem um dom único para a sátira, bem como uma aptidão surpreendente para criar frases hipnotizantes.»
San Francisco Examiner
Chuck Palahniuk (nascido em Pasco, Washington a 21 de Fevereiro 1961) é um escritor residente em Portland, Oregon. O seu trabalho mais popular é Fight Club (Clube de Combate em Portugal e Clube da Luta no Brasil), que foi posteriormente adaptado para cinema.
Os personagens na obra de Palahniuk são indivíduos que, de uma ou outra forma, foram marginalizados pela sociedade, frequentemente reagindo com agressividade auto-destrutiva. A narrativa nos livros de Palahniuk começam, não raramente, no seu fim cronológico, com o protagonista a recontar os eventos que conduziram ao ponto que forma o princípio do livro. Por bastantes vezes há um ponto de viragem da história, na forma de uma revelação inesperada perto do fim. O estilo de Palahniuk é caracterizado pelo uso e repetição de frases curtas plenas de humor cínico ou irónico. O autor gosta de descrever o seu estilo como Ficção transgressional.

Os direitos cinematográficos de Survivor (Sobrevivente) foram vendidos, mas nenhum estúdio se empenhou na adaptação do romance. Isto deve-se ao facto de o protagonista de Survivor se suicidar ao despencar de um avião contra o solo do deserto australiano. Depois dos ataques no Pentágono e no World Trade Center a 11 de Setembro os estúdios de cinema consideraram o romance demasiado controverso.
A edição de Março de 2004 da revista Playboy publicou um conto de Chuck Palahniuk intitulado Guts (que integra o seu último livro, Haunted). Quando da sua digressão em 2003 para promover o romance Diary, o autor leu o conto para as audiências. Alegadamente mais de 35 pessoas desmaiaram ao ouvir a leitura, embora os eventos sejam factuais, a veracidade das reacções é bastante discutida.
Em 2003, foi realizado por membros do site oficial do autor um documentário em filme sobre a sua vida, chamado Postcards from the Future: The Chuck Palahniuk Documentary. O site oficial, "The Cult" (O Culto) como se auto-intitulada, iniciou uma oficina de escrita onde o próprio Chuck Palahniuk ensina os seus truques. Todos os meses o autor escreve um ensaio sobre um dos truques (ensaios estes que serão compilados num livro sobre escrita minimalista). É um autor muito dedicado aos seus fãs como pode ser observado no site oficial.
Victor Mancini especializou-se numa forma bizarra de demonstrar o seu amor pela mãe e, em particular, de continuar a pagar a respectiva conta do hospital. De restaurante em restaurante, Mancini finge-se engasgado pela comida, à beira da mais patética asfixia. Ele sabe que a piedade do género humano é muito previsível. Assim, há sempre alguém que o salva. Aí começa, se não uma grande amizade, pelo menos uma relação de protecção para o resto da vida. Com uma componente que Mancini cultiva com sofisticada prudência: semana sim, semana não, ele vai recebendo cheques dos seus salvadores…
Entretanto dedica-se a diversas obras humanitárias, incluindo o tratamento dos mais diversos párias da sociedade. A sua especialidade: cuidar de viciados de sexo que ele gosta de reunir, à volta de uma mesa, em sessões de terapia colectiva.
Excerto
«Quero dizer, num mundo sem Deus, as mães não são os novos deuses? A última posição inexpugnável e sagrada. Não é a maternidade o último milagre mágico e perfeito? Mas um milagre que é impossível para os homens.»

Críticas de imprensa
«Pureza e uma ferocidade anárquica de criatividade são as matérias-primas deste livro.»
The New York Times
«Poucos escritores contemporâneos conseguem misturar escândalo e humor com tanto entusiasmo. A excitação anárquica de Chuck Palahniuk faz dele um digno herdeiro de Ken Kesey.»
Newsday
« Palahniuk tem um dom único para a sátira, bem como uma aptidão surpreendente para criar frases hipnotizantes.»
San Francisco Examiner
Chuck Palahniuk (nascido em Pasco, Washington a 21 de Fevereiro 1961) é um escritor residente em Portland, Oregon. O seu trabalho mais popular é Fight Club (Clube de Combate em Portugal e Clube da Luta no Brasil), que foi posteriormente adaptado para cinema.
Os personagens na obra de Palahniuk são indivíduos que, de uma ou outra forma, foram marginalizados pela sociedade, frequentemente reagindo com agressividade auto-destrutiva. A narrativa nos livros de Palahniuk começam, não raramente, no seu fim cronológico, com o protagonista a recontar os eventos que conduziram ao ponto que forma o princípio do livro. Por bastantes vezes há um ponto de viragem da história, na forma de uma revelação inesperada perto do fim. O estilo de Palahniuk é caracterizado pelo uso e repetição de frases curtas plenas de humor cínico ou irónico. O autor gosta de descrever o seu estilo como Ficção transgressional.

Os direitos cinematográficos de Survivor (Sobrevivente) foram vendidos, mas nenhum estúdio se empenhou na adaptação do romance. Isto deve-se ao facto de o protagonista de Survivor se suicidar ao despencar de um avião contra o solo do deserto australiano. Depois dos ataques no Pentágono e no World Trade Center a 11 de Setembro os estúdios de cinema consideraram o romance demasiado controverso.
A edição de Março de 2004 da revista Playboy publicou um conto de Chuck Palahniuk intitulado Guts (que integra o seu último livro, Haunted). Quando da sua digressão em 2003 para promover o romance Diary, o autor leu o conto para as audiências. Alegadamente mais de 35 pessoas desmaiaram ao ouvir a leitura, embora os eventos sejam factuais, a veracidade das reacções é bastante discutida.
Em 2003, foi realizado por membros do site oficial do autor um documentário em filme sobre a sua vida, chamado Postcards from the Future: The Chuck Palahniuk Documentary. O site oficial, "The Cult" (O Culto) como se auto-intitulada, iniciou uma oficina de escrita onde o próprio Chuck Palahniuk ensina os seus truques. Todos os meses o autor escreve um ensaio sobre um dos truques (ensaios estes que serão compilados num livro sobre escrita minimalista). É um autor muito dedicado aos seus fãs como pode ser observado no site oficial.
#8 - Melindes de Cacau
Nota: eu não vou colocar fotos desta receita, pois os "Palitos la reine", não sairam como deviam. Começo a pensar que quem escreveu este livro, não testou as receitas. Pois a quantidade de cacau desta receita pareceu-me muito elevada.
Ingredientes:
75g de cacau em pó
120g de gemas (= 8 ovos)
280g de claras (= 8 ovos)
175g de farinha
90g de açúcar
Preparação:
1. Aqueça o forno a 250ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal
2. Bata as gemas com o açúcar até a mistura adquirir uma cor esbranquiçada. Peneire a farinha com o cacau e junte-os ao preparado anterior. Por fim bata as claras em castelo firme e incorpore-as suavemente, com a ajuda de uma espátula.
3. Deite a massa obtida num saco de pasteleiro com um bico grande e disponha sobre o tabuleiro forrado tiras com 5cm de comprimento.
4. Leve ao forno durante 8 ou 10m.
Ingredientes:
75g de cacau em pó
120g de gemas (= 8 ovos)
280g de claras (= 8 ovos)
175g de farinha
90g de açúcar
Preparação:
1. Aqueça o forno a 250ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal
2. Bata as gemas com o açúcar até a mistura adquirir uma cor esbranquiçada. Peneire a farinha com o cacau e junte-os ao preparado anterior. Por fim bata as claras em castelo firme e incorpore-as suavemente, com a ajuda de uma espátula.
3. Deite a massa obtida num saco de pasteleiro com um bico grande e disponha sobre o tabuleiro forrado tiras com 5cm de comprimento.
4. Leve ao forno durante 8 ou 10m.
segunda-feira, outubro 12, 2009
#7 - Bolo Mármore com Laranja
Ingredientes:
20g de cacau em pó
150g de ovos (3 ovos)
175g de manteiga amolecida
125g de farinha
5g de fermento em pó
200g de açúcar
5g de cardamomo em pó
Raspa de 2 laranjas
Preparação:
1. Aqueça o forno a 180ºC e prepare uma forma de 21cm x 11cm, untando-a com manteiga e polvilhando-a com farinha
2. Bata a manteiga com o açúcar durante 3m com a batedeira electrica. Acrescente os ovos um a um. Junte a raspa das laranjas e envolva bem.
3. Numa taça à parte, peneire a farinha juntamente com o fermento e o cardamomo e divida em duas metades. A uma delas junte o cacau em pó peneirado.
4. Divida também o preparado da manteiga com os ovos em duas partes iguais. A uma delas junte a farinha simples; à outra, a farinha com o cacau.
5. Comece por deitar na forma a massa clara. Depois cubra-a com massa achocolatada e, com a lâmina de uma faca, revolva a massa com movimentos lentos e ondulados. Obterá, assim, um efeito marmoreado.
6. Leve ao forno a cozer durante 50m.
7. Terminada a cozedura do bolo, desenforme-o e deixe-o arrefercer sobre uma rede.

Este foi o meu pequeno almoço hoje. Estava excelente!!!
P.S.: Só consegui fazer esta receita com a ajuda da minha amiga do Bookcrossing FallenAngels, pois foi ela que me enviou o cardamomo (que veio de Mocambique). Muito obrigada pelo envio!! Sem o cardamomo, a receita não tinha ficado a mesma coisa ;)
20g de cacau em pó
150g de ovos (3 ovos)
175g de manteiga amolecida
125g de farinha
5g de fermento em pó
200g de açúcar
5g de cardamomo em pó
Raspa de 2 laranjas
Preparação:
1. Aqueça o forno a 180ºC e prepare uma forma de 21cm x 11cm, untando-a com manteiga e polvilhando-a com farinha
2. Bata a manteiga com o açúcar durante 3m com a batedeira electrica. Acrescente os ovos um a um. Junte a raspa das laranjas e envolva bem.
3. Numa taça à parte, peneire a farinha juntamente com o fermento e o cardamomo e divida em duas metades. A uma delas junte o cacau em pó peneirado.
4. Divida também o preparado da manteiga com os ovos em duas partes iguais. A uma delas junte a farinha simples; à outra, a farinha com o cacau.
5. Comece por deitar na forma a massa clara. Depois cubra-a com massa achocolatada e, com a lâmina de uma faca, revolva a massa com movimentos lentos e ondulados. Obterá, assim, um efeito marmoreado.
6. Leve ao forno a cozer durante 50m.
7. Terminada a cozedura do bolo, desenforme-o e deixe-o arrefercer sobre uma rede.
Este foi o meu pequeno almoço hoje. Estava excelente!!!
P.S.: Só consegui fazer esta receita com a ajuda da minha amiga do Bookcrossing FallenAngels, pois foi ela que me enviou o cardamomo (que veio de Mocambique). Muito obrigada pelo envio!! Sem o cardamomo, a receita não tinha ficado a mesma coisa ;)
sexta-feira, outubro 09, 2009
quinta-feira, outubro 08, 2009
#6 - Bolachas de nozes e canela com chocolate branco
Ingredientes:
Para a massa
50g de ovo (= 1ovo)
200g de manteiga amolecida
250g de farinha
200g de nozes moidas
200g de açúcar em pó
5g de canela em pó
Para a cobertura
200g de chocolate branco
nozes q.b.
Preparação:
1. Aqueça o forno a 180ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal
2. Misture a manteiga com o açúcar em pó, as nozes e o ovo. Adicione a farinha e a canela, com cuidado de não trabalhar muito a massa. Forme uma bola, envolva-a em película aderente e deixe-a repousar no frigorifico durante meia hora.
3. Polvilhe a bancada com farinha e estenda a massa com um rolo até obter um espessura de 5mm. Use um cota-massas da forma desejada para cortar a massa. Disponha as bolachas sobre o tabuleiro. (Como a massa não esta propria para cortar com o corta-massa, fiz umas bolinha).
4. Leve-as ao forno até adquirirem uma cor dourada (15-20m).
5. Retire-as do forno e deixe-as arrefecer sobre uma rede.
6. Derreta o chocolate branco e tempere-o. Use-o como cobertura das bolachas: cubra-as um primeira vez, deixe arrefecer um pouco e repita a operação. Coloque metade de uma noz sobre cada bolacha antes do chocolate solidificar.

