O Cristo Redentor é uma estátua localizada na cidade do Rio de Janeiro, a 709 metros acima do nível do mar, no morro do Corcovado. De seus 38 metros, oito estão no pedestal. Foi inaugurado às 19h15 do dia 12 de outubro de 1931, depois de cerca de cinco anos de obras e no dia 7 de Julho de 2007 foi votada como uma das sete maravilhas do mundo moderno.[1]
História
A construção de um monumento religioso no local foi sugerida pela primeira vez em 1859, pelo padre lazarista Pedro Maria Boss, à Princesa Isabel. No entanto, apenas retomou-se efetivamente a idéia em 1921, quando se avizinhavam as comemorações pelo centenário da Independência.
A estrada de rodagem que dá acesso ao local onde hoje se situa o Cristo Redentor foi construída em 1824. Já a estrada de ferro teve seu primeiro trecho (Cosme Velho-Paineiras) inaugurado em 1884. No ano seguinte, 1885, o segundo trecho foi concluido, completando a ligação com o cume. A ferrovia, que tem 3.800 metros de extensão, foi a primeira ser eletrificada no Brasil, em 1906. A construção do Cristo Redentor ainda é considerada uma dos grandes capítulos da engenharia civil brasileira. O dono do projeto levou sua vida inteira construindo a estátua, que foi construída em pedra-sabão, originária do próprio pico do Corcovado.
Pedra fundamental
A pedra fundamental da estátua foi lançada no dia 4 de abril de 1922, mas as obras somente foram iniciadas em 1926. Dentre outras pessoas que colaboraram para a sua realização, podem ser citados o engenheiro Heitor da Silva Costa (autor do projeto escolhido em 1923), o artista plástico Carlos Oswald (autor do desenho final do monumento) e o escultor francês de origem polonesa Paul Landowski (executor da escultura).
Alguns historiadores especulam que o monumento seria um presente da França para o Brasil em resposta a alguma tentativas de invasão.
Inauguração
Na cerimônia da inauguração no dia 12 de Outubro de 1931, estava previsto que a iluminação do monumento seria acionada a partir da cidade de Nápoles, de onde o cientista italiano Guglielmo Marconi emitiria um sinal elétrico que seria retransmitido para uma antena situada no bairro carioca de Jacarepaguá, via uma estação receptora localizada em Dorchester, Inglaterra. No entanto, o mau tempo impossibiltou a façanha, e a iluminação foi acionada diretamente do local. O sistema de iluminação original foi substituído duas vezes: em 1932 e no ano 2000.
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN) em 1937, o monumento sobre obras de recuperação em 1980, quando da visita do papa João Paulo II e novamente em 1990. Outro conjunto de obras importantes foi feito em 2003, quando foi inaugurado um sistema de escadas rolantes e elevadores para facilitar o acesso à plataforma de onde se eleva a estátua.
Símbolo
Conhecido como símbolo não só da cidade do Rio de Janeiro, mas também do Brasil, a estátua do Cristo Redentor tem seus direitos de uso comercial pertencentes à Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, embora haja disputa por parte dos herdeiros dos envolvidos na concepção da obra. Há que se observar, ainda, que a estátua está situada em logradouro público, estando portanto sujeita a ter sua imagem captada pelas lentes dos milhares de turistas que a contemplam e que trasformam este ponto turístico numa verdadeira "torre de Babel".
Santuário católico
Ao completar 75 anos em 12 de outubro de 2006, o Cristo Redentor foi transformado em santuário católico do Brasil. O cardeal-arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Eusébio Oscar Scheid, quer que o local deixe de ser apenas atrativo turístico e se torne local de peregrinação.
Casamentos e batizados também poderão ocorrer aos pés da estátua, de 38 metros de altura, possivelmente a partir do primeiro semestre do ano que vem, após o término de obras que ainda não foram iniciadas. O aniversário foi celebrado com uma missa, a entrega dos prêmios Cristo Redentor. Um deles concedido ao deficiente visual Paulo Bastos, que já escalou o morro do Corcovado, onde fica o monumento
Para adequar o espaço existente à celebração de ritos católicos a Arquidiocese do Rio de Janeiro utiliza-se da capela de Nossa Senhora Aparecida, na base da estátua.
Referências culturais
A estátua aparece em diversas canções, como tema ou citada.
Samba do Avião, de Tom Jobim (Cristo Redentor/Braços abertos sobre a Guanabara)
Subúrbio, de Chico Buarque (Lá tem Jesus/E está de costas)
Alagados, dos Paralamas do Sucesso (E a cidade que tem braços abertos/Num cartão postal)
Portugal possui uma escultura similar junto à foz do Rio Tejo, na sua margem sul, na cidade de Almada. A estátua, virada para Lisboa, foi inaugurada a 17 de Maio de 1959 e constitui o melhor miradouro da capital portuguesa. O monumento, designado por Cristo-Rei, é uma das mais altas construções de Portugal, com 110 metros de altura
sábado, julho 21, 2007
quarta-feira, julho 18, 2007
Coliseu de Roma - Nova Maravilha do Mundo
O Coliseu, também conhecido como Anfiteatro Flaviano, deve seu nome à expressão do latim Coliseum, devido ao colosso de Nero, que ficava perto a edifícação. É uma excepção de entre os anfiteatros pelo seu volume e relevo arquitectónico, era um local onde seriam exibidos toda uma série de espectáculos, inseridos nos vários tipos de jogos realizados na urbe. Os combates entre gladiadores, entre estes e feras ou mesmo combates navais, inseridos no vasto movimento propagandístico romano, concedia uma especial relevância às características essenciais da cultura romana, dos valores morais greco-romanos instituídos e do verdadeiro “tesouro” composto pelas lendas e mitos desta civilização.
Antigamente o Coliseu era "inundado" para treinos de batalhas navais; pois a arena dispunha de um excelente sistema de drenagem, a ponto de quando o sistema estava fechado , devido ao acúmulo de água da chuva, era possível até praticar batalhas navais no interior do Coliseu! Daí podemos avaliar o grande conhecimento em arquitetura que os romanos possuíam.
Assim, sob a influência dos modelos apresentados, a forma de ver o mundo e de, basicamente, ser das pessoas que compunham o Império alteram-se. O Coliseu era portanto, e sobretudo, um enorme instrumento de propaganda e difusão da filosofia de toda uma civilização, e tal como era já profetizado pelo monge e historiador inglês Beda na sua obra do século VII "De temporibus liber", "Enquanto o Coliseu se mantiver de pé, Roma permanecerá; quando o Coliseu ruir, Roma cairá e acabará o mundo". Embora o Coliseu tenha funcionado até ao século VI da nossa Era, foram proibidos os jogos com mortes humanas desde 404, sendo apenas massacrados animais como elefantes, panteras ou leões.
A construção do Coliseu, nome geralmente dado ao anfiteatro flaviano entre o Palatino e o Célio, foi iniciado por Vespasiano, no ano 70 da nossa Era, e finalizado pelo seu filho, Domiciano. O edifício será inaugurado por Tito, em 80, embora apenas tivesse sido finalizado poucos anos depois. Empresa colossal, este edifício, inicialmente, poderia sustentar no seu interior cerca de quarenta e cinco mil espectadores, constando com três andares. Aquando do reinado de Alexandre Severo e Gordiano III, é ampliado com um quarto andar, podendo suster agora cerca de noventa mil espectadores. A grandiosidade deste monumento testemunha verdadeiramente o poder e esplendor de Roma na época dos Flávios.
Arquitectura e dimensão social
O Coliseu, como não se encontrava inserido numa zona de encosta, enterrado, tal como normalmente sucede com a generalidade dos teatros e anfiteatros romanos, possuía um “anel” artificial de rocha à sua volta, para garantir sustentação e, ao mesmo tempo, esta substrutura serve como ornamento ao edifício e como condicionador da entrada dos espectadores. Tal como foi referido anteriormente, possuía três pisos, sendo mais tarde adicionado um outro. É construído em mármore, pedra travertina, ladrilho e tufo (pedra calcária com grandes poros). A sua planta elíptica mede dois eixos que se estendem aproximadamente de 190 m por 155 m. A fachada compõe-se de arcadas decoradas com colunas dóricas, jónicas e coríntias, de acordo com o pavimento em que se encontravam. Esta subdivisão deve-se ao facto de ser uma construção essencialmente vertical, criando assim uma diversificação do espaço.
