quarta-feira, junho 03, 2009
sexta-feira, maio 29, 2009
O Comboio das 16h50 - Agatha Christie
Comecei a ler este livro no dia 25 de Maio e acabei de lê-lo hoje dia 29 de Maio de 2009.
Elspeth McGillicuddy apanha o comboio que a levará até Brackhampton, de onde seguirá para a aldeia de St. Mary Mead. À sua espera tem uma amiga de longa data, Miss Jane Marple. Por um momento, ao deixar a estação, o comboio avança paralelo a outro. O que observa ao olhar pela janela da sua carruagem ficará para sempre gravado na sua memória: impotente, ela vê um homem estrangular uma mulher. Quem, para além de Miss Marple, poderá levá-la a sério? Afinal, não há suspeitos, mais nenhuma testemunha… e, acima de tudo, não há cadáver.
Originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1957, O Comboio das 16h50 (4.50 from Paddington) foi publicado nos Estados Unidos no mesmo ano, com o título What Mrs. McGillicuddy Saw! Foi adaptado ao cinema em 1962 com o título Murder She Said e à televisão em 1987, contando com Joan Hickson no papel de Miss Marple.

Agatha Mary Clarissa Mallowan (Torquay, 15 de Setembro de 1890 — Wallingford, 12 de Janeiro de 1976), mundialmente conhecida como Agatha Christie, foi uma romancista policial britânica e autora de mais de oitenta livros. Seus livros são os mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare. É conhecida como Duquesa da Morte, Rainha do Crime, dentre outros títulos.
Criou os famosos personagens Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence Beresford e Parker Pyne.
Nascida Agatha Mary Clarissa Miller em 15 de Setembro de 1890, Agatha Christie é conhecida pelo mundo como a Rainha do Crime[1]. Os seus livros venderam mais de um bilhão de cópias em inglês, além de outro bilhão, em línguas estrangeiras. Ela é a autora mais publicada de todos os tempos em qualquer idioma, somente ultrapassada pela Bíblia, e mais que Shakespeare. Ela é a autora de oitenta romances policiais e coleções de pequenas histórias, dezenove peças e seis romances escritos sob o nome de Mary Westmacott. Ela é, até hoje, conhecida como a Rainha do Crime e Duquesa da Morte, entre outros títulos. Agatha foi pioneira ao fazer com que os desfechos de seus livros fossem extremamente impressionantes e inesperados, sendo praticamente impossível ao leitor descobrir quem é o assassino.

Casou-se pela primeira vez em 1914, com o Coronel Archibald Christie, piloto do Corpo Real de Aviadores. O casal teve uma filha, Rosalind, e divorciou-se em 1928.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Agatha trabalhou em um hospital e em uma farmácia, funções que influenciaram seu trabalho: muitos dos assassinatos em seus livros foram cometidos com o uso de veneno.
Em 1930, casou-se com o arqueólogo Sir Max Mallowan. Mallowan era 14 anos mais jovem que a escritora, e suas viagens juntos contribuíram com material para vários de seus romances situados no Oriente Médio. O casamento duraria até a morte da escritora.
Em 1971 ela recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico.
Agatha Christie morreu em 12 de janeiro de 1976, aos 85 anos de idade, de causas naturais, em sua residência - Winterbrook, em Wallingford, Oxfordshire. Ela está enterrada no Cemitério da Paróquia de St. Mary, em Cholsey, Oxon.
A única filha da autora, Rosalind Hicks, morreu em 28 de outubro de 2004, também com 85 anos, de causas naturais. Os direitos sobre sua obra pertencem agora a seu neto, Mathew Prichard.
Adorei este mistério da Agatha Christie, não estava nada à espera... como sempre lol... muito bem escrito, gostei bastante.
Elspeth McGillicuddy apanha o comboio que a levará até Brackhampton, de onde seguirá para a aldeia de St. Mary Mead. À sua espera tem uma amiga de longa data, Miss Jane Marple. Por um momento, ao deixar a estação, o comboio avança paralelo a outro. O que observa ao olhar pela janela da sua carruagem ficará para sempre gravado na sua memória: impotente, ela vê um homem estrangular uma mulher. Quem, para além de Miss Marple, poderá levá-la a sério? Afinal, não há suspeitos, mais nenhuma testemunha… e, acima de tudo, não há cadáver.
Originalmente publicado na Grã-Bretanha em 1957, O Comboio das 16h50 (4.50 from Paddington) foi publicado nos Estados Unidos no mesmo ano, com o título What Mrs. McGillicuddy Saw! Foi adaptado ao cinema em 1962 com o título Murder She Said e à televisão em 1987, contando com Joan Hickson no papel de Miss Marple.

Agatha Mary Clarissa Mallowan (Torquay, 15 de Setembro de 1890 — Wallingford, 12 de Janeiro de 1976), mundialmente conhecida como Agatha Christie, foi uma romancista policial britânica e autora de mais de oitenta livros. Seus livros são os mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare. É conhecida como Duquesa da Morte, Rainha do Crime, dentre outros títulos.
Criou os famosos personagens Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence Beresford e Parker Pyne.
Nascida Agatha Mary Clarissa Miller em 15 de Setembro de 1890, Agatha Christie é conhecida pelo mundo como a Rainha do Crime[1]. Os seus livros venderam mais de um bilhão de cópias em inglês, além de outro bilhão, em línguas estrangeiras. Ela é a autora mais publicada de todos os tempos em qualquer idioma, somente ultrapassada pela Bíblia, e mais que Shakespeare. Ela é a autora de oitenta romances policiais e coleções de pequenas histórias, dezenove peças e seis romances escritos sob o nome de Mary Westmacott. Ela é, até hoje, conhecida como a Rainha do Crime e Duquesa da Morte, entre outros títulos. Agatha foi pioneira ao fazer com que os desfechos de seus livros fossem extremamente impressionantes e inesperados, sendo praticamente impossível ao leitor descobrir quem é o assassino.

Casou-se pela primeira vez em 1914, com o Coronel Archibald Christie, piloto do Corpo Real de Aviadores. O casal teve uma filha, Rosalind, e divorciou-se em 1928.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Agatha trabalhou em um hospital e em uma farmácia, funções que influenciaram seu trabalho: muitos dos assassinatos em seus livros foram cometidos com o uso de veneno.
Em 1930, casou-se com o arqueólogo Sir Max Mallowan. Mallowan era 14 anos mais jovem que a escritora, e suas viagens juntos contribuíram com material para vários de seus romances situados no Oriente Médio. O casamento duraria até a morte da escritora.
Em 1971 ela recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico.
Agatha Christie morreu em 12 de janeiro de 1976, aos 85 anos de idade, de causas naturais, em sua residência - Winterbrook, em Wallingford, Oxfordshire. Ela está enterrada no Cemitério da Paróquia de St. Mary, em Cholsey, Oxon.
A única filha da autora, Rosalind Hicks, morreu em 28 de outubro de 2004, também com 85 anos, de causas naturais. Os direitos sobre sua obra pertencem agora a seu neto, Mathew Prichard.
Adorei este mistério da Agatha Christie, não estava nada à espera... como sempre lol... muito bem escrito, gostei bastante.
segunda-feira, maio 25, 2009
A Ilha de Nim - Filme
Relização: Jennifer Flackett, Mark Levin
Intérpretes: Abigail Breslin, Jodie Foster, Gerard Butler
Sinopse
Uma jovem menina habita uma ilha isolada com o seu pai cientista e comunica com um autor solitário sobre o romance que lê. É uma existência que espelha a sua personagem literária favorita, Alex Rover, o maior aventureiro do mundo. Mas Alexandra, a autora dos livros Rover, tem uma vida solitária na grande cidade. Quando o pai de Nim desaparece da sua ilha, um golpe de destino junta-a com Alexandra. Agora devem encontrar a força e coragem do seu imaginário herói, para conquistar a Ilha de Nim.


Intérpretes: Abigail Breslin, Jodie Foster, Gerard Butler
Sinopse
Uma jovem menina habita uma ilha isolada com o seu pai cientista e comunica com um autor solitário sobre o romance que lê. É uma existência que espelha a sua personagem literária favorita, Alex Rover, o maior aventureiro do mundo. Mas Alexandra, a autora dos livros Rover, tem uma vida solitária na grande cidade. Quando o pai de Nim desaparece da sua ilha, um golpe de destino junta-a com Alexandra. Agora devem encontrar a força e coragem do seu imaginário herói, para conquistar a Ilha de Nim.


A Ilha de Nim - Wendy Orr
Comecei a ler o livro ontem dia 24 de Maio e acabei-o hoje dia 25 de Maio de 2009.
É um livro pequenino e de fácil leitura. É um livro cheio de aventuras e que foi muito bem retratado no filme, acho que até agora foi o filme que mais parecido ao livro eu vi até ao momento.
Não fizeram alterações de nomes das personagens nem nada que se pareça.
Gostei bastante do livro e tb gostei muito do filme, não fosse o filme com o meu actor preferido (Gerard Butler)

Aventuras cheias de animação, suspense e humor.
Nim vive numa ilha no meio do oceano azul com o seu pai Jack, uma iguana marinha chamada Fred, um leão-marinho chamado Selkie, uma tartaruga chamada Chica e um disco de satélite para receber os e-mails. Ninguém no mundo vive como Nim e ela não trocaria de vida com ninguém.
Mas quando Jack desaparece com o seu barco e o desastre ameaça a sua casa, Nim tem que ser mais corajosa do que alguma vez foi. E precisa de ajuda dos seus amigos, novos e antigos.
Um deliciosa fantasia para jovens leitores da autora de Uma Aventura de Nim no Mar.
Wendy Orr is a Canadian-born Australian writer born in Edmonton, Canada. She is best known as the author of Nim's Island, which was made into a film in 2008 starring Jodie Foster, Abigail Breslin and Gerard Butler.

É um livro pequenino e de fácil leitura. É um livro cheio de aventuras e que foi muito bem retratado no filme, acho que até agora foi o filme que mais parecido ao livro eu vi até ao momento.
Não fizeram alterações de nomes das personagens nem nada que se pareça.
Gostei bastante do livro e tb gostei muito do filme, não fosse o filme com o meu actor preferido (Gerard Butler)

Aventuras cheias de animação, suspense e humor.
Nim vive numa ilha no meio do oceano azul com o seu pai Jack, uma iguana marinha chamada Fred, um leão-marinho chamado Selkie, uma tartaruga chamada Chica e um disco de satélite para receber os e-mails. Ninguém no mundo vive como Nim e ela não trocaria de vida com ninguém.
Mas quando Jack desaparece com o seu barco e o desastre ameaça a sua casa, Nim tem que ser mais corajosa do que alguma vez foi. E precisa de ajuda dos seus amigos, novos e antigos.
Um deliciosa fantasia para jovens leitores da autora de Uma Aventura de Nim no Mar.
Wendy Orr is a Canadian-born Australian writer born in Edmonton, Canada. She is best known as the author of Nim's Island, which was made into a film in 2008 starring Jodie Foster, Abigail Breslin and Gerard Butler.

Férias de Verão!!!!
domingo, maio 24, 2009
Poupar Mais, Poluir Menos - Filipe Costa Pinto
Hoje li este Guia Prático de Acção Ecológica. Inclui mais de 300 conselhos práticos para poupar água e energia e poluir menos todos os dias.
As Edições Nova Gaia publicam o novo "Guia Prático de Acção Ecológica - Poupar Mais, Poluir Menos", da autoria de Filipe Costa Pinto. Esta obra de divulgação inclui mais de 300 conselhos práticos para poupar água e energia e poluir menos todos os dias.
O "Guia Prático de Acção Ecológica - Poupar Mais, Poluir Menos" constitui um importante instrumento de educação ambiental, único no plano editorial português, que explora a temática actual e pertinente da protecção do meio ambiente, numa perspectiva de sensibilização dos consumidores para a necessidade de poupança dos recursos naturais.
Este guia fornece informação completa e precisa ao longo de 96 páginas densamente coloridas e ilustradas. Fala de poluição, das suas causas e dos principais fenómenos associados, revela a relação existente entre o dispêndio de recursos e a poluição e explica como é que o consumidor, economizando água e energia, poderá reduzir esta ameaça para o meio ambiente e para a saúde humana.

Sendo um livro de curiosidades e de conselhos práticos, que convida o leitor a agir, identifica os problemas globais, regionais e locais relacionados com a poluição (edifícios doentes, chuva ácida, smog urbano, buraco do ozono, aquecimento global, desertificação, desflorestação, eutrofização, marés negras...), e apresenta soluções práticas para diminuir a quantidade e diversidade das emissões no dia a dia.
Filipe Costa Pinto, nasceu no Porto. Publicitário e designer, entusiasta das questões da Ecologia, trabalha em projectos de comunicação e educação ambiental desde 1996. Foi Director Criativo da primeira empresa de comunicação especializada em Ambiente, onde concebeu e desenvolveu ao nível da imagem campanhas publicitárias e de sensibilização, maioritariamente direccionadas às crianças e aos adolescentes, encomendadas por associações de municípios para a gestão de resíduos sólidos urbanos e pelos departamentos locais de ambiente.
Em 1999, para a Lipor, projectou e dirigiu a imagem da maior exposição sobre temática ambiental alguma vez realizada no País - "Conhecer o Lixo" - que recebeu mais de 150 mil visitantes. É autor do livro "Como não Produzir Lixo".
As Edições Nova Gaia publicam o novo "Guia Prático de Acção Ecológica - Poupar Mais, Poluir Menos", da autoria de Filipe Costa Pinto. Esta obra de divulgação inclui mais de 300 conselhos práticos para poupar água e energia e poluir menos todos os dias.
O "Guia Prático de Acção Ecológica - Poupar Mais, Poluir Menos" constitui um importante instrumento de educação ambiental, único no plano editorial português, que explora a temática actual e pertinente da protecção do meio ambiente, numa perspectiva de sensibilização dos consumidores para a necessidade de poupança dos recursos naturais.
Este guia fornece informação completa e precisa ao longo de 96 páginas densamente coloridas e ilustradas. Fala de poluição, das suas causas e dos principais fenómenos associados, revela a relação existente entre o dispêndio de recursos e a poluição e explica como é que o consumidor, economizando água e energia, poderá reduzir esta ameaça para o meio ambiente e para a saúde humana.

Sendo um livro de curiosidades e de conselhos práticos, que convida o leitor a agir, identifica os problemas globais, regionais e locais relacionados com a poluição (edifícios doentes, chuva ácida, smog urbano, buraco do ozono, aquecimento global, desertificação, desflorestação, eutrofização, marés negras...), e apresenta soluções práticas para diminuir a quantidade e diversidade das emissões no dia a dia.
Filipe Costa Pinto, nasceu no Porto. Publicitário e designer, entusiasta das questões da Ecologia, trabalha em projectos de comunicação e educação ambiental desde 1996. Foi Director Criativo da primeira empresa de comunicação especializada em Ambiente, onde concebeu e desenvolveu ao nível da imagem campanhas publicitárias e de sensibilização, maioritariamente direccionadas às crianças e aos adolescentes, encomendadas por associações de municípios para a gestão de resíduos sólidos urbanos e pelos departamentos locais de ambiente.
Em 1999, para a Lipor, projectou e dirigiu a imagem da maior exposição sobre temática ambiental alguma vez realizada no País - "Conhecer o Lixo" - que recebeu mais de 150 mil visitantes. É autor do livro "Como não Produzir Lixo".
Louca por Compras - Filme
Está decidido ... tenho mesmo que ir ver este filme.... depois de ler o livro, o filme pareceu-me bastante divertido (mesmo já com as alterações que eu já vi que fizeram)
Louca por Compras - Sophie Kinsella
Comecei a ler este livro no dia 21 de Maio de 2009 e acabei hoje dia 24 de Maio de 2009.
Gostei bastante do livro, leve e divertido....
Mas a Rebecca já me estava a tirar do sério... bem ele tinha uma doença muito séria... eu como o seu oposto, sentia-me um bocado incomodada.
Quando não temos dinheiro, não temos vícios (é um dos meus lemas)
Mas acabou tudo bem e isso é que interessa... e eu sei que era só um livro... mas nos dias que correr muitas pessoas sofrem deste problema...o consumismo
Quando as coisas se descontrolam - os descontrolados vão às compras. Rebecca Bloomwood é louca por compras, está enterrada de dívidas até aos ossos e passa o tempo a tentar escapar ao seu gerente de conta. A sua única esperança é tentar ganhar mais e gastar menos. O seu único consolo é comprar alguma coisa - só mais uma coisinha…

Madeleine Sophie Wickham (nee Townley), who also writes under the pseudonym Sophie Kinsella, is an English author of chick lit.
Educated at Putney High School and New College, Oxford, she worked as a financial journalist before turning to fiction. She is best known for writing the Shopaholic novels series of chick-lit novels, which focus on the misadventures of Becky Bloomwood, a financial journalist who cannot manage her own finances. The series focuses on her obsession with shopping and its resulting complications for her life.
The first two Shopaholic books were adapted into a film and released in February 2009, with Isla Fisher playing Becky and Hugh Dancy as Luke Brandon.
Her latest novel under the name Sophie Kinsella will be published in 2009 and is set to be called Twenties Girl.