Nota: Como não consegui derreter o chocolate branco, para fazer o temperamento, as minhas bolachas ficarm simples, sem o chocolate como cobertura.
A minha opinião: Adorei esta receita, ficaram muito saborosas, é muito simples de fazer (sem o temperamento do chocolate, claro).
Levei para o meu trabalho uma caixa cheia de bolachas e trouxe para casa ... a caixa vazia, todas as pessoas que provaram adoraram.. dizem que tenho que fazer mais vezes ;)...
Para a massa
50g de ovo (= 1ovo)
200g de manteiga amolecida
250g de farinha
200g de nozes moidas
200g de açúcar em pó
5g de canela em pó
Para a cobertura
200g de chocolate branco
nozes q.b.
Preparação:
1. Aqueça o forno a 180ºC e forre um tabuleiro com papel vegetal
2. Misture a manteiga com o açúcar em pó, as nozes e o ovo. Adicione a farinha e a canela, com cuidado de não trabalhar muito a massa. Forme uma bola, envolva-a em película aderente e deixe-a repousar no frigorifico durante meia hora.
3. Polvilhe a bancada com farinha e estenda a massa com um rolo até obter um espessura de 5mm. Use um cota-massas da forma desejada para cortar a massa. Disponha as bolachas sobre o tabuleiro. (Como a massa não esta propria para cortar com o corta-massa, fiz umas bolinha).
4. Leve-as ao forno até adquirirem uma cor dourada (15-20m).
5. Retire-as do forno e deixe-as arrefecer sobre uma rede.
6. Derreta o chocolate branco e tempere-o. Use-o como cobertura das bolachas: cubra-as um primeira vez, deixe arrefecer um pouco e repita a operação. Coloque metade de uma noz sobre cada bolacha antes do chocolate solidificar.
Nota: Como não consegui derreter o chocolate branco, para fazer o temperamento, as minhas bolachas ficarm simples, sem o chocolate como cobertura.
A minha opinião: Adorei esta receita, ficaram muito saborosas, é muito simples de fazer (sem o temperamento do chocolate, claro).
Levei para o meu trabalho uma caixa cheia de bolachas e trouxe para casa ... a caixa vazia, todas as pessoas que provaram adoraram.. dizem que tenho que fazer mais vezes ;)...
quarta-feira, outubro 07, 2009
terça-feira, outubro 06, 2009
VIVER DESPENTEADA!!!

Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie.
Por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade...
O mundo é louco, definitivamente louco...
O que é bom, engorda. O que é lindo, custa caro.
O sol que ilumina o teu rosto, enruga.
E o que é realmente bom nesta vida, despenteia...
- Fazer amor - despenteia.
- Rir às gargalhadas - despenteia.
- Viajar, voar, correr, entrar no mar - despenteia.
- Tirar a roupa - despenteia.
- Beijar a pessoa amada - despenteia.
- Brincar - despenteia.
- Cantar até ficar sem ar - despenteia.
- Dançar até duvidar se foi boa ideia calçar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível...
Então, como sempre, cada vez que nos vejamos
eu vou estar com o cabelo despenteado...
Mas podes ter certeza que estarei a passar pelo momento mais feliz da minha vida.
É a lei da vida: Vai estar sempre mais despenteada a mulher que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa, que aquela que decide não subir.
Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável,
toda arrumada por dentro e por fora...
O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença:
Penteia o cabelo, põe, tira, compra, corre, emagrece,
come coisas saudáveis, caminha direita, fica séria...
E talvez até devesse seguir as instruções, mas...quando me vão dar a ordem para ser feliz?
Por acaso não se dão conta que para ficar bonita eu tenho que me sentir bonita???
A pessoa mais bonita que posso ser!
A única coisa que realmente importa é que ao me olhar no espelho, veja a mulher que devo ser.
Por isso, a minha recomendação a todas as mulheres:
Entrega-te, Come coisas gostosas, beija, abraça,
dança, apaixona-te, relaxa, viaja, salta,
dorme tarde, acorda cedo, corre, voa, canta, arranja-te para ficares linda, arranja-te para ficares confortável,
admira a paisagem, aproveita, e acima de tudo:
Deixa a vida despentear-te!!!!
O pior que pode acontecer é que, rindo em frente ao espelho, precises pentear-te de novo...
domingo, outubro 04, 2009
#5 - Pudim de Chocolate e gengibre cozido no Vapor
Ingredientes:
100g de Chocolate amargo (60% de cacau)
10g de cacau em pó
150g de ovos (= 3 ovos)
100g de manteiga amolecida
80g de farinha
10 g de fermento em pó
85g de miolo de pão integral
100g de açúcar amarelo
20g de mel
5g de gengibre em pó
5cm de gengibre fresco
Preparação:
1. Aqueça o forno e prepare uma forma de pudim, untando-a com farinha e polvilhando-a com farinha
2. Pique finamente o gengibre fresco e misture-o com 20g de mel. Unte bem a forma com esta mistura
3. Derreta metade do chocolate e reserve.
4. Bata a manteiga com o açúcar até obter uma mistura homogénea. Adicione os ovos, um a um, sem parar de bater.
5. Peneire a farinha com o fermento, o cacau e o gengibre em pó e misture ao preparado anterior. Junte o chocolate derretido, o resto do chocolate partido em pequenos pedaços e, por fim, o miolo de pão. Liguem bem esta mistura e verta na forma. Cubra com papel vegetal e, depois, com papel de alumínio. Ate o rebordo com fio de cozinha, para segurar bem os papeis e passe outro fio na transversal, para obter uma asa que permita extraí-lo do tacho depois de cozido.
6. Num tacho grande, coloque um prato de boca para baixo, ou uma rede com pés e apoie sobre eles a forma do pudim (é importante que não toque no fundo). Verta água até cobrir metade da forma, cubra o tacho hermeticamente e coza no vapor durante 2 horas, sempre em lume brando.
7. Retire a forma do tacho – use luvas de cozinha, para evitar queimar-se com o vapor – e retire os papeis que a cobrem. O pudim deve ter uma consistência firme. Deixe-o arrefecer algum tempo antes de o desenformar e sirva-o de preferência morno.

A minha opinião: Como o "pudim" sabia muito a gengibre, não gostei muito desta receita.
100g de Chocolate amargo (60% de cacau)
10g de cacau em pó
150g de ovos (= 3 ovos)
100g de manteiga amolecida
80g de farinha
10 g de fermento em pó
85g de miolo de pão integral
100g de açúcar amarelo
20g de mel
5g de gengibre em pó
5cm de gengibre fresco
Preparação:
1. Aqueça o forno e prepare uma forma de pudim, untando-a com farinha e polvilhando-a com farinha
2. Pique finamente o gengibre fresco e misture-o com 20g de mel. Unte bem a forma com esta mistura
3. Derreta metade do chocolate e reserve.
4. Bata a manteiga com o açúcar até obter uma mistura homogénea. Adicione os ovos, um a um, sem parar de bater.
5. Peneire a farinha com o fermento, o cacau e o gengibre em pó e misture ao preparado anterior. Junte o chocolate derretido, o resto do chocolate partido em pequenos pedaços e, por fim, o miolo de pão. Liguem bem esta mistura e verta na forma. Cubra com papel vegetal e, depois, com papel de alumínio. Ate o rebordo com fio de cozinha, para segurar bem os papeis e passe outro fio na transversal, para obter uma asa que permita extraí-lo do tacho depois de cozido.
6. Num tacho grande, coloque um prato de boca para baixo, ou uma rede com pés e apoie sobre eles a forma do pudim (é importante que não toque no fundo). Verta água até cobrir metade da forma, cubra o tacho hermeticamente e coza no vapor durante 2 horas, sempre em lume brando.
7. Retire a forma do tacho – use luvas de cozinha, para evitar queimar-se com o vapor – e retire os papeis que a cobrem. O pudim deve ter uma consistência firme. Deixe-o arrefecer algum tempo antes de o desenformar e sirva-o de preferência morno.
A minha opinião: Como o "pudim" sabia muito a gengibre, não gostei muito desta receita.
Viúva Por Um Ano - A Porta no Chão
Comecei a ler este livro no dia 20 de Setembro e acabei ontem dia 3 de Outubro de 2009.
Viúva por um ano foi considerado pela crítica como o melhor romance do autor desde o inolvidável O Estranho Mundo de Garp. Nele narra-se a história de Ruth Cole, uma escritora cuja infância foi marcada pela morte dos seus irmãos mais velhos. Quando Ruth tem apenas 4 anos, a mãe (que vive uma aventura com um jovem de 16 anos) sente-se incapaz de educá-la e abandona-a. Ruth será criada com o pai, com quem irá manter uma relação de amor-ódio sempre marcada pela rivalidade. Com o tempo, converter-se-á numa escritora de sucesso, casar-se-á, terá um filho e ficará viúva; a única coisa que não podia prever é que, trinta anos depois, a mãe reaparecesse na sua vida...
"Viúva por um Ano" foi adaptado ao cinema por Tod Williams, sob o título "A Porta no Chão", e protagonizado por Jeff Bridges e Kim Basinger.

Adorei este livro. Adorei a maneira com o escritor fez o enredo do livro...
Estamos a ler um livro, que fala sobre a vida de várias familias, que são todos escritores, ou leitores... e como as suas vidas se cruzam através desses livros...
Fala sobre como um escritor.. produz as suas proprias histórias para os seus livros..
Para mim é um livro que fala sobre outros livros e como esses livros acabam por aproximar as pessoas...
Adorei a personagem do Harry... que por sinal é um policia holandês, que adora de ler em frente de uma lareira e que é aquele que leu os livros de todos os escritores: Ted Cole, Marion Cole, Ruth Cole e Eddie O' Hare.
Críticas de imprensa
"São 605 páginas, mas lêem-se de um fôlego só."
Cosmopolitan
"Um dos melhores romances que li em toda a minha vida."
El País
"Viúva por um Ano é na minha opinião a melhor história que John Irving já urdiu."
The New York Times Book Review
"John Irving está entre os raros escritores que conseguem escrever sobre o sofrimento humano e simultaneamente manter a sua irreverente ironia e humor."
USA Today
"Profundamente tocante… O prazer que se retira deste livro intenso e belíssimo é imenso. Ser humano é ter a capacidade de o saborear."
Los Angeles Times Book Review
"Viúva por um Ano reúne todas as qualidades que os fãs de John Irving estão habituados a encontrar nos livros do mundialmente famoso autor de O Estranho Mundo de Garp: uma saga simultaneamente divertida e triste, repleta de personagens excêntricos mas sempre credíveis."
Glamour

John Winslow Irving (2 de março de 1942, nascido como John Wallace Blunt, Jr.) é um romancista estadunidense, autor de best-sellers e vencedor do Oscar como roteirista.
Irving foi aclamado depois do sucesso internacional de The Word According to Garp, em 1978. Todos os romances de Irving, como The Cider House Rules e O filho de Deus vai pra guerra, tornaram-se beste-sellers e muitos foram adaptados para o cinema.
Viúva por um ano foi considerado pela crítica como o melhor romance do autor desde o inolvidável O Estranho Mundo de Garp. Nele narra-se a história de Ruth Cole, uma escritora cuja infância foi marcada pela morte dos seus irmãos mais velhos. Quando Ruth tem apenas 4 anos, a mãe (que vive uma aventura com um jovem de 16 anos) sente-se incapaz de educá-la e abandona-a. Ruth será criada com o pai, com quem irá manter uma relação de amor-ódio sempre marcada pela rivalidade. Com o tempo, converter-se-á numa escritora de sucesso, casar-se-á, terá um filho e ficará viúva; a única coisa que não podia prever é que, trinta anos depois, a mãe reaparecesse na sua vida...
"Viúva por um Ano" foi adaptado ao cinema por Tod Williams, sob o título "A Porta no Chão", e protagonizado por Jeff Bridges e Kim Basinger.

