domingo, abril 26, 2009

O Pequeno Herói - Fiódor Dostoiévski

Li este livro no dia 25 de Abril de 2009.

O Pequeno Herói é o retrato de uma criança na qual a súbita adolescência acorda as dolorosas e cândidas contradições de Eros; um retrato de uma infância sensível e silenciosa, mas também da descoberta do amor e do despertar dos sentidos.



Fiódor Mikhailovich Dostoiévski; Moscovo, 11 de Novembro de 1821 — São Petersburgo, 9 de Fevereiro de 1881) – ocasionalmente grafado como Dostoievsky – foi um escritor russo, considerado um dos maiores romancistas da literatura russa e um dos mais inovadores artistas de todos os tempos. É tido como o fundador do existencialismo, mais frequentemente por Notas do Subterrâneo, descrito por Walter Kaufmann como a "melhor proposta para existencialismo já escrita."

A obra dostoievskiana explora a autodestruição, a humilhação e o assassinato, além de analisar estados patológicos que levam ao suicídio, à loucura e ao homicídio: seus escritos são chamados por isso de "romances de idéias", pela retratação filosófica e atemporal dessas situações. O modernismo literário e várias escolas da teologia e psicologia foram influenciadas por suas idéias.



Dostoiévski, aos 17 anos, teve uma grande crise de epilepsia após saber que seu pai havia sido assassinado pelos próprios colonos, e deixou o exército cinco anos depois para dedicar-se integralmente à atividade literária. Dostoiévski passou a afastar-se das armas, mas acabou envolvendo-se em conspirações revolucionárias, das quais passou pela prisão e pela condenação de morte, embora a pena tenha sido comutada. Alguns autores acreditam que essas dificuldades pessoais auxiliariam Fiódor a se estabelecer como um dos maiores romancistas do mundo, mas de fato seu reconhecimento definitivo como "escritor universal" veio somente depois dos anos 1860, com a publicação de seus grandes romances: O Idiota e Crime e Castigo, este publicado em 1866, considerado por muitos como uma das obras mais famosas da literatura mundial.

Seu último romance, Os Irmãos Karamazov, foi considerado por Sigmund Freud como o melhor romance já escrito. Segundo o biógrafo Nicholas Berdiaiev, a obra dostoievskiana vem atingindo grande popularidade no Brasil por causa de "[...][suas] características muito próximas do brasileiro", e salienta que "[a obra de Fiódor] é marcada pelo anticapitalismo, por uma reação ao capitalismo selvagem, algo que parece tocar o leitor brasileiro hoje." A obra de Dostoiévski exerce uma grande influência no romance moderno, legando a ele um estilo caótico, desordenado e que apresenta uma realidade alucinada.


Primeiros anos

Fiódor foi o segundo dos sete filhos nascidos do casamento entre Mikhail Dostoyevski e Maria Fedorovna. Mikhail era um pai autoritário, então médico no Hospital de pobres Mariinski, em Moscou, e a mãe era vista pelos filhos como um paraíso de amor e de proteção do ambiente familiar.

Seu pai tornou-se um nobre em 1828. Até 1833, Fiódor foi educado em casa, mas com a morte precoce da mãe por tuberculose em 1837, e a decorrente depressão e alcoolismo do pai, foi conduzido, com o irmão Fiódor Mikhail, à Escola Militar de Engenharia de São Petersburgo, onde começou a demonstrar interesse pela Literatura.

Em 1839, quando tinha dezoito anos, recebeu a notícia de que seu pai havia morrido. É aceito hoje, porém sem provas concretas, que o doutor Mikhail Dostoiévski, seu pai, foi assassinado pelos próprios servos de sua propriedade rural em Daravói, indignados com os maus tratos sofridos. Tal fato exerceu enorme influência sobre o futuro do jovem Fiódor, que desejou impetuosamente a morte de seu progenitor e em contrapartida se culpou por isso, fato que motivou Freud a escrever o polêmico artigo Dostoiévski e o Parricídio.

Dostoiévski sofria de epilepsia e seu primeiro ataque ocorreu quando tinha nove anos. Suas experiências epiléticas serviram-lhe de base para a descrição de alguns de seus personagens, como o príncipe Myshkin no romance O idiota, e de Smerdyakov na obra Os Irmãos Karamazov.


Início da carreira literária
Na Academia Militar de Engenharia, em São Petersburgo, Dostoiévski aprendeu matemática, um tema que desprezava. Também estudou a obra de Shakespeare, Pascal, Victor Hugo e E.T.A. Hoffmann. Nesse mesmo ano, escreveu duas peças românticas, Mary Stuart e Boris Godunov, influenciado pelo poeta romântico alemão Friedrich Schiller. Dostoiévski descrevia-se como um "sonhador" em sua juventude e, em seguida, um admirador de Schiller. Em 1843, terminou seus estudos de engenharia e adquiriu a patente de tenente militar, ingressando na Direcção-Geral dos Engenheiros, em São Petersburgo.

Em 1844, Honoré de Balzac o visitou em São Petersburgo, e Dostoiévski, como uma forma de admiração, fez sua primeira tradução, Eugenia Grandet, e saldou uma dívida de 300 rublos com um agiota. Esta tradução despertou sua vocação, levando-o pouco tempo depois a abandonar o exército para dedicar-se exclusivamente à literatura. Trabalhou como desenhista técnico no Ministério da Guerra, em São Petersburgo. Fez traduções de Balzac e George Sand.

Alugou, em 1844, uma casa em São Petersburgo e dedicou-se à escrita de corpo e alma. Nesse mesmo ano, deixou o exército e começou a escrever sua primeira obra, o romance epistolar Gente Pobre, trabalho que iria fornecer-lhe êxitos da crítica literária, cuja leitura de Bielínski, o mais influente crítico da literatura russa, o fez acreditar ser Dostoiévski "a mais nova revelação do cenário literário do pais."

Em O Diário de um Escritor, recordou que após concluir Gente Pobre deu uma cópia para seu amigo Dmitry Grigorovich, que a entregou ao poeta Nikolai Alekseevich Nekrasov. Com a leitura do manuscrito em voz alta, ambos ficaram extasiados pela percepção psicológica da obra. Às quatro horas da manhã, foram até Dostoiévski para dizer que seu primeiro romance era uma obra-prima. Nekrasov mais tarde entregou a obra a Bielínski. "Um novo Gogol apareceu!", disse Nekrasov. "Com você, a primavera de Gogol nasce como cogumelos!". Bielínski respondeu a Dostoiévski.

sábado, abril 25, 2009

O Azul da Baía - Nora Roberts

Comecei a ler o livro no dia 20/04/2009 e acabei no dia 24/04/2009.

Quarto Volume de A Saga da Baía de Chesapeake
Seth chegou finalmente a casa. Depois de uma infância complicada com uma mãe toxicodependente, foi acolhido pela família Quinn e cresceu com três irmãos mais velhos que o protegeram e amaram. Agora, um homem feito e de regresso da Europa, Seth instala-se perto dos seus irmãos. O seu sonho? Uma casa branca, um barquinho na doca, uma cadeira de baloiço no alpendre e um cachorro a seus pés. Mas muita coisa mudou na pequena vila desde que Seth partiu para a Europa e a mais intrigante de todas é a presença da jovem Dru Banks. Uma rapariga da cidade que abriu uma loja de flores junto ao mar. Em Seth ela vê um desafio a que não consegue resistir. Mas há uma tempestade no horizonte que vai testar esta relação aos limites.

Repleto de emocionantes momentos familiares, de muito romance e de um toque de tensão, O Azul da Baía é um livro maravilhoso que volta a confirmar Nora Roberts como a melhor escritora romântica da actualidade.




Adorei mais uma vez ler este excelente romance da minha escritora favorita.

A Baía de Chesapeake é o maior estuário nos Estados Unidos da América. Desemboca no Oceano Atlântico, e está cercada pelos estados americanos de Maryland e Virgínia. A Baía de Chesapeake cobre cerca de 166 534 km² no Distrito de Columbia, Nova Iorque, Pensilvânia, Delaware, Maryland, Virgínia e Virgínia Ocidental. Mais de 150 rios desembocam na Baía de Chesapeake.