As Sophie Kinsella
Shopaholic
The Secret Dreamworld of a Shopaholic (also titled Confessions of a Shopaholic) (2000)
Shopaholic Abroad (also titled Shopaholic Takes Manhattan) (2001)
Shopaholic Ties The Knot (2001)
Shopaholic & Sister (2004)
Shopaholic & Baby (2007)
Standalone novels
Can You Keep a Secret? (2003)
The Undomestic Goddess (2005)
Remember Me?
Twenties Girl (to be released on July 21 2009)
Gostei bastante do livro, leve e divertido....
Mas a Rebecca já me estava a tirar do sério... bem ele tinha uma doença muito séria... eu como o seu oposto, sentia-me um bocado incomodada.
Quando não temos dinheiro, não temos vícios (é um dos meus lemas)
Mas acabou tudo bem e isso é que interessa... e eu sei que era só um livro... mas nos dias que correr muitas pessoas sofrem deste problema...o consumismo
Quando as coisas se descontrolam - os descontrolados vão às compras. Rebecca Bloomwood é louca por compras, está enterrada de dívidas até aos ossos e passa o tempo a tentar escapar ao seu gerente de conta. A sua única esperança é tentar ganhar mais e gastar menos. O seu único consolo é comprar alguma coisa - só mais uma coisinha…

Madeleine Sophie Wickham (nee Townley), who also writes under the pseudonym Sophie Kinsella, is an English author of chick lit.
Educated at Putney High School and New College, Oxford, she worked as a financial journalist before turning to fiction. She is best known for writing the Shopaholic novels series of chick-lit novels, which focus on the misadventures of Becky Bloomwood, a financial journalist who cannot manage her own finances. The series focuses on her obsession with shopping and its resulting complications for her life.
The first two Shopaholic books were adapted into a film and released in February 2009, with Isla Fisher playing Becky and Hugh Dancy as Luke Brandon.
Her latest novel under the name Sophie Kinsella will be published in 2009 and is set to be called Twenties Girl.

As Sophie Kinsella
Shopaholic
The Secret Dreamworld of a Shopaholic (also titled Confessions of a Shopaholic) (2000)
Shopaholic Abroad (also titled Shopaholic Takes Manhattan) (2001)
Shopaholic Ties The Knot (2001)
Shopaholic & Sister (2004)
Shopaholic & Baby (2007)
Standalone novels
Can You Keep a Secret? (2003)
The Undomestic Goddess (2005)
Remember Me?
Twenties Girl (to be released on July 21 2009)
quarta-feira, maio 20, 2009
O Jogo do Anjo - Carlos Ruiz Záfon
Comecei a ler este livro no dia 09/05/2009 e acabei no dia 20/05/2009.
Gostei bastante deste livro, sempre muito mistério e muito bem narrado.
Um excerto do livro que eu gostei bastante:
"Todos os livros têm alma, a alma de os escreveu, a alma daqueles que os leram e viveram e sonharam com eles.
De cada vez que um livro muda de mãos, de cada vez que alguém desliza o olhar pela suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se mais forte."
Na Barcelona turbulenta dos anos 20, um jovem escritor obcecado com um amor impossível recebe de um misterioso editor a proposta para escrever um livro como nunca existiu a troco de uma fortuna e, talvez, muito mais.
Com deslumbrante estilo e impecável precisão narrativa, o autor de A Sombra do Vento transporta-nos de novo para a Barcelona do Cemitério dos Livros Esquecidos, para nos oferecer uma aventura de intriga, romance e tragédia, através de um labirinto de segredos onde o fascínio pelos livros, a paixão e a amizade se conjugam num relato magistral.

Excerto
«Um escritor nunca esquece a primeira vez em que aceita umas moedas ou um elogio a troco de uma história. Nunca esquece a primeira vez em que sente no sangue o doce veneno da vaidade e acredita que, se conseguir que ninguém descubra a sua falta de talento, o sonho da literatura será capaz de lhe dar um tecto, um prato de comida quente ao fim do dia e aquilo por que mais anseia: ver o seu nome impresso num miserável pedaço de papel que certamente lhe sobreviverá. Um escritor está condenado a recordar esse momento pois nessa altura já está perdido e a sua alma tem preço.»
Carlos Ruiz Zafón (Barcelona, 1964) é um escritor espanhol.
Em 1993 ganhou o prêmio Ebedé de literatura com seu primeiro romance, O Príncipe da Névoa, que vendeu mais de 150 mil exemplares na Espanha e foi traduzido em vários idiomas. Desde então, publicou quatro romances, sendo que os três primeiros foram dirigidos para um público mais jovem, e intitulam-se de El Palacio de la Medinoche, Las Luces de Semptiembre e Marina. Nos últimos anos transformou-se numa das maiores revelações literárias dos últimos tempos com A Sombra do Vento, finalista dos prêmios literários espanhóis Fernando Lara 2001 e Llibreter 2002. Em Portugal, essa obra foi premiada com as Correntes d'Escrita, do ano de 2006.

O autor vive atualmente em Los Angeles, onde escreve roteiros para o cinema e trabalha em um novo romance. Zafón colabora também nos jornais espanhóis La Vanguardia e El País. A Sombra do Vento já vendeu mais de 6,5 milhões de cópias no mundo
Gostei bastante deste livro, sempre muito mistério e muito bem narrado.
Um excerto do livro que eu gostei bastante:
"Todos os livros têm alma, a alma de os escreveu, a alma daqueles que os leram e viveram e sonharam com eles.
De cada vez que um livro muda de mãos, de cada vez que alguém desliza o olhar pela suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se mais forte."
Na Barcelona turbulenta dos anos 20, um jovem escritor obcecado com um amor impossível recebe de um misterioso editor a proposta para escrever um livro como nunca existiu a troco de uma fortuna e, talvez, muito mais.
Com deslumbrante estilo e impecável precisão narrativa, o autor de A Sombra do Vento transporta-nos de novo para a Barcelona do Cemitério dos Livros Esquecidos, para nos oferecer uma aventura de intriga, romance e tragédia, através de um labirinto de segredos onde o fascínio pelos livros, a paixão e a amizade se conjugam num relato magistral.

Excerto
«Um escritor nunca esquece a primeira vez em que aceita umas moedas ou um elogio a troco de uma história. Nunca esquece a primeira vez em que sente no sangue o doce veneno da vaidade e acredita que, se conseguir que ninguém descubra a sua falta de talento, o sonho da literatura será capaz de lhe dar um tecto, um prato de comida quente ao fim do dia e aquilo por que mais anseia: ver o seu nome impresso num miserável pedaço de papel que certamente lhe sobreviverá. Um escritor está condenado a recordar esse momento pois nessa altura já está perdido e a sua alma tem preço.»
Carlos Ruiz Zafón (Barcelona, 1964) é um escritor espanhol.
Em 1993 ganhou o prêmio Ebedé de literatura com seu primeiro romance, O Príncipe da Névoa, que vendeu mais de 150 mil exemplares na Espanha e foi traduzido em vários idiomas. Desde então, publicou quatro romances, sendo que os três primeiros foram dirigidos para um público mais jovem, e intitulam-se de El Palacio de la Medinoche, Las Luces de Semptiembre e Marina. Nos últimos anos transformou-se numa das maiores revelações literárias dos últimos tempos com A Sombra do Vento, finalista dos prêmios literários espanhóis Fernando Lara 2001 e Llibreter 2002. Em Portugal, essa obra foi premiada com as Correntes d'Escrita, do ano de 2006.

O autor vive atualmente em Los Angeles, onde escreve roteiros para o cinema e trabalha em um novo romance. Zafón colabora também nos jornais espanhóis La Vanguardia e El País. A Sombra do Vento já vendeu mais de 6,5 milhões de cópias no mundo
David Fonseca - Vendas Novas
E no passado Sábado dia 16 de Maio, fui até Vendas Novas assistir (mais uma vez ;D, YES!!!!), ao concerto do melhor musico portugues : David Fonseca
Um espectáculo!!!! Até nos tirou uma foto e tudo !!!!
Um espectáculo!!!! Até nos tirou uma foto e tudo !!!!
domingo, maio 10, 2009
Viagem ao Centro da Terra - Julio Verne
Comecei a ler este livro no dia 3/5/2009 e acabei no dia 8/5/2009.
Mais um livro para o Desafio Filmes dos Livros.
Gostei bastante... mas o filme está muito diferente do livro, foi bastante actualizado para os nossos tempos.
Em conjunto com 20 000 Léguas Submarinas, a Viagem ao Centro da Terra (1864) é um dos mais famosos romances de Júlio Verne.
Depois de descobrir e decifrar um misterioso manuscrito rúnico, onde um alquimista islandês afirma ter ido ao centro da Terra, o Professor Otto Lidenbrock, o seu sobrinho Axel e Hans, um caçador islandês, partem numa grandiosa viagem às profundezas da Terra. E é então que começa a verdadeira aventura. Um novo mundo aguarda-os, um mundo onde o tempo parou… onde os dinossáurios ainda andam pelas florestas, gigantescos animais dominam os mares e homens pré-históricos habitam as cavernas.
Mas conseguirá o grupo regressar a casa e abandonar um mundo repleto de perigos?

Jules Verne (aportuguesado para Júlio Verne) (Nantes, 8 de Fevereiro de 1828 — Amiens, 24 de Março de 1905) foi um escritor francês.
Júlio Verne foi o filho mais velho dos cinco filhos de Pierre Verne, advogado (avoué), e Sophie Allote de la Fuÿe, esta de um família burguesa de Nantes. É considerado por críticos literários o precursor do gênero de ficção científica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.
Infância e juventude
Júlio Verne passou a infância com os pais e irmãos, na cidade francesa de Nantes e na casa de verão da família. A proximidade do porto e das docas constituíram provavelmente grande estímulo para o desenvolvimento da imaginação do autor sobre a vida marítima e viagens a terras distantes. Com nove anos foi mandado para o colégio com seu irmão Paul. Mais tarde, seu pai, com a esperança de que o filho seguisse sua carreira de advogado, enviou o jovem Júlio para Paris, a fim de estudar Direito. Ali começou a se interessar mais pelo teatro do que pelas leis, tendo escrito alguns livretos de operetas e pequenas histórias de viagens. Seu pai, ao saber disso, cortou-lhe o apoio financeiro, o que o levou a trabalhar como corretor de ações, o que teve como propósito lhe garantir alguma estabilidade financeira. Foi quando conheceu uma viúva com duas filhas chamada Honorine de Viane Morel, com quem se casou em 1857 e teve em 1861 um filho chamado Michel Jean Pierre Verne. Durante esse período conheceu os escritores Alexandre Dumas e Victor Hugo.
Carreira literária
A carreira literária de Júlio Verne começou a se destacar quando se associou a Pierre-Jules Hetzel, editor experiente que trabalhava com grandes nomes da época, como Alfred de Brehat, Victor Hugo, George Sand e Erckmann-Chatrian.
Hetzel publicou a primeira grande novela de sucesso de Júlio Verne em 1862, o relato de viagem à África em balão, intitulado Cinco semanas em um balão. Essa história continha detalhes tão minunciosos de coordenadas geográficas, culturas, animais, etc., que os leitores se perguntavam se era ficção ou um relato verídico. Na verdade, Júlio Verne nunca havia estado em um balão ou viajado à África. Toda a informação sobre a história veio de sua imaginação e capacidade de pesquisa.
Hetzel apresentou Verne a Félix Nadar, cientista interessado em navegação aérea e balonismo, de quem se tornou grande amigo e que introduziu Verne ao seu círculo de amigos cientistas, de cujas conversações o autor provavelmente tirou algumas de suas ideias.

O sucesso de Cinco semanas em um balão lhe rendeu fama e dinheiro. Sua produção literária seguia em ritmo acelerado. Quase todos os anos Hetzel publicava novo livro de Verne, quase todos grandes sucessos. Dentre eles se encontram: Vinte Mil Léguas Submarinas, Viagem ao centro da terra, A volta ao mundo em oitenta dias, Da terra à lua, Robur - o conquistador.
Seu último livro publicado foi Paris no século XX. Escrito em 1863, somente publicado em 1989, quando o manuscrito foi encontrado por bisneto de Verne. Livro de conteúdo depressivo, foi rejeitado por Hetzel, que recomendou Verne a não publicá-lo na época, por fugir à fórmula de sucesso dos livros já escritos, que falavam de aventuras extraordinárias. Verne seguiu seu conselho e guardou o manuscrito em um cofre, só sendo encontrado mais de um século depois.
Até hoje Júlio Verne é o escritor cuja obra foi mais traduzida em toda a história, com traduções em 148 línguas, segundo estatísticas da UNESCO, tendo escrito mais de 70 livros.
Últimos anos
Michel, seu filho, era considerado um rapaz rebelde, e não seguiu as orientações do pai. Júlio Verne mandou o seu filho, aos 16 anos, em uma viagem de instrução em um navio, por 18 meses, com esperança que a disciplina a bordo e a vida no mar corrigissem o seu carácter rebelde, mas de nada adiantou. Michel não se corrigiu e acabou por casar com uma actriz, contra a vontade do pai, tendo com ela dois filhos.
Em 9 de Março de 1886, seu sobrinho Gaston deu dois tiros contra o autor, quando este chegava em casa na cidade de Amiens. Um dos tiros o atingiu no ombro e demorou a cicatrizar, o outro atingiu o tornozelo, deixando-o coxo nos seus últimos 19 anos de vida. Não se sabe bem por que seu sobrinho tenha cometido o atentado, mas ele foi considerado louco e internado em um manicômio até o final da vida. Este episódio serviu para aproximar pai e filho, pois Michel vendo-se em vias de perder o pai passou a encarar a vida com mais seriedade. Neste mesmo ano, morria o editor Pierre Hetzel, grande amigo de Júlio Verne, facto que o deixou muito abalado.
Nos últimos anos, Verne escreveu muitos livros sobre o uso erróneo da tecnologia e os seus impactos ambientais, sua principal preocupação naquela época. Continuou sua obra até a sua morte em 24 de Março de 1905. O seu filho Michel editou seus trabalhos incompletos e escreveu ele mesmo alguns capítulos que estavam faltando, quando da morte do pai.
Adaptações
Do conjunto das obras de Júlio Verne, trinta e três foram levadas ao cinema, dando lugar a um total de noventa e cinco filmes, sem contar com as adaptações para séries de televisão. A obra mais vezes adaptada foi Miguel Strogoff (dezesseis vezes), seguida de Vinte Mil Léguas Submarinas (nove vezes) e Viagem ao Centro da Terra (cinco vezes).
Principais filmes baseados nas suas obras
Viagem à Lua, de 1902, realizado por Georges Méliès.
A ilha misteriosa, de 1951, realizado por Spencer Gordon Bennet e protagonizada por Richard Crane.
20.000 léguas submarinas, de 1954, realizado por Richard Fleischer com Kirk Douglas no papel de Ned e James Mason como o capitão Nemo.
Michel Strogoff, de 1956, realizado por Carmine Gallone e com Curd Jürgens como Miguel Strogoff.
A volta ao mundo em 80 dias, de 1956, realizado por Michael Anderson com David Niven como Phileas Fogg e Cantinflas como Passpartout.
Da Terra à Lua, de 1958, realizado por Byron Haskin com Joseph Cotten, Debra Paget e George Sanders.
Viagem ao centro da Terra, de 1959, realizado por Henry Levin e protagonizada por James Mason.
A ilha misteriosa, de 1961, realizado por Cy Endfield com Michael Craig como protagonista.
Os filhos do capitão Grant, de 1962, realizado por Robert Stevenson e com Maurice Chevalier, George Sanders e Hayley Mills como protagonistas.
Cinco semanas em balão, de 1962, realizado por Irwin Allen, com Red Buttons e Barbara Eden.
O farol do fim do mundo, de 1971, realizado por Kevin Billington e interpretado por Kirk Douglas, Yul Brynner e Fernando Rey.
A volta ao mundo em 80 dias, de 2004, realizado por Frank Coraci, com Jackie Chan.
A ilha misteriosa de Júlio Verne, filme para a televisão de 2005, realizado por Russell Mulcahy e interpretado por Kyle MacLachlan, Patrick Stewart e Gabrielle Anwar.
Viagem ao centro da terra, de 2008, realizado por Eric Brevig e interpretado por Brendan Fraser, Josh Hutcherson e Anita Briem.
Mais um livro para o Desafio Filmes dos Livros.
Gostei bastante... mas o filme está muito diferente do livro, foi bastante actualizado para os nossos tempos.
Em conjunto com 20 000 Léguas Submarinas, a Viagem ao Centro da Terra (1864) é um dos mais famosos romances de Júlio Verne.
Depois de descobrir e decifrar um misterioso manuscrito rúnico, onde um alquimista islandês afirma ter ido ao centro da Terra, o Professor Otto Lidenbrock, o seu sobrinho Axel e Hans, um caçador islandês, partem numa grandiosa viagem às profundezas da Terra. E é então que começa a verdadeira aventura. Um novo mundo aguarda-os, um mundo onde o tempo parou… onde os dinossáurios ainda andam pelas florestas, gigantescos animais dominam os mares e homens pré-históricos habitam as cavernas.
Mas conseguirá o grupo regressar a casa e abandonar um mundo repleto de perigos?

