sábado, março 14, 2009

Extraído do livro E se Fosse Verdade... Marc Levy

Adorei estas duas partes deste livro:

“O amor tem um gosto maravilhoso, lembra-te de que é preciso dar para receber; lembra-te de que é preciso sermos nós mesmos para poder amar.
Meu filho, tem confiança no teu instinto, sê fiel à tua consciência e às tuas emoções, vive a tua vida, só tens uma. És doravante responsável por ti mesmo e por aqueles que amares. Sê digno, ama, não percas esse olhar que tanto nos unia quando partilhávamos a aurora. Lembra-te das horas que passávamos juntos a podar as roseiras, a perscrutar a lua, a aprender o perfume das flores, a escutar os barulhos da casa para os compreender. Estas são coisas simples, por vezes fora de moda, mas não deixes que as pessoas amarguradas ou entediadas desvalorizem esses instantes mágicos – para aquele que sabe vivê-los. Esses momentos têm um nome, Arthur, «deslumbramento», e só depende de ti que a tua vida seja um deslumbramento. É o melhor sabor dessa longa viagem que está à tua espera.”




“Falavam pouco um com o outro, pelo menos enquanto eu estava acordado, mas eram terrivelmente cúmplices. Compreendiam-se através do olhar. Nos seus silêncios comuns, trataram de curar todas as violências da vida. Reinava uma paz entre aqueles dois seres que era desconcertante. Como se cada um deles considerasse como dever sagrado nunca mais conhecer a irritação ou a revolta.”

E se Fosse Verdade - Marc Levy

Comecei a ler o livro no dia 12 de Março de 2009 e acabei hoje dia 14.

E Se Fosse Verdade... é uma história repleta de romantismo e bom humor, ingredientes que cativaram Steven Spielberg, fazendo-o adquirir, por 2 milhões de dólares, os direitos do livro para o cinema. Marc Levy verá o seu romance de estreia candidatar-se a um grande sucesso de bilheteria. A história passa-se em São Francisco, em julho de 1996. A jovem e bela Lauren, estudante de medicina, sofre um acidente de carro, entra em coma e vai parar no mesmo hospital onde trabalha. Apesar do seu estado, Lauren consegue, espiritualmente, voltar para o seu antigo apartamento. Lá, encontra Arthur, o arquitecto que é o novo morador do imóvel e a descobre no armário do banheiro ao ir tomar banho. Ele é a única pessoa que consegue vê-la, ouvi-la e senti-la.
Inicialmente recusando-se a acreditar na história de Lauren, Arthur só fica convencido de toda a verdade quando vai até o hospital e a encontra desacordada. A partir daí, ele vai fazer o impossível para ajudá-la a voltar ao seu estado natural.



Marc Levy é um escritor francês autor de quatro romances, entre eles A próxima vez e E se fosse verdade, este último deu origem ao filme E se fosse verdade (filme).

E se fosse verdade conta a história de Lauren, residente de medicina que sofre um acidente de carro, entra em coma e fica à beira da morte. Seu espírito vai parar na casa de um arquiteto, Arthur. Com a convivência, os dois acabam se apaixonando, e Arthur toma para si a responsabilidade de cuidar de Lauren enquanto ela está em coma. A história fez tanto sucesso que foi adaptada ao cinema, protagonizada por Reese Witherspoon e Mark Ruffalo, com produção de Steven Spielberg.



O autor continua a história em seu romance Encontrar você. Todos os quatro romances que escreveu são considerados best-sellers, e contam com seis milhões de unidades vendidas em mais de 30 países.

Os críticos já o consideram um novo talento da escrita, que escreve histórias excepcionais, muito criativas e com temas pouco usuais.

No seu tempo livre, Marc Levy dedica-se ao cinema. Já realizou a sua primeira curta-metragem, para a Anistia Internacional e é já autor de dois guiões. Como projectos futuros, deseja realizar a sua primeira longa-metragem. Enquanto isso vive em Londres com Louis, o seu filho


Extraído do livro A Ilha - Victoria Hislop

esta parte do livro tocou-me:

“Quando o doutor saiu do túnel e o mar agitado dos fins de Outubro ficou à vista, ele viu o barco pequeno balançar para cima e para baixo a cerca de 100 metros da costa e uma mulher de pé no cais. Ela estava a olhar para o mar mas ouviu os passos dele atrás de si e voltou-se. Ao fazê-lo, os seus longos cabelos foram soprados em madeixas à volta da cara dela e dois olhos grandes e ovais fixaram-se nele com esperança.
Há muitos aos atrás, antes da guerra, Kyritsis tinha visitado Florença e tinha visto a imagem cativante de O Nascimento de Vénus, de Botticelli. Com o mar verde acinzentado atrás dela e os seus longos cabelos apanhados pelo vento, Maria evocava fortemente a pintura. Kyritsis até tinha uma estampa emoldurada na parede da sua casa em Heráclion e via agora nesta jovem mulher o mesmo meio sorriso tímido, a mesma inclinação da cabeça, quase interrogativa, a mesma inocência da recém-nascida. No entanto, ele nunca tinha visto uma beleza assim na vida real. Interrompeu o seu caminho. Neste momento, ele não a via como uma paciente, mas como uma mulher e achava que ela era mais bonita do que qualquer uma que ele já tinha visto.
-Doutor Kyritsis – disse ela, despertando-o do seu devaneio com o som do seu próprio nome – Doutor Kyritsis, o meu pai está aqui.
-Sim, sim, obrigado – exclamou ele, subitamente ciente de que devia estar especado a olhar para ela.
Maria segurou o barco com força durante um momento enquanto o médico lá entrava, e a seguir largou-o e atirou-lhe a corda. Quando Kyritsis a apanhou, levantou os olhos para ela. Ele precisava de mais um vislumbre, só para ter mesmo a certeza de que não tinha estado a sonhar. Não tinha. A própria face de Vénus não teria sido mais perfeita.”




O Nascimento de Vênus é uma pintura de Sandro Botticelli, encomendada por Lorenzo di Pierfrancesco de Médici para a Villa Medicea di Castello.
A obra está exposta na Galleria degli Uffizi, em Florença, na Itália. Consiste de têmpera sobre tela e mede 172,5 cm de altura por 278,5 cm de largura.
A pintura representa a deusa Vênus emergindo do mar como mulher adulta, conforme descrito na mitologia grega.
É provável que a obra tenha sido feita por volta de 1483, sob encomenda para Lorenzo di Pierfrancesco, que a teria pedido para enfeitar sua residência, a Villa Medicea di Castello. Alguns estudiosos sugerem que a Vênus pintada para Pierfrancesco, e mencionada por Giorgio Vasari, teria sido outra que não a obra exposta em Florença e estaria perdida até o momento.
Alguns acreditam que a obra seja homenagem ao amor de Giuliano di Piero de' Medici (que morreu em 1478, na Conspiração dos Pazzi) por Simonetta Cattaneo Vespucci, que viveu em Portovenere, uma cidadela à beira-mar. Qualquer que tenha sido a inspiração do artista, parecem haver influências de obras como a "Metamorfose" e "Fasti", ambas de Ovídio, e "Versos", de Poliziano.
No quadro, a deusa clássica Vênus emerge das águas em uma concha, sendo empurrada para a margem pelos Ventos D'oeste, símbolos das paixões espirituais, e recebendo, de uma Hora (as Horas eram as deusas das estações), uma manto bordado de flores. Alguns especialistas argumentam que a deusa nua não representaria a paixão terrena, carnal, e sim a paixão espiritual. Apresenta-se de forma similar a antigas estátuas de mármore (cujo candor teria inspirado o escultor do século XVIII Antonio Canova), esguia e com longos membros e traços harmoniosos.
O efeito causado pelo quadro, no entanto, foi um de paganismo, já que foi pintado em época em que a maioria da produção artística se atinha a temas católicos. Por isso, chega a ser surpreendente que o quadro tenha escapado das fogueiras de Savonarola, que consumiram outras tantas obras de Botticelli que teriam "influências pagãs".
A anatomia da Vênus, assim como vários outros detalhes menores, não revela o estrito realismo clássico de Leonardo da Vinci ou Rafael. O pescoço é irrealisticamente longo e o ombro esquerdo posiciona-se em ângulo anatomicamente improvável. Não se sabe se tais detalhes constituiram erros artísticos ou licença artística, mas não chegam a atrapalhar a beleza da obra, e alguns chegam a sugerir que seriam presságios do vindouro Maneirismo.
O quadro faz parte de série de obras produzidas por Botticelli sob inspiração de descrições atribuídas ao historiador Luciano, do século II, que davam conta de obras-primas da Grécia antiga e que estavam há muito tempo desaparecidas na época de Botticelli. Lá estava descrita a obra Anadyomene Venus, de Apelles ("Anadyome" significa "surgindo do mar"), cujo nome foi o originalmente dado a "O Nascimento de Vênus, que recebeu o atual nome apenas no século XIX. O quadro reproduzido à direita, de Pompéia, provavelmente jamais foi visto por Botticelli, mas é possível que seja uma cópia de Roma Antiga do quadro de Apelles mencionado por Luciano.
Na antigüidade clássica, a concha do mar era metáfora para vagina.
A pose da Vênus de Botticelli remete à "Vênus de Medici", uma escultura de mármore da antigüidade clássica que integrava a coleção dos Médici e que Botticelli teve oportunidade de estudar