Nora Roberts (b. Eleanor Marie Robertson, October 10, 1950 in Silver Spring, Maryland, USA), is a bestselling American author of more than 165 romance novels, and she writes as J.D. Robb for the "In Death" series. She also has written under the pseudonym Jill March, and by error some of her works were published in the UK as Sarah Hardesty.

Nora Roberts was the first author to be inducted into the Romance Writers of America Hall of Fame. As of 2006, her novels had spent a combined 660 weeks on the New York Times Bestseller List, including 100 weeks in the number-one spot. Over 280 million copies of her books are in print, including 12 million copies sold in 2005 alone. Her novels have been published in 35 countries.

Personal life

Early years
Eleanor Marie Robertson was born on October 10, 1950 in Silver Spring, Maryland, the only daughter and the youngest of five children. She is of Irish descent as both of her parents have Irish ancestors, and has described herself as "an Irishwoman through and through". Her family were avid readers, so books were always important in her life. Although she had always made up stories in her head, Roberts did not write as a child, other than essays for school. She does claim to have "told lies. Really good ones -- some of which my mother still believes." She attended a Catholic school and credits the nuns with instilling in her a sense of discipline. During her sophomore year in high school, Roberts transferred to a local public school, Montgomery Blair High School, where she met her first husband, Ronald Aufem-Brinke. They married, against her parents' wishes, in 1968, as soon as she had graduated from high school.

The newly married couple settled in Keedysville, Maryland. Roberts's husband worked at his father's sheet-metal business before joining her parents in their lighting company. She stayed home with their sons, Dan and Jason. Calling this her "Earth Mother" years, Roberts spent much of her time doing crafts, including ceramics and sewing her children's clothes. The marriage ended in divorce.


Present
Roberts met her second husband, Bruce Wilder, a carpenter, when she hired him to build her bookshelves. They were married in July 1985. Her husband owns and operates a bookstore in Boonsboro, Maryland called Turn the Page Books. The Roberts also owned the nearby historic Boone Hotel, that was undergoing renovations when it was destroyed by a fire in February, 2008. After 3 million dollars in renovations, Inn Boonsboro opened on February 17, 2009

Roberts believes that pursuing a career as a writer requires discipline: "You're going to be unemployed if you really think you just have to sit around and wait for the muse to land on your shoulder." She concentrates on one novel at a time, writing eight hours a day, every day, even while on vacation. Rather than begin with an outline or plot summary, Roberts instead envisions a key incident, character, or setting. She then writes a short first draft that has the basic elements of a story. After finishing the first draft, Roberts goes back to the beginning of the novel. The second draft usually sees the addition of details, the "texture and color" of the work, as well as a more in-depth study of the characters. She then does a final pass to polish the novel before sending it to her agent, Amy Berkower. She often writes trilogies, finishing the three books in a row so that she can remain with the same characters. When possible, she does the same with the "In Death" books, writing three in a row before returning to contemporary romances. Her trilogies are all released in paperback, as Roberts believes the wait is too long for the reader.

Roberts does much of her research over the internet, as she has an aversion to flying. Despite this she owns property in County Clare, Ireland and visits the country regularly. Some of her novels are set in Ardmore, County Waterford.


Writing career

The beginning
She began to write during a blizzard in February, 1979 while housebound with her two small boys. Roberts states that with three feet of snow, a dwindling supply of chocolate, and no morning kindergarten she had little else to do. While writing down her ideas for the first time, she fell in love with the writing process, and quickly produced six manuscripts. She submitted her manuscripts to Harlequin, the leading publisher of romance novels, but was repeatedly rejected. Roberts says, "I got the standard rejection for the first couple of tries, then my favorite rejection of all time. I received my manuscript back with a nice little note which said that my work showed promise, and the story had been very entertaining and well done. But that they already had their American writer. That would have been Janet Dailey."



In 1980, a new publisher, Silhouette books, formed to take advantage of the pool of manuscripts from the many American writers that Harlequin had snubbed.[19] Roberts found a home at Silhouette, where her first novel, Irish Thoroughbred, was published in 1981. She used the pseudonym Nora Roberts, a shortened form of her birth name Eleanor Marie Robertson, because she assumed that all authors had pen names.

Between 1982 and 1984, Roberts wrote 23 novels for Silhouette. They were published under various Silhouette imprints: Silhouette Sensation, Silhouette Special Edition and Silhouette Desire, as well as Silhouette Intrigue, and MIRA's reissue program. Despite the large number of books she had produced, Roberts did not have real success until 1985, when she released Playing the Odds, the first novel in her MacGregor family series. The book was an immediate bestseller. Sequels followed, and romance readers began to associate her name with multigenerational sagas.

Roberts was instrumental in helping shift the romance novel away from virginal, eighteen-year-old heroines and superficial male portrayals. Her early heroines were much less passive than the norm. Her novels also featured a more in-depth characterization of the hero, because "the books are about two people, and readers should be allowed into the heads and hearts of both." The years spent writing category romance helped hone her ability to create realistic characters. The category romance's short page count forces writers to be able to "paint" their characters "quickly and clearly in a short amount of time." In 1987, she began writing single title books for Bantam. Five years later she moved to Putnam to write single title hard covers as well as original paperbacks. She reached the hardcover bestseller lists with her fourth hardcover release, 1996's Montana Sky. Despite her hardcover success, Roberts has continued to release single-title novels in paperback. Unlike many of her peers who have crossed from category romance to single-title, she still occasionally writes shorter category romances. Her attachment to the shorter category books stems from her years as a young mother of two boys without much time to read, as she "[remembers] exactly what it felt like to want to read and not have time to read 200,000 words."

Roberts and her career were featured in Pamela Regis's A Natural History of the Romance Novel. Regis calls Roberts "a master of the romance novel form, because she "has a keen ear for dialogue, constructs deft scenes, maintains a page-turning pace, and provides compelling characterization." Publishers Weekly lauds her "wry humor and the use of different narrators, two devices that were once rarities" in the romance novel genre.

Many of Roberts's novels deal extensively with families. Roberts believes that her sense of family is an important part of her life and how she developed. Because family is so important in her life, it is also often reflected in her books. Her "characters come from somewhere, and where they come from, good or bad, has a large part in forming who they are and who they can become."


J.D. Robb
Roberts had long wanted to write romantic suspense novels in the vein of Mary Stewart, but, at the urging of her agent, she concentrated on classic contemporary romance novels while she built a following of readers. After moving to Putnam in 1992, the publishing company quickly realized that they were unable to keep up with Roberts's prolific output. They suggested that she adopt a second pseudonym so that they would be able to publish more of her work each year. Her agent, Amy Berkover, convinced the publishers to allow Roberts to write romantic suspense novels under the new name. Her first romantic suspense novel was published in 1995 under the pseudonym J.D. Robb. The initials "J.D." were taken from her older sons, Jason and Dan, while "Robb" is a shortened form of Roberts. She first decided to use the pseudonym D.J. MacGregor, but right before publication, she discovered that this pseudonym was used by another author.

As J.D. Robb, Roberts has published a series of futuristic science fiction police procedurals. These books, all part of the "In Death" series, feature NYPSD Detective Eve Dallas and her husband Roarke and are set in a mid-21st century New York City. Despite the emphasis on solving a crime in each of the books, the overall theme of the series is the development of the relationship between Eve and Roarke. When the "In Death" series began, neither Roberts nor her publisher acknowledged that she was in fact the author. They hoped to allow the series to stand on its own merits and build its own following. It did, and when readers discovered that Roberts was in fact Robb there was little outcry.

After publishing 18 novels in the "In Death" series, Putnam published the nineteenth, Divided in Death first in hardcover. The book became Roberts's first bestselling novel of 2004.

In November 2008, Roberts published the 32nd and 33rd books in the series "Salvation in Death" and "Ritual in Death/Suite 606" which contains both an anthology and novella under the same cover. Roberts' 34th release in the "In Death" series, "Promises in Death" is slated to be released in early 2009.


Other pseudonyms
She wrote a story for a magazine titled "Melodies of Love" under the pseudonym Jill March.

Roberts has also been known as Sara Hardesty. When the "Born In" series was released in Britain it carried that name instead of Nora Roberts. She has since changed publishers.