Jules Verne (aportuguesado para Júlio Verne) (Nantes, 8 de Fevereiro de 1828 — Amiens, 24 de Março de 1905) foi um escritor francês.
Júlio Verne foi o filho mais velho dos cinco filhos de Pierre Verne, advogado (avoué), e Sophie Allote de la Fuÿe, esta de um família burguesa de Nantes. É considerado por críticos literários o precursor do gênero de ficção científica, tendo feito predições em seus livros sobre o aparecimento de novos avanços científicos, como os submarinos, máquinas voadoras e viagem à Lua.
Infância e juventude
Júlio Verne passou a infância com os pais e irmãos, na cidade francesa de Nantes e na casa de verão da família. A proximidade do porto e das docas constituíram provavelmente grande estímulo para o desenvolvimento da imaginação do autor sobre a vida marítima e viagens a terras distantes. Com nove anos foi mandado para o colégio com seu irmão Paul. Mais tarde, seu pai, com a esperança de que o filho seguisse sua carreira de advogado, enviou o jovem Júlio para Paris, a fim de estudar Direito. Ali começou a se interessar mais pelo teatro do que pelas leis, tendo escrito alguns livretos de operetas e pequenas histórias de viagens. Seu pai, ao saber disso, cortou-lhe o apoio financeiro, o que o levou a trabalhar como corretor de ações, o que teve como propósito lhe garantir alguma estabilidade financeira. Foi quando conheceu uma viúva com duas filhas chamada Honorine de Viane Morel, com quem se casou em 1857 e teve em 1861 um filho chamado Michel Jean Pierre Verne. Durante esse período conheceu os escritores Alexandre Dumas e Victor Hugo.
Carreira literária
A carreira literária de Júlio Verne começou a se destacar quando se associou a Pierre-Jules Hetzel, editor experiente que trabalhava com grandes nomes da época, como Alfred de Brehat, Victor Hugo, George Sand e Erckmann-Chatrian.
Hetzel publicou a primeira grande novela de sucesso de Júlio Verne em 1862, o relato de viagem à África em balão, intitulado Cinco semanas em um balão. Essa história continha detalhes tão minunciosos de coordenadas geográficas, culturas, animais, etc., que os leitores se perguntavam se era ficção ou um relato verídico. Na verdade, Júlio Verne nunca havia estado em um balão ou viajado à África. Toda a informação sobre a história veio de sua imaginação e capacidade de pesquisa.
Hetzel apresentou Verne a Félix Nadar, cientista interessado em navegação aérea e balonismo, de quem se tornou grande amigo e que introduziu Verne ao seu círculo de amigos cientistas, de cujas conversações o autor provavelmente tirou algumas de suas ideias.

O sucesso de Cinco semanas em um balão lhe rendeu fama e dinheiro. Sua produção literária seguia em ritmo acelerado. Quase todos os anos Hetzel publicava novo livro de Verne, quase todos grandes sucessos. Dentre eles se encontram: Vinte Mil Léguas Submarinas, Viagem ao centro da terra, A volta ao mundo em oitenta dias, Da terra à lua, Robur - o conquistador.
Seu último livro publicado foi Paris no século XX. Escrito em 1863, somente publicado em 1989, quando o manuscrito foi encontrado por bisneto de Verne. Livro de conteúdo depressivo, foi rejeitado por Hetzel, que recomendou Verne a não publicá-lo na época, por fugir à fórmula de sucesso dos livros já escritos, que falavam de aventuras extraordinárias. Verne seguiu seu conselho e guardou o manuscrito em um cofre, só sendo encontrado mais de um século depois.
Até hoje Júlio Verne é o escritor cuja obra foi mais traduzida em toda a história, com traduções em 148 línguas, segundo estatísticas da UNESCO, tendo escrito mais de 70 livros.
Últimos anos
Michel, seu filho, era considerado um rapaz rebelde, e não seguiu as orientações do pai. Júlio Verne mandou o seu filho, aos 16 anos, em uma viagem de instrução em um navio, por 18 meses, com esperança que a disciplina a bordo e a vida no mar corrigissem o seu carácter rebelde, mas de nada adiantou. Michel não se corrigiu e acabou por casar com uma actriz, contra a vontade do pai, tendo com ela dois filhos.
Em 9 de Março de 1886, seu sobrinho Gaston deu dois tiros contra o autor, quando este chegava em casa na cidade de Amiens. Um dos tiros o atingiu no ombro e demorou a cicatrizar, o outro atingiu o tornozelo, deixando-o coxo nos seus últimos 19 anos de vida. Não se sabe bem por que seu sobrinho tenha cometido o atentado, mas ele foi considerado louco e internado em um manicômio até o final da vida. Este episódio serviu para aproximar pai e filho, pois Michel vendo-se em vias de perder o pai passou a encarar a vida com mais seriedade. Neste mesmo ano, morria o editor Pierre Hetzel, grande amigo de Júlio Verne, facto que o deixou muito abalado.
Nos últimos anos, Verne escreveu muitos livros sobre o uso erróneo da tecnologia e os seus impactos ambientais, sua principal preocupação naquela época. Continuou sua obra até a sua morte em 24 de Março de 1905. O seu filho Michel editou seus trabalhos incompletos e escreveu ele mesmo alguns capítulos que estavam faltando, quando da morte do pai.
Adaptações
Do conjunto das obras de Júlio Verne, trinta e três foram levadas ao cinema, dando lugar a um total de noventa e cinco filmes, sem contar com as adaptações para séries de televisão. A obra mais vezes adaptada foi Miguel Strogoff (dezesseis vezes), seguida de Vinte Mil Léguas Submarinas (nove vezes) e Viagem ao Centro da Terra (cinco vezes).
Principais filmes baseados nas suas obras
Viagem à Lua, de 1902, realizado por Georges Méliès.
A ilha misteriosa, de 1951, realizado por Spencer Gordon Bennet e protagonizada por Richard Crane.
20.000 léguas submarinas, de 1954, realizado por Richard Fleischer com Kirk Douglas no papel de Ned e James Mason como o capitão Nemo.
Michel Strogoff, de 1956, realizado por Carmine Gallone e com Curd Jürgens como Miguel Strogoff.
A volta ao mundo em 80 dias, de 1956, realizado por Michael Anderson com David Niven como Phileas Fogg e Cantinflas como Passpartout.
Da Terra à Lua, de 1958, realizado por Byron Haskin com Joseph Cotten, Debra Paget e George Sanders.
Viagem ao centro da Terra, de 1959, realizado por Henry Levin e protagonizada por James Mason.
A ilha misteriosa, de 1961, realizado por Cy Endfield com Michael Craig como protagonista.
Os filhos do capitão Grant, de 1962, realizado por Robert Stevenson e com Maurice Chevalier, George Sanders e Hayley Mills como protagonistas.
Cinco semanas em balão, de 1962, realizado por Irwin Allen, com Red Buttons e Barbara Eden.
O farol do fim do mundo, de 1971, realizado por Kevin Billington e interpretado por Kirk Douglas, Yul Brynner e Fernando Rey.
A volta ao mundo em 80 dias, de 2004, realizado por Frank Coraci, com Jackie Chan.
A ilha misteriosa de Júlio Verne, filme para a televisão de 2005, realizado por Russell Mulcahy e interpretado por Kyle MacLachlan, Patrick Stewart e Gabrielle Anwar.
Viagem ao centro da terra, de 2008, realizado por Eric Brevig e interpretado por Brendan Fraser, Josh Hutcherson e Anita Briem.
As Diferenças entre os Sexos:
Estes são alguns excertos dos livro «Lençois de Cetim» - Kathy Lette, espero que gostem tanto como eu gostei.
- Origem
As mulheres são oriundas de Vénus
Os homens, bom.. quase sempre vêm da Merdaleja.
- Inteligência
Porque será que os homens gostam das mulheres espertas?
Porque os opostos se atraem-se.
- Compromisso
As mulheres querem amor, casamento e felizes para sempre…
Os homens querem uma noite «de farra» - de preferência com sete prostitutas bissexuais.
- Devoção
As mulheres tendem a adorar os homens imbuídas de devoção religiosa.
Os homens interrogam-se: Se as mulheres são tão extraordinárias, porque será que Deus não arranjou nenhuma?
- Sexo
Homem: «Querida, sou o primeiro homem a fazer amor contigo?»
Mulher:«Claro. Não sei por que motivo vocês, os homens, fazem sempre a mesma pergunta tola.»
- Excitação
Os homens excitam-se com cerveja, futebol, louras e canal da Playboy
As mulheres ficam todas excitadas com nada – e depois casam com eles.
- Apoio
Homens: Por trás de cada homem bem sucedido existe uma mulher….
Por baixo de cada homem bem sucedido existe uma amante (mistress), (Também conhecida por colchão) (mattress)
Mulheres: A única coisa que aguenta uma mulher é o sutiã. (Assim chamado porque quando tiramos nos interrogamos para onde foram o raio das mamas)
- Tarefas Caseiras
«Cozinhar em casa» é precisamente onde o marido julga que a mulher está…
- Comunicação
Mulheres: Então, ligas-me amanhã?
Homens: Claro… Ligo-te a dizer que és uma parva por acreditares que eu te telefono amanhã.
- Fidelidade
Mulheres: A menos que seja cruzada, a fêmea das espécies tende para a fidelidade e a constância
Homens: Há algumas espécies em que o macho guarda fidelidade até à morte, em larga medida como resultado de ser comido pela parceira fêmea depois do acasalamento.
- Mudança
Uma mulher pensa que, pronto, o homem dela tem uns quantos defeitos, mas que com o tempo ela consegue mudá-lo
Os homens sabem que a única altura em que uma mulher os muda é na idade das fraldas.
- Como Impressionar
Como impressionar uma mulher: com ternura, carícias, falinhas mansas, devoção, confiança, verdade, proximidade.
Como impressionar um homem:
a) aparecer nua;
b) trazer uma supermodelo nua e bem cotada que seja dona de uma fábrica de cerveja e tenha uma irmã gémea com um espírito aberto;
c) praticar luta livre na lama.
- Posições
Os homens julgam que «Orgasmo Mútuo» é uma companhia de seguros. Por isso é que a posição que as mulheres preferem na cama é à cão – ele gane como um cão enquanto ela se rebola e se finge de morta.
- Admitir que metemos o pé na argola
Os homens nunca admitem que fizeram asneira
As mulheres são capazes de admitir que fizeram asneira… a começar pelo facto de terem escolhido um sujeito que não deviam.
- Religião
Quando um homem ideal aparece, as mulheres têm força suficiente para dizer: Não, muito obrigada! Já sou casada.
Os homens por outro lado vão a direito desde a puberdade à idade adulta.
- O Tempo
Os homens afirmam que as mulheres são como os ciclones: foram molhadas quando se vêm e levam a casa quando se vão.
As mulheres é que a sabem a toda: os homens é que são como os ciclones: nunca se sabem quando se vêm, quanto tempo vão ficar… ou quantos centímetros vamos obter.
- Magnetismo Animal
Os homens referem-se às mulheres como sendo umas vacas ou vacas parvas.
As mulheres afirmam existir uma boa razão para os homens não contraírem a Doença das Vacas Loucas… É porque eles são uns porcos.
- Tempo de Lazer
Os homens pensam que estar-se sentado na sanita é uma actividade de lazer.
No correspondente tempo de lazer de uma mulher esta limpa o armário dos temperos, forra os livros escolares com plástico, escreve cartões de Boas-Festas, cola fotografias de férias em álbuns, enche a máquina de lavar roupa, esvazia a maquina de lavar roupa, arruma os temperos por ordem alfabética, faz o almoço aos filhos, engoma os uniformes dos filhos, puxa o lustro aos sapatos dos filhos, põe de parte o dinheiro para as excursões da escola, acaba os trabalhos de casa dos filhos (o que implica ler em latim a odisseia completa de Ulisses), leva o cão a passear porque mais ninguém o faz, num assomo masoquista depila-se para o seu homem, coze no forno o muesli sueco porque um dos filhos converteu-se ao vegetarianismo, telefona à sogra para lhe comunicar que o filho a ama, tenta cozinhar coq au vin para um jantar destinado a clientes do marido, do qual só teve conhecimento uns segundos antes, resgata o porquinho-da-índia que desaparecera e se encontrava atrás da estante dos livros, e passa meia hora à procura do marido – que ainda não saiu da sanita.
- Humor
Os homens afirmam que as mulheres não sabem contar anedotas.
As mulheres pensam que se calhar é porque casaram com eles.
- Parceiros
Muitas vezes os homens se queixam:
«Ora, de que andam as mulheres à procura?»
E as mulheres tentam responder-lhes:
«Oh, de nada em especial. Desde que ele tenha peitorais, um canudo, um rabo jeitoso, uma atitude não sexista, um bronzeado maravilhoso, um pénis bem letrado, saiba fazer suflês, pratique luta livre com crocodilos, queira uma relação amorosa e saiba proporcionar sexo tão bom que até derrete o tutano dos ossos… será pedir de mais a um bilionário?»
- Saúde
As mulheres apanham constipações, dores de cabeça, neuroses.
Os homens têm exactamente os mesmos sintomas, apanham gripes, enxaquecas, e depressões suicidas… A hipocondria é o eufemismo de «homem». Se um homem o negar, então a única doença que não tem é mesmo a hipocondria.
- Impulso Sexual
Os homens pensam que «impulso sexual» é fazê-lo no carro – influenciados se calhar pelo pequeno aviso no espelho retrovisor que diz:«Os objectos reflectidos neste espelho podem parecer maiores do que são na realidade.»
- Necessidades
Homens: o casamento é muito mais vantajoso para os homens do que para as mulheres. Os homens casados vivem mais tempo que os solteiros, sofrem de menos doenças cardíacas e têm menos problemas mentais.
Mulheres: bom, na essência é assim, se os nossos vibradores pudessem matar os aranhiços que vão para as banheiras, beijar-nos as pálpebras superiores e dizer-nos que não parecemos gordas vestidas de fatos de licra justos, será que precisaríamos de homem? Não.
Nenhuma mulher é uma Ilha.
Como podemos ganhar a guerra dos sexos se teimamos em confraternizar com o inimigo?
- Origem
As mulheres são oriundas de Vénus
Os homens, bom.. quase sempre vêm da Merdaleja.
- Inteligência
Porque será que os homens gostam das mulheres espertas?
Porque os opostos se atraem-se.
- Compromisso
As mulheres querem amor, casamento e felizes para sempre…
Os homens querem uma noite «de farra» - de preferência com sete prostitutas bissexuais.
- Devoção
As mulheres tendem a adorar os homens imbuídas de devoção religiosa.
Os homens interrogam-se: Se as mulheres são tão extraordinárias, porque será que Deus não arranjou nenhuma?
- Sexo
Homem: «Querida, sou o primeiro homem a fazer amor contigo?»
Mulher:«Claro. Não sei por que motivo vocês, os homens, fazem sempre a mesma pergunta tola.»
- Excitação
Os homens excitam-se com cerveja, futebol, louras e canal da Playboy
As mulheres ficam todas excitadas com nada – e depois casam com eles.
- Apoio
Homens: Por trás de cada homem bem sucedido existe uma mulher….
Por baixo de cada homem bem sucedido existe uma amante (mistress), (Também conhecida por colchão) (mattress)
Mulheres: A única coisa que aguenta uma mulher é o sutiã. (Assim chamado porque quando tiramos nos interrogamos para onde foram o raio das mamas)
- Tarefas Caseiras
«Cozinhar em casa» é precisamente onde o marido julga que a mulher está…
- Comunicação
Mulheres: Então, ligas-me amanhã?
Homens: Claro… Ligo-te a dizer que és uma parva por acreditares que eu te telefono amanhã.
- Fidelidade
Mulheres: A menos que seja cruzada, a fêmea das espécies tende para a fidelidade e a constância
Homens: Há algumas espécies em que o macho guarda fidelidade até à morte, em larga medida como resultado de ser comido pela parceira fêmea depois do acasalamento.
- Mudança
Uma mulher pensa que, pronto, o homem dela tem uns quantos defeitos, mas que com o tempo ela consegue mudá-lo
Os homens sabem que a única altura em que uma mulher os muda é na idade das fraldas.
- Como Impressionar
Como impressionar uma mulher: com ternura, carícias, falinhas mansas, devoção, confiança, verdade, proximidade.
Como impressionar um homem:
a) aparecer nua;
b) trazer uma supermodelo nua e bem cotada que seja dona de uma fábrica de cerveja e tenha uma irmã gémea com um espírito aberto;
c) praticar luta livre na lama.
- Posições
Os homens julgam que «Orgasmo Mútuo» é uma companhia de seguros. Por isso é que a posição que as mulheres preferem na cama é à cão – ele gane como um cão enquanto ela se rebola e se finge de morta.
- Admitir que metemos o pé na argola
Os homens nunca admitem que fizeram asneira
As mulheres são capazes de admitir que fizeram asneira… a começar pelo facto de terem escolhido um sujeito que não deviam.
- Religião
Quando um homem ideal aparece, as mulheres têm força suficiente para dizer: Não, muito obrigada! Já sou casada.
Os homens por outro lado vão a direito desde a puberdade à idade adulta.
- O Tempo
Os homens afirmam que as mulheres são como os ciclones: foram molhadas quando se vêm e levam a casa quando se vão.
As mulheres é que a sabem a toda: os homens é que são como os ciclones: nunca se sabem quando se vêm, quanto tempo vão ficar… ou quantos centímetros vamos obter.
- Magnetismo Animal
Os homens referem-se às mulheres como sendo umas vacas ou vacas parvas.
As mulheres afirmam existir uma boa razão para os homens não contraírem a Doença das Vacas Loucas… É porque eles são uns porcos.
- Tempo de Lazer
Os homens pensam que estar-se sentado na sanita é uma actividade de lazer.
No correspondente tempo de lazer de uma mulher esta limpa o armário dos temperos, forra os livros escolares com plástico, escreve cartões de Boas-Festas, cola fotografias de férias em álbuns, enche a máquina de lavar roupa, esvazia a maquina de lavar roupa, arruma os temperos por ordem alfabética, faz o almoço aos filhos, engoma os uniformes dos filhos, puxa o lustro aos sapatos dos filhos, põe de parte o dinheiro para as excursões da escola, acaba os trabalhos de casa dos filhos (o que implica ler em latim a odisseia completa de Ulisses), leva o cão a passear porque mais ninguém o faz, num assomo masoquista depila-se para o seu homem, coze no forno o muesli sueco porque um dos filhos converteu-se ao vegetarianismo, telefona à sogra para lhe comunicar que o filho a ama, tenta cozinhar coq au vin para um jantar destinado a clientes do marido, do qual só teve conhecimento uns segundos antes, resgata o porquinho-da-índia que desaparecera e se encontrava atrás da estante dos livros, e passa meia hora à procura do marido – que ainda não saiu da sanita.
- Humor
Os homens afirmam que as mulheres não sabem contar anedotas.
As mulheres pensam que se calhar é porque casaram com eles.
- Parceiros
Muitas vezes os homens se queixam:
«Ora, de que andam as mulheres à procura?»
E as mulheres tentam responder-lhes:
«Oh, de nada em especial. Desde que ele tenha peitorais, um canudo, um rabo jeitoso, uma atitude não sexista, um bronzeado maravilhoso, um pénis bem letrado, saiba fazer suflês, pratique luta livre com crocodilos, queira uma relação amorosa e saiba proporcionar sexo tão bom que até derrete o tutano dos ossos… será pedir de mais a um bilionário?»
- Saúde
As mulheres apanham constipações, dores de cabeça, neuroses.
Os homens têm exactamente os mesmos sintomas, apanham gripes, enxaquecas, e depressões suicidas… A hipocondria é o eufemismo de «homem». Se um homem o negar, então a única doença que não tem é mesmo a hipocondria.
- Impulso Sexual
Os homens pensam que «impulso sexual» é fazê-lo no carro – influenciados se calhar pelo pequeno aviso no espelho retrovisor que diz:«Os objectos reflectidos neste espelho podem parecer maiores do que são na realidade.»
- Necessidades
Homens: o casamento é muito mais vantajoso para os homens do que para as mulheres. Os homens casados vivem mais tempo que os solteiros, sofrem de menos doenças cardíacas e têm menos problemas mentais.
Mulheres: bom, na essência é assim, se os nossos vibradores pudessem matar os aranhiços que vão para as banheiras, beijar-nos as pálpebras superiores e dizer-nos que não parecemos gordas vestidas de fatos de licra justos, será que precisaríamos de homem? Não.
Nenhuma mulher é uma Ilha.
Como podemos ganhar a guerra dos sexos se teimamos em confraternizar com o inimigo?
segunda-feira, maio 04, 2009
Lençois de Cetim - Kathy Lette
Comecei a ler o livro no dia 26 de Abril e acabei no dia 2 de Maio.