Adorei este livro. Adorei a maneira com o escritor fez o enredo do livro...
Estamos a ler um livro, que fala sobre a vida de várias familias, que são todos escritores, ou leitores... e como as suas vidas se cruzam através desses livros...
Fala sobre como um escritor.. produz as suas proprias histórias para os seus livros..
Para mim é um livro que fala sobre outros livros e como esses livros acabam por aproximar as pessoas...
Adorei a personagem do Harry... que por sinal é um policia holandês, que adora de ler em frente de uma lareira e que é aquele que leu os livros de todos os escritores: Ted Cole, Marion Cole, Ruth Cole e Eddie O' Hare.
Críticas de imprensa
"São 605 páginas, mas lêem-se de um fôlego só."
Cosmopolitan
"Um dos melhores romances que li em toda a minha vida."
El País
"Viúva por um Ano é na minha opinião a melhor história que John Irving já urdiu."
The New York Times Book Review
"John Irving está entre os raros escritores que conseguem escrever sobre o sofrimento humano e simultaneamente manter a sua irreverente ironia e humor."
USA Today
"Profundamente tocante… O prazer que se retira deste livro intenso e belíssimo é imenso. Ser humano é ter a capacidade de o saborear."
Los Angeles Times Book Review
"Viúva por um Ano reúne todas as qualidades que os fãs de John Irving estão habituados a encontrar nos livros do mundialmente famoso autor de O Estranho Mundo de Garp: uma saga simultaneamente divertida e triste, repleta de personagens excêntricos mas sempre credíveis."
Glamour

John Winslow Irving (2 de março de 1942, nascido como John Wallace Blunt, Jr.) é um romancista estadunidense, autor de best-sellers e vencedor do Oscar como roteirista.
Irving foi aclamado depois do sucesso internacional de The Word According to Garp, em 1978. Todos os romances de Irving, como The Cider House Rules e O filho de Deus vai pra guerra, tornaram-se beste-sellers e muitos foram adaptados para o cinema.
quarta-feira, setembro 30, 2009
#4 - Bolo de Chocolate sem Farinha
Aqui fica o resultado da quarta receita do Desafio: "Paixão pelo Chocolate".
Espero que gostem ;) Eu de certeza que vou gostar!!!
Ingredientes:
125g de Chocolate
140g de Claras (= 4 ovos)
60g de Gemas (= 4 ovos)
40g de manteiga
50g de Açúcar
Preparação:
1. Aqueça o forno a 200ºC e prepare uma forma de 20cm de diâmetro, untando-a com manteiga e polvilhando-a com farinha.
2. Bata as claras em claras em castelo, adicionando-lhe o açúcar.
3. Num outro recipiente, bata as gemas e, depois, acrescente o chocolate derretido com a manteiga.
4. Junte as claras em castelo a este preparado, deite na forma e leve ao forno durante 10m.
5. Retire do forno, desenforme e deixe arrefecer sobre uma rede.
Espero que gostem ;) Eu de certeza que vou gostar!!!
Ingredientes:
125g de Chocolate
140g de Claras (= 4 ovos)
60g de Gemas (= 4 ovos)
40g de manteiga
50g de Açúcar
Preparação:
1. Aqueça o forno a 200ºC e prepare uma forma de 20cm de diâmetro, untando-a com manteiga e polvilhando-a com farinha.
2. Bata as claras em claras em castelo, adicionando-lhe o açúcar.
3. Num outro recipiente, bata as gemas e, depois, acrescente o chocolate derretido com a manteiga.
4. Junte as claras em castelo a este preparado, deite na forma e leve ao forno durante 10m.
5. Retire do forno, desenforme e deixe arrefecer sobre uma rede.
terça-feira, setembro 29, 2009
Coisas que eu Gostava de Comprar
Com este Desafio: "Paixão pelo Chocolate", verifiquei que me faltam algumas peças/utensílios para a cozinha ... então dei um salto até ao site do IKEA e encontrei este prato para Bolo, que eu gostava mesmo de comprar.. mas depois perdi a cabeça e acabei por gostar de todas as outras coisas... Vejam lá se não são giras??? E fazem falta tb!!! E que me dizem devo ou não ir este fim de semana até ao IKEA??
Prato para Bolo
Base para Bolo & Petisqueira
Outro Prato para Bolo
Saco Pasteleiro
Taça para Misturar Massa Bolos
Decoração de Bolos
Formas para Bolos e Bolinhos
Espatulas
Medidores
Base para Bolos
Formas para Gelo
Digam lá se este conjunto de pratos não é lindo??? Fiquei apaixonada !!!
Digam lá se este conjunto de pratos não é lindo??? Fiquei apaixonada !!!
segunda-feira, setembro 28, 2009
Aniversário de Confúcio
Hoje celebra-se o nascimento do pensador chinês Confúcio.
Nascimento: 28 de Setembro, 551 a.C.
Morte: 479 a.C.
Escola/tradição: Fundador do Confucionismo
Principais interesses: Ética, Filosofia Social
Idéias notáveis: Confucionismo
Influências: Dinastia Zhou
Influenciados: Filosofia oriental

Confúcio (em chinês: 孔夫子, pinyin: Kǒngzǐ) (551 a.C. - 479 a.C.) é o nome latino do pensador chinês Kung-Fu-Tse. Foi a figura histórica mais conhecida na China como mestre, filósofo e teórico político. Sua doutrina, o confucionismo, teve forte influência não apenas sobre a China mas também sobre toda a Ásia oriental.
Conhece-se muito pouco da sua vida. Parece que os seus antepassados foram de linhagem nobre, mas o filósofo e moralista viveu pobre, e desde a infância teve de ser mestre de si mesmo. Na sua época, a China estava praticamente dividida em reinos feudais cujos senhores dependiam muito pouco do rei.
Nascimento e juventude
Confúcio, também conhecido como , K'ung Ch'iu, K'ung Chung-ni ou Confucius[1], nasceu em meados do século VI (551 a.c.), em Tsou, uma pequena cidade no estado de Lu, hoje Shantung. Segundo algumas fontes antigas, teria nascido em 552 a. C. (ou seja, no vigésimo primeiro ano do duque Hsiang).[2] Esse estado é denominado de "terra santa" pelos chineses. Confúcio estava longe de se originar de uma família abastada, embora seja dito que ele tinha ascendência aristocrática. Seu pai, Shu-Liang He, antes magistrado e guerreiro de certa fama, tinha setenta anos quando se casou com a mãe de Confúcio, uma jovem de quinze anos chamada Yen Cheng Tsai, que diziam ser descendente de Po Chi'in, o filho mais velho do Duque de Chou, cujo sobrenome era Chi.
Dos onze filhos, Confúcio era o mais novo. Seu pai morreu quando ele tinha três anos de idade, o que o obrigou a trabalhar desde muito jovem para ajudar no sustento da família. Aos quinze anos, resolveu dedicar suas energias em busca do aprendizado. Em vários estágios de sua vida empregou suas habilidades como pastor, vaqueiro, funcionário e guarda-livros. Aos dezenove anos se casou com uma jovem chamada Chi-Kuan. Apesar de se divorciar alguns anos depois, Confúcio teve um filho, K'ung Li.
Viagens
Confúcio viajou por diversos destes reinos, esteve em íntimo contato com o povo e pregou a necessidade de uma mudança total do sistema de governo por outro que se destinasse a assegurar o bem-estar dos súditos, pondo em prática processos tão simples como a diminuição de contribuições e o abrandamento das penalidades. Embora tentasse ocupar um alto cargo administrativo que lhe permitisse desenvolver as suas ideias na prática, nunca o conseguiu, pois tais ideias eram consideradas muito perigosas pelos governantes. Aquilo que ele não pôde fazer pessoalmente acabaram fazendo-o alguns dos seus discípulos, que, graças à boa preparação por ele ministrada, se guindaram, dia após dia, aos cargos mais elevados. Já idoso, retirou-se para a sua terra natal, onde morreu com 72 anos.
Confúcio é biograficamente, segundo o historiador chinês Sima Qian (século II a.C.), uma representação típica do herói chinês. Ele era alto, forte, enxergava longe, tinha uma barriga cheia de Chi, usava longa barba, símbolo de sabedoria, mas se vestia bem e era simples. Era também de um comportamento exemplar, demonstrando sua doutrina nos seus atos. Pescava com anzol, dando opção aos peixes, e caçava com um arco pequeno, para que os animais pudessem fugir. Comia sem falar, era direto, franco, acreditava ser um representante do céu.
Ideias
Sua ideia de organização da sociedade buscava também recuperar os valores antigos, perdidos pelos homens de sua época. No entanto, em sua busca pelo Tao, ele usava de uma abordagem diferente da noção de desprendimento proposta pelos taoístas. Sua ideia estava embasada num critério mais realístico, onde a prática do comportamento ritual daria uma possibilidade real aos praticantes de sua doutrina de viverem em harmonia.
Apesar das ideias de conformismo que possam ser atribuídas a esse pensamento, elas são errôneas. Confúcio não pregava a aceitação plena de um papel definido para os elementos da sociedade, mas sim que cada um cumprisse com seu dever de forma correta. Já o condicionamento dos hábitos serviria para temperar os espíritos e evitar os excessos. Logo, sua doutrina pregava a criação de uma sociedade capaz, culturalmente instruída e disposta ao bem estar comum. Sua escola foi sistematizada nos seguintes princípios:
• Ren, humanidade (altruísmo);
• Li, ou cortesia ritual;
• Zhi, conhecimento ou sabedoria moral;
• Xin, integridade;
• Zhing, fidelidade;
• Yi, justiça, retidão, honradez.
Cada um desses princípios ligar-se-ia às características que para ele se encontravam ausentes ou decadentes na sociedade.
Confúcio não procurou uma distinção aprofundada sobre a natureza humana, mas parece ter acreditado sempre no valor da educação para condicioná-la. Sua bibliografia consta de três livros básicos, sendo que os dois últimos são atribuídos aos seus discípulos:
• Lun yu (Diálogos, Analectos), no qual se encontra a síntese de sua doutrina.
• Dà Xué (大学) (Grande Ensinamento) e
• Zhong Yong (Jung Yung), ou a “Doutrina do Meio”.
Após sua morte, Confúcio recebeu o título de "Lorde Propagador da Cultura Sábio Supremo e Grande Realizador" (大成至聖文宣王), nome que se encontra registrado em seu túmulo.
Eu concordo com todos os principios da sua Escola e acho que mais pessoas deviam seguir os seus ideais.
Nascimento: 28 de Setembro, 551 a.C.
Morte: 479 a.C.
Escola/tradição: Fundador do Confucionismo
Principais interesses: Ética, Filosofia Social
Idéias notáveis: Confucionismo
Influências: Dinastia Zhou
Influenciados: Filosofia oriental