Success
Roberts is remarkably prolific—in 1996 she passed the hundred-novel mark with Montana Sky. In both 1999 and 2000, four of the five novels that USAToday listed as the best-selling romance novels of the year were written by Roberts. Her first appearance on the New York Times Bestseller List came in 1991, and between 1991 and 2001, she had 68 New York Times Bestsellers, counting hardbacks and paperbacks. The New York Times did not review any of those novels. In 2001, Roberts had 10 best-selling mass-market paperbacks, according to Publishers Weekly, not counting those books written under the J.D. Robb name. In September 2001, for the first time Roberts took the numbers 1 and 2 spots on the Publishers Weekly bestseller list, as her romance Time and Again was number one, and her J.D. Robb release Seduction in Death was number two.

Since 1999, every one of Roberts's novels has been a New York Times bestseller, and 124 of her novels have ranked on the Times bestseller list, including twenty-nine that debuted in the number-one spot. As of 2006, Roberts's novels had spent a combined 660 weeks on the New York Times Bestseller List, including 100 weeks in the number-one spot. Oddly enough, outside of the United States she is marketed by a single woman, Judy Piatkus of the independently-run company Piatkus Books, which publishes about 150 books a year. Over 280 million copies of her books are in print, including 12 million copies sold in 2005 alone. Her novels have been published in 35 countries.

A founding member of the Romance Writers of America (RWA), Roberts was the first inductee in the organization's Hall of Fame. As of 2006, she has won an unprecedented 19 of the RWA's RITA Awards, the highest honor given in the romance genre.

Two of Roberts' novels, Sanctuary and Magic Moments, had previously been made into TV movies. Yet in 2007, Lifetime Television adapted four Nora Roberts novels into TV movies: Angels Fall starring Heather Locklear, Montana Sky starring Ashley Williams, Blue Smoke starring Alicia Witt, and Carolina Moon starring Claire Forlani. This was the first time that Lifetime had adapted multiple works by the same author. Four more films were released on four consecutive Saturdays in March and April 2009. The 2009 collection included Northern Lights starring LeAnn Rimes, Midnight Bayou starring Jerry O'Connell, High Noon starring Emilie de Ravin, and Tribute starring Brittany Murphy.

Time Magazine named Roberts one of their 100 Most Influential People in 2007, saying she "has inspected, dissected, deconstructed, explored, explained and extolled the passions of the human heart." Roberts was one of only two authors on the list, the other being David Mitchell.

sexta-feira, abril 24, 2009

Aquisições no âmbito do Dia Mundial do Livro

Como ontem foi o Dia Mundial do Livro, houveram várias livrarias que fizeram descontos de 20% na aquisição de livros.

Eu aproveitei essa oportunidade para adquirir os seguintes livros, através da livraria Wook:

Viuva por um Ano - Irving, John



Inkheart - Funke, Cornelia



Homem em Fúria - Quinnell, A. J.



Livros que já deram Filmes e que me vai ajudar no desafio lançado por mim no Bookcrossing, "Filmes dos Livros".

Agora é só aguardar pelo carteiro lol!!! Estou em pulgas!!!

quinta-feira, abril 23, 2009

Dia Mundial do Livro

Hoje é Dia Mundial do Livro!!



Comemora-se desde 1996 e por decisão da UNESCO. Shakespeare e Cervantes, faleceram a 23 de Abril de 1616.


A esta data está também ligado um costume Catalão de os homens oferecerem rosas às mulheres e receberem em troca livros.


Dizem as estatísticas que os inquiridos que afirmam ler livros eram em 1983 de 41,7%. O número subiu em 1995 para 53,9%. Mas infelizmente em 2000 os que se afirmam leitores já são menos de metade dos portugueses (44,3%).
Ou as estatísticas mudaram de método ou o esforço que andamos a fazer para promover a leitura não anda a resultar.
E dessa população que diz ler, só pouco mais de metade (58%) estava a ler no momento em que foi inquirida.
Em números redondos só cerca de um em cada cinco portugueses é que anda a ler.
Esta é a pura e dura realidade.
Mas o tempo dedicado à leitura também tem vindo a baixar.
Deste já tão reduzido número de leitores, os que dedicam à leitura 3 ou menos horas por semana, eram 62% no ano de 2004 e baixaram para 60,9 no ano de 2005.
O número médio de livros lidos no ano de 2004 foi de 8,5 livros. Comparando com a média de livros comprados que também é de 8, ficamos com um problema a resolver.

Boas Leituras, para todos!!

terça-feira, abril 21, 2009

Porto de Abrigo - Nora Roberts

Comecei a ler este livro no dia 15 de Abril e acabei no dia 19.

Phillip é o único dos três irmãos Quinn que ainda se mantém solteiro. Com muita força de vontade, vai conseguindo conciliar um emprego exigente com os novos deveres familiares, ou seja, ajudar a cuidar de Seth, o irmão adoptivo.
Quando a Dra. Sybil Griffin aparece na vila com o objectivo de pesquisar para um livro que pretende escrever, Phillip não pode deixar de reparar nela, afinal, Sybil é uma mulher misteriosa que agita os seus sentidos e ameaça roubar o seu coração. E se é verdade que Sybil também não pode negar a atracção que sente pelo carismático Phillip, o segredo que a liga ao jovem Seth pode deitar tudo a perder... e destruir a própria família Quinn.



Repleto de emocionantes momentos familiares, de muito romance e de um toque de tensão, Porto de Abrigo é um livro maravilhoso que volta a confirmar Nora Roberts como a melhor escritora romântica da actualidade.

Críticas de imprensa
O grande dom de Nora Roberts é a sua habilidade em arrebatar o leitor para a vida das suas personagens... vivemos, amamos, sofremos e triunfamos com elas!"
Rendezvous
"Nora Roberts é uma artista da palavra. Pinta a sua história e as suas personagens com vitalidade e realismo."
Los Angeles Daily New

"Uma contadora de histórias verdadeiramente mágica."
Publishers Weekly

"Os admiradores de Nora Roberts vão deliciar-se."
Booklist



Escritora norte-americana, Eleanor Robertson, conhecida por Nora Roberts, nascida a 10 de Outubro de 1950, em Silver Spring, no estado de Maryland, tornou-se famosa como autora de romances cor-de-rosa, que atingiram tops de vendas um pouco por todo o mundo, nomeadamente em Portugal.
Estudou numa escola católica de freiras, mas não seguiu a vocação religiosa e casou jovem. Mudou-se para Keedysville, ainda em Maryland, onde trabalhou durante algum tempo como secretária. Contudo, depois do nascimento dos filhos, optou por ficar em casa.
Ávida leitora, começou a escrever histórias em Fevereiro de 1979 durante uma grande tempestade de neve que a reteve por um longo período em casa. Depois de ter prontos alguns manuscritos deparou-se com recusas de diversas editoras, mas, em 1981, conseguiu finalmente lançar o seu primeiro romance, Irish Thoroughbred.
Depois, entre 1982 e 1984, escreveu 23 romances, mas só em 1985 é que alcançou o seu primeiro grande sucesso com Playing the Odds, que deu origem à saga da família MacGregor.
Nora Roberts, que também assinou com os pseudónimos J.D. Robb, Jill March e Sarah Hardstey, escreveu ao todo mais de 150 romances, muitos dos quais foram editados com grande sucesso em Portugal. Tal sucedeu com Levado pelo Mar, A Dama Negra, A Ilha das Três Irmãs, A Cor do Fogo, A Dália Azul, Entre o Céu e a Terra, entre outros. O pseudónimo J.D. Robb surgiu em 1995 quando publicou o primeiro dos seus romances de suspense, nomeadamente uma série de ficção científica.
Os seus livros foram publicados em mais de cerca de 35 países.
Nora Roberts ocupou durante mais de cem semanas o primeiro lugar da tabela de vendas do jornal norte-americano New York Times.
Em 2007, a revista Time considerou-a uma das cem pessoas mais importantes do ano.
Nora Roberts, que escreve diariamente durante oito horas, foi a primeira mulher a entrar no America Hall of Fame de escritores de ficção.

quarta-feira, abril 15, 2009

Na Terra dos Cangurus - Bill Bryson

Comecei a ler este livro no dia 8/4/2009 e acabei no dia 14/04/2009

Bill Bryson viaja até à Austrália, que não só é o sexto país maior do mundo, como é a ilha maior do mundo, como ainda é a única ilha que também é continente, e o único continente que também é país. E, de todos os continentes, é o mais seco, plano, calorento, ressequido e estéril mas em que, curiosamente, a vida teima em florescer - sobretudo quando se trata de perigosos predadores. Há, de facto, na Austrália mais coisas passíveis de causar a nossa morte das formas mais violentas do que em qualquer outro lugar do globo. Naquela estranha terra, a lagartinha mais fofa e engraçada pode deixar-nos em coma profundo num segundo e certas conchas do mar podem não só picar-nos como também vir a correr atrás de nós para o fazer.