Os assentos são em mármore e a cavea, escadaria ou arquibancada, dividia-se em três partes, correspondentes às diferentes classes sociais: o podium, para as classes altas; as maeniana, sector destinado à classe média; e os portici, ou pórticos, construídos em madeira, para a plebe e as mulheres. A tribuna imperial ou pulvinar encontrava-se situada no podium e era balizada pelos assentos reservados aos senadores e magistrados. Rampas no interior do edifício facilitavam o acesso às várias zonas de onde podiam visualizar o espectáculo, sendo protegidos por uma barreira e por uma série de arqueiros posicionados numa passadmalpagaeira superior de madeira, para o caso de algum acidente. Por cima dos muros ainda são visíveis as mísulas, que sustentavam o velarium, enorme cobertura de lona destinada a proteger do sol os espectadores e, nos subterrâneos, ficavam as jaulas dos animais, bem como todas as celas e galerias necessárias aos serviços do anfiteatro.
O “fim do Império”
O monumento permaneceu como sede principal dos espetáculos da urbe romana até ao período do imperador Honorius, no século V. Danificado por um terremoto no começo do mesmo século, foi alvo de uma extensiva restauração na época de Valentinianus III. Em meados do século XIII, a família Frangipani transformou-o em fortaleza e, ao longo dos séculos XV e XVI, foi por diversas vezes saqueado, perdendo grande parte dos materiais nobres com os quais tinha sido construído. Hoje em dia o Coliseu é associado aos martírios de cristãos. Mas essa tese só surgiu na literatura do século XV (na realidade a morte dos martíres foi em prisões). Apesar de, muito provavelmente, o Coliseu não ter sido utilizado para martírios, o papa Bento XIV consagrou-o, no século XVII, marirtólíssimo à Paixão de Cristo e declarou-o lugar sagrado. Os trabalhos de consolidação e restauração parcial do monumento, já há muito em ruínas, foram feitos sobretudo pelos pontífices Gregório XVI e Pio IX, no século XIX.
Antigamente o Coliseu era "inundado" para treinos de batalhas navais; pois a arena dispunha de um excelente sistema de drenagem, a ponto de quando o sistema estava fechado , devido ao acúmulo de água da chuva, era possível até praticar batalhas navais no interior do Coliseu! Daí podemos avaliar o grande conhecimento em arquitetura que os romanos possuíam.
Assim, sob a influência dos modelos apresentados, a forma de ver o mundo e de, basicamente, ser das pessoas que compunham o Império alteram-se. O Coliseu era portanto, e sobretudo, um enorme instrumento de propaganda e difusão da filosofia de toda uma civilização, e tal como era já profetizado pelo monge e historiador inglês Beda na sua obra do século VII "De temporibus liber", "Enquanto o Coliseu se mantiver de pé, Roma permanecerá; quando o Coliseu ruir, Roma cairá e acabará o mundo". Embora o Coliseu tenha funcionado até ao século VI da nossa Era, foram proibidos os jogos com mortes humanas desde 404, sendo apenas massacrados animais como elefantes, panteras ou leões.
A construção do Coliseu, nome geralmente dado ao anfiteatro flaviano entre o Palatino e o Célio, foi iniciado por Vespasiano, no ano 70 da nossa Era, e finalizado pelo seu filho, Domiciano. O edifício será inaugurado por Tito, em 80, embora apenas tivesse sido finalizado poucos anos depois. Empresa colossal, este edifício, inicialmente, poderia sustentar no seu interior cerca de quarenta e cinco mil espectadores, constando com três andares. Aquando do reinado de Alexandre Severo e Gordiano III, é ampliado com um quarto andar, podendo suster agora cerca de noventa mil espectadores. A grandiosidade deste monumento testemunha verdadeiramente o poder e esplendor de Roma na época dos Flávios.
Arquitectura e dimensão social
O Coliseu, como não se encontrava inserido numa zona de encosta, enterrado, tal como normalmente sucede com a generalidade dos teatros e anfiteatros romanos, possuía um “anel” artificial de rocha à sua volta, para garantir sustentação e, ao mesmo tempo, esta substrutura serve como ornamento ao edifício e como condicionador da entrada dos espectadores. Tal como foi referido anteriormente, possuía três pisos, sendo mais tarde adicionado um outro. É construído em mármore, pedra travertina, ladrilho e tufo (pedra calcária com grandes poros). A sua planta elíptica mede dois eixos que se estendem aproximadamente de 190 m por 155 m. A fachada compõe-se de arcadas decoradas com colunas dóricas, jónicas e coríntias, de acordo com o pavimento em que se encontravam. Esta subdivisão deve-se ao facto de ser uma construção essencialmente vertical, criando assim uma diversificação do espaço.
Os assentos são em mármore e a cavea, escadaria ou arquibancada, dividia-se em três partes, correspondentes às diferentes classes sociais: o podium, para as classes altas; as maeniana, sector destinado à classe média; e os portici, ou pórticos, construídos em madeira, para a plebe e as mulheres. A tribuna imperial ou pulvinar encontrava-se situada no podium e era balizada pelos assentos reservados aos senadores e magistrados. Rampas no interior do edifício facilitavam o acesso às várias zonas de onde podiam visualizar o espectáculo, sendo protegidos por uma barreira e por uma série de arqueiros posicionados numa passadmalpagaeira superior de madeira, para o caso de algum acidente. Por cima dos muros ainda são visíveis as mísulas, que sustentavam o velarium, enorme cobertura de lona destinada a proteger do sol os espectadores e, nos subterrâneos, ficavam as jaulas dos animais, bem como todas as celas e galerias necessárias aos serviços do anfiteatro.
O “fim do Império”
O monumento permaneceu como sede principal dos espetáculos da urbe romana até ao período do imperador Honorius, no século V. Danificado por um terremoto no começo do mesmo século, foi alvo de uma extensiva restauração na época de Valentinianus III. Em meados do século XIII, a família Frangipani transformou-o em fortaleza e, ao longo dos séculos XV e XVI, foi por diversas vezes saqueado, perdendo grande parte dos materiais nobres com os quais tinha sido construído. Hoje em dia o Coliseu é associado aos martírios de cristãos. Mas essa tese só surgiu na literatura do século XV (na realidade a morte dos martíres foi em prisões). Apesar de, muito provavelmente, o Coliseu não ter sido utilizado para martírios, o papa Bento XIV consagrou-o, no século XVII, marirtólíssimo à Paixão de Cristo e declarou-o lugar sagrado. Os trabalhos de consolidação e restauração parcial do monumento, já há muito em ruínas, foram feitos sobretudo pelos pontífices Gregório XVI e Pio IX, no século XIX.
sexta-feira, julho 13, 2007
Machu Picchu - Nova Maravilha do Mundo
Machu Picchu, em quíchua Machu Pikchu, "velha montanha", também chamada "cidade perdida dos Incas", é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, actual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas, pelo encaixe entre as pedras. A construção original é formada por pedras maiores, e com encaixes com pouco espaço entre as rochas.
Consta de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e maosoléus reais.
O lugar foi elevado à categoria de Património mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações devido à interacção com o turismo por ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru.
Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, porém a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.
O Peru é o berço de uma das civilizações mais interessantes e intrigantes da história, os Incas. Atualmente, as marcas desse incrível povo estão espalhadas pelo país, representadas nas sagradas ruínas de Machu Picchu, nos templos grandiosos e na natureza exuberante de Ica.
A 7 de Julho de 2007, em Lisboa, Portugal, o monumento foi eleito e considerado oficialmente como uma das 7 maravilhas do Mundo.
A 2.400 metros de altitude, Machu Picchu está situada no alto de uma montanha, cercada por outras montanhas e circundada pelo rio Urubamba, o que e lhe proporciona uma atmosfera única de segurança e beleza. Isto explica que não foi por acaso que a civilização Inca escolheu esta montanha. Pela obra humana e pela localização geográfica Machu Picchu é considerada patrimônio cultural da humanidade.
A disposição dos prédios, a excelência do trabalho, e o grande número de terraços para agricultura são impressionantes. No meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias.
Segundo a histórica inca, tudo planejado para a passagem do deus sol.
É possível chegar à cidade sagrada de trem, mas a opção imperdível para quem gosta de aventura é percorrer a Trilha Inca e chegar em Machu Picchu pela Porta do Sol. Pode-se realizar a Trilha Completa, caminhando os 45 km em 4 dias com pernoites nos acampamentos com total infra-estrutura, ou fazer a Trilha Curta, que pode ser realizada de duas maneiras: em dois dias, com pernoite no alojamento próximo às ruínas de Wina Wayna, chegando à Porta do Sol pela manhã ou caminhar os 12 km num único dia, chegando em Machu Picchu no final da tarde.
Formas de acesso