Confúcio (em chinês: 孔夫子, pinyin: Kǒngzǐ) (551 a.C. - 479 a.C.) é o nome latino do pensador chinês Kung-Fu-Tse. Foi a figura histórica mais conhecida na China como mestre, filósofo e teórico político. Sua doutrina, o confucionismo, teve forte influência não apenas sobre a China mas também sobre toda a Ásia oriental.
Conhece-se muito pouco da sua vida. Parece que os seus antepassados foram de linhagem nobre, mas o filósofo e moralista viveu pobre, e desde a infância teve de ser mestre de si mesmo. Na sua época, a China estava praticamente dividida em reinos feudais cujos senhores dependiam muito pouco do rei.
Nascimento e juventude
Confúcio, também conhecido como , K'ung Ch'iu, K'ung Chung-ni ou Confucius[1], nasceu em meados do século VI (551 a.c.), em Tsou, uma pequena cidade no estado de Lu, hoje Shantung. Segundo algumas fontes antigas, teria nascido em 552 a. C. (ou seja, no vigésimo primeiro ano do duque Hsiang).[2] Esse estado é denominado de "terra santa" pelos chineses. Confúcio estava longe de se originar de uma família abastada, embora seja dito que ele tinha ascendência aristocrática. Seu pai, Shu-Liang He, antes magistrado e guerreiro de certa fama, tinha setenta anos quando se casou com a mãe de Confúcio, uma jovem de quinze anos chamada Yen Cheng Tsai, que diziam ser descendente de Po Chi'in, o filho mais velho do Duque de Chou, cujo sobrenome era Chi.
Dos onze filhos, Confúcio era o mais novo. Seu pai morreu quando ele tinha três anos de idade, o que o obrigou a trabalhar desde muito jovem para ajudar no sustento da família. Aos quinze anos, resolveu dedicar suas energias em busca do aprendizado. Em vários estágios de sua vida empregou suas habilidades como pastor, vaqueiro, funcionário e guarda-livros. Aos dezenove anos se casou com uma jovem chamada Chi-Kuan. Apesar de se divorciar alguns anos depois, Confúcio teve um filho, K'ung Li.
Viagens
Confúcio viajou por diversos destes reinos, esteve em íntimo contato com o povo e pregou a necessidade de uma mudança total do sistema de governo por outro que se destinasse a assegurar o bem-estar dos súditos, pondo em prática processos tão simples como a diminuição de contribuições e o abrandamento das penalidades. Embora tentasse ocupar um alto cargo administrativo que lhe permitisse desenvolver as suas ideias na prática, nunca o conseguiu, pois tais ideias eram consideradas muito perigosas pelos governantes. Aquilo que ele não pôde fazer pessoalmente acabaram fazendo-o alguns dos seus discípulos, que, graças à boa preparação por ele ministrada, se guindaram, dia após dia, aos cargos mais elevados. Já idoso, retirou-se para a sua terra natal, onde morreu com 72 anos.
Confúcio é biograficamente, segundo o historiador chinês Sima Qian (século II a.C.), uma representação típica do herói chinês. Ele era alto, forte, enxergava longe, tinha uma barriga cheia de Chi, usava longa barba, símbolo de sabedoria, mas se vestia bem e era simples. Era também de um comportamento exemplar, demonstrando sua doutrina nos seus atos. Pescava com anzol, dando opção aos peixes, e caçava com um arco pequeno, para que os animais pudessem fugir. Comia sem falar, era direto, franco, acreditava ser um representante do céu.
Ideias
Sua ideia de organização da sociedade buscava também recuperar os valores antigos, perdidos pelos homens de sua época. No entanto, em sua busca pelo Tao, ele usava de uma abordagem diferente da noção de desprendimento proposta pelos taoístas. Sua ideia estava embasada num critério mais realístico, onde a prática do comportamento ritual daria uma possibilidade real aos praticantes de sua doutrina de viverem em harmonia.
Apesar das ideias de conformismo que possam ser atribuídas a esse pensamento, elas são errôneas. Confúcio não pregava a aceitação plena de um papel definido para os elementos da sociedade, mas sim que cada um cumprisse com seu dever de forma correta. Já o condicionamento dos hábitos serviria para temperar os espíritos e evitar os excessos. Logo, sua doutrina pregava a criação de uma sociedade capaz, culturalmente instruída e disposta ao bem estar comum. Sua escola foi sistematizada nos seguintes princípios:
• Ren, humanidade (altruísmo);
• Li, ou cortesia ritual;
• Zhi, conhecimento ou sabedoria moral;
• Xin, integridade;
• Zhing, fidelidade;
• Yi, justiça, retidão, honradez.
Cada um desses princípios ligar-se-ia às características que para ele se encontravam ausentes ou decadentes na sociedade.
Confúcio não procurou uma distinção aprofundada sobre a natureza humana, mas parece ter acreditado sempre no valor da educação para condicioná-la. Sua bibliografia consta de três livros básicos, sendo que os dois últimos são atribuídos aos seus discípulos:
• Lun yu (Diálogos, Analectos), no qual se encontra a síntese de sua doutrina.
• Dà Xué (大学) (Grande Ensinamento) e
• Zhong Yong (Jung Yung), ou a “Doutrina do Meio”.
Após sua morte, Confúcio recebeu o título de "Lorde Propagador da Cultura Sábio Supremo e Grande Realizador" (大成至聖文宣王), nome que se encontra registrado em seu túmulo.
Eu concordo com todos os principios da sua Escola e acho que mais pessoas deviam seguir os seus ideais.
domingo, setembro 27, 2009
#3 - Kugelhopf de Chocolate e Avelãs
Ingredientes:
125g de chocolate
200g de ovo (4 ovos)
100g de manteiga amolecida
125g de farinha
10g de fermento
100g de açúcar
185g de avelãs moídas
Açúcar em pó para polvilhar
Preparação:
1. Aqueça o forno a 180ºC e prepare uma forma kugelhopf, untando-a com manteiga e polvilhando-a com farinha
2. Coloque a manteiga e o açúcar num recipiente e misture. De seguida, incorpore os ovos, um a um.
3. Peneire a farinha com o fermento e junte-lhe as avelãs moídas.
4. Adicione esta mistura ao preparado anterior, misturando com suavidade
5. Por fim, acrescente o chocolate derretido.
6. Verta a massa na forma e leve ao forno durante 40m
7. Desenforme o bolo e deixe-o arrefecer
8. Polvilhe a superfície com açúcar em pó

Classificação:
125g de chocolate
200g de ovo (4 ovos)
100g de manteiga amolecida
125g de farinha
10g de fermento
100g de açúcar
185g de avelãs moídas
Açúcar em pó para polvilhar
Preparação:
1. Aqueça o forno a 180ºC e prepare uma forma kugelhopf, untando-a com manteiga e polvilhando-a com farinha
2. Coloque a manteiga e o açúcar num recipiente e misture. De seguida, incorpore os ovos, um a um.
3. Peneire a farinha com o fermento e junte-lhe as avelãs moídas.
4. Adicione esta mistura ao preparado anterior, misturando com suavidade
5. Por fim, acrescente o chocolate derretido.
6. Verta a massa na forma e leve ao forno durante 40m
7. Desenforme o bolo e deixe-o arrefecer
8. Polvilhe a superfície com açúcar em pó
Classificação:
Uma Aventura no dia das Eleições
Hoje estava programado fazer a terceira receita do Desafio “Paixaõ pelo Chocolate”... para o almoço com os meus pais!!
Mas hoje o dia começou muito cedo!!! Acordaram-me às 6:10!!!! "Mas que raio... hoje é Domingoooo!!!"... Mas eu já sabia que isto pudesse acontecer!!! Não queria... mas aconteceu, a central telefónica onde eu trabalho, têm uma programação para trabalhar aos dias da semana das 9:00 às 18:00 e aos fins-de-semana, está programada para tocar num outro número... E hoje como foi dias de eleições, era suposto a central telefónica ter começado a trabalhar (ou seja, a receber chamadas) às 6:00 da manhã!!!
Mas o que acham que aconteceu??? Claro que esta não quis trabalhar e então tiveram que me acordar aquelas horas!!! E eu tive que tomar um banho à presa e vestir-me tb à presa e enfiar-me no carro e arrancar para o meu local de trabalho que fica a uns 30km!!!
E foi assim que eu hoje comecei a trabalhar às 7:00 da manhã!!!
Depois de conseguir dar a volta à Central Telefónica e esta começar a receber chamadas... Aleluia!!!!! ainda fiquei por lá até as 10:00... mas perguntam vocês!!! E então e o Desafio??? Não me digas que não vais conseguir fazer o Bolinho de Chocolate e Avelãs???
Então como tinha que voltar até casa, para ir fazer o meu papel de cidadã e colocar uma cruzinha num bocado de papel (para eleger mais uns quantos marmanjos lol), e como estava tudo a correr bem com a Central, pedi autorização ao BIG BOSS, se podia voltar à base!! E assim foi... voltei para casa!!
Ainda tive tempo de ir votar, e de ir ainda fazer a 3ª receita do Desafio "Paixão pelo Chocolate" (a receita coloco no post seguinte). E ainda almocei na casa dos meus pais.
Mas pensam que o dia estava a correr bem???? E que a aventura tinha acabado??? Não senhor!!!!
Já eu estava em minha casa e preparar-me para fazer o post da receita, quando me voltam a ligar do meu trabalho!!! (Mas o que é que aconteceu agora????)
O que aconteceu é que o quadro eléctrico deu o berro!!! Sim não podia acontecer mais nada, né!!! E como o BIG BOSS estava muito longe ... então tive eu que fazer a viagem de regresso para ir tratar de ligar o quadro, para que houvesse energia nos computadores e na Central Telefónica...
Então agora eu encontro-me aqui no meu posto de trabalho à espera que este dia (maravilhoso) passe depressa!!! Mas como é um dia de eleições, pode ser que tenha que ficar aqui até às 22:00!!!!
Pois porque temos duvidas que às 18:30 a central desligue-se e passem as chamadas a tocar noutro local !!! Bem rezem a DEUS !!! e a todos os Santinhos para que isso não aconteça
Mas hoje o dia começou muito cedo!!! Acordaram-me às 6:10!!!! "Mas que raio... hoje é Domingoooo!!!"... Mas eu já sabia que isto pudesse acontecer!!! Não queria... mas aconteceu, a central telefónica onde eu trabalho, têm uma programação para trabalhar aos dias da semana das 9:00 às 18:00 e aos fins-de-semana, está programada para tocar num outro número... E hoje como foi dias de eleições, era suposto a central telefónica ter começado a trabalhar (ou seja, a receber chamadas) às 6:00 da manhã!!!
Mas o que acham que aconteceu??? Claro que esta não quis trabalhar e então tiveram que me acordar aquelas horas!!! E eu tive que tomar um banho à presa e vestir-me tb à presa e enfiar-me no carro e arrancar para o meu local de trabalho que fica a uns 30km!!!
E foi assim que eu hoje comecei a trabalhar às 7:00 da manhã!!!
Depois de conseguir dar a volta à Central Telefónica e esta começar a receber chamadas... Aleluia!!!!! ainda fiquei por lá até as 10:00... mas perguntam vocês!!! E então e o Desafio??? Não me digas que não vais conseguir fazer o Bolinho de Chocolate e Avelãs???
Então como tinha que voltar até casa, para ir fazer o meu papel de cidadã e colocar uma cruzinha num bocado de papel (para eleger mais uns quantos marmanjos lol), e como estava tudo a correr bem com a Central, pedi autorização ao BIG BOSS, se podia voltar à base!! E assim foi... voltei para casa!!
Ainda tive tempo de ir votar, e de ir ainda fazer a 3ª receita do Desafio "Paixão pelo Chocolate" (a receita coloco no post seguinte). E ainda almocei na casa dos meus pais.
Mas pensam que o dia estava a correr bem???? E que a aventura tinha acabado??? Não senhor!!!!
Já eu estava em minha casa e preparar-me para fazer o post da receita, quando me voltam a ligar do meu trabalho!!! (Mas o que é que aconteceu agora????)
O que aconteceu é que o quadro eléctrico deu o berro!!! Sim não podia acontecer mais nada, né!!! E como o BIG BOSS estava muito longe ... então tive eu que fazer a viagem de regresso para ir tratar de ligar o quadro, para que houvesse energia nos computadores e na Central Telefónica...
Então agora eu encontro-me aqui no meu posto de trabalho à espera que este dia (maravilhoso) passe depressa!!! Mas como é um dia de eleições, pode ser que tenha que ficar aqui até às 22:00!!!!
Pois porque temos duvidas que às 18:30 a central desligue-se e passem as chamadas a tocar noutro local !!! Bem rezem a DEUS !!! e a todos os Santinhos para que isso não aconteça
quinta-feira, setembro 24, 2009
#2 - Bolo clássico de Cacau
Conforme estava agendado no meu Desafio "Paixão pelo Chocolate", ontem foi dia para fazer a segunda receita, que vos apresento aqui:
Ingredientes:
150g de ovo (= 3 ovos)
20g de cacau em pó
85g de farinha
100g de açúcar
Preparação
1.Aqueça o forno a 180ºC. Prepare uma forma de 20 cm de diâmetro, untando-a com manteiga e polvilhando – a com farinha.
2.Bata os ovos com o açúcar até obter uma mistura cremosa e consistente.
3.Peneire a farinha com o cacau e aos poucos, junte à mistura anterior. Proceda de forma cuidadosa, usando uma espátula, para que o preparado não baixe.
4.Deite a massa na forma e leve ao forno durante 20m. Entreabra a porta do forno e mantenha o bolo no forno durante mais 5m.
5.Retire-o então do forno, desenforme-o e deixe-o arrefecer sobre uma rede.

P.S.: É uma receita super fácil de fazer, depois de um dia de 7 horas de trabalho e de andar em transpostes público ainda tive a coragem de chegara a casa e fazer este bolinho, que ficou pronto num instante.
Classificação:
Ingredientes:
150g de ovo (= 3 ovos)
20g de cacau em pó
85g de farinha
100g de açúcar
Preparação
1.Aqueça o forno a 180ºC. Prepare uma forma de 20 cm de diâmetro, untando-a com manteiga e polvilhando – a com farinha.
2.Bata os ovos com o açúcar até obter uma mistura cremosa e consistente.
3.Peneire a farinha com o cacau e aos poucos, junte à mistura anterior. Proceda de forma cuidadosa, usando uma espátula, para que o preparado não baixe.
4.Deite a massa na forma e leve ao forno durante 20m. Entreabra a porta do forno e mantenha o bolo no forno durante mais 5m.
5.Retire-o então do forno, desenforme-o e deixe-o arrefecer sobre uma rede.
P.S.: É uma receita super fácil de fazer, depois de um dia de 7 horas de trabalho e de andar em transpostes público ainda tive a coragem de chegara a casa e fazer este bolinho, que ficou pronto num instante.
Classificação:
segunda-feira, setembro 21, 2009
O Outono está a Chegar!!!
A partir de amanhã às 22:15... chega o Outono e para celebrar a sua chegada decidi trocar o template do meu blog, o que acham do seu novo aspecto???
domingo, setembro 20, 2009
Emparedados - Isaias Gomes dos Santos
Comecei a ler este livro no dia 17 de Setembro e acabei-o hoje dia 20 de Setembro.