Bill Bryson (Des Moines, Iowa, E.U.A., 8 de Dezembro de 1951) é um escritor americano.



Uma expedição em 1973 trouxe-o a Inglaterra onde se encontrou com sua esposa e decidiu residir. Escreveu para os jornais The English, The Times e The Independent por muitos anos, escrevendo artigos do curso para suplementar sua renda. Viveu com sua família no norte de Yorkshire antes de voltar de novo para os E.U.A. em 1995, para Hanover, de Nova Hampshire, com sua esposa e quatro crianças. Em 2003, Bryson e a sua família mudaram-se de novo para Inglaterra, onde reside actualmente.

Coração de Tinta - Inkheart

Omtem fui ao cinema com o meu amigo M. ver este filme. Muito bom!!! É baseado no livro com o mesmo nome.



Mortimer "Mo" Folchart e a sua filha de 12 anos, Meggie, partilham a paixão pelos livros. O que eles também partilham é o dom único de trazer as personagens dos livros para a vida quando lêem em voz alta. Mas há um perigo: por cada personagem trazida para a vida, uma pessoa a sério desaparece nas páginas do mesmo livro. Numa das suas viagens a alfarrabistas, Mo ouve vozes que já não ouvia há anos, e quando descobre o livro de onde elas vêm, sente um arrepio pela espinha acima. É Inkheart, um livro recheado de ilustrações de castelos medievais e estranhas criaturas - um livro que ele andava à procura desde que Meggie tinha três anos de idade, quando a sua mãe, Resa, desapareceu para o interior do seu místico mundo. Mas o plano de Mo para usar o livro e resgatar Resa é posto em causa quando Capricorn, o diabólico vilão de Inkheart, rapta Meggie e exige a Mo que dê vida a outra personagem ficcional. Determinado a resgatar a filha e mandar as personagens de ficção para onde elas pertencem, Mo reune um variado grupo de aliados - reais e mágicos - e embarca numa viagem ousada e perigosa, para colocar todas as coisas no seu sítio.




P.S.: E pela primeira vez conseguimos ver um filme com a sala completamente vazia!!!
Foi o máximo :D

Ele não está assim tão Interessado

No passado fim de semana fui ao cinema ver este filme



Se alguma vez já esteve sentada à frente do telefone a perguntar-se porque razão ele disse que ligava mas não liga, ou se não percebe o porquê dela não querer ir mais para a cama consigo, ou porque diabo a sua relação não avança para o nível seguinte… ele (ou ela) talvez não estejam mesmo nessa…

Baseado no popular dos argumentistas de “O Sexo e a Cidade”, Greg Behrendt e Liz Tuccillo, “Ele Não Está Assim Tão Interessado” conta a história cruzada de um grupo de vintões e trintões de Baltimore, enquanto estes navegam através das suas várias relações, desde o vazio da cena do engate até aos terrenos profundos mas escorregadios da vida marital, mas tentando sempre ler da melhor maneira os sinais que lhe são enviados pelo sexo oposto.

quarta-feira, abril 08, 2009

Voltar a Encontrar-te - Marc Levy

Comecei a ler o livro no dia 04/04/2009 e acabei no dia 07/04/2009.

Quando Arthur e Lauren se conheceram, ele era um recém-divorciado amargo e solitário e ela era... um fantasma! Pelo menos assim parecia, pois invadia a casa de Arthur, desaparecia sem deixar rasto e tinha uma estranha capacidade de atravessar paredes e portas trancadas.

Os leitores de E Se Fosse Verdade... recordarão sem dúvida a forma como esta amizade se transformou em amor – um amor com um final em aberto... E se a vida oferecesse a Arthur e a Lauren uma segunda oportunidade de se encontrarem?

Saberiam eles correr todos os riscos necessários para a aproveitar? Na sua mais recente comédia romântica, Marc Levy volta a juntar os protagonistas do seu primeiro romance, E Se Fosse Verdade..., e conduz o leitor numa nova aventura, feita de humor, de imprevistos e de uma visão única do amor.



Adorei este livro. É a sequência do livro E se Fosse Verdade...
Achei que o escritor exagerou um bocadinho no facto de fazer o Arthur passar pelo coma também … mas era para que a Lauren passasse pela mesma experiência de conviver com a “alma” (pois não é um fantasma) do Arthur.

Mas têm um final muito bem conseguido; D

segunda-feira, abril 06, 2009

Brisingr - Christopher Paolini

Comecei a ler o livro no dia 16/03/2009 e acabei no dia 4/4/2009.




Juramentos prestados. . . Lealdades testadas. . . Forças em colisão.

Na sequência da batalha colossal nas Planícies Flamejantes contra os guerreiros do Império, Eragon e o seu Dragão, Saphira, escapam com dificuldade.

No entanto, o Cavaleiro e o Dragão ainda terão de se deparar com inúmeros desafios…

Eragon vê-se enredado numa série de promessas que poderá não conseguir cumprir. O juramento ao seu primo, Roran, no sentido de o ajudar a resgatar a sua amada Katrina das garras de Galbatorix.

Todavia, Eragon deve lealdade a outros também. Os Varden precisam desesperadamente dos seus talentos e da sua força, tal como os Elfos e os Anões. E, logo que a inquietação assalta os rebeldes e o perigo espreita em cada esquina, Eragon terá de fazer escolhas que o levarão a atravessar o Império, viajando muito além. Escolhas que o poderão submeter a sacrifícios inimagináveis…

Eragon é a grande esperança para libertar o reino da tirania.

Conseguirá este rapaz, outrora um simples camponês, unir as forças rebeldes e assim derrotar o rei?

Christopher Paolini (Paradise Valley, 17 de novembro de 1983) é um escritor dos Estados Unidos da América. Ficou mundialmente famoso por sua série O Ciclo da Herança, que já vendeu mais de 15 milhões de livros em todo o mundo.



Christopher Paolini nasceu no dia 17 de Novembro de 1983 no sul da Califórnia. Exceto por alguns anos em Achorage, no Alasca, ele passou a vida inteira no Paradise Valley, em Montana, onde ainda reside. Ele vive com os pais e a sua irmã mais nova, Angela, numa rústica quinta nos bancos de Yellowstone River. Eles têm dois animais de estimação: Otis, um gato preto e branco e Annie, uma cocker frisada.

Christopher foi educado pelos seus pais. Ele freqüentemente escrevia pequenas histórias e poemas, fazendo visitas à biblioteca e lendo muito. Alguns dos seus livros favoritos são “Jeremy Thatcher”, “Dragon Hatcher” por Bruce Colville’s; “Dune” de Frank Herbert; “Magician”, de Raymond E. Feist’s e “Mundos Paralelos” de Philip Pullman, nosso conhecido.

Christopher cresceu ouvindo muita variedade musical, mas a clássica ardeu a sua imaginação e ajudou-o a escrever. Ele ouvia freqüentemente Mahler, Beethoven e Wagner enquanto escrevia Eragon. A batalha final de Eragon foi escrita a ouvir Carmina Burana, por Carl Orff.

A história de Eragon, começou com os sonhos de dia de um adolescente. Ele queria experimentar uma história que incluía todas as coisas que ele gostava em outros romances fantásticos. O projecto começou como um hobby; ele nunca tencionaria que fosse publicado. Ele demorou um mês para planificar a trilogia inteira, então sentou-se no sofá e começou a escrever num bloco de notas. Quando ele enriqueceu seis páginas, ganhou confidência suficiente para transferir as suas palavras no seu computador Macintosh, onde a maior parte de Eragon foi escrita, enquanto que algumas partes eram melhor escritas por ele manuscritamente. Todas as personagens da obra foram parte da cabeça de Paolini, exceto Angela, baseada na sua irmã.