Um canal de televisão promove um concurso que implica um casamento e os vendedores são Kit e Shelly - duas pessoas que nunca se encontraram anteriormente. Com o objectivo de ganharem um apartamento de luxo em Docklands, uma lua-de-mel de cinco estrelas e um avultado prémio em dinheiro, é-lhes lançado um repto... Shelly e Kit têm de permanecer casados para conquistarem a recompensa. E enquanto as câmaras de televisão seguem a "benção" matrimonial e todos os passos do casal, torna-se evidente que esta irá ser a primeira e a última experiência em termos de TV real.
Kathy Lette (born 11 November 1958) is an Australian author who has written a number of bestselling books.

Born in Sydney's southern suburbs, she first attracted attention in 1979 as the coauthor (with friend Gabrielle Carey) of Puberty Blues, a strongly autobiographical, proto-feminist teen novel about two 13-year-old southern suburbs girls attempting to improve their social status by ingratiating themselves with the "Greenhill gang" of surfers. The book was made into a successful movie in 1981.
As an adult, Lette became a newspaper columnist and sitcom writer, but returned to the novel form with Girls' Night Out in 1988 and has since written several more successful novels and plays, including Foetal Attraction, Mad Cows in 1996 (which was made into a film starring Joanna Lumley and Anna Friel) and Dead Sexy.
Despite her stereotyping of English people as condescending and unfriendly,[1] and her perceived dislike of men,[2] Lette lives in London and is married to a fellow Australian expatriate, the "silk", television host and author Geoffrey Robertson QC, whom she first met when appearing on his Hypotheticals panel debate show. They have two children, Julius and Georgina. She was earlier married to Kim Williams, now Chief Executive Officer of Foxtel, while he was CEO of the Australian Film Commission.
In 2007, Lette joined Sunrise as a London correspondent a part of the Global Notebook; she kept this position until mid 2007.
With Imogen Edwards-Jones, Lette edited an anthology by prominent women writers of erotic short-stories, In Bed with... (2009), including contributions from Louise Doughty, Esther Freud, Ali Smith, Joan Smith and Fay Weldon, each publishing under a pseudonym.
In April 2009, Lette contributed to the fourth issue of the literary magazine Notes from the Underground with a piece honoring her close friend John Mortimer.[3]
Réunion ou Reunião é um departamento francês no Oceano Índico, localizado a leste de Madagáscar. A ilha principal é uma das duas maiores Ilhas Mascarenhas, sendo o seu vizinho mais próximo a outra: a Maurícia. Reunião tem, no entanto, várias dependências, espalhadas em torno de Madagáscar, no Índico e no Canal de Moçambique. Capital: Saint-Denis.
Tem estatuto de região administrativa, assim como a Martinica, a Guadalupe e a Guiana Francesa.
História

Saint-Denis, capital de Reunião.Reunião foi visitada, embora não colonizada, por marinheiros europeus, árabes e polinésios, e foi reclamada pela primeira vez em 1644 pela Companhia Francesa das Índias Orientais, que levou à ilha colonizadores franceses e escravos africanos. Em 1764 a ilha passou a ser governada diretamente pela França, e as revoltas de escravos que se produziram propiciaram a fuga de muitos para o interior e o estabelecimento de seus próprios povoados. A ilha experimentou uma forte crise, quando a escravidão foi abolida a princípios do século XIX, e os franceses tiveram de importar mão de obra hindu que passaria a modificar a composição demográfica da ilha. Após a 2ª Guerra Mundial, Reunião passou ser Departamento francês, e desde os anos 1970 têm surgido pressões desde os partidos da esquerda para lograr uma maior autonomia para a ilha.

Política
A máxima autoridade da ilha é um Prefeito nomeado pela França, assistido pelos presidentes do Comitê Econômico e Social e do Conselho Geral. Na Assembléia Geral francesa a ilha está representada por três senadores e cinco deputados. Tem estatuto de região administrativa, assim como a Martinica, a Guadeloupe e a Guiana Francesa.
Geografia
Reunião, com uma extensão de 2.510 km2, está situada no Oceano Índico, cerca de 800 km a leste de Madagascar. A ilha têm forma ovalada e está atravessada por duas zonas montanhosas principais: Cirques de Cilaos, Salazie e Mafate, e a zona vulcânica em volta do Piton de la Fournaise.
Economia
O país está primordialmente dedicado à agricultura, predominando o cultivo do milho e o açúcar.

Demografia
A população é formada, principalmente, de proprietários franceses de plantações, camponenses bretões, imigrantes africanos, trabalhadores indianos e comerciantes chineses.
Cultura
Duas importantes figuras do parnasianismo nascidos nesta ilha foram Léon Dierx e Leconte de Lisle.

Alguns artigos apreciados e procurados por quem visita a Reunião são os artesanatos em madeira, tecidos de brilhantes coloridos, telas bordadas nas lojas da capital, essências de flores em Chez Bonoit, Bégue e Guillaume-Saint Paul e espécies como a baunilha (especialmente no mercado de St. Paul).

Um canal de televisão promove um concurso que implica um casamento e os vendedores são Kit e Shelly - duas pessoas que nunca se encontraram anteriormente. Com o objectivo de ganharem um apartamento de luxo em Docklands, uma lua-de-mel de cinco estrelas e um avultado prémio em dinheiro, é-lhes lançado um repto... Shelly e Kit têm de permanecer casados para conquistarem a recompensa. E enquanto as câmaras de televisão seguem a "benção" matrimonial e todos os passos do casal, torna-se evidente que esta irá ser a primeira e a última experiência em termos de TV real.
Kathy Lette (born 11 November 1958) is an Australian author who has written a number of bestselling books.

Born in Sydney's southern suburbs, she first attracted attention in 1979 as the coauthor (with friend Gabrielle Carey) of Puberty Blues, a strongly autobiographical, proto-feminist teen novel about two 13-year-old southern suburbs girls attempting to improve their social status by ingratiating themselves with the "Greenhill gang" of surfers. The book was made into a successful movie in 1981.
As an adult, Lette became a newspaper columnist and sitcom writer, but returned to the novel form with Girls' Night Out in 1988 and has since written several more successful novels and plays, including Foetal Attraction, Mad Cows in 1996 (which was made into a film starring Joanna Lumley and Anna Friel) and Dead Sexy.
Despite her stereotyping of English people as condescending and unfriendly,[1] and her perceived dislike of men,[2] Lette lives in London and is married to a fellow Australian expatriate, the "silk", television host and author Geoffrey Robertson QC, whom she first met when appearing on his Hypotheticals panel debate show. They have two children, Julius and Georgina. She was earlier married to Kim Williams, now Chief Executive Officer of Foxtel, while he was CEO of the Australian Film Commission.
In 2007, Lette joined Sunrise as a London correspondent a part of the Global Notebook; she kept this position until mid 2007.
With Imogen Edwards-Jones, Lette edited an anthology by prominent women writers of erotic short-stories, In Bed with... (2009), including contributions from Louise Doughty, Esther Freud, Ali Smith, Joan Smith and Fay Weldon, each publishing under a pseudonym.
In April 2009, Lette contributed to the fourth issue of the literary magazine Notes from the Underground with a piece honoring her close friend John Mortimer.[3]
Réunion ou Reunião é um departamento francês no Oceano Índico, localizado a leste de Madagáscar. A ilha principal é uma das duas maiores Ilhas Mascarenhas, sendo o seu vizinho mais próximo a outra: a Maurícia. Reunião tem, no entanto, várias dependências, espalhadas em torno de Madagáscar, no Índico e no Canal de Moçambique. Capital: Saint-Denis.
Tem estatuto de região administrativa, assim como a Martinica, a Guadalupe e a Guiana Francesa.
História

Saint-Denis, capital de Reunião.Reunião foi visitada, embora não colonizada, por marinheiros europeus, árabes e polinésios, e foi reclamada pela primeira vez em 1644 pela Companhia Francesa das Índias Orientais, que levou à ilha colonizadores franceses e escravos africanos. Em 1764 a ilha passou a ser governada diretamente pela França, e as revoltas de escravos que se produziram propiciaram a fuga de muitos para o interior e o estabelecimento de seus próprios povoados. A ilha experimentou uma forte crise, quando a escravidão foi abolida a princípios do século XIX, e os franceses tiveram de importar mão de obra hindu que passaria a modificar a composição demográfica da ilha. Após a 2ª Guerra Mundial, Reunião passou ser Departamento francês, e desde os anos 1970 têm surgido pressões desde os partidos da esquerda para lograr uma maior autonomia para a ilha.

Política
A máxima autoridade da ilha é um Prefeito nomeado pela França, assistido pelos presidentes do Comitê Econômico e Social e do Conselho Geral. Na Assembléia Geral francesa a ilha está representada por três senadores e cinco deputados. Tem estatuto de região administrativa, assim como a Martinica, a Guadeloupe e a Guiana Francesa.
Geografia
Reunião, com uma extensão de 2.510 km2, está situada no Oceano Índico, cerca de 800 km a leste de Madagascar. A ilha têm forma ovalada e está atravessada por duas zonas montanhosas principais: Cirques de Cilaos, Salazie e Mafate, e a zona vulcânica em volta do Piton de la Fournaise.
Economia
O país está primordialmente dedicado à agricultura, predominando o cultivo do milho e o açúcar.

Demografia
A população é formada, principalmente, de proprietários franceses de plantações, camponenses bretões, imigrantes africanos, trabalhadores indianos e comerciantes chineses.
Cultura
Duas importantes figuras do parnasianismo nascidos nesta ilha foram Léon Dierx e Leconte de Lisle.

Alguns artigos apreciados e procurados por quem visita a Reunião são os artesanatos em madeira, tecidos de brilhantes coloridos, telas bordadas nas lojas da capital, essências de flores em Chez Bonoit, Bégue e Guillaume-Saint Paul e espécies como a baunilha (especialmente no mercado de St. Paul).
segunda-feira, abril 27, 2009
IX Feira Doçaria Conventual - 24, 25 e 26 de Abril
Este Domingo fui até Portalegre, ao Mosteiro de São Bernardo, visitar a Feira Doçaria Conventual. Que feira mais doce!!!! Que Tentação!!! Tão Bom!!!

Encharcada
Portalegre oferece-lhe uma doce e tentadora proposta, para que passe um fim-de-semana diferente.

Papos de Anjo
Traga a família e os amigos e ceda ao pecado da gula na IX Feira de Doçaria Conventual de Portalegre, de 24 a 26 de Abril, no Mosteiro de S. Bernardo, em Portalegre.
Fartes e leite serafim, manjar branco e lampreia de ovos, barrigas de freira e queijinhos do céu e rebuçados de ovo, entre muitos outros doces cuja confecção permanece no segredo dos deuses, prometem adoçar a sua boca, enquanto o espírito é animado pela programação musical preparada para este fim-de-semana.
Doces e doceiros chegam de todos os pontos do país e do estrangeiro, oferecendo saborosos pecados que, misturados com muita animação, espectáculos e lazer, constituem o programa perfeito para um fim-de-semana em família.
Por 1€, vale a pena cair em tentação. Aceite esta proposta irrecusável, conheça Portalegre e leve para casa o sabor e a recordação de bons momentos.
Prove um doce. Guarde um segredo.
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Eu comprei uma caixa com 6 Rebuçados de Ovo.O rebuçado de ovo de Portalegre é um doce nascido nos conventos desta região há vários séculos. A sua receita foi transmitida ao longo dos séculos e o seu segredo preservado entre as doceiras da Região até aos nossos dias. A Fábrica do Rebuçado escolheu esta emblemática receita para trazer a si o primeiro de muitos doces. Conjugar a tradicionalidade da receita com as mais modernas exigências em termos de controlo da produção, em termos de Investigação e Desenvolvimento resultou num produto que continua fiel às suas origens artesanais, mas que garante simultaneamente que a qualidade, a aparência e o sabor do rebuçado se mantêm ao longo do tempo. Da mistura de ovos e açúcar, com segredos de antigamente, resulta um rebuçado embrulhado em papel de seda que se derrete na boca dos namorados, reconforta crianças, anima festas ou é simplesmente uma boa companhia para um café depois da refeição

Portalegre oferece-lhe uma doce e tentadora proposta, para que passe um fim-de-semana diferente.