É um livro que fala sobre um caso que se passou na Tapada de Mafra e que levou mais de 9 anos nas várias barras de Tribunal, para ser concluido. É para mostar como os nossos sistemas juridicos funcionam.

Isaías Gomes dos Santos, Advogado. O escritor ofereceu-me este livro depois de nos termos conhecido nas férias à China, onde ficamos amigos.
Muito obrigada, por esta oferta.

É um livro que fala sobre um caso que se passou na Tapada de Mafra e que levou mais de 9 anos nas várias barras de Tribunal, para ser concluido. É para mostar como os nossos sistemas juridicos funcionam.
Isaías Gomes dos Santos, Advogado. O escritor ofereceu-me este livro depois de nos termos conhecido nas férias à China, onde ficamos amigos.
Muito obrigada, por esta oferta.
#1 - Brazo de Gitano
Então este domingo fiz a minha primeira receita do Desafio: "Paixão pelo Chocolate"
E deixos-vos aqui a receitas e a fotografia de como ficou.
Ingredientes para 6 -8 pessoas:
Para a Massa:
125g de Chocolate
60g de ovos (= 4 ovos)
140g de Claras (= 4 ovos)
50g de Farinha
100g de Açucar
Para o Recheio:
250g de natas batidas
150g de puré de alperces (eu usei pessegos)
4 alperces aos bocados (eu usei pessegos)
Preparação:
1. Aqueça o forno a 250º e forre um tabuleiro rectangular (23 cm x 30 cm) com papel vegetal.
2. Numa tigela, bata as gemas com o açúcar até obter uma mistura esbranquiçada. Adicione o chocolate derretido e mexa bem. Depois incorpore a farinha peneirada e, por fim, as claras em castelo.
3. Espalhe uniformemente a massa sobre o tabuleiro e leve ao forno durante cerca de 8m ou até a massa ter subido e se apresentar firme.
4. Quando a massa tiver cozida, deixe arrefecer e prepare o recheio.
5. Misture as natas com o puré de pessego. Quando a massa estiver fria, espalhe o creme até chegar às extremidades; distribua os bocadinhos de pessego e enrole cuidadosamente, com a ajuda do papel vegetal; a parte em que a massa une deve de ficar para baixo.
6. Antes de servir, polvilhe com açúcar em pó.

Ficou muito saboroso!!! Já a bastante tempo que eu não fazia uns doces ... e durante a elaboração deste Brazo de Gitano, ao derreter o chocolate em banho-maria, queimei a ponta do dedo indicador (consequências deste oficio, que eu tanto adoro).
Classificação:
E deixos-vos aqui a receitas e a fotografia de como ficou.
Ingredientes para 6 -8 pessoas:
Para a Massa:
125g de Chocolate
60g de ovos (= 4 ovos)
140g de Claras (= 4 ovos)
50g de Farinha
100g de Açucar
Para o Recheio:
250g de natas batidas
150g de puré de alperces (eu usei pessegos)
4 alperces aos bocados (eu usei pessegos)
Preparação:
1. Aqueça o forno a 250º e forre um tabuleiro rectangular (23 cm x 30 cm) com papel vegetal.
2. Numa tigela, bata as gemas com o açúcar até obter uma mistura esbranquiçada. Adicione o chocolate derretido e mexa bem. Depois incorpore a farinha peneirada e, por fim, as claras em castelo.
3. Espalhe uniformemente a massa sobre o tabuleiro e leve ao forno durante cerca de 8m ou até a massa ter subido e se apresentar firme.
4. Quando a massa tiver cozida, deixe arrefecer e prepare o recheio.
5. Misture as natas com o puré de pessego. Quando a massa estiver fria, espalhe o creme até chegar às extremidades; distribua os bocadinhos de pessego e enrole cuidadosamente, com a ajuda do papel vegetal; a parte em que a massa une deve de ficar para baixo.
6. Antes de servir, polvilhe com açúcar em pó.
Ficou muito saboroso!!! Já a bastante tempo que eu não fazia uns doces ... e durante a elaboração deste Brazo de Gitano, ao derreter o chocolate em banho-maria, queimei a ponta do dedo indicador (consequências deste oficio, que eu tanto adoro).
Classificação:
Projecto: Paixão pelo Chocolate
Como prometido no post anterior, na sequência de ler o livro Julie e Julia, decidi inciar um projecto identico, mas numa área que eu gosto mais: a Doçaria.
Então lembrei-me que eu tenho o livro "Paixão pelo Chocolate", cheio de receitas super saborosas, todas feitas com... CHOCOLAT...EEEEE!!!!

Por isso lançei-me um desafio: fazer durante 365 dias, todas as receitas (113!!!) que constam deste livro. Assim todos os domingos e quartas-feiras, tenho que exprimentar uma receita nova.
Que tal??? Gostaram da ideia??? Eu acho simplesmente deliciosa ;)!!! lol
Aqui fica a Listagem das receitas que eu vou fazer:
1 Brazo de Gitano
2 Bolo Clássico de Cacau
3 Kugelhopf de Chocolate e avelãs
4 Bolo de chocolate sem farinha
5 Bolo mármore com laranja
6 Pudim de chocolate e gengibre cozido no vapor
7 Bolachas de nozes e canela com chocolate branco
8 Melindes de cacau
9 Cookies de aveia com pepitas de chocolate
10 Bolachas Bombom
11 Madalenas com compota de maçã
12 Tarte de chocolate e limão
13 Tarte com cobertura crocante de sésamo
14 Tarte de alpercescom nozes
15 Tarte com frutos vermelhos e merengue
16 Tarte de peras e chocolate com maçapão
17 Bolo de merengue com cacau
18 Bolo de creme de chocolate de leite
19 Cheesecake com chocolate branco
20 Quadrado de chocolate e framboesas
21 Floresta Negra à Antiga
22 Sachertortr
23 Batido de Stracciatella
24 Batido com natas e morangos
25 Chocolate frio com laranja e baunilha
26 Taça de chocolate com anis e pedacinhos de bolo
27 Irsih Coffee com dois chocolates
28 Chocolate à Espanhola
29 Chocolate à Mexicana
30 Choclate em Taça
31 Chocolate com Baunilha
32 Chocolate com Laranja
33 Infusão Asteca
34 Chocolate Suiço
35 Chocolate com Canela
36 Chocolate Françês
37 Espetadas de frutas e massa de chaux
38 Molho base
39 Molho de Chocolate branco e hortelã - pimenta
40 Molho de Chocolate e café
41 Molho de Chocolate com caramelo
42 Molho de Chocolate, mel e gengibre
43 Molho de Chocolate, avelãs e baunilha
44 Creme de pasteleiro com chocolate
45 Creme de Chocolate com sabor a hortelã
46 Creme de cacau, laranla e canela
47 Pétalas de Parmesão com chocolate e Vinagre
48 Pudim de parmesão com molho de trufa e chocolate
49 Almôndegas de seitan com molho de chocolate e vinho tinto
50 Pão de frutos secos com chocolate preto
51 Mole poblano
52 Salada de tofu fumado e citrinos
53 Fetuccini de cacau
54 Canudos de mascarpone e dois chocolates
55 Suflês de cacau e leite de avelãs
56 Creme de queijo fresco e chocolate com pêssegos salteados
57 Torta com molho de chocolate e café
58 Gelado de baunilha com pepitas de chocolate
59 Rendas de crepes de cacau com creme de framboesas
60 Fondeu aromático
61 Esponja de chocolate semiamargo com creme de alfazema
62 Zuppa inglese de figos e chocolate branco
63 Sorvete de cacau
64 Tiramisú
65 Souflê de chocolate com cristais de pralin
66 Parfait de castanhas e chocolate
67 Sopa morna de chocolate e canela
68 Tarte gelada de chocolate brnaco sobre base de brownie
69 A musses
70 Sopa de chocolate com gelado de hortelã
71 Brownie de chocolate branco e gengibre
72 Chocolate cremoso com carapinhada de laranja sanguina e majericão
73 Musse de chocolate com açafrão entre telhas estaladiças de kikos
74 Brownies
75 Bombons de maracujá
76 Charutos de ponta branca
77 Macarrões
78 Quadrados Suiços
79 Trufas
80 Florentinos
81 Tarteletes com recheio de frutos secos
82 Telhas estaladiças com amêndoas
83 Lionesas
84 Tronco de Natal com dulce de leche
85 Möbius, torrão de autor
86 Christmas dreams
87 Bolachas Santa Claus
88 A Pascoa
89 Fazer ovos com moldes
90 Canudos e cilindros
91 Cones
92 Folhas
93 Aparas
94 Pinheiros e moinho
95 Outros materiais que podemos utilizar
96 Batido de alfarroba e soja
97 Muffins de laranja aveia e alfarroba
98 Bavaroise de alfarroba
99 Bebida aromática
100 Creme para barrar
101 Bolachas intergrais com cobertura
102 Tarte de alfarroba, cuscuz e avelãs
103 Gelado de banana com veios de alfarroba
104 Sobremesa cremosa de café de cevada e alfarroba
105 Musse de queijo fresco e alfarroba
106 Pipocas de alfarroba
107 Barrinhas estaladiças
108 Negrinhos
109 Bolo integralcom creme de alfarroba
110 Bolachas com flocos de arroz
111 Irregulares
112 Espetadas de ganacho
113 Cascas de laranja confitadas
Então lembrei-me que eu tenho o livro "Paixão pelo Chocolate", cheio de receitas super saborosas, todas feitas com... CHOCOLAT...EEEEE!!!!