Demorou-lhe um ano para acabar o primeiro rascunho de Eragon. Quando Christopher leu o rascunho, ele viu o quão pobre o mesmo se encontrava. A história estava lá, no entanto, ele demorou mais um ano para rever o livro e dar aos seus pais para o lerem. Eles ficaram encantados e decidiram ajuda-lo publicando-o na companhia editorial da família. Um terceiro ano foi passado com novas edições, desenhado a capa e criando materiais de marketing. Durante este tempo, Christopher desenhou o mapa para Eragon, assim como o conhecido olho de dragão que aparece na edição normal, vendida nas livrarias. Finalmente o livro foi lançado.

A família Paolini passaria o ano a promover o livro. Começando com as apresentações na livraria local e na escola secundária viajaram pelos EUA. Ao todo, Paolini deu mais de 135 apresentações em livrarias, editoras e escolas desde 2002 até 2003. Ele fez a maioria das apresentações vestido com a roupa medieval com uma T-shirt vermelha, calças de ganga pretas, botas e uma capa negra.

No verão de 2002, Carl Hiassem, o autor de “Hoot”, comprou Eragon para atenção da sua editora, Alfred A. Knopf, que sub conseqüentemente adquiriu os direitos de publicar Eragon e o resto de O Ciclo da Herança.

Atualmente, ele passa o seu tempo a escrever Empire (4º e último livro da série). Também foi consultado para o filme produzido pela Fox 2000, que saiu em dezembro de 2006. Acabada a série, Christopher planeja fazer umas grandes férias, enquanto ele ponderá qual das muitas histórias e ideias ele irá escolher para fazer a próxima saga.

segunda-feira, março 30, 2009

Para a minha querida Tânia



Não tenho palavras para descrever os meus sentimentos, só sei que quando hoje descobri a noticia, que a Tânia nos tinha deixado na passada sexta-feira fiquei muito triste e sem vontade para estar aqui no meu trabalho.


Acho que a vida não é justa, já a pouco tempo tinha falado com uma amiga sobre este tema, pois o filho dela que era militar, passou vários anos no estrangeiro no Iraque e Afeganistão e quando veio uns dias a Portugal, teve uma morte brutal e violenta num acidente automóvel, como é que é possível pessoas boas, como o filho da minha amiga, os meus dois tios (que faleceram com cancro) e agora Tânia morrerem e tantos assassinos, pedófilos e corruptos, continuarem a viver sem nada lhes acontecer… acho que existem momentos na nossa vida em começamos a perder a nossa fé…
Acho que nunca tinha desabafado assim no meu blog, mas estou muito triste e desiludida.


Gostava de deixar aqui para os pais e família da Tânia e para o Cláudio um grande abraço apertado.

sexta-feira, março 27, 2009

Nova Aquisição - O Fim do Senhor Y - Scarlett Thomas

Este livro pode estar amaldiçoado. Quer mesmo lê-lo?



Ariel encontra um raro exemplar de Thomas Lumas. O cientista vitoriano deixou uma obra, considerada por muitos, amaldiçoada. Fascinada pelo livro mergulha nele sem se conseguir deter. Transportada até um universo paralelo, vive uma aventura entre a consciência e a morte, a fé e a ciência.

Comparada por muito a Hurakami, Scarlett Thomas cria um universo próprio em que mistura diferentes géneros num romance de tirar o fôlego. É caso para perguntar se, tal como a sua heroína, Ariel, também a nossa vida mudará depois da leitura deste livro...


«Uma viagem de encantamento e perigo. Um delicioso cruzar de géneros...fresco e ferozmente inteligente, reminiscente de Haruki Murakami.»
Kirkus

«Um thriller compulsivamente absorvente. O Fim do Senhor Y penetra na mente do leitor, deixando-lhe, em mente, o desejo de exploração.»
Time Out New York

«Deliciosamente engenhoso.»
Independent

«Uma fantasia cerebral que conduz a protagonista, Ariel, a um universo paralelo. Uma experiência de pensamento muito própria que debate a relação entre a linguagem, o pensamento e a matéria - na linha de Derrida e Baudrillard.»
The Bookseller

«Combinação de filosofia é física pós-moderna, estonteante ficção científica, inteligente, inesperadas reviravoltas narrativas e envolvente personagens.»
Library Journal


«Este livro pode mudar a sua vida.»
Independent


Viagem fantástica no tempo, pela mente. Ariel encontra, num antigo alfarrabista, um livro amaldiçoado. A sua leitura leva-a um perigoso salto no tempo e no espaço em que penetra em mundos paralelos. Um vertiginoso romance a misturar aventura, mistério, ciência.

terça-feira, março 24, 2009

Hora do Planeta - dia 28 de Março às 20:30

Eu vou alinhar!!! E voçês???



De que se trata?
É algo tão simples como desligar o interruptor.

O que começou como um movimento quase espontâneo que pretendia incentivar os habitantes de Sidney a apagar as suas luzes e despertarem para os problemas ambientais, cresceu e tornou-se numa das maiores iniciativas mundiais de luta contra as alterações climáticas.
Em 2009, às 20H30 de 28 de Março, pessoas em todo o mundo são desafiadas a apagarem as suas luzes por uma hora – a Hora do Planeta.

Pretende-se este ano que mil milhões de pessoas, em mais de 1000 cidades, se unam em torno deste movimento e com este gesto simbólico mostrem que é possível tomar medidas contra o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, na cidade australiana de Sidney. Nessa altura 2,2 milhões de habitações e empresas desligaram as suas luzes por uma hora. Apenas um ano mais tarde é que este evento se transformou no movimento global para a sustentabilidade que é hoje, com a participação de cerca de 100 milhões de pessoas e abrangendo 35 países.

Desde então, marcos emblemáticos mundiais, tais como a ponte Golden Gate, em São Francisco (EUA), o Coliseu de Roma, em Itália, e o painel publicitário da Coca-Cola em Times Square (Nova Iorque, EUA), ficaram às escuras, como símbolos de esperança por uma causa que se torna mais urgente a cada hora que passa.

A Hora do Planeta 2009 é um apelo global de acção a todos os cidadãos, todas as empresas e todos os Governos. Um apelo para marcar presença, assumir responsabilidade e envolver-se num esforço conjunto para um futuro sustentável.

Edifícios e marcos simbólicos, desde a Europa até às Américas, vão permanecer às escuras no dia 28 de Março. Em várias cidades do mundo, incluindo Lisboa, as pessoas vão apagar as luzes e unir-se para criar uma acção vital que se pretende que desencadeie a discussão sobre o futuro do nosso precioso planeta.

Mais de 70 países vão participar na Hora do Planeta 2009. Este número cresce diariamente à medida que as pessoas começam a entender este movimento como um acto tão simples que pode gerar tão profundamente a mudança.

A Hora do Planeta é uma mensagem de esperança e uma mensagem de acção. Cada um de nós pode fazer a diferença!

Às 20:30 do dia 28 de Março de 2009 apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global; registe-se em http://www.earthhour.org/portugal e junte-se ao movimento HORA DO PLANETA.

segunda-feira, março 23, 2009

Os Homens Mais Sexy do Mundo

Aqui fica a listagem de alguns dos Homens Mais Sexy do Mundo


Takeshi Kaneshiro



Ryan Reynolds



Rodrigo Santoro



Raul Bova



Edison Chen



Mark Vanderloo



Michel Gurfi



Marcus Schenkenberg



Jonathan Rhys-Meyers



Johnny Depp



Hugh Jackman



Freddie Ljungberg



Eric Bana



Dinddong Dante



David Beckam



Dan Carter

Knight Rider

Lembram-se do Justiceiro com o actor David Hasselhoff!!! Sim a serie cujo carro falava e andava sozinho!!!



Pois é ... Vinte cinco anos depois da sua estreia, a lendária série O Justiceiro está de regresso ao pequeno ecrã completamente renovada. Acontece no dia 25, pelas 21h30.



O velho Pontiac Trans Am é substituído, na nova versão, por um Mustang Shelby, que conserva o carácter único do antecessor e alguns dos gadgets, dispondo também de inteligência artificial e o poder de se transformar em qualquer outro carro, graças às novas tecnologia.

Tudo isto ao comando de Michael Knight, agora conhecido como Mike Traceur. A nova personagem é o filho do anterior Justiceiro, encarnado por David Hasselhoff, há mais de duas décadas.