quinta-feira, março 12, 2009

A Ilha - Victoria Hislop

Comecei a ler no dia 3 de Março de 2009 e acabei no dia 11 de Março de 2009



Num momento em que tem que tomar uma decisão que pode mudar a sua vida, Alexis Fieldings está determinada a descobrir o passado da sua mãe. Mas Sofia nunca falou sobre ele, apenas contou que cresceu numa pequena aldeia em Creta antes de se mudar para Londres. Quando Alexis decide visitar Creta, a sua mãe dá-lhe uma carta para entregar a uma velha amiga e promete que através dela, Alexis vai ficar a saber mais, vai ficar a saber tudo o que copiuo da wb. Quando chega a Spinalonga, Alexis fica surpreendida ao descobrir que aquela ilha foi uma antiga colónia de leprosos. E então encontra Fotini e finalmente ouve a história que Sofia escondeu toda a vida: a história da sua bisavó Eleni, das suas filhas e de uma família assolada pela tragédia, pela guerra e pela paixão. Alexis descobre o quão intimamente ligada está àquela ilha e como o segredo os une com tanta firmeza.

Que livro maravilhoso! Que história fantástica!!!!

A história de uma família dilacerada constantemente pelo infortúnio, a vida com as suas voltas e reviravoltas, o passado e o presente que se juntam inadvertidamente... incrível! Adorei!!!!



Victoria Hislop (b.Victoria Hamson, 1959, Bromley, Kent[1]) is an award winning British author. She read English at St Hilda's College, Oxford and worked in publishing and as a journalist before becoming an author.
Her first novel The Island, which the Sunday Express hailed as the new Captain Corelli's Mandolin, was a Number 1 Bestseller in the UK, its success in part the result of having been selected by the Richard and Judy Book Club for their 2006 Summer Reads. She married journalist and Private Eye editor, Ian Hislop on 16 April 1988. They have two children and live in Kent.



Plaka é um antigo bairro do centro histórico de Atenas (Grécia), e na actualidade é considerada a zona mais atractiva e colorida da capital grega. O bairro de Plaka fica na base da encosta oriental da Acrópole.



A sua estrutura deriva em grande medida do período de ocupação otomana, no qual foi destruída a urbanização de planta regular - tipicamente greco-latina - que foi substituída por uma urbanização sem planificação, ajustada aos acidentes do relevo, o que deu origem a um bairro de ruas labirínticas, em muitos casos estreitas e em pendente, hoje cheias de tabernas e restaurantes.


The island of Spinalonga (official name: Kalidon) is located at the eastern section of Crete, near the town of Elounda. The name of the island, Spinalonga, is Venetian, meaning "long thorn", and has roots in the period of Venetian occupation. This location is also the setting for Victoria Hislop's bestselling novel The Island and Werner Herzog's experimental short film Last Words.
According to Venetian documents, the name of the island originated in the Greek expression "STIN ELOUNDA" (meaning "to Elounda"). The Venetians could not understand the expression so they familiarized it using their own language, and called it SPINA (thorn) LONGA (long), an expression that was also maintained by the locals. The Venetians were inspired for this expression by the name of an island near Venice called by the same name and which is known today as the island of Giudecca.



The Venetian cartographer Vincenzo Coronelli reports that Spinalonga was not always an island, but was once linked with the adjacent peninsula of Kolokitha. He mentions that in 1526, the Venetians cut down a portion of the peninsula and thus created the island. Because of its position the island was fortified from its earliest years in order to protect the entranceway of the port of Ancient Olous.



Olous, and accordingly the wider region, were depopulated at the middle of the 7th century because of the raids of the Arab pirates in the Mediterranean. Olous remained deserted until the middle of the 15th century when the Venetians begun to construct salt-pans in the shallow and salty waters of the gulf. Consequently, the region acquired commercial value and systematically became inhabited. This fact, in combination with the Turkish threat to use gunpowder for warlike purposes, particularly after the occupation of Constantinople in 1453, and the continuous pirate raids, forced the Venetians to fortify the island.



In 1578 the Venetians charged the engineer Genese Bressani to plan the island's fortifications. He created blockhouses at the highest points of the northern and southern side of the island, as well as a fortification ring along the coast of the island that closed out any hostile disembarkation. In 1579, the General Previsor of Crete Luca Michiel put the foundation stone of the fortifications. There are two inscriptions that cite this event: one on the transom of the main gate of the castle and the other on the base of the rampart at the north side of the castle. In 1584, the Venetians, realising that the coastal fortifications were easy to conquer by the enemies attacking from the vicinal hills, decided to strengthen their defence by constructing new fortifications at the top of the hill. The Venetian fire would thus have bigger throw, rendering Spinalonga an impregnable sea fortress, one of the most important in the Mediterranean basin.



In addition, in 1579 the Venetians built a fortress on Spinalonga over the ruins of an acropolis. They kept control of the island until the Ottoman Empire took possession of it in 1715.
Following the Turkish occupation of Crete in 1669, only the fortresses of Gramvousa ,Souda and Spinalonga remained in Venetian hands; they would remain so for almost half a century. Many Christians found refuge in these fortresses to escape persecution. In 1715, the Turks came to terms with the Venetians and occupied the island. At the end of the Turkish occupation the island was the refuge of many Ottoman families that feared the Christian reprisals. After the revolution of 1866 other Ottoman families came to the island from all the region of Mirabello. In 1881 the 1112 Ottomans formed their own community and Later, in 1903, the last Turks left the island.



The island was subsequently used as a leper colony, from 1903 to 1957. It is notable for being one of the last active leper colonies in Europe. The last inhabitant, a priest, left the island in 1962. This was to maintain the religious tradition of the Greek Orthodox church, in which a buried person has to be commemorated 40 days, 6 months, 1, 3 and 5 years after their death. Other leper colonies that have survived Spinalonga include Tichilesti in Eastern Romania, Fontilles in Spain and Talsi in Latvia. As of 2002, few lazarettos remain in Europe.[1])
There were two entrances to Spinalonga, one being the lepers' entrance, a tunnel known as Dante's Gate. This was so named because the patients did not know what was going to happen to them once they arrived. However, once on the island they received food, water, medical attention and social security payments. Previously, such amenities had been unavailable to Crete's leprosy patients, as they mostly lived in the area's caves, away from civilization.
Today, the unoccupied island is one of the main tourist attractions in Crete. In addition to the abandoned leper colony and the fortress, Spinalonga is known for its small pebble beaches. The island can easily be accessed from Elounda and Agios Nikolaos. Tourist boats depart from both towns on a daily basis. There is no accommodation on Spinalonga, meaning all tours last only a few hours. Boat trips from Elounda take approximately fifteen minutes while trips departing Agios Nikolaos can take nearly one hour.
The book "Island of the Damned" by Victor Zorba - a local expert on the island - is still in print. It relates the true story of the leper colony and, because the author met with the last governor of the colony, contains many exclusive photos and stories of the German occupation.
The book "The Island" by Victoria Hislop is set in Spinalonga and shares the fictional story of a family's ties to the leper colony.


A lepra (hanseníase ou mal de Hansen), é uma doença infecciosa[1] causada pelo bacilo Mycobacterium leprae que afeta os nervos e a pele e que provoca danos severos. O nome hanseníase é devido ao descobridor do microrganismo causador da doença Gerhard Hansen.
Ela é endêmica em certos países tropicais, em particular na Ásia. O Brasil inclui-se entre os países de alta endemicidade de lepra no mundo. Isto significa que apresenta um coeficiente de prevalência médio superior a um caso por mil habitantes (MS, 1989)[2]. Os doentes são chamados leprosos, apesar de que este termo tenda a desaparecer com a diminuição do número de casos e dada a conotação pejorativa a ele associada.
Desde que a escrita existe, tem-se registro de como a lepra representou uma ameaça, e os leprosos foram isolados da sociedade. No Egito antigo, há referências à lepra com mais de 3000 anos em hieróglifos (de 1350 AC). A Bíblia contém passagens fazendo referência à lepra, sem que se possa saber se se trata da doença: este termo foi utilizado para designar diversas doenças dermatológicas de origem e gravidade variáveis. A antiga lei israelita obrigava aos religiosos a saberem reconhecer a doença.