Por isso lançei-me um desafio: fazer durante 365 dias, todas as receitas (113!!!) que constam deste livro. Assim todos os domingos e quartas-feiras, tenho que exprimentar uma receita nova.
Que tal??? Gostaram da ideia??? Eu acho simplesmente deliciosa ;)!!! lol
Aqui fica a Listagem das receitas que eu vou fazer:
1 Brazo de Gitano
2 Bolo Clássico de Cacau
3 Kugelhopf de Chocolate e avelãs
4 Bolo de chocolate sem farinha
5 Bolo mármore com laranja
6 Pudim de chocolate e gengibre cozido no vapor
7 Bolachas de nozes e canela com chocolate branco
8 Melindes de cacau
9 Cookies de aveia com pepitas de chocolate
10 Bolachas Bombom
11 Madalenas com compota de maçã
12 Tarte de chocolate e limão
13 Tarte com cobertura crocante de sésamo
14 Tarte de alpercescom nozes
15 Tarte com frutos vermelhos e merengue
16 Tarte de peras e chocolate com maçapão
17 Bolo de merengue com cacau
18 Bolo de creme de chocolate de leite
19 Cheesecake com chocolate branco
20 Quadrado de chocolate e framboesas
21 Floresta Negra à Antiga
22 Sachertortr
23 Batido de Stracciatella
24 Batido com natas e morangos
25 Chocolate frio com laranja e baunilha
26 Taça de chocolate com anis e pedacinhos de bolo
27 Irsih Coffee com dois chocolates
28 Chocolate à Espanhola
29 Chocolate à Mexicana
30 Choclate em Taça
31 Chocolate com Baunilha
32 Chocolate com Laranja
33 Infusão Asteca
34 Chocolate Suiço
35 Chocolate com Canela
36 Chocolate Françês
37 Espetadas de frutas e massa de chaux
38 Molho base
39 Molho de Chocolate branco e hortelã - pimenta
40 Molho de Chocolate e café
41 Molho de Chocolate com caramelo
42 Molho de Chocolate, mel e gengibre
43 Molho de Chocolate, avelãs e baunilha
44 Creme de pasteleiro com chocolate
45 Creme de Chocolate com sabor a hortelã
46 Creme de cacau, laranla e canela
47 Pétalas de Parmesão com chocolate e Vinagre
48 Pudim de parmesão com molho de trufa e chocolate
49 Almôndegas de seitan com molho de chocolate e vinho tinto
50 Pão de frutos secos com chocolate preto
51 Mole poblano
52 Salada de tofu fumado e citrinos
53 Fetuccini de cacau
54 Canudos de mascarpone e dois chocolates
55 Suflês de cacau e leite de avelãs
56 Creme de queijo fresco e chocolate com pêssegos salteados
57 Torta com molho de chocolate e café
58 Gelado de baunilha com pepitas de chocolate
59 Rendas de crepes de cacau com creme de framboesas
60 Fondeu aromático
61 Esponja de chocolate semiamargo com creme de alfazema
62 Zuppa inglese de figos e chocolate branco
63 Sorvete de cacau
64 Tiramisú
65 Souflê de chocolate com cristais de pralin
66 Parfait de castanhas e chocolate
67 Sopa morna de chocolate e canela
68 Tarte gelada de chocolate brnaco sobre base de brownie
69 A musses
70 Sopa de chocolate com gelado de hortelã
71 Brownie de chocolate branco e gengibre
72 Chocolate cremoso com carapinhada de laranja sanguina e majericão
73 Musse de chocolate com açafrão entre telhas estaladiças de kikos
74 Brownies
75 Bombons de maracujá
76 Charutos de ponta branca
77 Macarrões
78 Quadrados Suiços
79 Trufas
80 Florentinos
81 Tarteletes com recheio de frutos secos
82 Telhas estaladiças com amêndoas
83 Lionesas
84 Tronco de Natal com dulce de leche
85 Möbius, torrão de autor
86 Christmas dreams
87 Bolachas Santa Claus
88 A Pascoa
89 Fazer ovos com moldes
90 Canudos e cilindros
91 Cones
92 Folhas
93 Aparas
94 Pinheiros e moinho
95 Outros materiais que podemos utilizar
96 Batido de alfarroba e soja
97 Muffins de laranja aveia e alfarroba
98 Bavaroise de alfarroba
99 Bebida aromática
100 Creme para barrar
101 Bolachas intergrais com cobertura
102 Tarte de alfarroba, cuscuz e avelãs
103 Gelado de banana com veios de alfarroba
104 Sobremesa cremosa de café de cevada e alfarroba
105 Musse de queijo fresco e alfarroba
106 Pipocas de alfarroba
107 Barrinhas estaladiças
108 Negrinhos
109 Bolo integralcom creme de alfarroba
110 Bolachas com flocos de arroz
111 Irregulares
112 Espetadas de ganacho
113 Cascas de laranja confitadas
quinta-feira, setembro 17, 2009
Julie & Julia - Julie Powell
Comecei a ler este livro no dia 09/09/09!! E acabei no dia 17/09/2009.

À beira dos trinta, encurralada num desinteressante trabalho como secretária sem fim à vista e num minúsculo apartamento, Julie Powell resolve recuperar a sua vida, perdida num quotidiano monótono, através da culinária. Ao longo de um ano, experimenta cada uma das 524 receitas da lendária Julia Child. Gradualmente passando dos oeufs en cocotte ao bistek sauté au beurre, começa a perceber que aquele Projecto (acompanhado por blog) está a mudar a sua vida. A sua recompensa é não só um recém-adquirido respeito por fígado de porco e mioleira de vaca, mas uma vida inteiramente nova - e vivida com estilo e muito gosto.
Julie & Julia de Julie Powell
Críticas de imprensa
«Um festim, uma viagem, e uma maravilha. Julie Powell escreve sobre culinária da forma como sempre devia ter sido feito: em grandes pedaços de rapsódia, amanteigados, honestos, cobiçosos e besuntados de molho.»
Elizabeth Gilbert, autora de Eat, Pray, Love
«Meditativo, irreverente, e ocasionalmente hilariante… Powell escreve como um Chris Rock da culinária – de forma profana, honesta e extremamente engraçada», Seattle Times «Encantador… Powell nunca pretende ser mais do que quem é: uma rapariga da classe trabalhadora que se atreve a sair da sua vida rotineira para encontrar o que todos nós procuramos, a felicidade.»
USA Today
«Irresistível... Uma espécie de meio caminho entre Bridget Jones e The French Chef.»
Philadelphia Inquirer
«Muito do prazer que retiramos de ler Julie and Julia está na honestidade explícita da autora… Ela mostra os reveses do que é tentar realmente fazer algo de novo com a própria vida.»
Chicago Tribune
A Minha Opinião:
Adorei este livro, adorei a maneira como a Julia Powell escreve. E acho que este livro vai mudar a minha vida, pois vou tentar imitar o que a Julia fez... mas em vez de fazer receitas de um livro com receitas francesas, vou tentar fazer todas as receitas de um outro livro... (de uma coisa que eu gosto mais... e que me dá mais prazer) "A Paixão pelo Chocolate"
Julie Powell (born 1973 in Austin, Texas, USA) is an American author known for the book Julie & Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen.
Born and raised in Austin, Texas, she attended Amherst College, graduating in 1995 with a double major in theater and creative writing.[1][2]

While working for the Lower Manhattan Development Corporation in August 2002, Powell began the Julie/Julia Project, a Web log chronicling her attempt to cook all the recipes in Julia Child's Mastering the Art of French Cooking.[3] The blog quickly gained a large following, and Powell signed a book deal with Little, Brown and Company. The resulting book, Julie and Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen, was published in 2005.[4] The paperback edition was retitled Julie and Julia: My Year of Cooking Dangerously.
Powell's second book, Cleaving: a Story of Marriage, Meat, and Obsession, which details an affair she had after the first book's publication and which is unmentioned in the film, has had its publication date postponed until December 2009.
Aqui fica o link para o blog do projecto Julie & Julia
http://blogs.salon.com/0001399/
Aqui está o trailer do filme:
Tenho agora que aguardar que este filme chegue às nossas salas de cinema.. estou ansiosa
Informação sobre o filme:
Julie & Julia is a comedy-drama 2009 film written and directed by Nora Ephron. The film depicts events in the life of chef Julia Child in the early years in her culinary career, contrasting her life with Julie Powell, who aspires to cook all 524 recipes from Child's cookbook during a single year.
Ephron's screenplay is adapted from two books: My Life in France, Child's autobiography, written with Alex Prud'homme, and a memoir by Julie Powell. In August 2002, Powell started documenting online her daily experiences cooking each of the 524 recipes in Child's Mastering the Art of French Cooking, and she later began reworking that blog, The Julie/Julia Project,[1] into a book, Julie & Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen (Little, Brown, 2005). The paperback was retitled Julie & Julia: My Year of Cooking Dangerously (Back Bay Books, 2006). Both books adapted by Ephron were written and published in the same time frame of 2004 to 2006. The film is the first major motion picture based on a blog.[2]
Ephron began filming Julie & Julia in March 2008. Meryl Streep portrays Julia Child, and Amy Adams appears as Julie Powell. The film officially premiered on July 30, 2009 at the Ziegfeld Theatre in New York City and opened throughout North America on August 7, 2009.[3]
Julie Powell (Amy Adams) attempts to cook every recipe in Julia Child's cookbook, Mastering the Art of French Cooking. She writes a blog about her experience. Woven into her story is the story of Julia Child's time in Paris, in which she discovers the art of cooking. The film goes back and forth between Julie and Julia's lives.
Cast
•Meryl Streep as Julia Child
•Amy Adams as Julie Powell
•Stanley Tucci as Paul Child, Julia Child's husband
•Chris Messina as Eric Powell, Julie Powell's husband
•Linda Emond as Simone Beck ("Simca"), with whom Julia wrote Mastering the Art of French Cooking
•Jane Lynch as Dorothy McWilliams, Julia Child's sister
•Mary Lynn Rajskub as Sarah, Powell's best friend
•Vanessa Ferlito as Cassie
•Casey Wilson as Regina
Critical reaction
The film has received generally favorable reviews from critics.[9] Rotten Tomatoes reported that 75% of critics gave positive reviews based on 155 reviews with an average score of 6.7/10. Another review aggregator, Metacritic, which assigns a normalized rating out of 100 top reviews from mainstream critics, gave it an average score of 65%, based on 32 reviews. Meryl Streep has been widely praised for her performance as Julia Child. Movie critic A.O. Scott of The New York Times affirmed that "By now this actress [Streep] has exhausted every superlative that exists and to suggest that she has outdone herself is only to say that she’s done it again. Her performance goes beyond physical imitation, though she has the rounded shoulders and the fluting voice down perfectly." Reviewer Peter Travers wrote in Rolling Stone that "Meryl Streep — at her brilliant, beguiling best — is the spice that does the trick for the yummy Julie & Julia." Similarly, Stephanie Zacharek of Salon magazine concluded that "Streep isn't playing Julia Child here, but something both more elusive and more truthful — she's playing our idea of Julia Child."
Los Angeles Times critic Kenneth Turan commented, "[Julie & Julia] does it right. A consummate entertainment that echoes the rhythms and attitudes of classic Hollywood, it's a satisfying throwback to those old-fashioned movie fantasies where impossible dreams do come true. And, in this case, it really happened. Twice."
The A.V. Club gave the film a C, explaining, "Julie & Julia is two movies in one. That’s one more movie than it needs to be.
Entertainment Weekly gave it a B+. The review by Slate was also positive.
Informação sobre Julia Child (August 15, 1912 – August 13, 2004) was an American chef, author and television personality. She introduced French cuisine and cooking techniques to the American mainstream through her many cookbooks and television programs, notably The French Chef which premiered in 1963. Her most well-known cookbook is Mastering the Art of French Cooking, published in 1961.