A partir da cidade de Cusco a viagem de trem leva três a quatro horas, até chegar ao povoado de Aguas Calientes. Neste local há micro-ônibus freqüentes, que levam cerca de 30 minutos para chegar a Machu Picchu.
Seguindo o Caminho Inca em uma caminhada de 4 dias.
A partir da cidade de Cusco, fazer o passeio do Vale Sagrado dos Incas até Ollantaytambo e aí tomar o trem até Aguas Calientes e daí em micro-ônibus.
Também é acessível de helicóptero, em um vôo de 30 minutos a partir de Cusco.
Superfície
O parque arqueológico, urbano e agrícola, de Machu Picchu, ou seja, a cidadela propriamente dita, tem um área de mais ou menos 10 hectares. O Santuário Histórico de Machu Picchu se estende sobre uma superfície de 32.592 hectares, 80,535 acres (325,92 km²), um amplo território da Província de Urubamba no Departamento de Cusco.
Redescobrimento
Foi o professor norte-americano Hiram Bingham quem, à frente de uma expedição da Universidade de Yale, redescobriu e apresentou ao mundo Machu Picchu em 24 de julho de 1911. Este antropólogo, historiador ou simplesmente, explorador aficcionado da arqueologia, realizou uma investigação da zona depois de haver iniciado os estudos arqueológicos. Bingham criou o nome de "a Cidade Perdida dos Incas" através de seu primeiro livro Lost City of the Incas. Porém, naquela época, a meta de Bingham era outra: encontrar a legendária capital dos descendentes dos Incas, Vilcabamba, tida como baluarte da resistência contra os invasores espanhóis, entre 1536 e 1572. Ao penetrar pelo canyon do Urubamba, Bingham, no desolado sítio de Mandorbamba, recebeu do camponês Melchor Arteaga o relato que no alto de cerro Machu Picchu existiam abundantes ruinas. Alcançá-la significava subir por uma empinada ladeira coberta de vegetação.
Quando Bingham chegou a cidade pela primeira vez, obviamente encontrou a cidade tomada por vegetação nativa e árvore. E tambêm era infestada de víboras.
Embora céptico, conhecedor dos muitos mitos que existem sobre as cidades perdidas, Bingham insistiu em ser guiado ao lugar. Chegando ao cume, um dos meninos das duas famílias de pastores que residiam no local o conduziu aonde, efetivamente, apareciam imponentes construções arqueológicas cobertas pelo manto verde da vegetação tropical e, em evidente estado de abandono há muitos séculos. Enquanto inspecionava as ruínas, Bingham, assombrado, anotava em seu diário:
"Would anyone believe what I have found?" (Acreditará alguém no que encontrei?).Hiram Bingham
Depois desta expedição, Bingham voltou ao lugar em 1912 e, nos anos seguintes (1914 e 1915), diversos exploradores levantaram mapas e exploraram detalhadamente o local e os arredores.
Suas escavações, não muito ortodoxas, em diversos lugares de Machu Picchu, lhe permitiram reunir 555 vasos, aproximadamente 220 objetos de bronze, cobre, prata e de pedra , entre outros materiais. A cerâmica mostra expressões da arte inca e o mesmo deve dizer-se das peças de metal: braceletes, brincos e prendedores decorados, além de facas e machados. Ainda que não tenham sido encontrados objetos de ouro, o material identificado por Bingham era suficiente para inferir que Machu Picchu remonta aos tempos de esplendor inca, algo que já evidenciava seu estilo arquitetônico.
Bingham reconheceu também outros importantes grupos arqueológicos nas imediações: Sayacmarca, Phuyupatamarca, a fortaleza de Vitcos e importantes trechos de caminhos (Caminho Inca), todos eles interessantes exemplos da arquitetura desse império. Tanto os restos encontrados como as evidências arquitetônicas levam os investigadores a crer que a cidade de Machu Picchu terminou de ser construída entre fim do século XV e início do século XVI.
Turismo
Machu Picchu recebe turistas do mundo todo, e tem uma infra-estrutura completa para o turista, o preço é bem caro se comparado a todas as outras atrações da região. Para maiores informações consulte a Rota Bolívia-Peru-Chile.
Consta de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a outra urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e maosoléus reais.
O lugar foi elevado à categoria de Património mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações devido à interacção com o turismo por ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru.
Há diversas teorias sobre a função de Machu Picchu, porém a mais aceita afirma que foi um assentamento construído com o objetivo de supervisionar a economia das regiões conquistadas e com o propósito secreto de refugiar o soberano Inca e seu séquito mais próximo, no caso de ataque.
O Peru é o berço de uma das civilizações mais interessantes e intrigantes da história, os Incas. Atualmente, as marcas desse incrível povo estão espalhadas pelo país, representadas nas sagradas ruínas de Machu Picchu, nos templos grandiosos e na natureza exuberante de Ica.
A 7 de Julho de 2007, em Lisboa, Portugal, o monumento foi eleito e considerado oficialmente como uma das 7 maravilhas do Mundo.
A 2.400 metros de altitude, Machu Picchu está situada no alto de uma montanha, cercada por outras montanhas e circundada pelo rio Urubamba, o que e lhe proporciona uma atmosfera única de segurança e beleza. Isto explica que não foi por acaso que a civilização Inca escolheu esta montanha. Pela obra humana e pela localização geográfica Machu Picchu é considerada patrimônio cultural da humanidade.
A disposição dos prédios, a excelência do trabalho, e o grande número de terraços para agricultura são impressionantes. No meio das montanhas, os templos, casas e cemitérios estão distribuídos de maneira organizada, abrindo ruas e aproveitando o espaço com escadarias.
Segundo a histórica inca, tudo planejado para a passagem do deus sol.
É possível chegar à cidade sagrada de trem, mas a opção imperdível para quem gosta de aventura é percorrer a Trilha Inca e chegar em Machu Picchu pela Porta do Sol. Pode-se realizar a Trilha Completa, caminhando os 45 km em 4 dias com pernoites nos acampamentos com total infra-estrutura, ou fazer a Trilha Curta, que pode ser realizada de duas maneiras: em dois dias, com pernoite no alojamento próximo às ruínas de Wina Wayna, chegando à Porta do Sol pela manhã ou caminhar os 12 km num único dia, chegando em Machu Picchu no final da tarde.
Formas de acesso
A partir da cidade de Cusco a viagem de trem leva três a quatro horas, até chegar ao povoado de Aguas Calientes. Neste local há micro-ônibus freqüentes, que levam cerca de 30 minutos para chegar a Machu Picchu.
Seguindo o Caminho Inca em uma caminhada de 4 dias.
A partir da cidade de Cusco, fazer o passeio do Vale Sagrado dos Incas até Ollantaytambo e aí tomar o trem até Aguas Calientes e daí em micro-ônibus.
Também é acessível de helicóptero, em um vôo de 30 minutos a partir de Cusco.
Superfície
O parque arqueológico, urbano e agrícola, de Machu Picchu, ou seja, a cidadela propriamente dita, tem um área de mais ou menos 10 hectares. O Santuário Histórico de Machu Picchu se estende sobre uma superfície de 32.592 hectares, 80,535 acres (325,92 km²), um amplo território da Província de Urubamba no Departamento de Cusco.
Redescobrimento
Foi o professor norte-americano Hiram Bingham quem, à frente de uma expedição da Universidade de Yale, redescobriu e apresentou ao mundo Machu Picchu em 24 de julho de 1911. Este antropólogo, historiador ou simplesmente, explorador aficcionado da arqueologia, realizou uma investigação da zona depois de haver iniciado os estudos arqueológicos. Bingham criou o nome de "a Cidade Perdida dos Incas" através de seu primeiro livro Lost City of the Incas. Porém, naquela época, a meta de Bingham era outra: encontrar a legendária capital dos descendentes dos Incas, Vilcabamba, tida como baluarte da resistência contra os invasores espanhóis, entre 1536 e 1572. Ao penetrar pelo canyon do Urubamba, Bingham, no desolado sítio de Mandorbamba, recebeu do camponês Melchor Arteaga o relato que no alto de cerro Machu Picchu existiam abundantes ruinas. Alcançá-la significava subir por uma empinada ladeira coberta de vegetação.
Quando Bingham chegou a cidade pela primeira vez, obviamente encontrou a cidade tomada por vegetação nativa e árvore. E tambêm era infestada de víboras.
Embora céptico, conhecedor dos muitos mitos que existem sobre as cidades perdidas, Bingham insistiu em ser guiado ao lugar. Chegando ao cume, um dos meninos das duas famílias de pastores que residiam no local o conduziu aonde, efetivamente, apareciam imponentes construções arqueológicas cobertas pelo manto verde da vegetação tropical e, em evidente estado de abandono há muitos séculos. Enquanto inspecionava as ruínas, Bingham, assombrado, anotava em seu diário:
"Would anyone believe what I have found?" (Acreditará alguém no que encontrei?).Hiram Bingham