A lepra foi durante muito tempo incurável e muito mutiladora, forçando o isolamento dos pacientes em gafarias, leprosários em português do Brasil, principalmente na Europa na Idade Média, onde eram obrigados a carregar sinos para anunciar a sua presença. A lepra deu nessa altura origem a medidas de segregação, algumas vezes hereditárias, como no caso dos Cagots no sudoeste da França.
No Brasil existiram leis para que os portadores de lepra fossem "capturados" e obrigados a viver em leprosários a exemplo do Hospital do Pirapitingui (Hospital Dr. Francisco Ribeiro Arantes). A lei "compulsória" foi revogada em 1962, porém o retorno dos pacientes ao seu convívio social era extremamente dificultoso em razão da pobreza e isolamento social e familiar a que eles estavam submetidos.
Além do Homem, outros animais de que se têm notícia de serem suscetíveis à lepra são algumas espécies de macacos, coelhos, ratos e o tatu. Este último pode servir de reservatório e há casos comprovados no sul dos EUA de transmissão por ele. Contudo a maioria dos casos é de transmissão entre seres humanos.

A lepra ataca hoje em dia ainda mais de 11 milhões de pessoas em todo o mundo. Há 700.000 casos novos por ano no mundo. No entanto em países desenvolvidos é quase inexistente, por exemplo a França conta com apenas 250 casos declarados. Em 2000, 738.284 novos casos foram identificados (contra 640.000 em 1999). A OMS referência 91 países afetados: a Índia, a Birmânia, o Nepal totalizam 70% dos casos em 2000. Em 2002, 763.917 novos casos foram detectados: o Brasil, Madagáscar, Moçambique, a Tanzânia e o Nepal representam então 90% dos casos de lepra. Estima-se a 2 milhões o número de pessoas severamente mutiladas pela lepra em todo o mundo.
A lepra é transmitida pelo ar. O bacilo Mycobacterium leprae é eliminado pelo aparelho respiratório da pessoa doente na forma de aerossol durante o ato de falar, espirrar ou tossir.

A contaminação se faz por via respiratória, pelas secreções nasais ou pela saliva, mas é muito pouco provável a cada contato. A incubação, excepcionalmente longa (vários anos), explica por que a doença se desenvolve mais comumente em indivíduos adultos, apesar de que crianças também podem ser contaminadas (a alta prevalência de lepra em crianças é indicativo de um alto índice da doença em uma região).
Noventa por cento (90%) da população tem resistência ao bacilo de Hansen (M. leprae), causador da lepra, e conseguem controlar a infecção. As formas contagiantes são a virchowiana e a dimorfa.
Nem toda pessoa exposta ao bacilo desenvolve a doença, apenas 5%. Acredita-se que isto deva-se a múltiplos fatores, incluindo a genética individual.
Indivíduos em tratamento ou já curados não transmitem mais a lepra.
O tempo de incubação após a infecção é longo, de 2 a 20 anos.
Um dos primeiros efeitos da lepra, devido ao acometimento dos nervos, é a supressão da sensação térmica, ou seja, a incapacidade de diferenciar entre o frio e o quente no local afetado. Mais tardiamente pode evoluir para diminuição da sensação de dor no local.

A lepra indeterminada é a forma inicial da doença, e consiste na maioria dos casos em manchas de coloração mais clara que a pele ao redor, podendo ser discretamente avermelhada, com alteração de sensibilidade à temperatura, e, eventualmente, diminuição da sudorese sobre a mancha (anidrose). A partir do estado inicial, a lepra pode então permanecer estável (o que acontece na maior parte dos casos) ou pode evoluir para lepra tuberculóide ou lepromatosa, dependendo da predisposição genética particular de cada paciente. A lepra pode adotar também vários cursos intermediários entre estes dois tipos de lepra, sendo então denominada lepra dimorfa.

Lepra tuberculóide
Esta forma de lepra ocorre em pacientes que têm boa resposta imunitária ao bacilo de Hansen.
O sistema imune consegue conter a disseminação do bacilo através da formação de agrupamentos de macrófagos, agrupamentos estes denominados "granulomas".
Neste tipo de lepra, as manchas são bem delimitadas e assimétricas, e geralmente são encontradas apenas poucas lesões no corpo.
É a segunda fase da doença e afeta a quem tem mais resistência ao bacilo.

Lepra lepromatosa (ou lepra virchowiana)
É a forma mais insidiosa e lenta da doença, e ocorre nos casos em que os pacientes têm pouca defesa imunitária contra o bacilo.

•As lesões cutâneas são lepromas ou hansenomas (nódulos infiltrados), numerosas, afetando todo o corpo, particularmente o rosto, com o nariz apresentando coriza e congestão nasal.
Diagnóstico
O diagnóstico é clínico-epidemiológico e laboratorial. Em uma região do país em que a lepra é endêmica, quando não se dispõe de recursos laboratoriais, o diagnóstico é clínico (pelos sintomas).
Com o auxílio de laboratório faz-se biópsia da lesão e colhe-se a linfa cutânea dos lóbulos das orelhas e dos cotovelos (baciloscopia).
Procura-se o BAAR (Bacilo Álcool Ácido Resistente), a microbactéria. Apesar de os resultados da baciloscopia técnica de Ziehl-Neelsen e da biopsia técnica de Fite-Faraco darem negativos para a presença do M. leprae (nos casos mais puxados para o polo tuberculóide quase não há bacilos - eles foram destruídos pelo sistema imune), na prática médica, estes exames continuam sendo realizados pelo direcionamento que podem dar ao tratamento da doença: multibacilar ou paucibacilar. Apesar da OMS já ter modificado a classificação operacional internacional para a simples contagem de número de lesões cutâneas (até 5 lesões = paucibacilar e 6 ou mais lesões = multibacilar).

quarta-feira, março 11, 2009

Don'T Worry, Be Happy

Muitos Parabéns ao Compositor: Bobby McFerrin, que faz hoje anos ;D!!!!



Here is a little song I wrote
You might want to sing it note for note
Don't worry be happy
In every life we have some trouble
When you worry you make it double
Don't worry, be happy......

Ain't got no place to lay your head
Somebody came and took your bed
Don't worry, be happy
The land lord say your rent is late
He may have to litigate
Don't worry, be happy
Lood at me I am happy
Don't worry, be happy
Here I give you my phone number
When you worry call me
I make you happy
Don't worry, be happy
Ain't got no cash, ain't got no style
Ain't got not girl to make you smile
But don't worry be happy
Cause when you worry
Your face will frown
And that will bring everybody down
So don't worry, be happy (now).....

There is this little song I wrote
I hope you learn it note for note
Like good little children
Don't worry, be happy
Listen to what I say
In your life expect some trouble
But when you worry
You make it double
Don't worry, be happy......
Don't worry don't do it, be happy
Put a smile on your face
Don't bring everybody down like this
Don't worry, it will soon past
Whatever it is
Don't worry, be happy

quarta-feira, março 04, 2009

Extraído do livro Mariana

Gostei muito desta parte do livro:

"Quando a Irmã Ignez de São José desfaleceu, Peregrina acorreu-lhe, meteu-a na cama e foi ao jardim colher um ramalhete que simbolizasse a vida de uma freira:

Para a infância de Ignez - Funcho. Colocou um talo desta erva com odor a alcaçuz na mão da amiga doente. O funcho significava a ânsia de mimos. Tal qual uma criança! Lembrava a Ignez a sua infância antes de entrar para o convento, com lindos vestidos de laços. Certamente que o pai a adorava. Quando ele tratava de negócios, Ignez batia o pé exigindo que lhe prestasse atenção.
Chama-se ao funcho a primeira década da vida.



Deu-lhe também uma maçã – fruta de paixão e desejos. Ser uma jovem rapariga! Pensar que se podia dar uma dentada no mundo e sentir o seu sumo escorrer pelo pescoço abaixo!



Como não conseguiu encontrar uma folha de carvalho, Peregrina pediu a Ignez que a imaginasse. O carvalho era a árvore da liberdade. Do fim da guerra. De Ignez aos trinta anos.



Que outra planta devia Peregrina dar-lhe? Uma folha de laranjeira. Tal como o consolo e os ensinamentos de Ignez, o seu odor penetrava tudo.



- Por teres sido uma esplêndida professora e guia sussurrou Peregrina colocando a folha de laranjeira nas mãos de Ignez.
Saberia Ignez que os seus botões eram as flores das noivas?
Podia-se chamar-se aos botões de laranjeira as flores das noivas de Cristo?