Child was born Julia Carolyn McWilliams to John and Julia Carolyn ("Caro") McWilliams in Pasadena, California. The eldest of three children, she had a brother, John III, (1914–2002), and a sister Dorothy D. (1917–2006).[1] Child was raised in a well-to-do family where she ate traditional New England food prepared by the family cook. She attended Westridge School, Polytechnic School from fourth grade to ninth grade and then The Branson School in Ross, California, which was at the time a boarding school. At six feet, two inches (1.88 m) tall, Child played tennis, golf, and basketball as a child and continued to play sports while attending Smith College, where she graduated in 1934 with a Bachelor of Arts degree in English[2]. Following her graduation from college, Child moved to New York City, where she worked as a copywriter for the advertising department of upscale home-furnishing firm W. & J. Sloane. Returning to California in 1937, she spent the next four years writing for local publications and working in advertising.
After the bombing of Pearl Harbor, Child joined the Office of Strategic Services (OSS) after finding that she was too tall to enlist in the Women's Army Corps (WACs) or in the U.S. Navy through the WAVES.[3]
Beginning her OSS career at its headquarters in Washington, Child worked directly for the head of OSS, General William J. Donovan. Working as a research assistant in the Secret Intelligence division, she typed ten thousand names on white note cards used to keep track of officers. For a year she worked at the OSS Emergency Rescue Equipment Section (ERES) in Washington, D.C. as a file clerk and then as assistant to developers of a shark repellent needed to ensure that sharks would not explode ordnance targeting German U-boats. In 1944 she was posted to Kandy, Ceylon (now Sri Lanka), where her responsibilities included "registering, cataloguing and channeling a great volume of highly classified communications" for the OSS's clandestine stations in Asia[4]. She was later posted to China, where she received the Emblem of Meritorious Civilian Service as head of the Registry of the OSS Secretariat.[5]
Following the war she married Paul Cushing Child on September 1, 1946 in Lumberville, Pennsylvania[6], and the couple moved to Washington, D.C. Paul Child, a New Jersey native[7] who had lived in Paris as an artist and poet, was known for his sophisticated palate.[8] He joined the United States Foreign Service and introduced his wife to fine cuisine. In 1948 they moved to Paris after the US State Department assigned Paul there as an exhibits officer with the United States Information Agency. The couple had no children.[5]
Child repeatedly recalled her first meal in Rouen as a culinary revelation; once, she described the meal of oysters, sole meunière and fine wine to The New York Times as "an opening up of the soul and spirit for me." In Paris she attended the famous Le Cordon Bleu cooking school and later studied privately with Max Bugnard and other master chefs. She joined the women's cooking club Cercle des Gourmettes where she met Simone Beck who, with her friend Louisette Bertholle, was writing a French cookbook for Americans. Beck proposed that Child work with them to make it appeal to Americans.
In 1951 Child, Beck and Bertholle began to teach cooking to American women in Child's Paris kitchen, calling their informal school L'Ecole des Trois Gourmandes (The School of the Three Food Lovers). For the next decade, as the Childs moved around Europe and finally to Cambridge, Massachusetts, the three researched and repeatedly tested recipes. Child translated the French into English, making the recipes detailed, interesting, and practical.
The three would-be authors initially signed a contract with publisher Houghton Mifflin, which later rejected the manuscript for being too much like an encyclopedia. Finally, when it was first published in 1961 by Alfred A. Knopf, the 734-page Mastering the Art of French Cooking was a best-seller and received critical acclaim that derived in part from the American interest in French culture in the early 1960s. Lauded for its helpful illustrations, precise attention to detail and for making fine cuisine accessible, the book is still in print and is considered a seminal culinary work. Following this success, Child wrote magazine articles and a regular column for The Boston Globe newspaper.
A 1962 appearance on a book review show on the National Educational Television (NET) station of Boston, WGBH, led to the inception of her television cooking show after viewers enjoyed her demonstration of how to cook an omelette. The French Chef debuted February 11, 1963, on WGBH and was immediately successful. The show ran nationally for ten years and won Peabody and Emmy Awards, including the first Emmy award for an educational program. Though she was not the first television cook, Child was the most widely seen. She attracted the broadest audience with her cheery enthusiasm, distinctively charming warbly voice, and unpatronising and unaffected manner.
In 1972 The French Chef became the first television program to be captioned for the deaf, albeit in the preliminary technology of open captioning.[9]
Child's second book, The French Chef Cookbook, was a collection of the recipes she had demonstrated on the show. It was soon followed in 1971 by Mastering the Art of French Cooking, Volume Two, again in collaboration with Simone Beck, but not with Louisette Bertholle, with whom they had ended their partnership. Child's fourth book, From Julia Child's Kitchen, was illustrated with her husband's photographs and documented the color series of The French Chef, as well as providing an extensive library of kitchen notes compiled by Child during the course of the show.
In 1981 she founded the educational American Institute of Wine and Food in Napa, California, with vintners Robert Mondavi and Richard Graff to "advance the understanding, appreciation and quality of wine and food," a pursuit she had already begun with her books and television appearances.
In the 1970s and 1980s she was the star of numerous television programs, including Julia Child & Company and Dinner at Julia's; at the same time she also produced what she considered her magnum opus, a book and instructional video series collectively entitled The Way To Cook, which was published in 1989.
She starred in four more series in the 1990s that featured guest chefs: Cooking with Master Chefs, In Julia's Kitchen with Master Chefs, Baking With Julia, and Julia Child & Jacques Pépin Cooking at Home. She collaborated with Jacques Pépin many times for television programs and cookbooks. All of Child's books during this time stemmed from the television series of the same names.
Beginning with In Julia's Kitchen with Master Chefs, the Childs' home kitchen in Cambridge was fully transformed into a functional set, with TV-quality lighting, three cameras positioned to catch all angles in the room, a massive center island with a gas stovetop on one side and an electric stovetop on the other, but leaving the rest of the Childs' appliances alone, including "my wall oven with its squeaking door."[10] This kitchen backdrop hosted nearly all of Child's 1990s television series.
Child's last book was the autobiographical My Life in France, published posthumously in 2006 and written with her husband's great nephew, Alex Prud'homme. The book recounts Child's life with her husband, Paul Child, in post-World War II France.
Child was a favorite of audiences from the moment of her television debut on public television in 1963, and she was a familiar part of American culture and the subject of numerous references. In 1966 she was featured on the cover of Time with the heading, "Our Lady of the Ladle." In a 1978 Saturday Night Live sketch, she was affectionately parodied by Dan Aykroyd continuing with a cooking show despite profuse bleeding from a cut to his thumb. It has been told that Julia loved this sketch so much that she would show it to friends at parties.[citation needed] Jean Stapleton portrayed her in a 1989 musical, Bon Appétit!, based on one of her televised cooking lessons. The title derived from her famous TV sign-off: "This is Julia Child. Bon appétit!". She was also the inspiration for the character "Julia Grownup" on the Children's Television Workshop program, The Electric Company (1971–1977), and was portrayed or parodied in many other television and radio programs and skits, including The Cosby Show (1984–1992) by character Heathcliff Huxtable (Bill Cosby) and Garrison Keillor's radio series A Prairie Home Companion by voice actor Tim Russell. Julia Child's TV show is briefly portrayed in the 1986 movie, The Money Pit starring Tom Hanks and Shelley Long; the 1985 Madonna film Desperately Seeking Susan and the 1991 comedy Don't Tell Mom The Babysitter's Dead.
In 2009 Child was half the focus of the feature film Julie & Julia, with Meryl Streep portraying Child; see below for further details.
Child was a favorite of audiences from the moment of her television debut on public television in 1963, and she was a familiar part of American culture and the subject of numerous references. In 1966 she was featured on the cover of Time with the heading, "Our Lady of the Ladle." In a 1978 Saturday Night Live sketch, she was affectionately parodied by Dan Aykroyd continuing with a cooking show despite profuse bleeding from a cut to his thumb. It has been told that Julia loved this sketch so much that she would show it to friends at parties.[citation needed] Jean Stapleton portrayed her in a 1989 musical, Bon Appétit!, based on one of her televised cooking lessons. The title derived from her famous TV sign-off: "This is Julia Child. Bon appétit!". She was also the inspiration for the character "Julia Grownup" on the Children's Television Workshop program, The Electric Company (1971–1977), and was portrayed or parodied in many other television and radio programs and skits, including The Cosby Show (1984–1992) by character Heathcliff Huxtable (Bill Cosby) and Garrison Keillor's radio series A Prairie Home Companion by voice actor Tim Russell. Julia Child's TV show is briefly portrayed in the 1986 movie, The Money Pit starring Tom Hanks and Shelley Long; the 1985 Madonna film Desperately Seeking Susan and the 1991 comedy Don't Tell Mom The Babysitter's Dead.
In 2009 Child was half the focus of the feature film Julie & Julia, with Meryl Streep portraying Child; see below for further details.
On August 18, 2004, a documentary filmed during her lifetime premiered. Produced by WGBH, the one-hour feature, Julia Child! America's Favorite Chef, was aired as the first episode of the 18th season of the PBS series American Masters. The film combined archive footage of Child with current footage from those who influenced and were influenced by her life and work.
In August 2002, Julie Powell started documenting online her daily experiences cooking each of the 524 recipes in Child's Mastering the Art of French Cooking. Powell later rewrote the blog, "The Julie/Julia Project," into a memoir, Julie & Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen (Little, Brown, 2005), the paperback version of which was retitled Julie and Julia: My Year of Cooking Dangerously (Back Bay Books, 2006).
Nora Ephron wrote the screenplay for the film Julie & Julia, which she adapted from Child's memoir My Life in France and from Julie Powell's memoir. The film, directed by Ephron, was released on August 7, 2009 with Meryl Streep playing Child.
Esta é a cozinha da Julia Child que está no Museu:

À beira dos trinta, encurralada num desinteressante trabalho como secretária sem fim à vista e num minúsculo apartamento, Julie Powell resolve recuperar a sua vida, perdida num quotidiano monótono, através da culinária. Ao longo de um ano, experimenta cada uma das 524 receitas da lendária Julia Child. Gradualmente passando dos oeufs en cocotte ao bistek sauté au beurre, começa a perceber que aquele Projecto (acompanhado por blog) está a mudar a sua vida. A sua recompensa é não só um recém-adquirido respeito por fígado de porco e mioleira de vaca, mas uma vida inteiramente nova - e vivida com estilo e muito gosto.
Julie & Julia de Julie Powell
Críticas de imprensa
«Um festim, uma viagem, e uma maravilha. Julie Powell escreve sobre culinária da forma como sempre devia ter sido feito: em grandes pedaços de rapsódia, amanteigados, honestos, cobiçosos e besuntados de molho.»
Elizabeth Gilbert, autora de Eat, Pray, Love
«Meditativo, irreverente, e ocasionalmente hilariante… Powell escreve como um Chris Rock da culinária – de forma profana, honesta e extremamente engraçada», Seattle Times «Encantador… Powell nunca pretende ser mais do que quem é: uma rapariga da classe trabalhadora que se atreve a sair da sua vida rotineira para encontrar o que todos nós procuramos, a felicidade.»
USA Today
«Irresistível... Uma espécie de meio caminho entre Bridget Jones e The French Chef.»
Philadelphia Inquirer
«Muito do prazer que retiramos de ler Julie and Julia está na honestidade explícita da autora… Ela mostra os reveses do que é tentar realmente fazer algo de novo com a própria vida.»
Chicago Tribune
A Minha Opinião:
Adorei este livro, adorei a maneira como a Julia Powell escreve. E acho que este livro vai mudar a minha vida, pois vou tentar imitar o que a Julia fez... mas em vez de fazer receitas de um livro com receitas francesas, vou tentar fazer todas as receitas de um outro livro... (de uma coisa que eu gosto mais... e que me dá mais prazer) "A Paixão pelo Chocolate"
Julie Powell (born 1973 in Austin, Texas, USA) is an American author known for the book Julie & Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen.
Born and raised in Austin, Texas, she attended Amherst College, graduating in 1995 with a double major in theater and creative writing.[1][2]

While working for the Lower Manhattan Development Corporation in August 2002, Powell began the Julie/Julia Project, a Web log chronicling her attempt to cook all the recipes in Julia Child's Mastering the Art of French Cooking.[3] The blog quickly gained a large following, and Powell signed a book deal with Little, Brown and Company. The resulting book, Julie and Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen, was published in 2005.[4] The paperback edition was retitled Julie and Julia: My Year of Cooking Dangerously.
Powell's second book, Cleaving: a Story of Marriage, Meat, and Obsession, which details an affair she had after the first book's publication and which is unmentioned in the film, has had its publication date postponed until December 2009.
Aqui fica o link para o blog do projecto Julie & Julia
http://blogs.salon.com/0001399/
Aqui está o trailer do filme:
Tenho agora que aguardar que este filme chegue às nossas salas de cinema.. estou ansiosa
Informação sobre o filme:
Julie & Julia is a comedy-drama 2009 film written and directed by Nora Ephron. The film depicts events in the life of chef Julia Child in the early years in her culinary career, contrasting her life with Julie Powell, who aspires to cook all 524 recipes from Child's cookbook during a single year.
Ephron's screenplay is adapted from two books: My Life in France, Child's autobiography, written with Alex Prud'homme, and a memoir by Julie Powell. In August 2002, Powell started documenting online her daily experiences cooking each of the 524 recipes in Child's Mastering the Art of French Cooking, and she later began reworking that blog, The Julie/Julia Project,[1] into a book, Julie & Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen (Little, Brown, 2005). The paperback was retitled Julie & Julia: My Year of Cooking Dangerously (Back Bay Books, 2006). Both books adapted by Ephron were written and published in the same time frame of 2004 to 2006. The film is the first major motion picture based on a blog.[2]
Ephron began filming Julie & Julia in March 2008. Meryl Streep portrays Julia Child, and Amy Adams appears as Julie Powell. The film officially premiered on July 30, 2009 at the Ziegfeld Theatre in New York City and opened throughout North America on August 7, 2009.[3]
Julie Powell (Amy Adams) attempts to cook every recipe in Julia Child's cookbook, Mastering the Art of French Cooking. She writes a blog about her experience. Woven into her story is the story of Julia Child's time in Paris, in which she discovers the art of cooking. The film goes back and forth between Julie and Julia's lives.
Cast
•Meryl Streep as Julia Child
•Amy Adams as Julie Powell
•Stanley Tucci as Paul Child, Julia Child's husband
•Chris Messina as Eric Powell, Julie Powell's husband
•Linda Emond as Simone Beck ("Simca"), with whom Julia wrote Mastering the Art of French Cooking
•Jane Lynch as Dorothy McWilliams, Julia Child's sister
•Mary Lynn Rajskub as Sarah, Powell's best friend
•Vanessa Ferlito as Cassie
•Casey Wilson as Regina
Critical reaction
The film has received generally favorable reviews from critics.[9] Rotten Tomatoes reported that 75% of critics gave positive reviews based on 155 reviews with an average score of 6.7/10. Another review aggregator, Metacritic, which assigns a normalized rating out of 100 top reviews from mainstream critics, gave it an average score of 65%, based on 32 reviews. Meryl Streep has been widely praised for her performance as Julia Child. Movie critic A.O. Scott of The New York Times affirmed that "By now this actress [Streep] has exhausted every superlative that exists and to suggest that she has outdone herself is only to say that she’s done it again. Her performance goes beyond physical imitation, though she has the rounded shoulders and the fluting voice down perfectly." Reviewer Peter Travers wrote in Rolling Stone that "Meryl Streep — at her brilliant, beguiling best — is the spice that does the trick for the yummy Julie & Julia." Similarly, Stephanie Zacharek of Salon magazine concluded that "Streep isn't playing Julia Child here, but something both more elusive and more truthful — she's playing our idea of Julia Child."
Los Angeles Times critic Kenneth Turan commented, "[Julie & Julia] does it right. A consummate entertainment that echoes the rhythms and attitudes of classic Hollywood, it's a satisfying throwback to those old-fashioned movie fantasies where impossible dreams do come true. And, in this case, it really happened. Twice."
The A.V. Club gave the film a C, explaining, "Julie & Julia is two movies in one. That’s one more movie than it needs to be.
Entertainment Weekly gave it a B+. The review by Slate was also positive.
Informação sobre Julia Child (August 15, 1912 – August 13, 2004) was an American chef, author and television personality. She introduced French cuisine and cooking techniques to the American mainstream through her many cookbooks and television programs, notably The French Chef which premiered in 1963. Her most well-known cookbook is Mastering the Art of French Cooking, published in 1961.