Depois desta expedição, Bingham voltou ao lugar em 1912 e, nos anos seguintes (1914 e 1915), diversos exploradores levantaram mapas e exploraram detalhadamente o local e os arredores.
Suas escavações, não muito ortodoxas, em diversos lugares de Machu Picchu, lhe permitiram reunir 555 vasos, aproximadamente 220 objetos de bronze, cobre, prata e de pedra , entre outros materiais. A cerâmica mostra expressões da arte inca e o mesmo deve dizer-se das peças de metal: braceletes, brincos e prendedores decorados, além de facas e machados. Ainda que não tenham sido encontrados objetos de ouro, o material identificado por Bingham era suficiente para inferir que Machu Picchu remonta aos tempos de esplendor inca, algo que já evidenciava seu estilo arquitetônico.
Bingham reconheceu também outros importantes grupos arqueológicos nas imediações: Sayacmarca, Phuyupatamarca, a fortaleza de Vitcos e importantes trechos de caminhos (Caminho Inca), todos eles interessantes exemplos da arquitetura desse império. Tanto os restos encontrados como as evidências arquitetônicas levam os investigadores a crer que a cidade de Machu Picchu terminou de ser construída entre fim do século XV e início do século XVI.
Turismo
Machu Picchu recebe turistas do mundo todo, e tem uma infra-estrutura completa para o turista, o preço é bem caro se comparado a todas as outras atrações da região. Para maiores informações consulte a Rota Bolívia-Peru-Chile.
quinta-feira, julho 12, 2007
Chichén Itzá - Nova Maravilha do Mundo
Chichén Itzá é uma cidade arqueológica maia localizada no estado mexicano de Iucatã. Chichén Itzá, a mais famosa Cidade Templo Maia, funcionou como centro político e económico da civilização maia. As várias estruturas – a pirâmide de Kukulkan, o Templo de Chac Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de Jogos dos Prisioneiros – podem ainda hoje ser admiradas e são demonstrativas de um extraordinário compromisso para com a composição e espaço arquitetónico. A pirâmide foi o último e, sem qualquer dúvida, o mais grandioso de todos os templos da civilização maia. O nome Chichén-Itzá tem raiz maia e significa "na beirada do poço do povo Itza". Estima-se que Chichén-Itzá foi fundada por volta dos anos 435 e 455.
A pirâmide em Chichén Itzá (anterior a 800 d.C.), Península de Yucatan, México, Chichén Itzá, a mais famosa Cidade Templo Maia, funcionou como centro político e económico da civilização maia. As várias estruturas – a pirâmide de Kukulkan, o Templo de Chac-Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de Jogos dos Prisioneiros – podem ainda hoje ser admiradas e são demonstrativas de um extraordinário compromisso para com a composição e espaço arquitectónico. A pirâmide foi o último e, sem qualquer dúvida, o mais grandioso de todos os templos da civilização maia
A pirâmide em Chichén Itzá (anterior a 800 d.C.), Península de Yucatan, México, Chichén Itzá, a mais famosa Cidade Templo Maia, funcionou como centro político e económico da civilização maia. As várias estruturas – a pirâmide de Kukulkan, o Templo de Chac-Mool, a Praça das Mil Colunas, e o Campo de Jogos dos Prisioneiros – podem ainda hoje ser admiradas e são demonstrativas de um extraordinário compromisso para com a composição e espaço arquitectónico. A pirâmide foi o último e, sem qualquer dúvida, o mais grandioso de todos os templos da civilização maia
quarta-feira, julho 11, 2007
Taj Mahal - Nova Maravilha do Mundo
O Taj Mahal (em persa تاج محل) é um mausoléu situado em Agra, pequena cidade da Índia.Foi recentemente anunciado como uma das Novas sete maravilhas do mundo em uma celebracao em Lisboa dia 07/07/2007.
A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 22 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no suntuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.
Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semi preciosas, tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes.
Supõe-se que o imperador pretendia fazer para ele próprio uma réplica do Taj Mahal original na outra margem do rio, em mármore preto, mas acabou deposto antes do início das obras por um de seus filhos.
Apesar de sua opulência, o Taj Mahal é na verdade um gigantesco mausoléu e não um palácio, como muitos pensam.
Conta a lenda que, por ordem do monarca, depois de terminar seu trabalho, os artesãos tiveram suas mãos cortadas para impedir que pudessem reproduzir a obra.
A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 22 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no suntuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.
Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semi preciosas, tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes.
Supõe-se que o imperador pretendia fazer para ele próprio uma réplica do Taj Mahal original na outra margem do rio, em mármore preto, mas acabou deposto antes do início das obras por um de seus filhos.
Apesar de sua opulência, o Taj Mahal é na verdade um gigantesco mausoléu e não um palácio, como muitos pensam.
Conta a lenda que, por ordem do monarca, depois de terminar seu trabalho, os artesãos tiveram suas mãos cortadas para impedir que pudessem reproduzir a obra.
O Taj Mahal, é não mais do que uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser. Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza, sendo poucos os que lhe ficaram indiferentes.
Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira... Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Reza a história que se cruzaram acidentalmente mas seus destinos ficaram unidos para todo o sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimónia do casamento teve lugar do ano de 1612, na qual o imperador a rebaptizou de Mumtaz Mahal ou "A eleita do palácio". O Príncipe, foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, "O Rei do mundo" e governou em paz.
Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho de Shah Jahan, morreu aos aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente desgostoso e inconsolável e, segundo crónicas posteriores, toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Durante esse período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.
Shah Jahan ordenou então que fosse construído um monumento sem igual, para que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquitecto, mas reuniram-se em Agra as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, Jade e cristal da China, Turquesa do Tibet, Lapis Lazulis do Afeganistão, Ágatas do Yemen, Safiras do Ceilão, Ametistas da Pérsia, Corais da Arábia Saudita, Quartzo dos Himalaias, Ambar do Oceano Índico.
Surge assim o Taj Mahal. O seu nome é uma variação curta de Mumtaz Mahal.. o nome da mulher cuja a memória preserva. O nome "Taj", é de origem Persa, que significa Coroa. "Mahal" é arábico e significa lugar. Devidamente enquadrado num jardim simétrico, tipicamente muçulmano, dividido em quadrados iguais cruzado por um canal ladeado de ciprestes onde se reflecte a sua imagem mais imponente. Por dentro, o mausoléu é também impressionante e deslumbrante. Na penumbra, a câmara mortuária está rodeada por finas paredes de mármore incrustado com pedras preciosas que forma uma cortina de milhares de cores. A sonoridade do interior, amplo e elevado é triste e misterioso, como um eco que soa e ressoa sem nunca se deter.
Sobre o edifício surge uma cúpula esplendorosa, que é a coroa do Taj Mahal. Esta é rodeada por quatro cúpulas mais pequenas, e nos extremos da plataforma sobressaem quatro torres que foram construídas com uma pequena inclinação, para que em caso de desabamento, nunca caiam sobre o edifício principal.
Os arabescos exteriores são desenhos muçulmanos de pedras semi preciosas incrustadas no mármore branco, segundo uma técnica Italiana utilizada pelos artesãos hindus. Estas incrustações eram feitas com tamanha precisão que as juntas somente se distinguem à lupa. Uma flor de apenas sete centímetros quadrados, pode ter até 60 incrustações distintas. O rendilhado das janelas foi trabalhado a partir de blocos de mármore maciço.
Diz-se que o imperador Shah Jahan queria construir também o seu próprio mausoléu. Este seria do outro lado do rio. Muito mais deslumbrante, muito mais caro, todo em mármore preto, que seria posteriormente unido com o Taj Mahal através de uma ponte de ouro. Tal empreendimento nunca chegou a ser levado a cabo. Após perder o poder, o imperador foi encarcerado no seu palácio e, a partir dos seus alojamentos, contemplou a sua grande obra até à morte. O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa, sendo esta a única quebra na perfeita simetria de todo o complexo do Taj Mahal.
Após quase quatro séculos, milhões de visitantes continuam a reter a sua aura romântica... o Taj Mahal, será para todo o sempre um lágrima solitária no tempo.