Este homem conhecido pelos inúmeros problemas desde que regressou do serviço como militar no Iraque, encontrou agora uma missão que vai dar um novo sentido à sua vida. A seu lado vai estar Sarah Graiman, a filha do responsável máximo do projecto, o Dr. Charles Graiman, uma velha amiga com quem se voltou a encontrar e que o convence a fazer parte da equipa. Este grupo é constituído também pela poliglota Zoe Chae, capaz de comunicar em nove idiomas, o génio das matemáticas, Física e Química, Billy Morgan, e o misterioso Alex Torres, braço direito de Charles Graiman. O canal Sci Fi emite o capítulo piloto protagonizado por David Hasselhoff e os restantes da primeira temporada da série, na qual o actor Val Kilmer empresta a sua voz ao KITT.

sexta-feira, março 20, 2009

Marley e Eu

Ontem à noite fui ao cinema ver este filme. É lindo!!! O Marley faz-me lembrar muito o meu cão Sebastião ;D!!



Para quem já leu o livro ou já viu o filme... lembram-se da cena de o marley a correr com a mesa atràs... pois já me aconteceu igual, mas foi com a cadeira do café (mas tb o meu cão não pesa 50KG como o marley.. só pesa 12KG)...

Lembram-se da cena dos sofás todos rasgados??... tb me acontecu a mim... quase sempre que chegava a casa tinha neve na sala!!! pois o problema é que não era neve... mas sim espuma do sofá!!

terça-feira, março 17, 2009

sábado, março 14, 2009

Extraído do livro E se Fosse Verdade... Marc Levy

Adorei estas duas partes deste livro:

“O amor tem um gosto maravilhoso, lembra-te de que é preciso dar para receber; lembra-te de que é preciso sermos nós mesmos para poder amar.
Meu filho, tem confiança no teu instinto, sê fiel à tua consciência e às tuas emoções, vive a tua vida, só tens uma. És doravante responsável por ti mesmo e por aqueles que amares. Sê digno, ama, não percas esse olhar que tanto nos unia quando partilhávamos a aurora. Lembra-te das horas que passávamos juntos a podar as roseiras, a perscrutar a lua, a aprender o perfume das flores, a escutar os barulhos da casa para os compreender. Estas são coisas simples, por vezes fora de moda, mas não deixes que as pessoas amarguradas ou entediadas desvalorizem esses instantes mágicos – para aquele que sabe vivê-los. Esses momentos têm um nome, Arthur, «deslumbramento», e só depende de ti que a tua vida seja um deslumbramento. É o melhor sabor dessa longa viagem que está à tua espera.”




“Falavam pouco um com o outro, pelo menos enquanto eu estava acordado, mas eram terrivelmente cúmplices. Compreendiam-se através do olhar. Nos seus silêncios comuns, trataram de curar todas as violências da vida. Reinava uma paz entre aqueles dois seres que era desconcertante. Como se cada um deles considerasse como dever sagrado nunca mais conhecer a irritação ou a revolta.”

E se Fosse Verdade - Marc Levy

Comecei a ler o livro no dia 12 de Março de 2009 e acabei hoje dia 14.

E Se Fosse Verdade... é uma história repleta de romantismo e bom humor, ingredientes que cativaram Steven Spielberg, fazendo-o adquirir, por 2 milhões de dólares, os direitos do livro para o cinema. Marc Levy verá o seu romance de estreia candidatar-se a um grande sucesso de bilheteria. A história passa-se em São Francisco, em julho de 1996. A jovem e bela Lauren, estudante de medicina, sofre um acidente de carro, entra em coma e vai parar no mesmo hospital onde trabalha. Apesar do seu estado, Lauren consegue, espiritualmente, voltar para o seu antigo apartamento. Lá, encontra Arthur, o arquitecto que é o novo morador do imóvel e a descobre no armário do banheiro ao ir tomar banho. Ele é a única pessoa que consegue vê-la, ouvi-la e senti-la.
Inicialmente recusando-se a acreditar na história de Lauren, Arthur só fica convencido de toda a verdade quando vai até o hospital e a encontra desacordada. A partir daí, ele vai fazer o impossível para ajudá-la a voltar ao seu estado natural.



Marc Levy é um escritor francês autor de quatro romances, entre eles A próxima vez e E se fosse verdade, este último deu origem ao filme E se fosse verdade (filme).

E se fosse verdade conta a história de Lauren, residente de medicina que sofre um acidente de carro, entra em coma e fica à beira da morte. Seu espírito vai parar na casa de um arquiteto, Arthur. Com a convivência, os dois acabam se apaixonando, e Arthur toma para si a responsabilidade de cuidar de Lauren enquanto ela está em coma. A história fez tanto sucesso que foi adaptada ao cinema, protagonizada por Reese Witherspoon e Mark Ruffalo, com produção de Steven Spielberg.



O autor continua a história em seu romance Encontrar você. Todos os quatro romances que escreveu são considerados best-sellers, e contam com seis milhões de unidades vendidas em mais de 30 países.

Os críticos já o consideram um novo talento da escrita, que escreve histórias excepcionais, muito criativas e com temas pouco usuais.

No seu tempo livre, Marc Levy dedica-se ao cinema. Já realizou a sua primeira curta-metragem, para a Anistia Internacional e é já autor de dois guiões. Como projectos futuros, deseja realizar a sua primeira longa-metragem. Enquanto isso vive em Londres com Louis, o seu filho


Extraído do livro A Ilha - Victoria Hislop

esta parte do livro tocou-me:

“Quando o doutor saiu do túnel e o mar agitado dos fins de Outubro ficou à vista, ele viu o barco pequeno balançar para cima e para baixo a cerca de 100 metros da costa e uma mulher de pé no cais. Ela estava a olhar para o mar mas ouviu os passos dele atrás de si e voltou-se. Ao fazê-lo, os seus longos cabelos foram soprados em madeixas à volta da cara dela e dois olhos grandes e ovais fixaram-se nele com esperança.
Há muitos aos atrás, antes da guerra, Kyritsis tinha visitado Florença e tinha visto a imagem cativante de O Nascimento de Vénus, de Botticelli. Com o mar verde acinzentado atrás dela e os seus longos cabelos apanhados pelo vento, Maria evocava fortemente a pintura. Kyritsis até tinha uma estampa emoldurada na parede da sua casa em Heráclion e via agora nesta jovem mulher o mesmo meio sorriso tímido, a mesma inclinação da cabeça, quase interrogativa, a mesma inocência da recém-nascida. No entanto, ele nunca tinha visto uma beleza assim na vida real. Interrompeu o seu caminho. Neste momento, ele não a via como uma paciente, mas como uma mulher e achava que ela era mais bonita do que qualquer uma que ele já tinha visto.
-Doutor Kyritsis – disse ela, despertando-o do seu devaneio com o som do seu próprio nome – Doutor Kyritsis, o meu pai está aqui.
-Sim, sim, obrigado – exclamou ele, subitamente ciente de que devia estar especado a olhar para ela.
Maria segurou o barco com força durante um momento enquanto o médico lá entrava, e a seguir largou-o e atirou-lhe a corda. Quando Kyritsis a apanhou, levantou os olhos para ela. Ele precisava de mais um vislumbre, só para ter mesmo a certeza de que não tinha estado a sonhar. Não tinha. A própria face de Vénus não teria sido mais perfeita.”