Child was born Julia Carolyn McWilliams to John and Julia Carolyn ("Caro") McWilliams in Pasadena, California. The eldest of three children, she had a brother, John III, (1914–2002), and a sister Dorothy D. (1917–2006).[1] Child was raised in a well-to-do family where she ate traditional New England food prepared by the family cook. She attended Westridge School, Polytechnic School from fourth grade to ninth grade and then The Branson School in Ross, California, which was at the time a boarding school. At six feet, two inches (1.88 m) tall, Child played tennis, golf, and basketball as a child and continued to play sports while attending Smith College, where she graduated in 1934 with a Bachelor of Arts degree in English[2]. Following her graduation from college, Child moved to New York City, where she worked as a copywriter for the advertising department of upscale home-furnishing firm W. & J. Sloane. Returning to California in 1937, she spent the next four years writing for local publications and working in advertising.
After the bombing of Pearl Harbor, Child joined the Office of Strategic Services (OSS) after finding that she was too tall to enlist in the Women's Army Corps (WACs) or in the U.S. Navy through the WAVES.[3]
Beginning her OSS career at its headquarters in Washington, Child worked directly for the head of OSS, General William J. Donovan. Working as a research assistant in the Secret Intelligence division, she typed ten thousand names on white note cards used to keep track of officers. For a year she worked at the OSS Emergency Rescue Equipment Section (ERES) in Washington, D.C. as a file clerk and then as assistant to developers of a shark repellent needed to ensure that sharks would not explode ordnance targeting German U-boats. In 1944 she was posted to Kandy, Ceylon (now Sri Lanka), where her responsibilities included "registering, cataloguing and channeling a great volume of highly classified communications" for the OSS's clandestine stations in Asia[4]. She was later posted to China, where she received the Emblem of Meritorious Civilian Service as head of the Registry of the OSS Secretariat.[5]
Following the war she married Paul Cushing Child on September 1, 1946 in Lumberville, Pennsylvania[6], and the couple moved to Washington, D.C. Paul Child, a New Jersey native[7] who had lived in Paris as an artist and poet, was known for his sophisticated palate.[8] He joined the United States Foreign Service and introduced his wife to fine cuisine. In 1948 they moved to Paris after the US State Department assigned Paul there as an exhibits officer with the United States Information Agency. The couple had no children.[5]
Child repeatedly recalled her first meal in Rouen as a culinary revelation; once, she described the meal of oysters, sole meunière and fine wine to The New York Times as "an opening up of the soul and spirit for me." In Paris she attended the famous Le Cordon Bleu cooking school and later studied privately with Max Bugnard and other master chefs. She joined the women's cooking club Cercle des Gourmettes where she met Simone Beck who, with her friend Louisette Bertholle, was writing a French cookbook for Americans. Beck proposed that Child work with them to make it appeal to Americans.
In 1951 Child, Beck and Bertholle began to teach cooking to American women in Child's Paris kitchen, calling their informal school L'Ecole des Trois Gourmandes (The School of the Three Food Lovers). For the next decade, as the Childs moved around Europe and finally to Cambridge, Massachusetts, the three researched and repeatedly tested recipes. Child translated the French into English, making the recipes detailed, interesting, and practical.
The three would-be authors initially signed a contract with publisher Houghton Mifflin, which later rejected the manuscript for being too much like an encyclopedia. Finally, when it was first published in 1961 by Alfred A. Knopf, the 734-page Mastering the Art of French Cooking was a best-seller and received critical acclaim that derived in part from the American interest in French culture in the early 1960s. Lauded for its helpful illustrations, precise attention to detail and for making fine cuisine accessible, the book is still in print and is considered a seminal culinary work. Following this success, Child wrote magazine articles and a regular column for The Boston Globe newspaper.
A 1962 appearance on a book review show on the National Educational Television (NET) station of Boston, WGBH, led to the inception of her television cooking show after viewers enjoyed her demonstration of how to cook an omelette. The French Chef debuted February 11, 1963, on WGBH and was immediately successful. The show ran nationally for ten years and won Peabody and Emmy Awards, including the first Emmy award for an educational program. Though she was not the first television cook, Child was the most widely seen. She attracted the broadest audience with her cheery enthusiasm, distinctively charming warbly voice, and unpatronising and unaffected manner.
In 1972 The French Chef became the first television program to be captioned for the deaf, albeit in the preliminary technology of open captioning.[9]
Child's second book, The French Chef Cookbook, was a collection of the recipes she had demonstrated on the show. It was soon followed in 1971 by Mastering the Art of French Cooking, Volume Two, again in collaboration with Simone Beck, but not with Louisette Bertholle, with whom they had ended their partnership. Child's fourth book, From Julia Child's Kitchen, was illustrated with her husband's photographs and documented the color series of The French Chef, as well as providing an extensive library of kitchen notes compiled by Child during the course of the show.
In 1981 she founded the educational American Institute of Wine and Food in Napa, California, with vintners Robert Mondavi and Richard Graff to "advance the understanding, appreciation and quality of wine and food," a pursuit she had already begun with her books and television appearances.
In the 1970s and 1980s she was the star of numerous television programs, including Julia Child & Company and Dinner at Julia's; at the same time she also produced what she considered her magnum opus, a book and instructional video series collectively entitled The Way To Cook, which was published in 1989.
She starred in four more series in the 1990s that featured guest chefs: Cooking with Master Chefs, In Julia's Kitchen with Master Chefs, Baking With Julia, and Julia Child & Jacques Pépin Cooking at Home. She collaborated with Jacques Pépin many times for television programs and cookbooks. All of Child's books during this time stemmed from the television series of the same names.
Beginning with In Julia's Kitchen with Master Chefs, the Childs' home kitchen in Cambridge was fully transformed into a functional set, with TV-quality lighting, three cameras positioned to catch all angles in the room, a massive center island with a gas stovetop on one side and an electric stovetop on the other, but leaving the rest of the Childs' appliances alone, including "my wall oven with its squeaking door."[10] This kitchen backdrop hosted nearly all of Child's 1990s television series.
Child's last book was the autobiographical My Life in France, published posthumously in 2006 and written with her husband's great nephew, Alex Prud'homme. The book recounts Child's life with her husband, Paul Child, in post-World War II France.
Child was a favorite of audiences from the moment of her television debut on public television in 1963, and she was a familiar part of American culture and the subject of numerous references. In 1966 she was featured on the cover of Time with the heading, "Our Lady of the Ladle." In a 1978 Saturday Night Live sketch, she was affectionately parodied by Dan Aykroyd continuing with a cooking show despite profuse bleeding from a cut to his thumb. It has been told that Julia loved this sketch so much that she would show it to friends at parties.[citation needed] Jean Stapleton portrayed her in a 1989 musical, Bon Appétit!, based on one of her televised cooking lessons. The title derived from her famous TV sign-off: "This is Julia Child. Bon appétit!". She was also the inspiration for the character "Julia Grownup" on the Children's Television Workshop program, The Electric Company (1971–1977), and was portrayed or parodied in many other television and radio programs and skits, including The Cosby Show (1984–1992) by character Heathcliff Huxtable (Bill Cosby) and Garrison Keillor's radio series A Prairie Home Companion by voice actor Tim Russell. Julia Child's TV show is briefly portrayed in the 1986 movie, The Money Pit starring Tom Hanks and Shelley Long; the 1985 Madonna film Desperately Seeking Susan and the 1991 comedy Don't Tell Mom The Babysitter's Dead.
In 2009 Child was half the focus of the feature film Julie & Julia, with Meryl Streep portraying Child; see below for further details.
Child was a favorite of audiences from the moment of her television debut on public television in 1963, and she was a familiar part of American culture and the subject of numerous references. In 1966 she was featured on the cover of Time with the heading, "Our Lady of the Ladle." In a 1978 Saturday Night Live sketch, she was affectionately parodied by Dan Aykroyd continuing with a cooking show despite profuse bleeding from a cut to his thumb. It has been told that Julia loved this sketch so much that she would show it to friends at parties.[citation needed] Jean Stapleton portrayed her in a 1989 musical, Bon Appétit!, based on one of her televised cooking lessons. The title derived from her famous TV sign-off: "This is Julia Child. Bon appétit!". She was also the inspiration for the character "Julia Grownup" on the Children's Television Workshop program, The Electric Company (1971–1977), and was portrayed or parodied in many other television and radio programs and skits, including The Cosby Show (1984–1992) by character Heathcliff Huxtable (Bill Cosby) and Garrison Keillor's radio series A Prairie Home Companion by voice actor Tim Russell. Julia Child's TV show is briefly portrayed in the 1986 movie, The Money Pit starring Tom Hanks and Shelley Long; the 1985 Madonna film Desperately Seeking Susan and the 1991 comedy Don't Tell Mom The Babysitter's Dead.
In 2009 Child was half the focus of the feature film Julie & Julia, with Meryl Streep portraying Child; see below for further details.
On August 18, 2004, a documentary filmed during her lifetime premiered. Produced by WGBH, the one-hour feature, Julia Child! America's Favorite Chef, was aired as the first episode of the 18th season of the PBS series American Masters. The film combined archive footage of Child with current footage from those who influenced and were influenced by her life and work.
In August 2002, Julie Powell started documenting online her daily experiences cooking each of the 524 recipes in Child's Mastering the Art of French Cooking. Powell later rewrote the blog, "The Julie/Julia Project," into a memoir, Julie & Julia: 365 Days, 524 Recipes, 1 Tiny Apartment Kitchen (Little, Brown, 2005), the paperback version of which was retitled Julie and Julia: My Year of Cooking Dangerously (Back Bay Books, 2006).
Nora Ephron wrote the screenplay for the film Julie & Julia, which she adapted from Child's memoir My Life in France and from Julie Powell's memoir. The film, directed by Ephron, was released on August 7, 2009 with Meryl Streep playing Child.
Esta é a cozinha da Julia Child que está no Museu:
quarta-feira, setembro 09, 2009
Excerto do livro O Talentoso Sr. Ripley
"A única coisa que lamentava era não ter ainda visto o mundo inteiro. Queria conhecer a Austrália. E a Índia. Queria conhecer o Japão. Depois a América do Sul. Contemplar a arte desses países seria agradável só por si, compensaria o trabalho e os aborrecimentos de uma vida, pensou para si."
Este é um dos pensamentos do Sr. Ripley, no final do livro, e eu tenho que concordar plenamente.... viajar, conhecer outros países, outras culturas, comidas, pessoas, costumes é uma excelente compensação para os aborrecimentos da vida, para as chatices do trabalhos, para a banalidade do nosso dia-a-dia (casa-trabalho-casa).
Por isso temos que suportar todos os dias coisas insuportáveis para poderemos arrecadar algum dinheiro, para depois o podermos gastar numas merecidas férias!!!!
Este é um dos pensamentos do Sr. Ripley, no final do livro, e eu tenho que concordar plenamente.... viajar, conhecer outros países, outras culturas, comidas, pessoas, costumes é uma excelente compensação para os aborrecimentos da vida, para as chatices do trabalhos, para a banalidade do nosso dia-a-dia (casa-trabalho-casa).
Por isso temos que suportar todos os dias coisas insuportáveis para poderemos arrecadar algum dinheiro, para depois o podermos gastar numas merecidas férias!!!!
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