Traga a família e os amigos e ceda ao pecado da gula na IX Feira de Doçaria Conventual de Portalegre, de 24 a 26 de Abril, no Mosteiro de S. Bernardo, em Portalegre.
Fartes e leite serafim, manjar branco e lampreia de ovos, barrigas de freira e queijinhos do céu e rebuçados de ovo, entre muitos outros doces cuja confecção permanece no segredo dos deuses, prometem adoçar a sua boca, enquanto o espírito é animado pela programação musical preparada para este fim-de-semana.
Doces e doceiros chegam de todos os pontos do país e do estrangeiro, oferecendo saborosos pecados que, misturados com muita animação, espectáculos e lazer, constituem o programa perfeito para um fim-de-semana em família.
Por 1€, vale a pena cair em tentação. Aceite esta proposta irrecusável, conheça Portalegre e leve para casa o sabor e a recordação de bons momentos.
Prove um doce. Guarde um segredo.
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Eu comprei uma caixa com 6 Rebuçados de Ovo.O rebuçado de ovo de Portalegre é um doce nascido nos conventos desta região há vários séculos. A sua receita foi transmitida ao longo dos séculos e o seu segredo preservado entre as doceiras da Região até aos nossos dias. A Fábrica do Rebuçado escolheu esta emblemática receita para trazer a si o primeiro de muitos doces. Conjugar a tradicionalidade da receita com as mais modernas exigências em termos de controlo da produção, em termos de Investigação e Desenvolvimento resultou num produto que continua fiel às suas origens artesanais, mas que garante simultaneamente que a qualidade, a aparência e o sabor do rebuçado se mantêm ao longo do tempo. Da mistura de ovos e açúcar, com segredos de antigamente, resulta um rebuçado embrulhado em papel de seda que se derrete na boca dos namorados, reconforta crianças, anima festas ou é simplesmente uma boa companhia para um café depois da refeição
Dizer a mesma coisa com palavras diferentes!
Lindo!!!
Este filme é uma curta metragem que este ano foi premiado no Festival de Cannes! É a "História de um Letreiro! Mostra a força que tem, o dizer a mesma coisa com palavras diferentes! Lindo!
Este filme é uma curta metragem que este ano foi premiado no Festival de Cannes! É a "História de um Letreiro! Mostra a força que tem, o dizer a mesma coisa com palavras diferentes! Lindo!
domingo, abril 26, 2009
Underworld - Triologia
Este fim de semana foi dedicado ao SUBMUNDO!! Na sexta-feira à noite vi o primeiro filme, Submundo. No Sábado à tarde vi o segundo filme, Submundo - Evolução. E no Sábado à noite fui ao cinema ver o terceiro filme, Submundo - A Revolta.
Underworld
Underworld - Evolução
Underworld - A Revolta
Para quem gosta deste género de filmes ... foi um fim de semana em Grande!!!
Underworld
Underworld - Evolução
Underworld - A Revolta
Para quem gosta deste género de filmes ... foi um fim de semana em Grande!!!
O Pequeno Herói - Fiódor Dostoiévski
Li este livro no dia 25 de Abril de 2009.
O Pequeno Herói é o retrato de uma criança na qual a súbita adolescência acorda as dolorosas e cândidas contradições de Eros; um retrato de uma infância sensível e silenciosa, mas também da descoberta do amor e do despertar dos sentidos.

Fiódor Mikhailovich Dostoiévski; Moscovo, 11 de Novembro de 1821 — São Petersburgo, 9 de Fevereiro de 1881) – ocasionalmente grafado como Dostoievsky – foi um escritor russo, considerado um dos maiores romancistas da literatura russa e um dos mais inovadores artistas de todos os tempos. É tido como o fundador do existencialismo, mais frequentemente por Notas do Subterrâneo, descrito por Walter Kaufmann como a "melhor proposta para existencialismo já escrita."
A obra dostoievskiana explora a autodestruição, a humilhação e o assassinato, além de analisar estados patológicos que levam ao suicídio, à loucura e ao homicídio: seus escritos são chamados por isso de "romances de idéias", pela retratação filosófica e atemporal dessas situações. O modernismo literário e várias escolas da teologia e psicologia foram influenciadas por suas idéias.

Dostoiévski, aos 17 anos, teve uma grande crise de epilepsia após saber que seu pai havia sido assassinado pelos próprios colonos, e deixou o exército cinco anos depois para dedicar-se integralmente à atividade literária. Dostoiévski passou a afastar-se das armas, mas acabou envolvendo-se em conspirações revolucionárias, das quais passou pela prisão e pela condenação de morte, embora a pena tenha sido comutada. Alguns autores acreditam que essas dificuldades pessoais auxiliariam Fiódor a se estabelecer como um dos maiores romancistas do mundo, mas de fato seu reconhecimento definitivo como "escritor universal" veio somente depois dos anos 1860, com a publicação de seus grandes romances: O Idiota e Crime e Castigo, este publicado em 1866, considerado por muitos como uma das obras mais famosas da literatura mundial.
Seu último romance, Os Irmãos Karamazov, foi considerado por Sigmund Freud como o melhor romance já escrito. Segundo o biógrafo Nicholas Berdiaiev, a obra dostoievskiana vem atingindo grande popularidade no Brasil por causa de "[...][suas] características muito próximas do brasileiro", e salienta que "[a obra de Fiódor] é marcada pelo anticapitalismo, por uma reação ao capitalismo selvagem, algo que parece tocar o leitor brasileiro hoje." A obra de Dostoiévski exerce uma grande influência no romance moderno, legando a ele um estilo caótico, desordenado e que apresenta uma realidade alucinada.
Primeiros anos
Fiódor foi o segundo dos sete filhos nascidos do casamento entre Mikhail Dostoyevski e Maria Fedorovna. Mikhail era um pai autoritário, então médico no Hospital de pobres Mariinski, em Moscou, e a mãe era vista pelos filhos como um paraíso de amor e de proteção do ambiente familiar.
Seu pai tornou-se um nobre em 1828. Até 1833, Fiódor foi educado em casa, mas com a morte precoce da mãe por tuberculose em 1837, e a decorrente depressão e alcoolismo do pai, foi conduzido, com o irmão Fiódor Mikhail, à Escola Militar de Engenharia de São Petersburgo, onde começou a demonstrar interesse pela Literatura.
Em 1839, quando tinha dezoito anos, recebeu a notícia de que seu pai havia morrido. É aceito hoje, porém sem provas concretas, que o doutor Mikhail Dostoiévski, seu pai, foi assassinado pelos próprios servos de sua propriedade rural em Daravói, indignados com os maus tratos sofridos. Tal fato exerceu enorme influência sobre o futuro do jovem Fiódor, que desejou impetuosamente a morte de seu progenitor e em contrapartida se culpou por isso, fato que motivou Freud a escrever o polêmico artigo Dostoiévski e o Parricídio.
Dostoiévski sofria de epilepsia e seu primeiro ataque ocorreu quando tinha nove anos. Suas experiências epiléticas serviram-lhe de base para a descrição de alguns de seus personagens, como o príncipe Myshkin no romance O idiota, e de Smerdyakov na obra Os Irmãos Karamazov.
Início da carreira literária
Na Academia Militar de Engenharia, em São Petersburgo, Dostoiévski aprendeu matemática, um tema que desprezava. Também estudou a obra de Shakespeare, Pascal, Victor Hugo e E.T.A. Hoffmann. Nesse mesmo ano, escreveu duas peças românticas, Mary Stuart e Boris Godunov, influenciado pelo poeta romântico alemão Friedrich Schiller. Dostoiévski descrevia-se como um "sonhador" em sua juventude e, em seguida, um admirador de Schiller. Em 1843, terminou seus estudos de engenharia e adquiriu a patente de tenente militar, ingressando na Direcção-Geral dos Engenheiros, em São Petersburgo.
Em 1844, Honoré de Balzac o visitou em São Petersburgo, e Dostoiévski, como uma forma de admiração, fez sua primeira tradução, Eugenia Grandet, e saldou uma dívida de 300 rublos com um agiota. Esta tradução despertou sua vocação, levando-o pouco tempo depois a abandonar o exército para dedicar-se exclusivamente à literatura. Trabalhou como desenhista técnico no Ministério da Guerra, em São Petersburgo. Fez traduções de Balzac e George Sand.
Alugou, em 1844, uma casa em São Petersburgo e dedicou-se à escrita de corpo e alma. Nesse mesmo ano, deixou o exército e começou a escrever sua primeira obra, o romance epistolar Gente Pobre, trabalho que iria fornecer-lhe êxitos da crítica literária, cuja leitura de Bielínski, o mais influente crítico da literatura russa, o fez acreditar ser Dostoiévski "a mais nova revelação do cenário literário do pais."
Em O Diário de um Escritor, recordou que após concluir Gente Pobre deu uma cópia para seu amigo Dmitry Grigorovich, que a entregou ao poeta Nikolai Alekseevich Nekrasov. Com a leitura do manuscrito em voz alta, ambos ficaram extasiados pela percepção psicológica da obra. Às quatro horas da manhã, foram até Dostoiévski para dizer que seu primeiro romance era uma obra-prima. Nekrasov mais tarde entregou a obra a Bielínski. "Um novo Gogol apareceu!", disse Nekrasov. "Com você, a primavera de Gogol nasce como cogumelos!". Bielínski respondeu a Dostoiévski.
O Pequeno Herói é o retrato de uma criança na qual a súbita adolescência acorda as dolorosas e cândidas contradições de Eros; um retrato de uma infância sensível e silenciosa, mas também da descoberta do amor e do despertar dos sentidos.

Fiódor Mikhailovich Dostoiévski; Moscovo, 11 de Novembro de 1821 — São Petersburgo, 9 de Fevereiro de 1881) – ocasionalmente grafado como Dostoievsky – foi um escritor russo, considerado um dos maiores romancistas da literatura russa e um dos mais inovadores artistas de todos os tempos. É tido como o fundador do existencialismo, mais frequentemente por Notas do Subterrâneo, descrito por Walter Kaufmann como a "melhor proposta para existencialismo já escrita."
A obra dostoievskiana explora a autodestruição, a humilhação e o assassinato, além de analisar estados patológicos que levam ao suicídio, à loucura e ao homicídio: seus escritos são chamados por isso de "romances de idéias", pela retratação filosófica e atemporal dessas situações. O modernismo literário e várias escolas da teologia e psicologia foram influenciadas por suas idéias.

Dostoiévski, aos 17 anos, teve uma grande crise de epilepsia após saber que seu pai havia sido assassinado pelos próprios colonos, e deixou o exército cinco anos depois para dedicar-se integralmente à atividade literária. Dostoiévski passou a afastar-se das armas, mas acabou envolvendo-se em conspirações revolucionárias, das quais passou pela prisão e pela condenação de morte, embora a pena tenha sido comutada. Alguns autores acreditam que essas dificuldades pessoais auxiliariam Fiódor a se estabelecer como um dos maiores romancistas do mundo, mas de fato seu reconhecimento definitivo como "escritor universal" veio somente depois dos anos 1860, com a publicação de seus grandes romances: O Idiota e Crime e Castigo, este publicado em 1866, considerado por muitos como uma das obras mais famosas da literatura mundial.
Seu último romance, Os Irmãos Karamazov, foi considerado por Sigmund Freud como o melhor romance já escrito. Segundo o biógrafo Nicholas Berdiaiev, a obra dostoievskiana vem atingindo grande popularidade no Brasil por causa de "[...][suas] características muito próximas do brasileiro", e salienta que "[a obra de Fiódor] é marcada pelo anticapitalismo, por uma reação ao capitalismo selvagem, algo que parece tocar o leitor brasileiro hoje." A obra de Dostoiévski exerce uma grande influência no romance moderno, legando a ele um estilo caótico, desordenado e que apresenta uma realidade alucinada.
Primeiros anos
Fiódor foi o segundo dos sete filhos nascidos do casamento entre Mikhail Dostoyevski e Maria Fedorovna. Mikhail era um pai autoritário, então médico no Hospital de pobres Mariinski, em Moscou, e a mãe era vista pelos filhos como um paraíso de amor e de proteção do ambiente familiar.
Seu pai tornou-se um nobre em 1828. Até 1833, Fiódor foi educado em casa, mas com a morte precoce da mãe por tuberculose em 1837, e a decorrente depressão e alcoolismo do pai, foi conduzido, com o irmão Fiódor Mikhail, à Escola Militar de Engenharia de São Petersburgo, onde começou a demonstrar interesse pela Literatura.
Em 1839, quando tinha dezoito anos, recebeu a notícia de que seu pai havia morrido. É aceito hoje, porém sem provas concretas, que o doutor Mikhail Dostoiévski, seu pai, foi assassinado pelos próprios servos de sua propriedade rural em Daravói, indignados com os maus tratos sofridos. Tal fato exerceu enorme influência sobre o futuro do jovem Fiódor, que desejou impetuosamente a morte de seu progenitor e em contrapartida se culpou por isso, fato que motivou Freud a escrever o polêmico artigo Dostoiévski e o Parricídio.
Dostoiévski sofria de epilepsia e seu primeiro ataque ocorreu quando tinha nove anos. Suas experiências epiléticas serviram-lhe de base para a descrição de alguns de seus personagens, como o príncipe Myshkin no romance O idiota, e de Smerdyakov na obra Os Irmãos Karamazov.
Início da carreira literária
Na Academia Militar de Engenharia, em São Petersburgo, Dostoiévski aprendeu matemática, um tema que desprezava. Também estudou a obra de Shakespeare, Pascal, Victor Hugo e E.T.A. Hoffmann. Nesse mesmo ano, escreveu duas peças românticas, Mary Stuart e Boris Godunov, influenciado pelo poeta romântico alemão Friedrich Schiller. Dostoiévski descrevia-se como um "sonhador" em sua juventude e, em seguida, um admirador de Schiller. Em 1843, terminou seus estudos de engenharia e adquiriu a patente de tenente militar, ingressando na Direcção-Geral dos Engenheiros, em São Petersburgo.
Em 1844, Honoré de Balzac o visitou em São Petersburgo, e Dostoiévski, como uma forma de admiração, fez sua primeira tradução, Eugenia Grandet, e saldou uma dívida de 300 rublos com um agiota. Esta tradução despertou sua vocação, levando-o pouco tempo depois a abandonar o exército para dedicar-se exclusivamente à literatura. Trabalhou como desenhista técnico no Ministério da Guerra, em São Petersburgo. Fez traduções de Balzac e George Sand.
Alugou, em 1844, uma casa em São Petersburgo e dedicou-se à escrita de corpo e alma. Nesse mesmo ano, deixou o exército e começou a escrever sua primeira obra, o romance epistolar Gente Pobre, trabalho que iria fornecer-lhe êxitos da crítica literária, cuja leitura de Bielínski, o mais influente crítico da literatura russa, o fez acreditar ser Dostoiévski "a mais nova revelação do cenário literário do pais."
Em O Diário de um Escritor, recordou que após concluir Gente Pobre deu uma cópia para seu amigo Dmitry Grigorovich, que a entregou ao poeta Nikolai Alekseevich Nekrasov. Com a leitura do manuscrito em voz alta, ambos ficaram extasiados pela percepção psicológica da obra. Às quatro horas da manhã, foram até Dostoiévski para dizer que seu primeiro romance era uma obra-prima. Nekrasov mais tarde entregou a obra a Bielínski. "Um novo Gogol apareceu!", disse Nekrasov. "Com você, a primavera de Gogol nasce como cogumelos!". Bielínski respondeu a Dostoiévski.
sábado, abril 25, 2009
O Azul da Baía - Nora Roberts
Comecei a ler o livro no dia 20/04/2009 e acabei no dia 24/04/2009.
Quarto Volume de A Saga da Baía de Chesapeake
Seth chegou finalmente a casa. Depois de uma infância complicada com uma mãe toxicodependente, foi acolhido pela família Quinn e cresceu com três irmãos mais velhos que o protegeram e amaram. Agora, um homem feito e de regresso da Europa, Seth instala-se perto dos seus irmãos. O seu sonho? Uma casa branca, um barquinho na doca, uma cadeira de baloiço no alpendre e um cachorro a seus pés. Mas muita coisa mudou na pequena vila desde que Seth partiu para a Europa e a mais intrigante de todas é a presença da jovem Dru Banks. Uma rapariga da cidade que abriu uma loja de flores junto ao mar. Em Seth ela vê um desafio a que não consegue resistir. Mas há uma tempestade no horizonte que vai testar esta relação aos limites.
Repleto de emocionantes momentos familiares, de muito romance e de um toque de tensão, O Azul da Baía é um livro maravilhoso que volta a confirmar Nora Roberts como a melhor escritora romântica da actualidade.

Adorei mais uma vez ler este excelente romance da minha escritora favorita.
A Baía de Chesapeake é o maior estuário nos Estados Unidos da América. Desemboca no Oceano Atlântico, e está cercada pelos estados americanos de Maryland e Virgínia. A Baía de Chesapeake cobre cerca de 166 534 km² no Distrito de Columbia, Nova Iorque, Pensilvânia, Delaware, Maryland, Virgínia e Virgínia Ocidental. Mais de 150 rios desembocam na Baía de Chesapeake.