segunda-feira, julho 09, 2007
Petra - Nova Maravilha do Mundo
Petra (do grego "petrus", pedra; árabe: البتراء, al-Bitrā) é um importante enclave arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba. Em 7 de Julho de 2007 ela foi escolhida uma das Novas sete maravilhas do mundo.
Antecedentes
A região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo dos Edomitas, recebendo o nome de Edom. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos israelitas, mas permaneceu sob domínio edomita até à anexação pelo império persa. Importante rota comercial entre a Península Arábica e Damasco (Síria) durante o século VI a.C., Edom foi colonizada pelos Nabateus (uma das tribos árabes), o que forçou os Edomitas a mudarem-se para o sul da Palestina.
Fundação
O ano 312 a.C. é apontado como data do estabelecimento dos Nabateus no enclave de Petra e da nomeação desta como sua capital. Durante o período de influência helenística dos Selêucidas e dos Ptolomaicos, Petra e a região envolvente floresceram material e culturalmente, graças ao aumento das trocas comerciais pela fundação de novas cidades: Rabbath 'Ammon (a moderna Amã) e Gerasa (actualmete Jerash).
Devido aos conflitos entre Selêucidas e Ptolomaicos, os Nabateus ganharam o controlo das rotas de comércio entre a Arábia e a Síria. Sob domínio nabateu, Petra converteu-se no eixo do comércio de especiarias, servindo de ponto de encontro entre as caravanas provenientes de Aqaba e as de cidades de Damasco e Palmira.
O estilo arquitectónico dos Nabateus, de influência greco-romana e oriental, revela a sua natureza activa e cosmopolita. Este povo acreditava que Petra se encontrava sob a protecção do deus dhû Sharâ (Dusares, em grego).
Época Romana
Entre os anos 64 e 63 a.C., os territórios nabateus foram conquistados pelo general Pompeu e anexados ao Império Romano, na sua campanha para reconquistar as cidades tomadas pelos Hebreus. Contudo, após a vitória, Roma concedeu relativa autonomia a Petra e aos Nabateus, sendo as suas únicas obrigações o pagamento de impostos e a defesa das fronteiras das tribos do deserto.
No entanto, em 106 d.C., Trajano retirou-lhes este estatuto, convertendo Petra e Nabateia em províncias sob o controlo directo de Roma (Arábia Petrae). Adriano, seu sucessor, rebaptizou-a de Hadriana Petrae, em honra de si próprio.
Época Bizantina
Em 313 d.C., o Cristianismo converteu-se na religião oficial do Império Romano, o que teve as suas repercussões na região de Petra. Em 395, Constantino fundou o Império Bizantino, com capital em Constatinopla (actual Istambul).
Petra continuou a prosperar sob o seu domínio até 363, ano em que um terramoto destruiu quase metade da cidade. Contudo a cidade não morreu: após este acontecimento muitos dos edifícios "antigos" foram derrubados e reutilizados para a construção de novos, em particular igrejas e edifícios públicos.
Em 551, um segundo terramoto (mais grave que o anterior) destruiu a cidade quase por completo. Petra não se conseguiu recuperar desta catástrofe, pois a mudança nas rotas comerciais diminuíram o interesse neste enclave.
Redescoberta de Petra
As ruínas de Petra foram objeto de curiosidade a partir da Idade Média, atraíndo visitantes como o sultão Baybars do Egipto, no princípio do século XIII. O primeiro europeu a descobrir as ruínas de Petra foi Johann Ludwig Burckhardt (1812), tendo o primeiro estudo arqueológico científico sido empreendido por Ernst Brünnow e Alfred von Domaszewski, publicado na sua obra Die Provincia Arabia (1904).
Petra nos dias de hoje
A 6 de Dezembro de 1985, Petra foi reconhecida como Património da Humanidade pela UNESCO.
Em 2004, o governo jordano estabeleceu um contrato com uma empresa inglesa para construir uma auto-estrada que levasse a Petra tanto estudiosos como turistas.
Curiosidades
O edifício da Câmara do Tesouro, em Petra, foi utilizado como cenário no filme Indiana Jones e a Última Cruzada. O interior mostrado no filme não corresponde, no entanto, ao interior do dito edifício, tendo sido fabricado em estúdio.
Tintim, herói de história em quadrinhos belga, visita Petra no álbum Perdidos no Mar (ou Carvão no Porão).
Petra é famosa principalmente pelos seus monumentos escavados na rocha, que apresentam fachadas de tipo helenístico (como o célebre El Khazneh).
Antecedentes
A região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo dos Edomitas, recebendo o nome de Edom. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos israelitas, mas permaneceu sob domínio edomita até à anexação pelo império persa. Importante rota comercial entre a Península Arábica e Damasco (Síria) durante o século VI a.C., Edom foi colonizada pelos Nabateus (uma das tribos árabes), o que forçou os Edomitas a mudarem-se para o sul da Palestina.
Fundação
O ano 312 a.C. é apontado como data do estabelecimento dos Nabateus no enclave de Petra e da nomeação desta como sua capital. Durante o período de influência helenística dos Selêucidas e dos Ptolomaicos, Petra e a região envolvente floresceram material e culturalmente, graças ao aumento das trocas comerciais pela fundação de novas cidades: Rabbath 'Ammon (a moderna Amã) e Gerasa (actualmete Jerash).
Devido aos conflitos entre Selêucidas e Ptolomaicos, os Nabateus ganharam o controlo das rotas de comércio entre a Arábia e a Síria. Sob domínio nabateu, Petra converteu-se no eixo do comércio de especiarias, servindo de ponto de encontro entre as caravanas provenientes de Aqaba e as de cidades de Damasco e Palmira.
O estilo arquitectónico dos Nabateus, de influência greco-romana e oriental, revela a sua natureza activa e cosmopolita. Este povo acreditava que Petra se encontrava sob a protecção do deus dhû Sharâ (Dusares, em grego).
Época Romana
Entre os anos 64 e 63 a.C., os territórios nabateus foram conquistados pelo general Pompeu e anexados ao Império Romano, na sua campanha para reconquistar as cidades tomadas pelos Hebreus. Contudo, após a vitória, Roma concedeu relativa autonomia a Petra e aos Nabateus, sendo as suas únicas obrigações o pagamento de impostos e a defesa das fronteiras das tribos do deserto.
No entanto, em 106 d.C., Trajano retirou-lhes este estatuto, convertendo Petra e Nabateia em províncias sob o controlo directo de Roma (Arábia Petrae). Adriano, seu sucessor, rebaptizou-a de Hadriana Petrae, em honra de si próprio.
Época Bizantina
Em 313 d.C., o Cristianismo converteu-se na religião oficial do Império Romano, o que teve as suas repercussões na região de Petra. Em 395, Constantino fundou o Império Bizantino, com capital em Constatinopla (actual Istambul).
Petra continuou a prosperar sob o seu domínio até 363, ano em que um terramoto destruiu quase metade da cidade. Contudo a cidade não morreu: após este acontecimento muitos dos edifícios "antigos" foram derrubados e reutilizados para a construção de novos, em particular igrejas e edifícios públicos.
Em 551, um segundo terramoto (mais grave que o anterior) destruiu a cidade quase por completo. Petra não se conseguiu recuperar desta catástrofe, pois a mudança nas rotas comerciais diminuíram o interesse neste enclave.
Redescoberta de Petra
As ruínas de Petra foram objeto de curiosidade a partir da Idade Média, atraíndo visitantes como o sultão Baybars do Egipto, no princípio do século XIII. O primeiro europeu a descobrir as ruínas de Petra foi Johann Ludwig Burckhardt (1812), tendo o primeiro estudo arqueológico científico sido empreendido por Ernst Brünnow e Alfred von Domaszewski, publicado na sua obra Die Provincia Arabia (1904).
Petra nos dias de hoje
A 6 de Dezembro de 1985, Petra foi reconhecida como Património da Humanidade pela UNESCO.
Em 2004, o governo jordano estabeleceu um contrato com uma empresa inglesa para construir uma auto-estrada que levasse a Petra tanto estudiosos como turistas.
Curiosidades
O edifício da Câmara do Tesouro, em Petra, foi utilizado como cenário no filme Indiana Jones e a Última Cruzada. O interior mostrado no filme não corresponde, no entanto, ao interior do dito edifício, tendo sido fabricado em estúdio.
Tintim, herói de história em quadrinhos belga, visita Petra no álbum Perdidos no Mar (ou Carvão no Porão).
Petra é famosa principalmente pelos seus monumentos escavados na rocha, que apresentam fachadas de tipo helenístico (como o célebre El Khazneh).
sexta-feira, julho 06, 2007
21 Candidatos a Novas Maravilhas do Mundo
Após uma selecção inicial, feita por sete especialistas, os 21 finalistas dos monumentos classificados pela UNESCO como património da humanidade anteriores ao século XXI.
Estes são os 21 candidatos às Novas 7 Maravilhas do Mundo . Vote nos seus candidatos (eu ja votei, vamos ser se alguns são ser os premiados):
- Acrópole – Atenas, Grécia