O Nascimento de Vênus é uma pintura de Sandro Botticelli, encomendada por Lorenzo di Pierfrancesco de Médici para a Villa Medicea di Castello.
A obra está exposta na Galleria degli Uffizi, em Florença, na Itália. Consiste de têmpera sobre tela e mede 172,5 cm de altura por 278,5 cm de largura.
A pintura representa a deusa Vênus emergindo do mar como mulher adulta, conforme descrito na mitologia grega.
É provável que a obra tenha sido feita por volta de 1483, sob encomenda para Lorenzo di Pierfrancesco, que a teria pedido para enfeitar sua residência, a Villa Medicea di Castello. Alguns estudiosos sugerem que a Vênus pintada para Pierfrancesco, e mencionada por Giorgio Vasari, teria sido outra que não a obra exposta em Florença e estaria perdida até o momento.
Alguns acreditam que a obra seja homenagem ao amor de Giuliano di Piero de' Medici (que morreu em 1478, na Conspiração dos Pazzi) por Simonetta Cattaneo Vespucci, que viveu em Portovenere, uma cidadela à beira-mar. Qualquer que tenha sido a inspiração do artista, parecem haver influências de obras como a "Metamorfose" e "Fasti", ambas de Ovídio, e "Versos", de Poliziano.
No quadro, a deusa clássica Vênus emerge das águas em uma concha, sendo empurrada para a margem pelos Ventos D'oeste, símbolos das paixões espirituais, e recebendo, de uma Hora (as Horas eram as deusas das estações), uma manto bordado de flores. Alguns especialistas argumentam que a deusa nua não representaria a paixão terrena, carnal, e sim a paixão espiritual. Apresenta-se de forma similar a antigas estátuas de mármore (cujo candor teria inspirado o escultor do século XVIII Antonio Canova), esguia e com longos membros e traços harmoniosos.
O efeito causado pelo quadro, no entanto, foi um de paganismo, já que foi pintado em época em que a maioria da produção artística se atinha a temas católicos. Por isso, chega a ser surpreendente que o quadro tenha escapado das fogueiras de Savonarola, que consumiram outras tantas obras de Botticelli que teriam "influências pagãs".
A anatomia da Vênus, assim como vários outros detalhes menores, não revela o estrito realismo clássico de Leonardo da Vinci ou Rafael. O pescoço é irrealisticamente longo e o ombro esquerdo posiciona-se em ângulo anatomicamente improvável. Não se sabe se tais detalhes constituiram erros artísticos ou licença artística, mas não chegam a atrapalhar a beleza da obra, e alguns chegam a sugerir que seriam presságios do vindouro Maneirismo.
O quadro faz parte de série de obras produzidas por Botticelli sob inspiração de descrições atribuídas ao historiador Luciano, do século II, que davam conta de obras-primas da Grécia antiga e que estavam há muito tempo desaparecidas na época de Botticelli. Lá estava descrita a obra Anadyomene Venus, de Apelles ("Anadyome" significa "surgindo do mar"), cujo nome foi o originalmente dado a "O Nascimento de Vênus, que recebeu o atual nome apenas no século XIX. O quadro reproduzido à direita, de Pompéia, provavelmente jamais foi visto por Botticelli, mas é possível que seja uma cópia de Roma Antiga do quadro de Apelles mencionado por Luciano.
Na antigüidade clássica, a concha do mar era metáfora para vagina.
A pose da Vênus de Botticelli remete à "Vênus de Medici", uma escultura de mármore da antigüidade clássica que integrava a coleção dos Médici e que Botticelli teve oportunidade de estudar

quinta-feira, março 12, 2009

A Ilha - Victoria Hislop

Comecei a ler no dia 3 de Março de 2009 e acabei no dia 11 de Março de 2009



Num momento em que tem que tomar uma decisão que pode mudar a sua vida, Alexis Fieldings está determinada a descobrir o passado da sua mãe. Mas Sofia nunca falou sobre ele, apenas contou que cresceu numa pequena aldeia em Creta antes de se mudar para Londres. Quando Alexis decide visitar Creta, a sua mãe dá-lhe uma carta para entregar a uma velha amiga e promete que através dela, Alexis vai ficar a saber mais, vai ficar a saber tudo o que copiuo da wb. Quando chega a Spinalonga, Alexis fica surpreendida ao descobrir que aquela ilha foi uma antiga colónia de leprosos. E então encontra Fotini e finalmente ouve a história que Sofia escondeu toda a vida: a história da sua bisavó Eleni, das suas filhas e de uma família assolada pela tragédia, pela guerra e pela paixão. Alexis descobre o quão intimamente ligada está àquela ilha e como o segredo os une com tanta firmeza.

Que livro maravilhoso! Que história fantástica!!!!

A história de uma família dilacerada constantemente pelo infortúnio, a vida com as suas voltas e reviravoltas, o passado e o presente que se juntam inadvertidamente... incrível! Adorei!!!!



Victoria Hislop (b.Victoria Hamson, 1959, Bromley, Kent[1]) is an award winning British author. She read English at St Hilda's College, Oxford and worked in publishing and as a journalist before becoming an author.
Her first novel The Island, which the Sunday Express hailed as the new Captain Corelli's Mandolin, was a Number 1 Bestseller in the UK, its success in part the result of having been selected by the Richard and Judy Book Club for their 2006 Summer Reads. She married journalist and Private Eye editor, Ian Hislop on 16 April 1988. They have two children and live in Kent.



Plaka é um antigo bairro do centro histórico de Atenas (Grécia), e na actualidade é considerada a zona mais atractiva e colorida da capital grega. O bairro de Plaka fica na base da encosta oriental da Acrópole.



A sua estrutura deriva em grande medida do período de ocupação otomana, no qual foi destruída a urbanização de planta regular - tipicamente greco-latina - que foi substituída por uma urbanização sem planificação, ajustada aos acidentes do relevo, o que deu origem a um bairro de ruas labirínticas, em muitos casos estreitas e em pendente, hoje cheias de tabernas e restaurantes.


The island of Spinalonga (official name: Kalidon) is located at the eastern section of Crete, near the town of Elounda. The name of the island, Spinalonga, is Venetian, meaning "long thorn", and has roots in the period of Venetian occupation. This location is also the setting for Victoria Hislop's bestselling novel The Island and Werner Herzog's experimental short film Last Words.
According to Venetian documents, the name of the island originated in the Greek expression "STIN ELOUNDA" (meaning "to Elounda"). The Venetians could not understand the expression so they familiarized it using their own language, and called it SPINA (thorn) LONGA (long), an expression that was also maintained by the locals. The Venetians were inspired for this expression by the name of an island near Venice called by the same name and which is known today as the island of Giudecca.



The Venetian cartographer Vincenzo Coronelli reports that Spinalonga was not always an island, but was once linked with the adjacent peninsula of Kolokitha. He mentions that in 1526, the Venetians cut down a portion of the peninsula and thus created the island. Because of its position the island was fortified from its earliest years in order to protect the entranceway of the port of Ancient Olous.



Olous, and accordingly the wider region, were depopulated at the middle of the 7th century because of the raids of the Arab pirates in the Mediterranean. Olous remained deserted until the middle of the 15th century when the Venetians begun to construct salt-pans in the shallow and salty waters of the gulf. Consequently, the region acquired commercial value and systematically became inhabited. This fact, in combination with the Turkish threat to use gunpowder for warlike purposes, particularly after the occupation of Constantinople in 1453, and the continuous pirate raids, forced the Venetians to fortify the island.



In 1578 the Venetians charged the engineer Genese Bressani to plan the island's fortifications. He created blockhouses at the highest points of the northern and southern side of the island, as well as a fortification ring along the coast of the island that closed out any hostile disembarkation. In 1579, the General Previsor of Crete Luca Michiel put the foundation stone of the fortifications. There are two inscriptions that cite this event: one on the transom of the main gate of the castle and the other on the base of the rampart at the north side of the castle. In 1584, the Venetians, realising that the coastal fortifications were easy to conquer by the enemies attacking from the vicinal hills, decided to strengthen their defence by constructing new fortifications at the top of the hill. The Venetian fire would thus have bigger throw, rendering Spinalonga an impregnable sea fortress, one of the most important in the Mediterranean basin.



In addition, in 1579 the Venetians built a fortress on Spinalonga over the ruins of an acropolis. They kept control of the island until the Ottoman Empire took possession of it in 1715.
Following the Turkish occupation of Crete in 1669, only the fortresses of Gramvousa ,Souda and Spinalonga remained in Venetian hands; they would remain so for almost half a century. Many Christians found refuge in these fortresses to escape persecution. In 1715, the Turks came to terms with the Venetians and occupied the island. At the end of the Turkish occupation the island was the refuge of many Ottoman families that feared the Christian reprisals. After the revolution of 1866 other Ottoman families came to the island from all the region of Mirabello. In 1881 the 1112 Ottomans formed their own community and Later, in 1903, the last Turks left the island.