Se pelo menos pudemos encontrar uma rosa… se pelo menos o jardim do convento fosse grande! Pediu a Ignez para imaginar uma rosa. Correspondia aos cinquenta anos de Ignez – colorida, encorpada, cheirosa.



Para os sessenta anos da amiga moribunda – cravo-da-índia. Foi roubá-lo à cozinha. Pungente. A planta da dignidade, em forma de estrela.



E agora a casa dos setenta, o fim dela – Peregrina estendeu-lhe uma caneca de água e disse: - Água, a substância que alimenta as plantas, que é absorvida por tudo em que toca. A tua água que se derramou em mim. Tomaste conta de mim e deixaste-me partir sem ciúmes. Fizeste com que Mariana e eu nos encontrássemos.



- Que menina tão esperta! Percorreste toda a minha vida comigo – disse Ignez a arder de febre e tocando no rosto de Peregrina como fizera quando esta, do tamanho de uma boneca, chegara ao convento – Obrigada."

Mariana - Katherine Vaz

Comecei a ler o livro no dia 22 de Fevereiro e acabei ontem dia 3 de Março.

No Portugal do século XVII, Mariana Alcoforado, então com onze anos, é obrigada a entrar para um convento, a fim de ficar a salvo do brutal conflito provocado pela guerra com Espanha.
Impotente face à irrevogável decisão do pai, Mariana submete-se, mas anseia pelo dia em que poderá regressar ao seio da família e à liberdade da vida real.
Até que um regimento francês chega à cidade: o belo rosto de um oficial a cavalo, uma fortuita troca de olhares e, por fim, o encontro. Mariana, já quase com vinte anos, deixa-se dominar por uma paixão cega e inflamada. Introduzindo-se secretamente na sua cela durante várias noites seguidas, o Capitão Bouton dá-lhe a conhecer o amor físico, proporcionando-lhe o primeiro grande êxtase da sua vida. Mas a notícia dessa relação rapidamente se difunde e causa escândalo. Bouton é mandado regressar a França. Destruída, Mariana escreve-lhe, sem resposta, cartas extraordinariamente belas e apaixonadas.
Baseando-se numa das mais famosas histórias de amor de todos os tempos, a que ressalta das Cartas de uma freira portuguesa, publicadas anonimamente em 1669, o romance de Katherine Vaz recria admiravelmente, numa prosa encantatória e rica de sugestões, o drama de Mariana Alcoforado e o país em que viveu.



Mariana Alcoforado, (Beja, 2 de Abril de 1640 - 28 de Julho de 1723) foi uma freira portuguesa, no Convento de Nossa Senhora da Conceição em Beja. É considerada a autora das cinco Lettres Portugaises (As Cartas Portuguesas) dirigidas a Noel Bouton de Chamilly, conde de Saint-Léger, oficial que lutou em solo português, sob as ordens de Frederico de Schomberg, na Guerra da Restauração.
Já no testamento materno Mariana fora nomeada monja do Convento da Conceição. Sem nenhuma inclinação mística, estava, pois, destinada à vida religiosa, sorte idêntica à de muitos homens e moças da época, encerrados em mosteiros por mera decisão paterna.
Os amores com Chamilly, a quem vira pela primeira vez do terraço do convento, de onde assistia às manobras do exército, deve ter ocorrido entre 1667 e 1668. Mariana pertencia à poderosa família dos Alcoforados, e o escândalo provavelmente se alastrou. Temeroso das consequências, Chamilly saiu de Portugal, pretextando a enfermidade de um irmão. Prometera mandar buscá-la. Na sua espera, em vão, escreveu as referidas cartas, que contam uma história sempre igual: esperança no início, seguida de incerteza e, por fim, a convicção do abandono. Esses relatos emocionados fizeram vibrar a nobreza de França, habituada ao convencionalismo. Além disso, levaram, para a frívola sociedade, o gosto acre do pecado e da dor, pois, ao virem a lume, divulgaram a informação de que as compusera uma freira.
Seguiram-se as Respostas; entretanto, todas as outras publicações são apócrifas. Rousseau, por achar as cartas belas demais para serem ideadas por uma mulher, negava-lhes a autenticidade; entre os portugueses, Alexandre Herculano e Camilo Castelo Branco. Pelas boas obras e pelos sacrifícios com o tempo se reabilitou; chegou a abadessa e morreu já idosa.
Na hipótese de não serem autênticas, ignora-se por que as Cartas, escritas em francês, possuem acentuados vestígios de sintaxe portuguesa. Especula-se que provêm de tradução literal de cartas escritas em português — e perdidas —, ou então compostas por alguém que, conhecendo o idioma francês, não o dominava a ponto de redigi-lo com absoluta perfeição. E na biblioteca dos Alcoforados acharam-se inúmeros livros em francês, indício provável de que eles teriam se servido frequentemente da língua, ao menos para leitura.



O Museu Rainha Dona Leonor ou Museu Regional de Beja é um museu em Beja,instalado no Convento da Conceição. O Convento foi fundado em 1459, pelo Infante D. Fernando, irmão de D. Afonso V, e por sua mulher, a Infanta D. Beatriz. Este convento era bastante amplo, mas muito tempo depois sofreu a demolição de uma parte.
Hoje o museu tem vários espaços principais para visitar: o Coro Baixo, a Igreja, a Sala dos Brasões, as 4 quadras (Corredores) do Claustro, as 2 saletas e as 3 salas com bonitas pinturas, a Sala do Capítulo (incluindo o pequeno oratório no fundo da sala que interrompe o único corredor de comunicação entre as salas que têm pinturas).



Katherine Vaz (born August 26, 1955) is an American author who has published two novels, two story collections, and children’s stories. A former Briggs-Copeland Fellow in Fiction at Harvard University and a 2006-7 Fellow of the Radcliffe Institute for Advanced Studies, she lives and works in Cambridge, Massachusetts.



Early life and education and teaching
Vaz grew up in the East Bay area of San Francisco and attended Bishop O’Dowd High School in Oakland. She earned a B.A. from the University of California, Santa Barbara, in 1977 after spending her senior year at the University of Sussex in Brighton, England. She earned a living as a freelance writer in Los Angeles, and after starting to publish fiction in various literary magazines, she was accepted into the graduate writing program at the University of California at Irvine in 1988.

Her studies centered upon magical realism, and she designed a graduate course on the subject when she was an Associate Professor of English at the University of California at Davis. The authors studied included Clarice Lispector, Alejo Carpentier, Mercè Rodoreda, Júlio Cortázar, Bruno Schulz, Rachel Ingalls, Yasunari Kawabata, Miguel Angel Asturias, José Saramago, and Gabriel García Márquez. She taught an abbreviated form of this course at the New School in New York as well as a summer course on Portuguese literature in Translation at Rutgers University in Newark.

She taught beginning and advanced fiction-writing at Harvard University for five years and has presented seminars at the Squaw Valley Writers Conference in California and the Fine Arts Work Center in Provincetown, Massachusetts.

Career in Publishing
Her graduate thesis turned into her first book, Saudade, published by Bob Wyatt at St. Martin’s Press in 1994 and noted as the first novel from a major New York publisher about the Portuguese in America; her father’s family were immigrants to California from the Azores, and this forms much of the wellspring of her fiction.

The novel was selected for Barnes & Noble’s Discover Great New Writers series, and actress Marlee Matlin bought the film option. The book features a deaf young woman from the Azores who thinks in a language of color. A paperback edition was released in 1996, and a Portuguese translation appeared in 1999.

Her second novel, Mariana, was published in seven editions in six languages—two editions in English, a British and an American version, as well as Spanish, Greek, Italian, Portuguese, and German. Based upon the true story of the seventeenth-century Portuguese nun, Mariana Alcoforado, the story centers upon her love affair in the convent with a French soldier and wrote him five love letters that have been referred to as some of the most passionate documents in existence. Her existence is controversial; many scholars believe the letters were the invention of a French author. Vaz’s book is the first to offer a version of her possible life told as a novel in English. A romantic icon in Europe, Sister Mariana was written about by such authors as Stendahl and Rilke; her image was a subject for Matisse, Modigliani, and Braques.

Vaz traveled extensively in Portugal and consulted numerous archives in Portuguese in large part thanks to one of the convent-museum’s curators, Leonel Borrela. The novel was long on the bestsellers list in Portugal and went into many editions, including a mass-market pocket book.