- Alhambra – Granada, Espanha

- Angkor Wat – Camboja (*)

- Basílica de Santa Sofia – Istambul, Turquia

- Castelo de Neuschwanstein – Füssen, Alemanha
- Chichén Itzá – Yucatan, México (*)

- Coliseu – Roma, Itália

- Cristo Redentor – Rio de Janeiro, Brasil

- Estátua da Liberdade – Nova Iorque, EUA

- Estátuas da Ilha de Páscoa – Chile (*)

- Grande Muralha – China

- Kremlim – Moscovo, Rússia

- Machu Picchu – Peru (*)

- Opera House – Sydney, Austrália

- Petra – Jordânia (*)

- Pirâmides de Gize – Egipto (*)

- Stonehenge – Amesbury, Reino Unido (*)

- Taj Mahal – Agra, Índia
- Templo Kiyomizu – Quioto, Japão

- Timbuktu – Mali

- Torre Eiffel – Paris, França

quinta-feira, julho 05, 2007
Desafio Musical
1 - Pôr o Windows Media Player no modo aleatório (ou outro player qualquer que tenham)
2 - Carregar "seguinte" para cada pergunta.
3 - Usar o título da música como resposta a cada pergunta, mesmo que não faça sentido e sem fazer batota!
4 - Com as respostas, fazer os próprios comentários em relação às perguntas e às respostas.
5 - Publicar os resultados e convidar outras pessoas a responderem ao mesmo desafio.
1- Como te sentes hoje?
One Last Cry (Marina Elali)
Não tenho vontade nenhuma de chorar…
2 - Vais ser alguém na vida?
Quien me lva a decir (David Bisbal)
Pois, pelos vistos vai ser sempre uma luta…
3 - Como os teus amigos te vêem?
She (Elvis Costello)
Sou eu mesma lol
4 - Vais casar?
Mas que Nada (feat. The Black Eyed Peas)
Estou a ver que não … !?
5 - Qual é a música do teu melhor amigo?
Mais que uma vez (Anjos)
Pois, não tenho a certeza que seja ;P
6 - Qual é a história da tua vida?
One (Bono)
Pois eu sempre desconfiei que só se vivia uma vez ;)
7 - Como é que foi a escola secundária?
The way you look tonight (Michael Bublé)
Sem comentários
8 - Como é que podes ir adiante na vida?
Sei de uma camponesa (Rui Veloso)
Eu gosto de jardinazem… vai tornar-me uma camponesa???
9 - Qual é a melhor coisa nos teus amigos?
You Belong to me (Michael Bublé)
Puxa que possessiva que eu sou lol. Todos me pretencem :)
10 - O que é está "in" esta semana?
Everthing (Michael Bublé)
Sim, sim, está tudo “in”esta semana.
11 - Como é a tua vida?
Happy Ending (Mika)
A minha vida tem sempre um final feliz.. era bom não era??
12 - Que música vai tocar no teu funeral?
Shakalaka Boom Boom (Himesh Reshammiya)
Bem grande música para um funeral… estão todos a comemorar :(
(Acho k não!)
13 - Como é que o mundo te vê?
Danger Zone (Gwen Stefani)
Nalguns dias sou mesmo uma zone a ter cuidado (sai de baixo!)
14 - Vais ter uma vida feliz?
I Cried for You (Katie Melua)
Olha parece k não vai ser nada boa… até vão chorar por mim LOL
15 - O que é que os teus amigos REALMENTE pensam sobre ti?
Asignatura Pendiente (Ricky Martin)
Não sei comentar esta :P
16 - As pessoas têm inveja de ti?
Speed Of Sound (Coldplay)
Não sei??? Têm inveja de eu andar sempre a 100 à hora??
17 - Como te podes fazer feliz?
Fotografia (Nelly Furtado)
Esta está correcta e fico bastante feliz por tirar fotografias (o meu hobbie favorito)
18 - Com que música farias um striptease?
Chanda Chamke (Fanaa)
Esta musica é Indiana, dá para fazer dança do ventre, tb é sexy : )
19 - Se um homem numa carrinha te oferecesse um doce, o que farias?
Highway Blues (Marc Seales )
Ok, mandava o homem dar uma volta pela auto-estrada!
20 - O que é a tua mãe pensa de ti?
Fuego De Noche, Nieve De Día (Ricky Martin)
Será???
21 - Qual é o teu segredo mais escuro e profundo?
Volverte A Ver (Juanes )
Voltar a ver quem???
22 - Qual é a música do teu inimigo mortal?
Digale (David Bisbal)
Inimigos mortais? O que é isso???
23 - Como é a tua personalidade?
Love Today (Mika)
Adoro esta musica, Amor todos os dias : )
24 - Que música vai tocar no dia do teu casamento?
I'm A Believer (Smashmouth)
É uma musica divertida… toca no filme do Shrek e no final ele casa com a Fiona (que tb é uma orge), alguém me está a chamar orge??? ;)
2 - Carregar "seguinte" para cada pergunta.
3 - Usar o título da música como resposta a cada pergunta, mesmo que não faça sentido e sem fazer batota!
4 - Com as respostas, fazer os próprios comentários em relação às perguntas e às respostas.
5 - Publicar os resultados e convidar outras pessoas a responderem ao mesmo desafio.
1- Como te sentes hoje?
One Last Cry (Marina Elali)
Não tenho vontade nenhuma de chorar…
2 - Vais ser alguém na vida?
Quien me lva a decir (David Bisbal)
Pois, pelos vistos vai ser sempre uma luta…
3 - Como os teus amigos te vêem?
She (Elvis Costello)
Sou eu mesma lol
4 - Vais casar?
Mas que Nada (feat. The Black Eyed Peas)
Estou a ver que não … !?
5 - Qual é a música do teu melhor amigo?
Mais que uma vez (Anjos)
Pois, não tenho a certeza que seja ;P
6 - Qual é a história da tua vida?
One (Bono)
Pois eu sempre desconfiei que só se vivia uma vez ;)
7 - Como é que foi a escola secundária?
The way you look tonight (Michael Bublé)
Sem comentários
8 - Como é que podes ir adiante na vida?
Sei de uma camponesa (Rui Veloso)
Eu gosto de jardinazem… vai tornar-me uma camponesa???
9 - Qual é a melhor coisa nos teus amigos?
You Belong to me (Michael Bublé)
Puxa que possessiva que eu sou lol. Todos me pretencem :)
10 - O que é está "in" esta semana?
Everthing (Michael Bublé)
Sim, sim, está tudo “in”esta semana.
11 - Como é a tua vida?
Happy Ending (Mika)
A minha vida tem sempre um final feliz.. era bom não era??
12 - Que música vai tocar no teu funeral?
Shakalaka Boom Boom (Himesh Reshammiya)
Bem grande música para um funeral… estão todos a comemorar :(
(Acho k não!)
13 - Como é que o mundo te vê?
Danger Zone (Gwen Stefani)
Nalguns dias sou mesmo uma zone a ter cuidado (sai de baixo!)
14 - Vais ter uma vida feliz?
I Cried for You (Katie Melua)
Olha parece k não vai ser nada boa… até vão chorar por mim LOL
15 - O que é que os teus amigos REALMENTE pensam sobre ti?
Asignatura Pendiente (Ricky Martin)
Não sei comentar esta :P
16 - As pessoas têm inveja de ti?
Speed Of Sound (Coldplay)
Não sei??? Têm inveja de eu andar sempre a 100 à hora??
17 - Como te podes fazer feliz?
Fotografia (Nelly Furtado)
Esta está correcta e fico bastante feliz por tirar fotografias (o meu hobbie favorito)
18 - Com que música farias um striptease?
Chanda Chamke (Fanaa)
Esta musica é Indiana, dá para fazer dança do ventre, tb é sexy : )
19 - Se um homem numa carrinha te oferecesse um doce, o que farias?
Highway Blues (Marc Seales )
Ok, mandava o homem dar uma volta pela auto-estrada!
20 - O que é a tua mãe pensa de ti?
Fuego De Noche, Nieve De Día (Ricky Martin)
Será???
21 - Qual é o teu segredo mais escuro e profundo?
Volverte A Ver (Juanes )
Voltar a ver quem???
22 - Qual é a música do teu inimigo mortal?
Digale (David Bisbal)
Inimigos mortais? O que é isso???
23 - Como é a tua personalidade?
Love Today (Mika)
Adoro esta musica, Amor todos os dias : )
24 - Que música vai tocar no dia do teu casamento?
I'm A Believer (Smashmouth)
É uma musica divertida… toca no filme do Shrek e no final ele casa com a Fiona (que tb é uma orge), alguém me está a chamar orge??? ;)
quarta-feira, julho 04, 2007
Bookcrossing