Nora Roberts (b. Eleanor Marie Robertson, October 10, 1950 in Silver Spring, Maryland, USA), is a bestselling American author of more than 165 romance novels, and she writes as J.D. Robb for the "In Death" series. She also has written under the pseudonym Jill March, and by error some of her works were published in the UK as Sarah Hardesty.
Nora Roberts was the first author to be inducted into the Romance Writers of America Hall of Fame. As of 2006, her novels had spent a combined 660 weeks on the New York Times Bestseller List, including 100 weeks in the number-one spot. Over 280 million copies of her books are in print, including 12 million copies sold in 2005 alone. Her novels have been published in 35 countries.
Personal life
Early years
Eleanor Marie Robertson was born on October 10, 1950 in Silver Spring, Maryland, the only daughter and the youngest of five children. She is of Irish descent as both of her parents have Irish ancestors, and has described herself as "an Irishwoman through and through". Her family were avid readers, so books were always important in her life. Although she had always made up stories in her head, Roberts did not write as a child, other than essays for school. She does claim to have "told lies. Really good ones -- some of which my mother still believes." She attended a Catholic school and credits the nuns with instilling in her a sense of discipline. During her sophomore year in high school, Roberts transferred to a local public school, Montgomery Blair High School, where she met her first husband, Ronald Aufem-Brinke. They married, against her parents' wishes, in 1968, as soon as she had graduated from high school.
The newly married couple settled in Keedysville, Maryland. Roberts's husband worked at his father's sheet-metal business before joining her parents in their lighting company. She stayed home with their sons, Dan and Jason. Calling this her "Earth Mother" years, Roberts spent much of her time doing crafts, including ceramics and sewing her children's clothes. The marriage ended in divorce.
Present
Roberts met her second husband, Bruce Wilder, a carpenter, when she hired him to build her bookshelves. They were married in July 1985. Her husband owns and operates a bookstore in Boonsboro, Maryland called Turn the Page Books. The Roberts also owned the nearby historic Boone Hotel, that was undergoing renovations when it was destroyed by a fire in February, 2008. After 3 million dollars in renovations, Inn Boonsboro opened on February 17, 2009
Roberts believes that pursuing a career as a writer requires discipline: "You're going to be unemployed if you really think you just have to sit around and wait for the muse to land on your shoulder." She concentrates on one novel at a time, writing eight hours a day, every day, even while on vacation. Rather than begin with an outline or plot summary, Roberts instead envisions a key incident, character, or setting. She then writes a short first draft that has the basic elements of a story. After finishing the first draft, Roberts goes back to the beginning of the novel. The second draft usually sees the addition of details, the "texture and color" of the work, as well as a more in-depth study of the characters. She then does a final pass to polish the novel before sending it to her agent, Amy Berkower. She often writes trilogies, finishing the three books in a row so that she can remain with the same characters. When possible, she does the same with the "In Death" books, writing three in a row before returning to contemporary romances. Her trilogies are all released in paperback, as Roberts believes the wait is too long for the reader.
Roberts does much of her research over the internet, as she has an aversion to flying. Despite this she owns property in County Clare, Ireland and visits the country regularly. Some of her novels are set in Ardmore, County Waterford.

Writing career
The beginning
She began to write during a blizzard in February, 1979 while housebound with her two small boys. Roberts states that with three feet of snow, a dwindling supply of chocolate, and no morning kindergarten she had little else to do. While writing down her ideas for the first time, she fell in love with the writing process, and quickly produced six manuscripts. She submitted her manuscripts to Harlequin, the leading publisher of romance novels, but was repeatedly rejected. Roberts says, "I got the standard rejection for the first couple of tries, then my favorite rejection of all time. I received my manuscript back with a nice little note which said that my work showed promise, and the story had been very entertaining and well done. But that they already had their American writer. That would have been Janet Dailey."
In 1980, a new publisher, Silhouette books, formed to take advantage of the pool of manuscripts from the many American writers that Harlequin had snubbed.[19] Roberts found a home at Silhouette, where her first novel, Irish Thoroughbred, was published in 1981. She used the pseudonym Nora Roberts, a shortened form of her birth name Eleanor Marie Robertson, because she assumed that all authors had pen names.
Between 1982 and 1984, Roberts wrote 23 novels for Silhouette. They were published under various Silhouette imprints: Silhouette Sensation, Silhouette Special Edition and Silhouette Desire, as well as Silhouette Intrigue, and MIRA's reissue program. Despite the large number of books she had produced, Roberts did not have real success until 1985, when she released Playing the Odds, the first novel in her MacGregor family series. The book was an immediate bestseller. Sequels followed, and romance readers began to associate her name with multigenerational sagas.
Roberts was instrumental in helping shift the romance novel away from virginal, eighteen-year-old heroines and superficial male portrayals. Her early heroines were much less passive than the norm. Her novels also featured a more in-depth characterization of the hero, because "the books are about two people, and readers should be allowed into the heads and hearts of both." The years spent writing category romance helped hone her ability to create realistic characters. The category romance's short page count forces writers to be able to "paint" their characters "quickly and clearly in a short amount of time." In 1987, she began writing single title books for Bantam. Five years later she moved to Putnam to write single title hard covers as well as original paperbacks. She reached the hardcover bestseller lists with her fourth hardcover release, 1996's Montana Sky. Despite her hardcover success, Roberts has continued to release single-title novels in paperback. Unlike many of her peers who have crossed from category romance to single-title, she still occasionally writes shorter category romances. Her attachment to the shorter category books stems from her years as a young mother of two boys without much time to read, as she "[remembers] exactly what it felt like to want to read and not have time to read 200,000 words."
Roberts and her career were featured in Pamela Regis's A Natural History of the Romance Novel. Regis calls Roberts "a master of the romance novel form, because she "has a keen ear for dialogue, constructs deft scenes, maintains a page-turning pace, and provides compelling characterization." Publishers Weekly lauds her "wry humor and the use of different narrators, two devices that were once rarities" in the romance novel genre.
Many of Roberts's novels deal extensively with families. Roberts believes that her sense of family is an important part of her life and how she developed. Because family is so important in her life, it is also often reflected in her books. Her "characters come from somewhere, and where they come from, good or bad, has a large part in forming who they are and who they can become."
J.D. Robb
Roberts had long wanted to write romantic suspense novels in the vein of Mary Stewart, but, at the urging of her agent, she concentrated on classic contemporary romance novels while she built a following of readers. After moving to Putnam in 1992, the publishing company quickly realized that they were unable to keep up with Roberts's prolific output. They suggested that she adopt a second pseudonym so that they would be able to publish more of her work each year. Her agent, Amy Berkover, convinced the publishers to allow Roberts to write romantic suspense novels under the new name. Her first romantic suspense novel was published in 1995 under the pseudonym J.D. Robb. The initials "J.D." were taken from her older sons, Jason and Dan, while "Robb" is a shortened form of Roberts. She first decided to use the pseudonym D.J. MacGregor, but right before publication, she discovered that this pseudonym was used by another author.
As J.D. Robb, Roberts has published a series of futuristic science fiction police procedurals. These books, all part of the "In Death" series, feature NYPSD Detective Eve Dallas and her husband Roarke and are set in a mid-21st century New York City. Despite the emphasis on solving a crime in each of the books, the overall theme of the series is the development of the relationship between Eve and Roarke. When the "In Death" series began, neither Roberts nor her publisher acknowledged that she was in fact the author. They hoped to allow the series to stand on its own merits and build its own following. It did, and when readers discovered that Roberts was in fact Robb there was little outcry.
After publishing 18 novels in the "In Death" series, Putnam published the nineteenth, Divided in Death first in hardcover. The book became Roberts's first bestselling novel of 2004.
In November 2008, Roberts published the 32nd and 33rd books in the series "Salvation in Death" and "Ritual in Death/Suite 606" which contains both an anthology and novella under the same cover. Roberts' 34th release in the "In Death" series, "Promises in Death" is slated to be released in early 2009.
Other pseudonyms
She wrote a story for a magazine titled "Melodies of Love" under the pseudonym Jill March.
Roberts has also been known as Sara Hardesty. When the "Born In" series was released in Britain it carried that name instead of Nora Roberts. She has since changed publishers.
Success
Roberts is remarkably prolific—in 1996 she passed the hundred-novel mark with Montana Sky. In both 1999 and 2000, four of the five novels that USAToday listed as the best-selling romance novels of the year were written by Roberts. Her first appearance on the New York Times Bestseller List came in 1991, and between 1991 and 2001, she had 68 New York Times Bestsellers, counting hardbacks and paperbacks. The New York Times did not review any of those novels. In 2001, Roberts had 10 best-selling mass-market paperbacks, according to Publishers Weekly, not counting those books written under the J.D. Robb name. In September 2001, for the first time Roberts took the numbers 1 and 2 spots on the Publishers Weekly bestseller list, as her romance Time and Again was number one, and her J.D. Robb release Seduction in Death was number two.
Since 1999, every one of Roberts's novels has been a New York Times bestseller, and 124 of her novels have ranked on the Times bestseller list, including twenty-nine that debuted in the number-one spot. As of 2006, Roberts's novels had spent a combined 660 weeks on the New York Times Bestseller List, including 100 weeks in the number-one spot. Oddly enough, outside of the United States she is marketed by a single woman, Judy Piatkus of the independently-run company Piatkus Books, which publishes about 150 books a year. Over 280 million copies of her books are in print, including 12 million copies sold in 2005 alone. Her novels have been published in 35 countries.
A founding member of the Romance Writers of America (RWA), Roberts was the first inductee in the organization's Hall of Fame. As of 2006, she has won an unprecedented 19 of the RWA's RITA Awards, the highest honor given in the romance genre.
Two of Roberts' novels, Sanctuary and Magic Moments, had previously been made into TV movies. Yet in 2007, Lifetime Television adapted four Nora Roberts novels into TV movies: Angels Fall starring Heather Locklear, Montana Sky starring Ashley Williams, Blue Smoke starring Alicia Witt, and Carolina Moon starring Claire Forlani. This was the first time that Lifetime had adapted multiple works by the same author. Four more films were released on four consecutive Saturdays in March and April 2009. The 2009 collection included Northern Lights starring LeAnn Rimes, Midnight Bayou starring Jerry O'Connell, High Noon starring Emilie de Ravin, and Tribute starring Brittany Murphy.
Time Magazine named Roberts one of their 100 Most Influential People in 2007, saying she "has inspected, dissected, deconstructed, explored, explained and extolled the passions of the human heart." Roberts was one of only two authors on the list, the other being David Mitchell.
Quarto Volume de A Saga da Baía de Chesapeake
Seth chegou finalmente a casa. Depois de uma infância complicada com uma mãe toxicodependente, foi acolhido pela família Quinn e cresceu com três irmãos mais velhos que o protegeram e amaram. Agora, um homem feito e de regresso da Europa, Seth instala-se perto dos seus irmãos. O seu sonho? Uma casa branca, um barquinho na doca, uma cadeira de baloiço no alpendre e um cachorro a seus pés. Mas muita coisa mudou na pequena vila desde que Seth partiu para a Europa e a mais intrigante de todas é a presença da jovem Dru Banks. Uma rapariga da cidade que abriu uma loja de flores junto ao mar. Em Seth ela vê um desafio a que não consegue resistir. Mas há uma tempestade no horizonte que vai testar esta relação aos limites.
Repleto de emocionantes momentos familiares, de muito romance e de um toque de tensão, O Azul da Baía é um livro maravilhoso que volta a confirmar Nora Roberts como a melhor escritora romântica da actualidade.

Adorei mais uma vez ler este excelente romance da minha escritora favorita.
A Baía de Chesapeake é o maior estuário nos Estados Unidos da América. Desemboca no Oceano Atlântico, e está cercada pelos estados americanos de Maryland e Virgínia. A Baía de Chesapeake cobre cerca de 166 534 km² no Distrito de Columbia, Nova Iorque, Pensilvânia, Delaware, Maryland, Virgínia e Virgínia Ocidental. Mais de 150 rios desembocam na Baía de Chesapeake.

Nora Roberts (b. Eleanor Marie Robertson, October 10, 1950 in Silver Spring, Maryland, USA), is a bestselling American author of more than 165 romance novels, and she writes as J.D. Robb for the "In Death" series. She also has written under the pseudonym Jill March, and by error some of her works were published in the UK as Sarah Hardesty.
Nora Roberts was the first author to be inducted into the Romance Writers of America Hall of Fame. As of 2006, her novels had spent a combined 660 weeks on the New York Times Bestseller List, including 100 weeks in the number-one spot. Over 280 million copies of her books are in print, including 12 million copies sold in 2005 alone. Her novels have been published in 35 countries.
Personal life
Early years
Eleanor Marie Robertson was born on October 10, 1950 in Silver Spring, Maryland, the only daughter and the youngest of five children. She is of Irish descent as both of her parents have Irish ancestors, and has described herself as "an Irishwoman through and through". Her family were avid readers, so books were always important in her life. Although she had always made up stories in her head, Roberts did not write as a child, other than essays for school. She does claim to have "told lies. Really good ones -- some of which my mother still believes." She attended a Catholic school and credits the nuns with instilling in her a sense of discipline. During her sophomore year in high school, Roberts transferred to a local public school, Montgomery Blair High School, where she met her first husband, Ronald Aufem-Brinke. They married, against her parents' wishes, in 1968, as soon as she had graduated from high school.
The newly married couple settled in Keedysville, Maryland. Roberts's husband worked at his father's sheet-metal business before joining her parents in their lighting company. She stayed home with their sons, Dan and Jason. Calling this her "Earth Mother" years, Roberts spent much of her time doing crafts, including ceramics and sewing her children's clothes. The marriage ended in divorce.
Present
Roberts met her second husband, Bruce Wilder, a carpenter, when she hired him to build her bookshelves. They were married in July 1985. Her husband owns and operates a bookstore in Boonsboro, Maryland called Turn the Page Books. The Roberts also owned the nearby historic Boone Hotel, that was undergoing renovations when it was destroyed by a fire in February, 2008. After 3 million dollars in renovations, Inn Boonsboro opened on February 17, 2009
Roberts believes that pursuing a career as a writer requires discipline: "You're going to be unemployed if you really think you just have to sit around and wait for the muse to land on your shoulder." She concentrates on one novel at a time, writing eight hours a day, every day, even while on vacation. Rather than begin with an outline or plot summary, Roberts instead envisions a key incident, character, or setting. She then writes a short first draft that has the basic elements of a story. After finishing the first draft, Roberts goes back to the beginning of the novel. The second draft usually sees the addition of details, the "texture and color" of the work, as well as a more in-depth study of the characters. She then does a final pass to polish the novel before sending it to her agent, Amy Berkower. She often writes trilogies, finishing the three books in a row so that she can remain with the same characters. When possible, she does the same with the "In Death" books, writing three in a row before returning to contemporary romances. Her trilogies are all released in paperback, as Roberts believes the wait is too long for the reader.
Roberts does much of her research over the internet, as she has an aversion to flying. Despite this she owns property in County Clare, Ireland and visits the country regularly. Some of her novels are set in Ardmore, County Waterford.