The novel was also selected as one of the top three books to be promoted in 1998 by Rizzoli in Italy, and the German publisher, Hoffmann und Campe in Hamburg, released a successful hardback and paperback. The United States Library of Congress selected MARIANA as one of the Top Thirty International Books of 1998, and the American paperback edition was published by Aliform Publishing, Minneapolis, Minnesota, in 2004. Anne Harrison, former Director of Development for Martin Scorsese, bought the film rights.

Vaz’s first story collection, Fado & Other Stories, featured a look at Azoreans and Azorean-Americans and won the 1997 Drue Heinz Literature Prize. Her second collection, Our Lady of the Artichokes and Other Portuguese-American Stories, won the 2007 Prairie Schooner Prize in Fiction.

Her non-fiction includes book reviews for the Boston Globe and a chapter in a book of essays, Signatures of Grace, (Dutton, 2000) on the sacraments.

Vaz was a fiction editor for the Harvard Review from 2005-6 and has published children’s stories in anthologies by Simon & Schuster and Viking.

segunda-feira, março 02, 2009

Desafio

Como eu gosto muito destas coisas fica aqui mais um desafio, “Roubado” daqui.

Então é assim:

A resposta a todas as perguntas deve começar com a primeira letra do teu nome.
Não vale inventar nada, tudo tem que existir de verdade.

1. Como te chamas? Cátia
2. Uma palavra de quatro letras: Cara
3. Um nome masculino: Claudio
4. Um nome feminino: Catarina
5. Uma profissão: Cantor
6. Uma cor: Castanho
7. Algo de vestir: Calças
8. Uma bebida: Caipirinha
9. Uma comida: Camarões
10. Algo que encontres na casa de banho: Cesto dos Papeis
11. Uma cidade: Cairo
12. Um motivo de atraso: Caí
13. Um grito: CABRÃO (Sorry ;))
14. Um cantor: Colbie Caillat



Desafio toda a gente que passar por aqui :)

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Novo Visual

A primavera está a chegar, os dias estão a ficar maiores, e mais quentes também… as flores já estão a desabrochar, já foram avistadas andorinhas, já se começam a ver algumas pessoas de T-shirt (o que eu acho um exagero, não está assim calor para tanto) e eu já estava cansada do template que tinha que só me fazia lembrar o tempo da chuva, então decidi mudar o esquema do blog e adequar o template para a chegada da PRIMAVERA … por isso vamos todos chamar por ela !!!

P.S. Gostava da vossa opinião sobre este novo template

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

The Call - Regina Spektor



Ontem à noite estive a ver o filme The Chronicles of Narnia: Prince Caspian, e no filme passou esta musica...e eu fiquei apaixonada... é linda!!!

And the Oscar goes to...



Slumdog Millionaire - Quem Quer Ser Bilionário?



1 - Melhor Filme
2 - Melhor Realização: DANNY BOYLE
3 - Melhor Argumento Adaptado: SIMON BEAUFOY
4 - Melhor Fotografia: ANTHONY DOD MANTLE
5 – Melhor Som
6 – Melhor Montagem
7 - Melhor Orquestração
8 - Melhor Canção Original - Jay Ho




The Curious Case Of Benjamin Button - O Estranho Caso de Benjamin Button



1 - Melhor Direcção Artística
2 - Melhor Caracterização
3 - Melhores Efeitos Visuais

Milk - Milk



1 - Melhor Actor: SEAN PENN
2 - Melhor Argumento Original: DUSTIN LANCE BLACK

The Dark Knight - O Cavaleiro das Trevas



1 - Melhor Actor Secundário: HEATH LEDGER
2 - Melhores Efeitos Sonoros

The Reader - O Leitor - Melhor Actriz: KATE WINSLET



Vicky Crsitina Barcelona - Vicky Cristina Barcelona - Actriz Secundária: PENELOPE CRUZ




The Duchess - A Duquesa - Melhor Guarda-Roupa




Wall-E - Wall-E - Melhor Filme de Animação




La Maison en Petits Cubes - Melhor Curta-Metragem de Animação




Spielzeugland (TOYLAND) - Melhor Curta-Metragem



Smile Pinky - Melhor Curta-Metragem Documental



Man On Wire - Homem no Arame - Melhor Documentário




Departure (Japão)- Melhor Filme Estrangeiro

Up at the Villa - Trailer




Aqui fica o trailer do filme, referente ao livro Paixão em Florença.

Alguém consegue-me arranjar este filme??

Paixão em Florença - Somerset Maugham

Comecei e acabei de ler o livro no dia 21/02/2009.

Florença. Uma magnífica casa nas colinas serve de cenário para um sonho que, subitamente, se transformará em pesadelo...
Um simples acto de compaixão, o desejo de proporcionar alguma beleza à vida atribulada e infeliz de um jovem refugiado, vai no entanto dar início a um pesadelo de violência que destruirá a ténue serenidade de Mary. Intuitivamente, ela vai confiar na ajuda e compreensão de Rowley Flint, um estranho de reputação mais que duvidosa. E compreenderá com ele que rejeitar o amor, mesmo com todos os seus múltiplos riscos, é rejeitar a própria vida.



Gostei do livro, li-o em 2 horas

Gostei, leitura facil .

William Somerset Maugham (pronounced 'mawm'), CH (25 January 1874 – 16 December 1965) was an English playwright, novelist and short story writer. He was one of the most popular authors of his era, and reputedly the highest paid of his profession during the 1930s.

Maugham's father was an English lawyer handling the legal affairs of the British embassy in Paris. Since French law declared that all children born on French soil could be conscripted for military service, Robert Ormond Maugham arranged for William to be born at the embassy, technically on British soil, saving him from conscription into any future French wars. His grandfather, another Robert, had also been a prominent lawyer and cofounder of the English Law Society, and it was taken for granted that William would follow in their footsteps. Events were to ensure this was not to be, but his elder brother Viscount Maugham did enjoy a distinguished legal career, and served as Lord Chancellor between 1938–39.

Maugham's mother Edith Mary (née Snell) was consumptive, a condition for which the doctors of the time prescribed childbirth. As a result, Maugham had three older brothers already enrolled in boarding school by the time he was three and he was effectively raised as an only child. Childbirth proved no cure for tuberculosis, and Edith Mary Maugham died at the age of 41, six days after the stillbirth of her final son. The death of his mother left Maugham traumatized for life, and he kept his mother's photograph by his bedside until his own death at the age of 91 in Nice, France. Two years after Maugham's mother's death, his father died of cancer. William was sent back to England to be cared for by his uncle, Henry MacDonald Maugham, the Vicar of Whitstable, in Kent. The move was catastrophic. Henry Maugham proved cold and emotionally cruel. The King's School, Canterbury, where William was a boarder during school terms, proved merely another version of purgatory, where he was teased for his bad English (French had been his first language) and his short stature, which he inherited from his father. It is at this time that Maugham developed the stammer that would stay with him all his life, although it was sporadic and subject to mood and circumstance.

Life at the vicarage was tame, and emotions were tightly circumscribed. Maugham was forbidden to lose his temper, or to make emotional displays of any kind — and he was denied the chance to see others express their own emotions. He was a quiet, private but very curious child, and this denial of the emotion of others was at least as hard on him as the denial of his own emotions.



Maugham was miserable both at the vicarage and at school. As a result, he developed a talent for applying a wounding remark to those who displeased him. This ability is sometimes reflected in the characters that populate his writings. At sixteen, Maugham refused to continue at The King's School and his uncle allowed him to travel to Germany, where he studied literature, philosophy and German at Heidelberg University. It was during his year in Heidelberg that he met John Ellingham Brooks, an Englishman ten years his senior. On his return to England his uncle found Maugham a position in an accountant's office, but after a month Maugham gave it up and returned to Whitstable. His uncle was not pleased, and set about finding Maugham a new profession. Maugham's father and three older brothers were all distinguished lawyers and Maugham asked to be excused from the duty of following in their footsteps.

A career in the church was rejected because a stammering minister might make the family seem ridiculous. Likewise, the civil service was rejected — not out of consideration for Maugham's own feelings or interests, but because the recent law requiring civil servants to qualify by passing an examination made Maugham's uncle conclude that the civil service was no longer a career for gentlemen. The local doctor suggested the profession of medicine and Maugham's uncle reluctantly approved this. Maugham had been writing steadily since the age of 20 and fervently intended to become an author, but because Maugham was not of age, he could not confess this to his guardian. So he spent the next five years as a medical student at King's College London.