Tomei conhecimento através da rádio Comercial, no domingo passado, durante o programa "O meu blog dava um programa de rádio", do blog "..Quanto a mmmim.." (da mariadocostume) e tive muita curiosidade em visitar o site dela, pk eu tb adoro ler.
A quando da minha visita ao blog dela, li num dos seus posts a referencia um site na Internet sobre a livre circulação de livros (gostei bastante e tb tive que me inscrever), muito basicamente é uma base de dados gigantesca (mesmo em escala universal) dos livros que os cibernautas gostam de ler, e que tb querem partilhar com outros cibernautas.
Eu já convidei algumas amigas minhas para visitarem o site bookcrossing e para se inscreverem tb.
Espero k gostem e boas leituras
A quando da minha visita ao blog dela, li num dos seus posts a referencia um site na Internet sobre a livre circulação de livros (gostei bastante e tb tive que me inscrever), muito basicamente é uma base de dados gigantesca (mesmo em escala universal) dos livros que os cibernautas gostam de ler, e que tb querem partilhar com outros cibernautas.
Eu já convidei algumas amigas minhas para visitarem o site bookcrossing e para se inscreverem tb.
Espero k gostem e boas leituras
sexta-feira, junho 30, 2006
Coisas Boas da Vida
Hoje estava a ler uma revista que falava sobre os bons momentos da vida, aqui vão alguns exemplos deles:
- Comprar um saco cheio de cerejas lindas
- Patinar
- Ler um bom livro
- Fazer uma aula de ginática, ouvir música e dançar
- Estar quente na cama com uma almofada quente
- Mergulhar no mar e sentir a água fresca
- Deitar na areia da praia e sentir o calor do sol
- Comprar um saco cheio de cerejas lindas
- Patinar
- Ler um bom livro
- Fazer uma aula de ginática, ouvir música e dançar
- Estar quente na cama com uma almofada quente
- Mergulhar no mar e sentir a água fresca
- Deitar na areia da praia e sentir o calor do sol
segunda-feira, junho 26, 2006
Adeus Argentina!!!
Terça-feira, 18 de Abril de 2006
Hoje é o nosso último dia destas férias espectaculares, temos o dia livre, durante a manhã pudemos ir fazer umas últimas compras. Temos marcado um almoço de despedida na zona chique de Buenos Aires, Puerto Madero e na parte da tarde pudemos ir fazer mais umas compras que nos tenhamos esquecido, ou dar uns passeios pelos bairros que ainda não fomos, pois o nosso vôo está só marcado para as 21:30.
Já fizemos o check out, mas as malas grandes ainda ficaram no quarto, as coisas de mão deixa-mos na recepção guardadas para não andarmos carregadas com elas.
Fomos à Rua Florida, comprei um cachecol de pura caxemira para a minha irmã e depois descobri uma mochila branca com umas flores muito bonita e como estava em saldos decidi comprar, antes do saldo eram 130,00 pesos, estavam a vender por 99,00 pesos, mas consegui comprar por 90,pesos.
Agora estamos a descansar na recepção do hotel à espera dos autocarros, para irmos almoçar.
O restaurante fica mesmo em cima do Rio Prata, temos uma vista espectacular do rio e do porto. Foi um momento de descanso de apreciarmos, a nossa última refeição na Argentina, de trocarmos contactos e tirarmos as últimas fotografias em grupo.
Eu lembrei-me de pedir a todas as pessoas do grupo, para que dessem a suas opiniões sobre o passeio, o quanto tinham gostado, para que mais tarde possa recordar as sensações de todos.
Depois do almoço foi colocado ao dispor de todos um autocarro que os levaria ao bairro Parlemo para darem um passeio a pé.
Como eu e a Fátima já tínhamos feito esse passeio e estávamos um bocado cansadas de tanto andarmos de manhã, decidimos que íamos para o hotel para aguardar os autocarros que nos levariam para o aeroporto.
Foi uma tarde muito longa e parecia que nunca mais passava, já estávamos fartas de estarmos na recepção do hotel se fazer nada, mas foram chegando mais pessoas e eu ia-me entretendo a pedir para escreverem no meu moleskine.
Já são horas de partirmos para o aeroporto, temos que fazer o check-in individual e existem várias pessoas que têm que ir ao balcão do Free Tax, para reaver o dinheiro das taxas das compras que fizeram durante esta estadia na Argentina.
Bem nem vão acreditar nas filas que nós encontramos para sairmos da Argentina, é que tínhamos que passar por uns funcionários por causa do Controlo da Imigração e tinhamos que entregar um formulário já anteriormente preenchido quando tivems que entrar em Buenos Aires, mas a maior parte das pessoas já não se lembravam do formulário, ou já o tinahm perdido, então tiveram que voltar a preenche-lo.
A Fátima como tinha dinheiro a reaver, teve que ficar na fila do Free Tax e fui andando para outras filas, e depois acabei por entrar dentro do avião porque já estavam a embarcar, mas e onde é que andava a Fátima???
Hoje é o nosso último dia destas férias espectaculares, temos o dia livre, durante a manhã pudemos ir fazer umas últimas compras. Temos marcado um almoço de despedida na zona chique de Buenos Aires, Puerto Madero e na parte da tarde pudemos ir fazer mais umas compras que nos tenhamos esquecido, ou dar uns passeios pelos bairros que ainda não fomos, pois o nosso vôo está só marcado para as 21:30.
Já fizemos o check out, mas as malas grandes ainda ficaram no quarto, as coisas de mão deixa-mos na recepção guardadas para não andarmos carregadas com elas.
Fomos à Rua Florida, comprei um cachecol de pura caxemira para a minha irmã e depois descobri uma mochila branca com umas flores muito bonita e como estava em saldos decidi comprar, antes do saldo eram 130,00 pesos, estavam a vender por 99,00 pesos, mas consegui comprar por 90,pesos.
Agora estamos a descansar na recepção do hotel à espera dos autocarros, para irmos almoçar.
O restaurante fica mesmo em cima do Rio Prata, temos uma vista espectacular do rio e do porto. Foi um momento de descanso de apreciarmos, a nossa última refeição na Argentina, de trocarmos contactos e tirarmos as últimas fotografias em grupo.
Eu lembrei-me de pedir a todas as pessoas do grupo, para que dessem a suas opiniões sobre o passeio, o quanto tinham gostado, para que mais tarde possa recordar as sensações de todos.
Depois do almoço foi colocado ao dispor de todos um autocarro que os levaria ao bairro Parlemo para darem um passeio a pé.
Como eu e a Fátima já tínhamos feito esse passeio e estávamos um bocado cansadas de tanto andarmos de manhã, decidimos que íamos para o hotel para aguardar os autocarros que nos levariam para o aeroporto.
Foi uma tarde muito longa e parecia que nunca mais passava, já estávamos fartas de estarmos na recepção do hotel se fazer nada, mas foram chegando mais pessoas e eu ia-me entretendo a pedir para escreverem no meu moleskine.
Já são horas de partirmos para o aeroporto, temos que fazer o check-in individual e existem várias pessoas que têm que ir ao balcão do Free Tax, para reaver o dinheiro das taxas das compras que fizeram durante esta estadia na Argentina.
Bem nem vão acreditar nas filas que nós encontramos para sairmos da Argentina, é que tínhamos que passar por uns funcionários por causa do Controlo da Imigração e tinhamos que entregar um formulário já anteriormente preenchido quando tivems que entrar em Buenos Aires, mas a maior parte das pessoas já não se lembravam do formulário, ou já o tinahm perdido, então tiveram que voltar a preenche-lo.