Writing career
The beginning
She began to write during a blizzard in February, 1979 while housebound with her two small boys. Roberts states that with three feet of snow, a dwindling supply of chocolate, and no morning kindergarten she had little else to do. While writing down her ideas for the first time, she fell in love with the writing process, and quickly produced six manuscripts. She submitted her manuscripts to Harlequin, the leading publisher of romance novels, but was repeatedly rejected. Roberts says, "I got the standard rejection for the first couple of tries, then my favorite rejection of all time. I received my manuscript back with a nice little note which said that my work showed promise, and the story had been very entertaining and well done. But that they already had their American writer. That would have been Janet Dailey."
In 1980, a new publisher, Silhouette books, formed to take advantage of the pool of manuscripts from the many American writers that Harlequin had snubbed.[19] Roberts found a home at Silhouette, where her first novel, Irish Thoroughbred, was published in 1981. She used the pseudonym Nora Roberts, a shortened form of her birth name Eleanor Marie Robertson, because she assumed that all authors had pen names.
Between 1982 and 1984, Roberts wrote 23 novels for Silhouette. They were published under various Silhouette imprints: Silhouette Sensation, Silhouette Special Edition and Silhouette Desire, as well as Silhouette Intrigue, and MIRA's reissue program. Despite the large number of books she had produced, Roberts did not have real success until 1985, when she released Playing the Odds, the first novel in her MacGregor family series. The book was an immediate bestseller. Sequels followed, and romance readers began to associate her name with multigenerational sagas.
Roberts was instrumental in helping shift the romance novel away from virginal, eighteen-year-old heroines and superficial male portrayals. Her early heroines were much less passive than the norm. Her novels also featured a more in-depth characterization of the hero, because "the books are about two people, and readers should be allowed into the heads and hearts of both." The years spent writing category romance helped hone her ability to create realistic characters. The category romance's short page count forces writers to be able to "paint" their characters "quickly and clearly in a short amount of time." In 1987, she began writing single title books for Bantam. Five years later she moved to Putnam to write single title hard covers as well as original paperbacks. She reached the hardcover bestseller lists with her fourth hardcover release, 1996's Montana Sky. Despite her hardcover success, Roberts has continued to release single-title novels in paperback. Unlike many of her peers who have crossed from category romance to single-title, she still occasionally writes shorter category romances. Her attachment to the shorter category books stems from her years as a young mother of two boys without much time to read, as she "[remembers] exactly what it felt like to want to read and not have time to read 200,000 words."
Roberts and her career were featured in Pamela Regis's A Natural History of the Romance Novel. Regis calls Roberts "a master of the romance novel form, because she "has a keen ear for dialogue, constructs deft scenes, maintains a page-turning pace, and provides compelling characterization." Publishers Weekly lauds her "wry humor and the use of different narrators, two devices that were once rarities" in the romance novel genre.
Many of Roberts's novels deal extensively with families. Roberts believes that her sense of family is an important part of her life and how she developed. Because family is so important in her life, it is also often reflected in her books. Her "characters come from somewhere, and where they come from, good or bad, has a large part in forming who they are and who they can become."
J.D. Robb
Roberts had long wanted to write romantic suspense novels in the vein of Mary Stewart, but, at the urging of her agent, she concentrated on classic contemporary romance novels while she built a following of readers. After moving to Putnam in 1992, the publishing company quickly realized that they were unable to keep up with Roberts's prolific output. They suggested that she adopt a second pseudonym so that they would be able to publish more of her work each year. Her agent, Amy Berkover, convinced the publishers to allow Roberts to write romantic suspense novels under the new name. Her first romantic suspense novel was published in 1995 under the pseudonym J.D. Robb. The initials "J.D." were taken from her older sons, Jason and Dan, while "Robb" is a shortened form of Roberts. She first decided to use the pseudonym D.J. MacGregor, but right before publication, she discovered that this pseudonym was used by another author.
As J.D. Robb, Roberts has published a series of futuristic science fiction police procedurals. These books, all part of the "In Death" series, feature NYPSD Detective Eve Dallas and her husband Roarke and are set in a mid-21st century New York City. Despite the emphasis on solving a crime in each of the books, the overall theme of the series is the development of the relationship between Eve and Roarke. When the "In Death" series began, neither Roberts nor her publisher acknowledged that she was in fact the author. They hoped to allow the series to stand on its own merits and build its own following. It did, and when readers discovered that Roberts was in fact Robb there was little outcry.
After publishing 18 novels in the "In Death" series, Putnam published the nineteenth, Divided in Death first in hardcover. The book became Roberts's first bestselling novel of 2004.
In November 2008, Roberts published the 32nd and 33rd books in the series "Salvation in Death" and "Ritual in Death/Suite 606" which contains both an anthology and novella under the same cover. Roberts' 34th release in the "In Death" series, "Promises in Death" is slated to be released in early 2009.
Other pseudonyms
She wrote a story for a magazine titled "Melodies of Love" under the pseudonym Jill March.
Roberts has also been known as Sara Hardesty. When the "Born In" series was released in Britain it carried that name instead of Nora Roberts. She has since changed publishers.
Success
Roberts is remarkably prolific—in 1996 she passed the hundred-novel mark with Montana Sky. In both 1999 and 2000, four of the five novels that USAToday listed as the best-selling romance novels of the year were written by Roberts. Her first appearance on the New York Times Bestseller List came in 1991, and between 1991 and 2001, she had 68 New York Times Bestsellers, counting hardbacks and paperbacks. The New York Times did not review any of those novels. In 2001, Roberts had 10 best-selling mass-market paperbacks, according to Publishers Weekly, not counting those books written under the J.D. Robb name. In September 2001, for the first time Roberts took the numbers 1 and 2 spots on the Publishers Weekly bestseller list, as her romance Time and Again was number one, and her J.D. Robb release Seduction in Death was number two.
Since 1999, every one of Roberts's novels has been a New York Times bestseller, and 124 of her novels have ranked on the Times bestseller list, including twenty-nine that debuted in the number-one spot. As of 2006, Roberts's novels had spent a combined 660 weeks on the New York Times Bestseller List, including 100 weeks in the number-one spot. Oddly enough, outside of the United States she is marketed by a single woman, Judy Piatkus of the independently-run company Piatkus Books, which publishes about 150 books a year. Over 280 million copies of her books are in print, including 12 million copies sold in 2005 alone. Her novels have been published in 35 countries.
A founding member of the Romance Writers of America (RWA), Roberts was the first inductee in the organization's Hall of Fame. As of 2006, she has won an unprecedented 19 of the RWA's RITA Awards, the highest honor given in the romance genre.
Two of Roberts' novels, Sanctuary and Magic Moments, had previously been made into TV movies. Yet in 2007, Lifetime Television adapted four Nora Roberts novels into TV movies: Angels Fall starring Heather Locklear, Montana Sky starring Ashley Williams, Blue Smoke starring Alicia Witt, and Carolina Moon starring Claire Forlani. This was the first time that Lifetime had adapted multiple works by the same author. Four more films were released on four consecutive Saturdays in March and April 2009. The 2009 collection included Northern Lights starring LeAnn Rimes, Midnight Bayou starring Jerry O'Connell, High Noon starring Emilie de Ravin, and Tribute starring Brittany Murphy.
Time Magazine named Roberts one of their 100 Most Influential People in 2007, saying she "has inspected, dissected, deconstructed, explored, explained and extolled the passions of the human heart." Roberts was one of only two authors on the list, the other being David Mitchell.
sexta-feira, abril 24, 2009
Aquisições no âmbito do Dia Mundial do Livro
Como ontem foi o Dia Mundial do Livro, houveram várias livrarias que fizeram descontos de 20% na aquisição de livros.
Eu aproveitei essa oportunidade para adquirir os seguintes livros, através da livraria Wook:
Viuva por um Ano - Irving, John

Inkheart - Funke, Cornelia

Homem em Fúria - Quinnell, A. J.

Livros que já deram Filmes e que me vai ajudar no desafio lançado por mim no Bookcrossing, "Filmes dos Livros".
Agora é só aguardar pelo carteiro lol!!! Estou em pulgas!!!
Eu aproveitei essa oportunidade para adquirir os seguintes livros, através da livraria Wook:



Livros que já deram Filmes e que me vai ajudar no desafio lançado por mim no Bookcrossing, "Filmes dos Livros".
Agora é só aguardar pelo carteiro lol!!! Estou em pulgas!!!
quinta-feira, abril 23, 2009
Dia Mundial do Livro
Hoje é Dia Mundial do Livro!!

Comemora-se desde 1996 e por decisão da UNESCO. Shakespeare e Cervantes, faleceram a 23 de Abril de 1616.
A esta data está também ligado um costume Catalão de os homens oferecerem rosas às mulheres e receberem em troca livros.
Dizem as estatísticas que os inquiridos que afirmam ler livros eram em 1983 de 41,7%. O número subiu em 1995 para 53,9%. Mas infelizmente em 2000 os que se afirmam leitores já são menos de metade dos portugueses (44,3%).
Ou as estatísticas mudaram de método ou o esforço que andamos a fazer para promover a leitura não anda a resultar.
E dessa população que diz ler, só pouco mais de metade (58%) estava a ler no momento em que foi inquirida.
Em números redondos só cerca de um em cada cinco portugueses é que anda a ler.
Esta é a pura e dura realidade.
Mas o tempo dedicado à leitura também tem vindo a baixar.
Deste já tão reduzido número de leitores, os que dedicam à leitura 3 ou menos horas por semana, eram 62% no ano de 2004 e baixaram para 60,9 no ano de 2005.
O número médio de livros lidos no ano de 2004 foi de 8,5 livros. Comparando com a média de livros comprados que também é de 8, ficamos com um problema a resolver.
Boas Leituras, para todos!!

Comemora-se desde 1996 e por decisão da UNESCO. Shakespeare e Cervantes, faleceram a 23 de Abril de 1616.
A esta data está também ligado um costume Catalão de os homens oferecerem rosas às mulheres e receberem em troca livros.
Dizem as estatísticas que os inquiridos que afirmam ler livros eram em 1983 de 41,7%. O número subiu em 1995 para 53,9%. Mas infelizmente em 2000 os que se afirmam leitores já são menos de metade dos portugueses (44,3%).
Ou as estatísticas mudaram de método ou o esforço que andamos a fazer para promover a leitura não anda a resultar.
E dessa população que diz ler, só pouco mais de metade (58%) estava a ler no momento em que foi inquirida.
Em números redondos só cerca de um em cada cinco portugueses é que anda a ler.
Esta é a pura e dura realidade.
Mas o tempo dedicado à leitura também tem vindo a baixar.
Deste já tão reduzido número de leitores, os que dedicam à leitura 3 ou menos horas por semana, eram 62% no ano de 2004 e baixaram para 60,9 no ano de 2005.
O número médio de livros lidos no ano de 2004 foi de 8,5 livros. Comparando com a média de livros comprados que também é de 8, ficamos com um problema a resolver.
Boas Leituras, para todos!!
terça-feira, abril 21, 2009
Porto de Abrigo - Nora Roberts
Comecei a ler este livro no dia 15 de Abril e acabei no dia 19.
Phillip é o único dos três irmãos Quinn que ainda se mantém solteiro. Com muita força de vontade, vai conseguindo conciliar um emprego exigente com os novos deveres familiares, ou seja, ajudar a cuidar de Seth, o irmão adoptivo.
Quando a Dra. Sybil Griffin aparece na vila com o objectivo de pesquisar para um livro que pretende escrever, Phillip não pode deixar de reparar nela, afinal, Sybil é uma mulher misteriosa que agita os seus sentidos e ameaça roubar o seu coração. E se é verdade que Sybil também não pode negar a atracção que sente pelo carismático Phillip, o segredo que a liga ao jovem Seth pode deitar tudo a perder... e destruir a própria família Quinn.

Repleto de emocionantes momentos familiares, de muito romance e de um toque de tensão, Porto de Abrigo é um livro maravilhoso que volta a confirmar Nora Roberts como a melhor escritora romântica da actualidade.
Críticas de imprensa
O grande dom de Nora Roberts é a sua habilidade em arrebatar o leitor para a vida das suas personagens... vivemos, amamos, sofremos e triunfamos com elas!"
Rendezvous
"Nora Roberts é uma artista da palavra. Pinta a sua história e as suas personagens com vitalidade e realismo."
Los Angeles Daily New
"Uma contadora de histórias verdadeiramente mágica."
Publishers Weekly
"Os admiradores de Nora Roberts vão deliciar-se."
Booklist

Escritora norte-americana, Eleanor Robertson, conhecida por Nora Roberts, nascida a 10 de Outubro de 1950, em Silver Spring, no estado de Maryland, tornou-se famosa como autora de romances cor-de-rosa, que atingiram tops de vendas um pouco por todo o mundo, nomeadamente em Portugal.
Estudou numa escola católica de freiras, mas não seguiu a vocação religiosa e casou jovem. Mudou-se para Keedysville, ainda em Maryland, onde trabalhou durante algum tempo como secretária. Contudo, depois do nascimento dos filhos, optou por ficar em casa.
Ávida leitora, começou a escrever histórias em Fevereiro de 1979 durante uma grande tempestade de neve que a reteve por um longo período em casa. Depois de ter prontos alguns manuscritos deparou-se com recusas de diversas editoras, mas, em 1981, conseguiu finalmente lançar o seu primeiro romance, Irish Thoroughbred.
Depois, entre 1982 e 1984, escreveu 23 romances, mas só em 1985 é que alcançou o seu primeiro grande sucesso com Playing the Odds, que deu origem à saga da família MacGregor.
Nora Roberts, que também assinou com os pseudónimos J.D. Robb, Jill March e Sarah Hardstey, escreveu ao todo mais de 150 romances, muitos dos quais foram editados com grande sucesso em Portugal. Tal sucedeu com Levado pelo Mar, A Dama Negra, A Ilha das Três Irmãs, A Cor do Fogo, A Dália Azul, Entre o Céu e a Terra, entre outros. O pseudónimo J.D. Robb surgiu em 1995 quando publicou o primeiro dos seus romances de suspense, nomeadamente uma série de ficção científica.
Os seus livros foram publicados em mais de cerca de 35 países.
Nora Roberts ocupou durante mais de cem semanas o primeiro lugar da tabela de vendas do jornal norte-americano New York Times.
Em 2007, a revista Time considerou-a uma das cem pessoas mais importantes do ano.
Nora Roberts, que escreve diariamente durante oito horas, foi a primeira mulher a entrar no America Hall of Fame de escritores de ficção.
Phillip é o único dos três irmãos Quinn que ainda se mantém solteiro. Com muita força de vontade, vai conseguindo conciliar um emprego exigente com os novos deveres familiares, ou seja, ajudar a cuidar de Seth, o irmão adoptivo.
Quando a Dra. Sybil Griffin aparece na vila com o objectivo de pesquisar para um livro que pretende escrever, Phillip não pode deixar de reparar nela, afinal, Sybil é uma mulher misteriosa que agita os seus sentidos e ameaça roubar o seu coração. E se é verdade que Sybil também não pode negar a atracção que sente pelo carismático Phillip, o segredo que a liga ao jovem Seth pode deitar tudo a perder... e destruir a própria família Quinn.

Repleto de emocionantes momentos familiares, de muito romance e de um toque de tensão, Porto de Abrigo é um livro maravilhoso que volta a confirmar Nora Roberts como a melhor escritora romântica da actualidade.
Críticas de imprensa
O grande dom de Nora Roberts é a sua habilidade em arrebatar o leitor para a vida das suas personagens... vivemos, amamos, sofremos e triunfamos com elas!"
Rendezvous
"Nora Roberts é uma artista da palavra. Pinta a sua história e as suas personagens com vitalidade e realismo."
Los Angeles Daily New
"Uma contadora de histórias verdadeiramente mágica."
Publishers Weekly
"Os admiradores de Nora Roberts vão deliciar-se."
Booklist

Escritora norte-americana, Eleanor Robertson, conhecida por Nora Roberts, nascida a 10 de Outubro de 1950, em Silver Spring, no estado de Maryland, tornou-se famosa como autora de romances cor-de-rosa, que atingiram tops de vendas um pouco por todo o mundo, nomeadamente em Portugal.
Estudou numa escola católica de freiras, mas não seguiu a vocação religiosa e casou jovem. Mudou-se para Keedysville, ainda em Maryland, onde trabalhou durante algum tempo como secretária. Contudo, depois do nascimento dos filhos, optou por ficar em casa.
Ávida leitora, começou a escrever histórias em Fevereiro de 1979 durante uma grande tempestade de neve que a reteve por um longo período em casa. Depois de ter prontos alguns manuscritos deparou-se com recusas de diversas editoras, mas, em 1981, conseguiu finalmente lançar o seu primeiro romance, Irish Thoroughbred.
Depois, entre 1982 e 1984, escreveu 23 romances, mas só em 1985 é que alcançou o seu primeiro grande sucesso com Playing the Odds, que deu origem à saga da família MacGregor.
Nora Roberts, que também assinou com os pseudónimos J.D. Robb, Jill March e Sarah Hardstey, escreveu ao todo mais de 150 romances, muitos dos quais foram editados com grande sucesso em Portugal. Tal sucedeu com Levado pelo Mar, A Dama Negra, A Ilha das Três Irmãs, A Cor do Fogo, A Dália Azul, Entre o Céu e a Terra, entre outros. O pseudónimo J.D. Robb surgiu em 1995 quando publicou o primeiro dos seus romances de suspense, nomeadamente uma série de ficção científica.
Os seus livros foram publicados em mais de cerca de 35 países.
Nora Roberts ocupou durante mais de cem semanas o primeiro lugar da tabela de vendas do jornal norte-americano New York Times.
Em 2007, a revista Time considerou-a uma das cem pessoas mais importantes do ano.
Nora Roberts, que escreve diariamente durante oito horas, foi a primeira mulher a entrar no America Hall of Fame de escritores de ficção.
quarta-feira, abril 15, 2009
Na Terra dos Cangurus - Bill Bryson
Comecei a ler este livro no dia 8/4/2009 e acabei no dia 14/04/2009
Bill Bryson viaja até à Austrália, que não só é o sexto país maior do mundo, como é a ilha maior do mundo, como ainda é a única ilha que também é continente, e o único continente que também é país. E, de todos os continentes, é o mais seco, plano, calorento, ressequido e estéril mas em que, curiosamente, a vida teima em florescer - sobretudo quando se trata de perigosos predadores. Há, de facto, na Austrália mais coisas passíveis de causar a nossa morte das formas mais violentas do que em qualquer outro lugar do globo. Naquela estranha terra, a lagartinha mais fofa e engraçada pode deixar-nos em coma profundo num segundo e certas conchas do mar podem não só picar-nos como também vir a correr atrás de nós para o fazer.

Bill Bryson (Des Moines, Iowa, E.U.A., 8 de Dezembro de 1951) é um escritor americano.

Uma expedição em 1973 trouxe-o a Inglaterra onde se encontrou com sua esposa e decidiu residir. Escreveu para os jornais The English, The Times e The Independent por muitos anos, escrevendo artigos do curso para suplementar sua renda. Viveu com sua família no norte de Yorkshire antes de voltar de novo para os E.U.A. em 1995, para Hanover, de Nova Hampshire, com sua esposa e quatro crianças. Em 2003, Bryson e a sua família mudaram-se de novo para Inglaterra, onde reside actualmente.
Bill Bryson viaja até à Austrália, que não só é o sexto país maior do mundo, como é a ilha maior do mundo, como ainda é a única ilha que também é continente, e o único continente que também é país. E, de todos os continentes, é o mais seco, plano, calorento, ressequido e estéril mas em que, curiosamente, a vida teima em florescer - sobretudo quando se trata de perigosos predadores. Há, de facto, na Austrália mais coisas passíveis de causar a nossa morte das formas mais violentas do que em qualquer outro lugar do globo. Naquela estranha terra, a lagartinha mais fofa e engraçada pode deixar-nos em coma profundo num segundo e certas conchas do mar podem não só picar-nos como também vir a correr atrás de nós para o fazer.