The island was subsequently used as a leper colony, from 1903 to 1957. It is notable for being one of the last active leper colonies in Europe. The last inhabitant, a priest, left the island in 1962. This was to maintain the religious tradition of the Greek Orthodox church, in which a buried person has to be commemorated 40 days, 6 months, 1, 3 and 5 years after their death. Other leper colonies that have survived Spinalonga include Tichilesti in Eastern Romania, Fontilles in Spain and Talsi in Latvia. As of 2002, few lazarettos remain in Europe.[1])
There were two entrances to Spinalonga, one being the lepers' entrance, a tunnel known as Dante's Gate. This was so named because the patients did not know what was going to happen to them once they arrived. However, once on the island they received food, water, medical attention and social security payments. Previously, such amenities had been unavailable to Crete's leprosy patients, as they mostly lived in the area's caves, away from civilization.
Today, the unoccupied island is one of the main tourist attractions in Crete. In addition to the abandoned leper colony and the fortress, Spinalonga is known for its small pebble beaches. The island can easily be accessed from Elounda and Agios Nikolaos. Tourist boats depart from both towns on a daily basis. There is no accommodation on Spinalonga, meaning all tours last only a few hours. Boat trips from Elounda take approximately fifteen minutes while trips departing Agios Nikolaos can take nearly one hour.
The book "Island of the Damned" by Victor Zorba - a local expert on the island - is still in print. It relates the true story of the leper colony and, because the author met with the last governor of the colony, contains many exclusive photos and stories of the German occupation.
The book "The Island" by Victoria Hislop is set in Spinalonga and shares the fictional story of a family's ties to the leper colony.


A lepra (hanseníase ou mal de Hansen), é uma doença infecciosa[1] causada pelo bacilo Mycobacterium leprae que afeta os nervos e a pele e que provoca danos severos. O nome hanseníase é devido ao descobridor do microrganismo causador da doença Gerhard Hansen.
Ela é endêmica em certos países tropicais, em particular na Ásia. O Brasil inclui-se entre os países de alta endemicidade de lepra no mundo. Isto significa que apresenta um coeficiente de prevalência médio superior a um caso por mil habitantes (MS, 1989)[2]. Os doentes são chamados leprosos, apesar de que este termo tenda a desaparecer com a diminuição do número de casos e dada a conotação pejorativa a ele associada.
Desde que a escrita existe, tem-se registro de como a lepra representou uma ameaça, e os leprosos foram isolados da sociedade. No Egito antigo, há referências à lepra com mais de 3000 anos em hieróglifos (de 1350 AC). A Bíblia contém passagens fazendo referência à lepra, sem que se possa saber se se trata da doença: este termo foi utilizado para designar diversas doenças dermatológicas de origem e gravidade variáveis. A antiga lei israelita obrigava aos religiosos a saberem reconhecer a doença.


A lepra foi durante muito tempo incurável e muito mutiladora, forçando o isolamento dos pacientes em gafarias, leprosários em português do Brasil, principalmente na Europa na Idade Média, onde eram obrigados a carregar sinos para anunciar a sua presença. A lepra deu nessa altura origem a medidas de segregação, algumas vezes hereditárias, como no caso dos Cagots no sudoeste da França.
No Brasil existiram leis para que os portadores de lepra fossem "capturados" e obrigados a viver em leprosários a exemplo do Hospital do Pirapitingui (Hospital Dr. Francisco Ribeiro Arantes). A lei "compulsória" foi revogada em 1962, porém o retorno dos pacientes ao seu convívio social era extremamente dificultoso em razão da pobreza e isolamento social e familiar a que eles estavam submetidos.
Além do Homem, outros animais de que se têm notícia de serem suscetíveis à lepra são algumas espécies de macacos, coelhos, ratos e o tatu. Este último pode servir de reservatório e há casos comprovados no sul dos EUA de transmissão por ele. Contudo a maioria dos casos é de transmissão entre seres humanos.

A lepra ataca hoje em dia ainda mais de 11 milhões de pessoas em todo o mundo. Há 700.000 casos novos por ano no mundo. No entanto em países desenvolvidos é quase inexistente, por exemplo a França conta com apenas 250 casos declarados. Em 2000, 738.284 novos casos foram identificados (contra 640.000 em 1999). A OMS referência 91 países afetados: a Índia, a Birmânia, o Nepal totalizam 70% dos casos em 2000. Em 2002, 763.917 novos casos foram detectados: o Brasil, Madagáscar, Moçambique, a Tanzânia e o Nepal representam então 90% dos casos de lepra. Estima-se a 2 milhões o número de pessoas severamente mutiladas pela lepra em todo o mundo.
A lepra é transmitida pelo ar. O bacilo Mycobacterium leprae é eliminado pelo aparelho respiratório da pessoa doente na forma de aerossol durante o ato de falar, espirrar ou tossir.

A contaminação se faz por via respiratória, pelas secreções nasais ou pela saliva, mas é muito pouco provável a cada contato. A incubação, excepcionalmente longa (vários anos), explica por que a doença se desenvolve mais comumente em indivíduos adultos, apesar de que crianças também podem ser contaminadas (a alta prevalência de lepra em crianças é indicativo de um alto índice da doença em uma região).
Noventa por cento (90%) da população tem resistência ao bacilo de Hansen (M. leprae), causador da lepra, e conseguem controlar a infecção. As formas contagiantes são a virchowiana e a dimorfa.
Nem toda pessoa exposta ao bacilo desenvolve a doença, apenas 5%. Acredita-se que isto deva-se a múltiplos fatores, incluindo a genética individual.
Indivíduos em tratamento ou já curados não transmitem mais a lepra.
O tempo de incubação após a infecção é longo, de 2 a 20 anos.
Um dos primeiros efeitos da lepra, devido ao acometimento dos nervos, é a supressão da sensação térmica, ou seja, a incapacidade de diferenciar entre o frio e o quente no local afetado. Mais tardiamente pode evoluir para diminuição da sensação de dor no local.

A lepra indeterminada é a forma inicial da doença, e consiste na maioria dos casos em manchas de coloração mais clara que a pele ao redor, podendo ser discretamente avermelhada, com alteração de sensibilidade à temperatura, e, eventualmente, diminuição da sudorese sobre a mancha (anidrose). A partir do estado inicial, a lepra pode então permanecer estável (o que acontece na maior parte dos casos) ou pode evoluir para lepra tuberculóide ou lepromatosa, dependendo da predisposição genética particular de cada paciente. A lepra pode adotar também vários cursos intermediários entre estes dois tipos de lepra, sendo então denominada lepra dimorfa.

Lepra tuberculóide
Esta forma de lepra ocorre em pacientes que têm boa resposta imunitária ao bacilo de Hansen.
O sistema imune consegue conter a disseminação do bacilo através da formação de agrupamentos de macrófagos, agrupamentos estes denominados "granulomas".
Neste tipo de lepra, as manchas são bem delimitadas e assimétricas, e geralmente são encontradas apenas poucas lesões no corpo.
É a segunda fase da doença e afeta a quem tem mais resistência ao bacilo.

Lepra lepromatosa (ou lepra virchowiana)
É a forma mais insidiosa e lenta da doença, e ocorre nos casos em que os pacientes têm pouca defesa imunitária contra o bacilo.

•As lesões cutâneas são lepromas ou hansenomas (nódulos infiltrados), numerosas, afetando todo o corpo, particularmente o rosto, com o nariz apresentando coriza e congestão nasal.
Diagnóstico
O diagnóstico é clínico-epidemiológico e laboratorial. Em uma região do país em que a lepra é endêmica, quando não se dispõe de recursos laboratoriais, o diagnóstico é clínico (pelos sintomas).
Com o auxílio de laboratório faz-se biópsia da lesão e colhe-se a linfa cutânea dos lóbulos das orelhas e dos cotovelos (baciloscopia).
Procura-se o BAAR (Bacilo Álcool Ácido Resistente), a microbactéria. Apesar de os resultados da baciloscopia técnica de Ziehl-Neelsen e da biopsia técnica de Fite-Faraco darem negativos para a presença do M. leprae (nos casos mais puxados para o polo tuberculóide quase não há bacilos - eles foram destruídos pelo sistema imune), na prática médica, estes exames continuam sendo realizados pelo direcionamento que podem dar ao tratamento da doença: multibacilar ou paucibacilar. Apesar da OMS já ter modificado a classificação operacional internacional para a simples contagem de número de lesões cutâneas (até 5 lesões = paucibacilar e 6 ou mais lesões = multibacilar).