The Bone Collector (1999) - Trailer

O Coleccionador de Ossos - Jeffery Deaver

Comecei a ler no dia 16/02/2009 e acabei no dia 21/02/2009

O livro que deu origem ao filme com Denzel Washington e Angelina Jolie


Sinopse
Lincoln Rhyme, um brilhante detective criminal, encontra-se tetraplégico e fora do activo devido a um acidente quase fatal numa investigação. Amélia Sachs é uma polícia novata que se depara com uma vítima horrivelmente mutilada. Os dois encontram-se quando Rhyme, pela sua perícia, é destacado para a investigação deste crime e Sachs é chamada para ajudar.
Inicialmente sem vontade, aceitam trabalhar nesta investigação quando algumas pistas indiciam não se tratar de um homicídio isolado.
A partir da sua cama, Rhyme dirige Sachs através de medonhos cenários criminais na tentativa de decifrarem um puzzle diabolicamente arquitectado por um «coleccionador» de crimes.
A distância entre a dupla e o inteligente assassino parece cada vez maior, mas entre Rhyme e Sachs pode ser cada vez menor...



Críticas de imprensa

«O melhor escritor de thrillers dos nossos dias.»
The Times

«Um thriller de cortar a respiração.»
Wall Street Journal

«Inquestionavelmente eficaz e absolutamente horripilante. A abordar com precaução.»
Literary Review

Adorei este livro é muito melhor que o filme, está um espectáculo.
De uma leitura muito fácil que nos prende logo nas primeiras folhas... e sempre com muita acção... temos que continuar sempre a ler para saber o que vai acontecer nos segundos a seguir.

ADOREI ;)

Jeffery Deaver (born May 6, 1950, in Glen Ellyn, Illinois) is an American mystery/crime writer. He originally started working as a journalist, but trained as a lawyer and later practised law.

Many of his books tend to promote lateral thinking, particularly his short story collection Twisted. One of his books, The Blue Nowhere, features criminal hackers (one using social engineering to commit murder), as well as a law enforcement computer crime unit. His most popular series features his regular character Lincoln Rhyme, a quadriplegic detective, and Amelia Sachs. (According to a 2006 interview on the Early Show, Deaver stated that he would rotate between his new series and Lincoln Rhyme each year.) Virtually all of his works feature a trick ending, or sometimes multiple trick endings.

Two of Deaver's novels have been produced into movies: The Bone Collector (1999), and A Maiden's Grave as the TV movie Dead Silence (1997).



Deaver also created the characters and - in a collaboration with 14 other noted writers - wrote the 17-part serial thriller "The Chopin Manuscript" narrated by Alfred Molina that was broadcast on Audible.com from September 25th to November 13, 2007.

Standalone works
Mistress of Justice (1992)
The Lesson Of Her Death (1993)
Praying For Sleep (1994)
A Maiden's Grave (1995)
The Devil's Teardrop (1999) (Lincoln Rhyme is in a chapter as a consultant)
Speaking In Tongues (2000)
The Blue Nowhere (2001)
Garden Of Beasts (2004)
The Bodies Left Behind (release date: October 14, 2008)[1]

Rune Trilogy
Manhattan Is My Beat (1988)
Death Of A Blue Movie Star (1990)
Hard News (1991)

Location Scout
Shallow Graves (1992)
Bloody River Blues (1993)
Hell's Kitchen (2001)

Lincoln Rhyme
The Bone Collector (1997)
The Coffin Dancer (1998)
The Empty Chair (2000)
The Stone Monkey (2002)
The Vanished Man (2003)
The Twelfth Card (2005) (Ron Pulaski is introduced in this novel)
The Cold Moon (2006) (Kathryn Dance is introduced in this novel)
The Broken Window (2008)
Kathryn Dance
The Sleeping Doll (2007) (Lincoln Rhyme appears briefly). The central character is a reworking of a character in Deaver's short story Interrogation, included in More Twisted. Another character reworks a character from Deaver's short story Copycat, also included in More Twisted.
The Roadside Crosses (2009)

Collections
A Confederacy of Crime (2001) - Deaver is the featured author in this book centered around Southern-style mystery stories.
Twisted (2003) - 16 short stories, including one featuring Lincoln Rhyme.
More Twisted (2006) - another short story collection, including one featuring Lincoln Rhyme.

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Teste: SE FOSSE UMA VIAGEM, QUAL SERIA?

Bem o resultado não podia estar mais certo ;D!!!

Teste: Se fosses um Livro, qual serias?

Descobri este teste Rádio Comercial através do blog Mil Livros, Um Sonho e resolvi fazer o mesmo...
E o resultado saiu este:


quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Uma excelente Surpresa!!!!

Ontem à noite quando cheguei a casa tive uma óptima surpresa… até subi às nuvens !!!

Não é que quando mal abri a porta estava na mesinha do Hall de entrada este maravilhoso Calibrador Digital… é o que faz ser "pedinchona" lol !!!!




Agora é que vai ser... já vou poder organizar a minha "pequena" coleção de moedas...

Ontem já estive a medir as minhas moedas antigas da Republica Portuguesa de 1 cêntimo, 50 cêntimos, 5 escudos, 100 escudos, 200 escudos e até de 1000 escudos…

Quando já tiver todas as moedas medidas já posso ir comprar os Alveolos

terça-feira, fevereiro 17, 2009

O meu Grande Vicio !!!

Ontem fui às compras... e não não me contive... tive que trazer uns chocolatinhos (o meu grande vicio lol)... que até já a dormir sonhava com eles !!! ;D!!!















Ai os kilinhos !!! lol!!!

Die Walküre (A Valquíria)

É uma ópera de Richard Wagner, a segunda parte de quatro que compõem a tetralogia Der Ring des Nibelungen (O Anel do Nibelungo). Sua estréia ocorreu no Teatro Nacional em Munique em 26 de junho de 1870, antes mesmo do término da ciclo do Anel. Para esta obra, Wagner inspirou-se na lenda nórdica da Saga de Volsunga. A parte mais popularizada é a passagem musical da Cavalgada das Valquírias, que abre a primeira cena do terceiro ato.



Ato I

Cena I

A obra é iniciada com personagens cujas identidades são desconhecidas (uma técnica já usada pelo autor em outras óperas fora da tetralogia do Anel, como Lohengrin). Durante uma grande tempestade, Siegmund procura abrigo na residência do guerreiro Hunding. O local é uma habitação rude, e há uma grande árvore no centro da sala. O dono da casa não se encontra no local, mas, exaurido e caindo próximo a uma lareira, Siegmund é recepcionado por Sieglinde, esposa infeliz de Hunding. Ele conta-lhe que estava escapando de seus inimigos e que agora está ferido. Após beber um pouco de hidromel oferecido pela mulher, já se direciona para a saída alegando estar amaldiçoado pelo infortúnio. Ele acrescenta que sempre leva a desgraça onde quer que vá. Entretanto, ela o convida a permanecer, justificando que ele não pode trazer infortúnio a um lar onde a má sorte já reside, em referência a sua infelicidade.

Cena II

Ao retornar, Hunding relutantemente oferece hospitalidade ao visitante. Marcando a transição para a segunda cena, a entrada desse novo personagem é caracterizada por compassos curtos que demonstram seu caráter sombrio. Hunding surpreende-se com tamanha semelhança ente sua esposa e o forasteiro. Ele começa a conversar com o hóspede, perguntando seu nome, até então desconhecido. Siegmund responde que não pode chamar-se Pacífico nem Jubiloso, mas sim Doloroso.
Sieglinde, cada vez mais fascinada pelo sujeito desconhecido, pede para que ele conte sua história enquanto os homens comem. Siegmund então descreve um dia estar voltando para casa com seu pai após caçarem juntos, encontrando sua casa incendiada, sua mãe morta e sua irmã gêmea desaparecida, raptada pelo povo Neindinge (invejoso). Ambos passam a viver na floresta, lutando contra inimigos que por vezes apareciam. Hunding então o interrompe por um momento, dizendo que já havia ouvido falar sobre rumores dessa corajosa dupla que vivia na floresta. Siegmund continua sua história, e como o povo Neindinge os perseguiu de forma que ele perdesse contato com seu pai. Nessa hora a orquestra executa o tema da Valhala, uma referência a origem do pai de Siegmund, ainda desconhecida. Agora sozinho, ele deixa a floresta e torna-se um desafortunado.
Após comentário seco de Hunding, Sieglinde pergunta ao hóspede como perdeu suas armas. Ele explica que certo dia encontra uma garota sendo forçada a se casar e discute com os parentes da moça, matando seus irmãos. Entretanto, por vingança suas armas foram quebradas e a moça morta pelo restante dos familiares. Desarmado e ferido, ele então escapou do local, chegando eventualmente à residência de Hunding. Quando Siegmund termina, Hunding revela que é um de seus capturadores (assume-se que é um dos membros da família que quer vingança). Ele garante uma noite de hospedagem ao estranho, mas o desafia para um duelo na manhã seguinte. Hunding então deixa a sala com Sieglinde, ignorando o desconforto de sua esposa. Antes de deixar o recinto, ela indica um ponto específico da árvore em sua sala ao visitante, que não entende o significado.