Bill Bryson (Des Moines, Iowa, E.U.A., 8 de Dezembro de 1951) é um escritor americano.

Uma expedição em 1973 trouxe-o a Inglaterra onde se encontrou com sua esposa e decidiu residir. Escreveu para os jornais The English, The Times e The Independent por muitos anos, escrevendo artigos do curso para suplementar sua renda. Viveu com sua família no norte de Yorkshire antes de voltar de novo para os E.U.A. em 1995, para Hanover, de Nova Hampshire, com sua esposa e quatro crianças. Em 2003, Bryson e a sua família mudaram-se de novo para Inglaterra, onde reside actualmente.
Coração de Tinta - Inkheart
Omtem fui ao cinema com o meu amigo M. ver este filme. Muito bom!!! É baseado no livro com o mesmo nome.
Mortimer "Mo" Folchart e a sua filha de 12 anos, Meggie, partilham a paixão pelos livros. O que eles também partilham é o dom único de trazer as personagens dos livros para a vida quando lêem em voz alta. Mas há um perigo: por cada personagem trazida para a vida, uma pessoa a sério desaparece nas páginas do mesmo livro. Numa das suas viagens a alfarrabistas, Mo ouve vozes que já não ouvia há anos, e quando descobre o livro de onde elas vêm, sente um arrepio pela espinha acima. É Inkheart, um livro recheado de ilustrações de castelos medievais e estranhas criaturas - um livro que ele andava à procura desde que Meggie tinha três anos de idade, quando a sua mãe, Resa, desapareceu para o interior do seu místico mundo. Mas o plano de Mo para usar o livro e resgatar Resa é posto em causa quando Capricorn, o diabólico vilão de Inkheart, rapta Meggie e exige a Mo que dê vida a outra personagem ficcional. Determinado a resgatar a filha e mandar as personagens de ficção para onde elas pertencem, Mo reune um variado grupo de aliados - reais e mágicos - e embarca numa viagem ousada e perigosa, para colocar todas as coisas no seu sítio.

P.S.: E pela primeira vez conseguimos ver um filme com a sala completamente vazia!!!
Foi o máximo :D
Mortimer "Mo" Folchart e a sua filha de 12 anos, Meggie, partilham a paixão pelos livros. O que eles também partilham é o dom único de trazer as personagens dos livros para a vida quando lêem em voz alta. Mas há um perigo: por cada personagem trazida para a vida, uma pessoa a sério desaparece nas páginas do mesmo livro. Numa das suas viagens a alfarrabistas, Mo ouve vozes que já não ouvia há anos, e quando descobre o livro de onde elas vêm, sente um arrepio pela espinha acima. É Inkheart, um livro recheado de ilustrações de castelos medievais e estranhas criaturas - um livro que ele andava à procura desde que Meggie tinha três anos de idade, quando a sua mãe, Resa, desapareceu para o interior do seu místico mundo. Mas o plano de Mo para usar o livro e resgatar Resa é posto em causa quando Capricorn, o diabólico vilão de Inkheart, rapta Meggie e exige a Mo que dê vida a outra personagem ficcional. Determinado a resgatar a filha e mandar as personagens de ficção para onde elas pertencem, Mo reune um variado grupo de aliados - reais e mágicos - e embarca numa viagem ousada e perigosa, para colocar todas as coisas no seu sítio.

P.S.: E pela primeira vez conseguimos ver um filme com a sala completamente vazia!!!
Foi o máximo :D
Ele não está assim tão Interessado
No passado fim de semana fui ao cinema ver este filme
Se alguma vez já esteve sentada à frente do telefone a perguntar-se porque razão ele disse que ligava mas não liga, ou se não percebe o porquê dela não querer ir mais para a cama consigo, ou porque diabo a sua relação não avança para o nível seguinte… ele (ou ela) talvez não estejam mesmo nessa…
Baseado no popular dos argumentistas de “O Sexo e a Cidade”, Greg Behrendt e Liz Tuccillo, “Ele Não Está Assim Tão Interessado” conta a história cruzada de um grupo de vintões e trintões de Baltimore, enquanto estes navegam através das suas várias relações, desde o vazio da cena do engate até aos terrenos profundos mas escorregadios da vida marital, mas tentando sempre ler da melhor maneira os sinais que lhe são enviados pelo sexo oposto.

Se alguma vez já esteve sentada à frente do telefone a perguntar-se porque razão ele disse que ligava mas não liga, ou se não percebe o porquê dela não querer ir mais para a cama consigo, ou porque diabo a sua relação não avança para o nível seguinte… ele (ou ela) talvez não estejam mesmo nessa…
Baseado no popular dos argumentistas de “O Sexo e a Cidade”, Greg Behrendt e Liz Tuccillo, “Ele Não Está Assim Tão Interessado” conta a história cruzada de um grupo de vintões e trintões de Baltimore, enquanto estes navegam através das suas várias relações, desde o vazio da cena do engate até aos terrenos profundos mas escorregadios da vida marital, mas tentando sempre ler da melhor maneira os sinais que lhe são enviados pelo sexo oposto.

quarta-feira, abril 08, 2009
Voltar a Encontrar-te - Marc Levy
Comecei a ler o livro no dia 04/04/2009 e acabei no dia 07/04/2009.
Quando Arthur e Lauren se conheceram, ele era um recém-divorciado amargo e solitário e ela era... um fantasma! Pelo menos assim parecia, pois invadia a casa de Arthur, desaparecia sem deixar rasto e tinha uma estranha capacidade de atravessar paredes e portas trancadas.
Os leitores de E Se Fosse Verdade... recordarão sem dúvida a forma como esta amizade se transformou em amor – um amor com um final em aberto... E se a vida oferecesse a Arthur e a Lauren uma segunda oportunidade de se encontrarem?
Saberiam eles correr todos os riscos necessários para a aproveitar? Na sua mais recente comédia romântica, Marc Levy volta a juntar os protagonistas do seu primeiro romance, E Se Fosse Verdade..., e conduz o leitor numa nova aventura, feita de humor, de imprevistos e de uma visão única do amor.

Adorei este livro. É a sequência do livro E se Fosse Verdade...
Achei que o escritor exagerou um bocadinho no facto de fazer o Arthur passar pelo coma também … mas era para que a Lauren passasse pela mesma experiência de conviver com a “alma” (pois não é um fantasma) do Arthur.
Mas têm um final muito bem conseguido; D

Quando Arthur e Lauren se conheceram, ele era um recém-divorciado amargo e solitário e ela era... um fantasma! Pelo menos assim parecia, pois invadia a casa de Arthur, desaparecia sem deixar rasto e tinha uma estranha capacidade de atravessar paredes e portas trancadas.
Os leitores de E Se Fosse Verdade... recordarão sem dúvida a forma como esta amizade se transformou em amor – um amor com um final em aberto... E se a vida oferecesse a Arthur e a Lauren uma segunda oportunidade de se encontrarem?
Saberiam eles correr todos os riscos necessários para a aproveitar? Na sua mais recente comédia romântica, Marc Levy volta a juntar os protagonistas do seu primeiro romance, E Se Fosse Verdade..., e conduz o leitor numa nova aventura, feita de humor, de imprevistos e de uma visão única do amor.

Adorei este livro. É a sequência do livro E se Fosse Verdade...
Achei que o escritor exagerou um bocadinho no facto de fazer o Arthur passar pelo coma também … mas era para que a Lauren passasse pela mesma experiência de conviver com a “alma” (pois não é um fantasma) do Arthur.
Mas têm um final muito bem conseguido; D

segunda-feira, abril 06, 2009
Brisingr - Christopher Paolini
Comecei a ler o livro no dia 16/03/2009 e acabei no dia 4/4/2009.

Juramentos prestados. . . Lealdades testadas. . . Forças em colisão.
Na sequência da batalha colossal nas Planícies Flamejantes contra os guerreiros do Império, Eragon e o seu Dragão, Saphira, escapam com dificuldade.
No entanto, o Cavaleiro e o Dragão ainda terão de se deparar com inúmeros desafios…
Eragon vê-se enredado numa série de promessas que poderá não conseguir cumprir. O juramento ao seu primo, Roran, no sentido de o ajudar a resgatar a sua amada Katrina das garras de Galbatorix.
Todavia, Eragon deve lealdade a outros também. Os Varden precisam desesperadamente dos seus talentos e da sua força, tal como os Elfos e os Anões. E, logo que a inquietação assalta os rebeldes e o perigo espreita em cada esquina, Eragon terá de fazer escolhas que o levarão a atravessar o Império, viajando muito além. Escolhas que o poderão submeter a sacrifícios inimagináveis…
Eragon é a grande esperança para libertar o reino da tirania.
Conseguirá este rapaz, outrora um simples camponês, unir as forças rebeldes e assim derrotar o rei?
Christopher Paolini (Paradise Valley, 17 de novembro de 1983) é um escritor dos Estados Unidos da América. Ficou mundialmente famoso por sua série O Ciclo da Herança, que já vendeu mais de 15 milhões de livros em todo o mundo.

Christopher Paolini nasceu no dia 17 de Novembro de 1983 no sul da Califórnia. Exceto por alguns anos em Achorage, no Alasca, ele passou a vida inteira no Paradise Valley, em Montana, onde ainda reside. Ele vive com os pais e a sua irmã mais nova, Angela, numa rústica quinta nos bancos de Yellowstone River. Eles têm dois animais de estimação: Otis, um gato preto e branco e Annie, uma cocker frisada.
Christopher foi educado pelos seus pais. Ele freqüentemente escrevia pequenas histórias e poemas, fazendo visitas à biblioteca e lendo muito. Alguns dos seus livros favoritos são “Jeremy Thatcher”, “Dragon Hatcher” por Bruce Colville’s; “Dune” de Frank Herbert; “Magician”, de Raymond E. Feist’s e “Mundos Paralelos” de Philip Pullman, nosso conhecido.
Christopher cresceu ouvindo muita variedade musical, mas a clássica ardeu a sua imaginação e ajudou-o a escrever. Ele ouvia freqüentemente Mahler, Beethoven e Wagner enquanto escrevia Eragon. A batalha final de Eragon foi escrita a ouvir Carmina Burana, por Carl Orff.
A história de Eragon, começou com os sonhos de dia de um adolescente. Ele queria experimentar uma história que incluía todas as coisas que ele gostava em outros romances fantásticos. O projecto começou como um hobby; ele nunca tencionaria que fosse publicado. Ele demorou um mês para planificar a trilogia inteira, então sentou-se no sofá e começou a escrever num bloco de notas. Quando ele enriqueceu seis páginas, ganhou confidência suficiente para transferir as suas palavras no seu computador Macintosh, onde a maior parte de Eragon foi escrita, enquanto que algumas partes eram melhor escritas por ele manuscritamente. Todas as personagens da obra foram parte da cabeça de Paolini, exceto Angela, baseada na sua irmã.
Demorou-lhe um ano para acabar o primeiro rascunho de Eragon. Quando Christopher leu o rascunho, ele viu o quão pobre o mesmo se encontrava. A história estava lá, no entanto, ele demorou mais um ano para rever o livro e dar aos seus pais para o lerem. Eles ficaram encantados e decidiram ajuda-lo publicando-o na companhia editorial da família. Um terceiro ano foi passado com novas edições, desenhado a capa e criando materiais de marketing. Durante este tempo, Christopher desenhou o mapa para Eragon, assim como o conhecido olho de dragão que aparece na edição normal, vendida nas livrarias. Finalmente o livro foi lançado.
A família Paolini passaria o ano a promover o livro. Começando com as apresentações na livraria local e na escola secundária viajaram pelos EUA. Ao todo, Paolini deu mais de 135 apresentações em livrarias, editoras e escolas desde 2002 até 2003. Ele fez a maioria das apresentações vestido com a roupa medieval com uma T-shirt vermelha, calças de ganga pretas, botas e uma capa negra.
No verão de 2002, Carl Hiassem, o autor de “Hoot”, comprou Eragon para atenção da sua editora, Alfred A. Knopf, que sub conseqüentemente adquiriu os direitos de publicar Eragon e o resto de O Ciclo da Herança.
Atualmente, ele passa o seu tempo a escrever Empire (4º e último livro da série). Também foi consultado para o filme produzido pela Fox 2000, que saiu em dezembro de 2006. Acabada a série, Christopher planeja fazer umas grandes férias, enquanto ele ponderá qual das muitas histórias e ideias ele irá escolher para fazer a próxima saga.

Juramentos prestados. . . Lealdades testadas. . . Forças em colisão.
Na sequência da batalha colossal nas Planícies Flamejantes contra os guerreiros do Império, Eragon e o seu Dragão, Saphira, escapam com dificuldade.
No entanto, o Cavaleiro e o Dragão ainda terão de se deparar com inúmeros desafios…
Eragon vê-se enredado numa série de promessas que poderá não conseguir cumprir. O juramento ao seu primo, Roran, no sentido de o ajudar a resgatar a sua amada Katrina das garras de Galbatorix.
Todavia, Eragon deve lealdade a outros também. Os Varden precisam desesperadamente dos seus talentos e da sua força, tal como os Elfos e os Anões. E, logo que a inquietação assalta os rebeldes e o perigo espreita em cada esquina, Eragon terá de fazer escolhas que o levarão a atravessar o Império, viajando muito além. Escolhas que o poderão submeter a sacrifícios inimagináveis…
Eragon é a grande esperança para libertar o reino da tirania.
Conseguirá este rapaz, outrora um simples camponês, unir as forças rebeldes e assim derrotar o rei?
Christopher Paolini (Paradise Valley, 17 de novembro de 1983) é um escritor dos Estados Unidos da América. Ficou mundialmente famoso por sua série O Ciclo da Herança, que já vendeu mais de 15 milhões de livros em todo o mundo.

Christopher Paolini nasceu no dia 17 de Novembro de 1983 no sul da Califórnia. Exceto por alguns anos em Achorage, no Alasca, ele passou a vida inteira no Paradise Valley, em Montana, onde ainda reside. Ele vive com os pais e a sua irmã mais nova, Angela, numa rústica quinta nos bancos de Yellowstone River. Eles têm dois animais de estimação: Otis, um gato preto e branco e Annie, uma cocker frisada.
Christopher foi educado pelos seus pais. Ele freqüentemente escrevia pequenas histórias e poemas, fazendo visitas à biblioteca e lendo muito. Alguns dos seus livros favoritos são “Jeremy Thatcher”, “Dragon Hatcher” por Bruce Colville’s; “Dune” de Frank Herbert; “Magician”, de Raymond E. Feist’s e “Mundos Paralelos” de Philip Pullman, nosso conhecido.
Christopher cresceu ouvindo muita variedade musical, mas a clássica ardeu a sua imaginação e ajudou-o a escrever. Ele ouvia freqüentemente Mahler, Beethoven e Wagner enquanto escrevia Eragon. A batalha final de Eragon foi escrita a ouvir Carmina Burana, por Carl Orff.
A história de Eragon, começou com os sonhos de dia de um adolescente. Ele queria experimentar uma história que incluía todas as coisas que ele gostava em outros romances fantásticos. O projecto começou como um hobby; ele nunca tencionaria que fosse publicado. Ele demorou um mês para planificar a trilogia inteira, então sentou-se no sofá e começou a escrever num bloco de notas. Quando ele enriqueceu seis páginas, ganhou confidência suficiente para transferir as suas palavras no seu computador Macintosh, onde a maior parte de Eragon foi escrita, enquanto que algumas partes eram melhor escritas por ele manuscritamente. Todas as personagens da obra foram parte da cabeça de Paolini, exceto Angela, baseada na sua irmã.
Demorou-lhe um ano para acabar o primeiro rascunho de Eragon. Quando Christopher leu o rascunho, ele viu o quão pobre o mesmo se encontrava. A história estava lá, no entanto, ele demorou mais um ano para rever o livro e dar aos seus pais para o lerem. Eles ficaram encantados e decidiram ajuda-lo publicando-o na companhia editorial da família. Um terceiro ano foi passado com novas edições, desenhado a capa e criando materiais de marketing. Durante este tempo, Christopher desenhou o mapa para Eragon, assim como o conhecido olho de dragão que aparece na edição normal, vendida nas livrarias. Finalmente o livro foi lançado.
A família Paolini passaria o ano a promover o livro. Começando com as apresentações na livraria local e na escola secundária viajaram pelos EUA. Ao todo, Paolini deu mais de 135 apresentações em livrarias, editoras e escolas desde 2002 até 2003. Ele fez a maioria das apresentações vestido com a roupa medieval com uma T-shirt vermelha, calças de ganga pretas, botas e uma capa negra.
No verão de 2002, Carl Hiassem, o autor de “Hoot”, comprou Eragon para atenção da sua editora, Alfred A. Knopf, que sub conseqüentemente adquiriu os direitos de publicar Eragon e o resto de O Ciclo da Herança.
Atualmente, ele passa o seu tempo a escrever Empire (4º e último livro da série). Também foi consultado para o filme produzido pela Fox 2000, que saiu em dezembro de 2006. Acabada a série, Christopher planeja fazer umas grandes férias, enquanto ele ponderá qual das muitas histórias e ideias ele irá escolher para fazer a próxima saga.
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