Cena III

Iniciando outra cena, anoitece. Sozinho, Siegmund lamenta sua desgraça, citando a promessa de seu pai de que ele encontraria uma espada quando precisasse (lembrar que suas armas estavam quebradas pela batalha anterior, ele não tinha no momento outras disponíveis para duelar). Ele se sente desprotegido no local, apesar da presença da mulher adorável que acabara de conhecer. Começa então a invocar Volsa pela espada diversas vezes, um nome cujo significado é entendido posteriormente. Com o apagamento da lareira, ele percebe um clarão na árvore antes indicada por Sieglinde, e questiona o que seria aquilo.
Sieglinde retorna, explicando ter drogado a bebida de seu marido com uma erva narcótica para que repousasse profundamente. Ela diz querer lhe mostrar uma arma, e começa revelando que havia sido forçada a casar-se com Hunding após ter sido raptada. Durante a festa de casamento, um velho homem com um dos olhos cobertos apareceu e encravou uma espada no tronco de uma árvore localizada no centro da sala de sua casa, que nem Hunding nem seus comparsas conseguiam retiram. (Posteriormente descobre-se que o velho homem era Wotan, seu pai.) Ela toma conhecimento sobre o tal velho e a que a espada se destina, e expressa seu anseio pelo herói que poderia obter a espada para si e salvá-la de sua condição atual. Após ouvir a história, Siegmund expressa seu amor pela mulher, sendo correspondido por ela, que por sua vez tenta entender de onde já o reconhece. Deduzindo que o forasteiro era seu herói, quando ele cita o nome de seu pai, Volsa, ela declara que ele é Siegmund, e que a espada era destinada especialmente para ele. A porta se abre sozinha, assustando os dois.
Siegmund então facilmente obtém a espada para si, e ela declara que é Sieglinde, sua irmã gêmea. Ele então nomeia a espada Nothung. O ato encerra-se com Siegmund chamado Sieglinde por noiva e irmã, acariciando-a, e os dois partem do local.

Ato II

Cena I

Wotan está nas rochas de uma montanha com Brünnhild, uma de suas filhas valquírias. Ambos animados, ele a instrue a proteger Siegmund de um eminente ataque de Hunding (que após acordar do longo repouso proporcionado pelas drogas, estaria furioso pela ausência de sua esposa). Ela acata o pedido exclamando o brado típico das valquírias, e então percebe que Fricka está chegando rapidamente em um carro movido a carneiros. Fricka é esposa de Wotan e guardiã dos casamentos. A valquíria deixa o local. Ao chegar, claramente transtornada, Fricka exige a punição de Siegmund e Sieglinde por adultério e incesto. Ela sabe que Wotan era pai do casal; apesar de deus, ele também é conhecido como o homem mortal Volsa. Em seu contrato de casamento, Wotan prometeu ajudá-la em todos os momentos, ele deveria cumprir mais esse tratado. Ele protesta, alegando que precisava de um herói livre (não governado por ele, o governante dos deuses) para executar seus planos[1]. Também alega que não vê problema na união dos dois, que foi motivada por amor. Mas Fricka replica, alegando que Siegmund não passa de um fantoche dele e não um herói livre, e censura a relação incestuosa do casal, inaceitável segunda ela, e a desonra da quebra do casamento entre Hunding e Sieglinde. Sem saída, tendo que cumprir seu contrato com a esposa, Wotan promete a ela cumprir sua última exigência: retirar a magia da espada de Siegmund de forma que ele perca o duelo, e que a valquíria não o ajude nessa batalha. Brünnhild chega e Fricka parte, não antes de dizer à moça que seu pai tem algo a dizer.

Cena II

Fricka se retira, deixando Brünnhild com um Wotan desamparado, bem diferente de quando haviam se encontrado pela última vez. Após pedido, Wotan a explica seus problemas, primeiramente hesitante ao abrir-se com a filha, o que poderia fazer com que perdesse sua figura autoritária. Ele começa desde seus impulsos que o fizeram mal uso dos tratados que legisla e a participação de Loge, o "O Ouro do Reno" e o anão Alberich, a mensagem transmitida por Erda já prevendo desastre eminente; Brünnhild inclusive é sua filha com Erda. Ela e suas oito irmãs cresceram como as valquírias, damas da guerra que levam as almas dos heróis mortos para formar na Valhala um exército contra Alberich. Era uma tentativa de Wotan de reverter os fatos que estavam se sucedendo desde que ele havia sido amaldiçoado pelo anel. Neste momento, ela o interrompe momentaneamente para dizer-lhe que o exército está em boas condições, mas é avisada por Wotan que o problema ainda não era esse, havia mais a ser explicado. Ele continua, dizendo que o exército seria derrotado se Alberich tivesse posse do Anel, que no momento estava sob posse do gigante Fafner. Usando o elmo mágico Tarnhelm, o gigante havia se transformado em um dragão, circulando pela floresta com o tesouro de Nibelungo. Wotan não poderia obter o Anel de Fafner através da força, pois era governante e a posse do anel estava com o gigante sob contrato, não havia nada a fazer por conta própria. Ele precisava de um herói livre para derrotar Fafner em seu lugar, uma pessoas isenta de sua influência. A valquíria chega a citar Siegmund. Entretanto, como apontado por Fricka, Wotan só consegue criar servos para si, meros fantoches como Siegmund não eram pessoas livres de fato.
Severamente, Wotan ordena Brünnhild a obedecer Fricka e assegurar a morte de Siegmund, filho de Wotan e meio-irmão da valquíria. Ela hesita, questionando as ordens contraditórias de seu pai, mas por fim acata o pedido. Ele sai, deixando-a sozinha para preparar-se para o duelo que viria a seguir.

Cena III

Após fugir da residência de Hunding, o casal Siegmund e Sieglinde chega à passagem da montanha, onde Sieglinde desaba exausta e sentindo-se culpada, indigna do amor de Siegmund. Ele a conforta, dizendo que se vingará de Hunding. Ela alega começar a ouvir a perseguição de seu marido, e delira, já antevendo o duelo.

Cena IV

Brünnhild chega de uma gruta e se aproxima de Siegmund, contando-o sobre sua morte eminente. Ela diz que sua função é se apresentar àqueles prestes a morrer, levando-os à Valhala. Os dois conversam sobre a vida que Siegmund teria nesse novo lugar, e por fim ele recusa segui-la quando descobre que Sieglinde não poderia o acompanhar. Ela lhe diz que não resta outra alternativa, mas ele replica que não haveria como morrer tendo a espada mágica de seu pai em punho. A valquíria o esclarece que a mesma pessoa que o havia concedido a espada retirara seu poder. Siegmund revolta-se com a traição que ocorrera, clamando preferir ir ao inferno que acompanhar Brünnhild à Valhala.
Transtornado, o guerreiro já ameaça matar sua esposa sendo impedido pela valquíria. Impressionada por sua coragem e comovida pela situação, Brünnhild reconsidera e concorda em proteger Siegmund, desrespeitando as ordens de seu pai. Com seus votos de bênção, ela deixa o local.

Cena V

Enquanto Siegmund contempla sua noiva repousando, Hunding chega anunciado por sua trompa, os dois discutem e Hunding ataca seu oponente. Abençoado pela imortal Brünnhild, Siegmund reage e toma vantagem no duelo, mas Wotan aparece e estilhaça Nothung (a espada de Siegmund) com sua lança. Desarmado, Siegmund é morto por Hunding. Brünnhild reúne Sieglinde e os pedaços da espada, e foge em seu cavalo. Wotan observa muito triste seu filho morto. Em sua fúria, mata Hunding com somente um gesto, e parte em perseguição a sua filha, que havia desrespeitado sua ordem, deixando a cena ao som de um trovão.

Ato III

Cena I

Em uma passagem musical conhecida como a Cavalgada das Valquírias (conhecida amplamente por sua utilização em outros meios), as valquírias Gerhilde, Ortlinde, Helmwige, Schwertleite, Waltraute, Siegrune, Grimgerde e Rossweisse se reúnem em uma montanha, cada uma com seu cavalo e levando um herói morto. Elas se espantam quando Brünnhild chega trazendo consigo uma mulher viva. Ela pede ajuda a suas irmãs, explicando a perseguição de Wotan, mas elas não ousam desafiar seu pai. Insiste, pedindo um cavalo, mas elas estão irredutíveis. Brünnhild então decide esperar Wotan enquanto Sieglinde foge. Antes de se retirar, Brünnhild revela que Sieglinde está grávida de Siegmund, e chamada o garoto ainda não nascido Siegfried. Sieglinde agradece e parte para a floresta. Ouve-se a voz enfurecida de Wotan, e as valquírias rodeiam Brünnhild a fim de protegê-la de seu pai.

Cena II

Wotan chega enfurecido, exigindo que as outras valquírias entreguem Brünnhild. Apesar delas tentarem acalmá-lo, ele se enfurece ainda mais com a atitude fraternal "mortal" das moças, indignas de sua condição de valquírias. Por fim, Brünnhild se apresenta, e Wotan a julga: ela tem seu status de valquíria retirado, tornando-se uma mortal (um grande castigo a uma valquíria), e entrará em sono mágico na montanha até que um homem a salve, tornando-se seu esposo. As outras valquírias rogam piedade, mas após Wotan exigir que elas se retirem ameaçando estender a punição às outras elas fogem do local.

Cena III

Brünnhild suplica piedade a Wotan, ela que era sua filha favorita. Ela explica a coragem de Siegmund e sua decisão de protegê-lo, conhecendo os reais desejos de Wotan e não os impostos por Fricka. Entretanto, Wotan mantém a decisão. Já conformada com o fato de tornar-se uma mortal, ela ainda não aceita estar a mercê de um homem qualquer, sem valor. Chega a citar Siegfried. Wotan reafirma a decisão, enfatizando que qualquer um que a acordar do sono profundo a terá como esposa. Ela insiste, pedindo que somente um bravo herói digno consiga acordá-la do sono. Apesar de resistência inicial, seu pai acaba acatando o pedido emocionado com a situação, definindo que o perímetro da montanha esteja coberto por fogo mágico, de forma que somente os bravos heróis dignos do amor da ex-valquíria a consigam encontrar. Através do leitmotiv, ambos percebem que esta pessoa será o ainda não nascido Siegfried. Para realizar o pedido, Wotan deita Brünnhild em uma rocha e a beija, iniciando o sono mágico. Ele invoca Loge para iniciar o círculo de fogo que a protegerá, sendo prontamente atendido. Ele então parte, citando "(...) quem teme a ponta de minha lança não passará pelo fogo"; isto é, somente pessoas livres poderão passar pelo fogo, quem não for regido pelo governante dos deuses.

Valquíria

Ontem à noite fui ao cinema com o David, ver este filme...

O Coronel Stauffenberg , um orgulhoso militar alemão, é um oficial leal que ama o seu país, mas que se vê forçado a olhar, com horror, para a ascensão de Hitler ao poder e para todos os posteriores acontecimentos da II Guerra Mundial. Ele continua no serviço militar, enquanto procura encontrar a maneira de fazer parar Hitler antes que a Europa e Alemanha sejam destruídas. Verificando que o tempo é cada vez mais escasso, Stauffenberg decide entrar em acção, e em 1942 tenta persuadir os altos comandos do Leste a virarem-se contra Hitler e o derrotarem. Mas é em 1943, enquanto se recupera dos ferimentos sofridos em combate, que Stauffenberg reúne forças junto à Resistência Alemã, e organiza uma conspiração anti-Hitler, tendo do seu lado alguns homens das altas esferas do poder. Armado de uma estratégia astuciosa - a apelidada Operação Valquíria – ele planeia destabilizar o governo, assassinar o ditador e destituir do poder o regime Nazi. Com o futuro do mundo, o destino de milhões e as vidas da sua mulher e filhos nas mãos, Stauffenberg está confiante de ser ele próprio quem matará Hitler...





segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Belas Mentiras - Lisa Unger

Comecei a ler no dia 12/02/2009 e acabei hoje dia 16/02/2009.

E se a sua família fosse uma mentira?
E se o seu nome fosse uma mentira?
E se a sua vida fosse um conjunto de Belas Mentiras?

Se Ridley Jones tivesse acordado dez minutos mais tarde ou tivesse apanhado o metro em vez de um táxi, ainda estaria a viver a bela mentira a que costumava chamar vida. Ainda seria a filha mimada de uns pais extremosos. Mas duas decisões insignificantes colocam-na no local e no instante certos para praticar uma boa acção, desencadeando uma série de acontecimentos que irão virar do avesso o mundo de Ridley...

Críticas de imprensa
"Um dos thrillers mais empolgantes do ano!"
The New York Post

"As reviravoltas surpreendentes do enredo vão deixá-la boquiaberta."
The Cosmopolitan



Com direitos vendidos a 23 países, Lisa Unger é uma voz original no universo do thriller psicológico contemporâneo. Belas Mentiras, o seu primeiro romance, é um livro sobre a família. Sobre uma família estranha e sobre o lado estranho e inesperado da vida em família.

Uma boa acção projecta Ridley Jones, jovem jornalista nova-iorquina, na primeira página dos jornais. Pouco tempo depois, Ridley recebe em casa a fotografia de uma criança com a legenda «És a minha filha?». Na suspeita de que o mundo em que vive e a sua identidade são uma ilusão, Ridley questiona tudo o que sabe acerca de si própria e descobre que todos os que a rodeiam lhe escondem algo....
Se Ridley tivesse dormido mais dez minutos nessa manhã ou se, em vez de esperar por um taxi, tivesse apanhado o metro, talvez continuasse a ter uma vida idílica. No entanto, estar no lugar errado à hora certa desencadeia uma série de eventos reveladores: a sua família não é o que ela pensa, o seu nome talvez seja falso, a infância que julga ter tido pode não ser a sua.
Belas Mentiras decorre no cenário, por vezes assustador, de uma Nova-Iorque que Lisa Unger conhece intimamente: a Ponte de Brooklyn, a esquina da Primeira Avenida com a Rua Onze, a pastelaria Veniero’s e a pizzaria Five Roses, uma loja de roupa gótica chamada Trash and Vaudeville e o metro são lugares que marcaram o dia-a-dia da autora e que contagiam agora o seu trabalho. Unger consegue evocar o som, os odores, o ritmo, o lado sedutor e o lado esmagador da grande cidade, como se esta fosse mais uma personagem do romance.

Polémico e inquietante, Belas Mentiras é a estreia de Lisa Unger no universo actual do thriller psicológico. Um livro sobre a família e também sobre o que nos é familiar, o que nos dá identidade: pessoas, lugares, memórias. O drama das crianças desaparecidas serve como pretexto para encenar o lado inesperado das relações familiares, o modo como nos revemos ou não no nosso passado e as relações de confiança ou de suspeita que estabelecemos com aqueles que nos são mais próximos.



Adorei este livro... a maneira como está escrito... como é colocada questões aos leitore, para o ligar mais à personagem do livro... gostei bastante...

É engraçado como pequenos pormenores na nossa vida podem mudar tudo!

«A esperança é boa. Sem ela, bem, podem calcular. Todavia, a esperança pode ser como uma prece. Temos de a dedicar a algo mais poderoso que nós. Se os últimos meses me ensinaram alguma coisa foi que não detemos o controlo, mas temos escolhas. As pequenas, as grandes, é à sua volta que as nossas vidas se alteram. Podemos apenas tentar fazer as melhores escolhas possíveis com aquilo que sabemos, e esperar que tudo venha a correr conforme queríamos.»



Lisa Unger (born 1970 in Hartford, Connecticut) is a contemporary American author of literary thrillers. Her novels have been published in more than twenty-five countries.

She was born in Hartford, Connecticut but grew up in the Netherlands, England and New Jersey. A graduate of the New School for Social Research, she spent a number of years living and working in New York City. In 2000, she left a career in publicity to pursue her dream of becoming a full-time author. She now lives in Florida with her husband and their daughter.

Beautiful Lies was selected as an International Book of the Month, an honor bestowed upon only a few authors worldwide each year, with past recipients including Harlan Coben and Karin Slaughter. It was also chosen in 21st place in the top 50 "Best Books of 2006" by the editors of amazon.com, a BookSense pick in May 2006 and a finalist in the International Thriller Writers Organization "Best Novel" Award in 2007.

Sliver of Truth, the sequel, was also a BookSense pick in January 2007 and a main selection for Literary Guild and Doubleday Book Club.[citation needed] Black Out, her first stand-alone novel, was released on 27 May 2008.

Nate King Cole - When I fall in love

When I fall in love it will be forever
Or Ill never fall in love
In a restless world like this is
Love is ended before its begun
And too many moonlight kisses
Seem to cool in the warmth of the sun

When I give my heart it will be completely
Or Ill never give my heart
And the moment I can feel that you feel that way too
Is when I fall in love with you.

And the moment I can feel that you feel that way too
Is when I fall in love with you.


quinta-feira, fevereiro 12, 2009

The Wedding Date Trailer

Um dos meus filmes Favoritos ;D!!!!