A Fátima como tinha dinheiro a reaver, teve que ficar na fila do Free Tax e fui andando para outras filas, e depois acabei por entrar dentro do avião porque já estavam a embarcar, mas e onde é que andava a Fátima???
Noite de..... Tango!!!
Segunda-feira, 17 de Abril 2006
Mais um amanha livre, depois de tomarmos o pequeno-almoço, voltamos para o quarto, temos que ficar à espera que o Diego nos traga as nossas malas já arranjadas.
A hora do nosso vôo foi alterada, vamos sair mais tarde, por isso temos que almoçar no hotel, a Fátima lembrou-se de levarmos uns croissants, umas fatias de bolo e umas peças de fruta do pequeno-almoço, para almoçarmos no quarto, para pouparmos uns pesos no almoço.
As malas já chegaram, que alivio, já estão arranjadas, agora é só voltar a por tudo lá dentro, e estamos prontas para a próxima viagem para Buenos Aires.
O vôo estava previsto para as 15:10, mas só saímos às 16:00, são 2 horas de viagem e já estamos na recta final.
Chegamos às 19:30 ao aeroporto nacional de Buenos Aires, as nossas guias já estão à nossa espera, está programado para hoje uma noite inesquecível para nos despedirmos da Argentina em grande.
Tivemos que tomar um banho rápido e vestir as nossas, melhores roupas, para irmos ver o melhor show de tango da Argentina.
Às 20:00 tínhamos que estar no autocarro, para irmos para a sala de espectáculo Senor Tango, que fica na zona Barraca de Buenos Aires.
O show está previsto para as 22:30, antes temos um jantar, como opção: bife de chouriço, frango ou truta, como sobremesa 3 bolas de gelado com suspiros em miniatura.
O show começou… cantaram sobre o início da história da Argentina, a luta entre os índios e os espanhóis e até vieram cavalos para o palco.
Cantaram sobre a história da evolução do tango através dos tempos, quando p tango era só dançado pelos homens e depois a introdução das mulheres no tango e depois chegou o tango cantado, através da voz inigualável de Carlos Gardel.
Depois vários dançarinos mostraram as várias maneiras de dançar o tango.
Apareceu o proprietário da sala de tango, que esteve a cantar e a divertir o publico, também houve um índio a tocar várias músicas com a flauta, foi muito bonito, gostei muito.
O final do espectáculo é que foi inesquecível, os vários dançarinos, o índio, as gémeas, a orquestra, o proprietário … todos a cantar sobre um palco rotativo, e do tecto cai varias bandeiras da Argentina, com confetis, a brilhar e a tocar a musica “Don’t cry for me Argentina” da Evita Perón… Todas as pessoas ficaram maravilhadas e espantadas com este inesperado final.
Eu aproveitei e terei uma foto agarrada a um dançarino de tango.
Uma noite memorável, que vai ficar para sempre na nossa memória e no nosso coração.
Mais um amanha livre, depois de tomarmos o pequeno-almoço, voltamos para o quarto, temos que ficar à espera que o Diego nos traga as nossas malas já arranjadas.
A hora do nosso vôo foi alterada, vamos sair mais tarde, por isso temos que almoçar no hotel, a Fátima lembrou-se de levarmos uns croissants, umas fatias de bolo e umas peças de fruta do pequeno-almoço, para almoçarmos no quarto, para pouparmos uns pesos no almoço.
As malas já chegaram, que alivio, já estão arranjadas, agora é só voltar a por tudo lá dentro, e estamos prontas para a próxima viagem para Buenos Aires.
O vôo estava previsto para as 15:10, mas só saímos às 16:00, são 2 horas de viagem e já estamos na recta final.
Chegamos às 19:30 ao aeroporto nacional de Buenos Aires, as nossas guias já estão à nossa espera, está programado para hoje uma noite inesquecível para nos despedirmos da Argentina em grande.
Tivemos que tomar um banho rápido e vestir as nossas, melhores roupas, para irmos ver o melhor show de tango da Argentina.
Às 20:00 tínhamos que estar no autocarro, para irmos para a sala de espectáculo Senor Tango, que fica na zona Barraca de Buenos Aires.
O show está previsto para as 22:30, antes temos um jantar, como opção: bife de chouriço, frango ou truta, como sobremesa 3 bolas de gelado com suspiros em miniatura.
O show começou… cantaram sobre o início da história da Argentina, a luta entre os índios e os espanhóis e até vieram cavalos para o palco.
Cantaram sobre a história da evolução do tango através dos tempos, quando p tango era só dançado pelos homens e depois a introdução das mulheres no tango e depois chegou o tango cantado, através da voz inigualável de Carlos Gardel.
Depois vários dançarinos mostraram as várias maneiras de dançar o tango.
Apareceu o proprietário da sala de tango, que esteve a cantar e a divertir o publico, também houve um índio a tocar várias músicas com a flauta, foi muito bonito, gostei muito.
O final do espectáculo é que foi inesquecível, os vários dançarinos, o índio, as gémeas, a orquestra, o proprietário … todos a cantar sobre um palco rotativo, e do tecto cai varias bandeiras da Argentina, com confetis, a brilhar e a tocar a musica “Don’t cry for me Argentina” da Evita Perón… Todas as pessoas ficaram maravilhadas e espantadas com este inesperado final.
Eu aproveitei e terei uma foto agarrada a um dançarino de tango.
Uma noite memorável, que vai ficar para sempre na nossa memória e no nosso coração.
Domingo de Páscoa
Domingo, 16 de Abril de 2006
Hoje é dia livre, mas existe uma excursão alternativa, para irmos andar de barco e ir visitar a Ilha Cristina, está previsto irmos dar um passeio a pé no meio do bosque durante uma hora e meia. Mas este passeio só vai ser realizado às 14:00, no período da manhã algumas pessoas podem ir assistir à missa, pois hoje é domingo de Páscoa.
Vão disponibilizar a todas as pessoas do grupo viagens de autocarro até ao centro da cidade. Eu e a Fátima vamos aproveitar para ir comprar os chocolates à loja Mamuska.
Bem nem sabem o que aconteceu!!!!, o autocarro deixou-nos ao lado da igreja e algumas pessoas foram à missa, mas eu e a Fati como tínhamos que ir ao centro comprar os chocolates, viramos para outra direcção. E sem saber-mos estávamos a afastarmo-nos das lojas e a seguir em direcção do aeroporto, passados alguns 15 min. decidimos perguntar onde é que ficava a loja de chocolates, mas voltaram a dar-nos indicações incorrectas.
Mas como estávamos achar tudo muito estranho, decidimos chamar um taxi, e este teve que fazer inversão de marcha para nos levar na direcção correcta.
Nem vão acreditar não é que a loja de chocolates Mamuska fica mesmo ali ao lado da igreja, mas na direcção oposta àquela em que nos tínhamos ido, ou seja, estávamos a afastarmo-nos.
Já na loja tivemos pelo menos 1 hora a espera de ser atendidas, como hoje é domingo de Páscoa, estão muitas pessoas a fazer compras nesta loja já tão conhecida e famosa internacionalmente. Mas a loja é enorme, têm montes de caixinhas de vários formatos e feitios…., mas o que interessa ….. os chocolates… esse emite um cheirinho no ar tão bom e também existem em vários tipos, formatos, feitios e sabores. São com amêndoa, avelã, chocolate preto, chocolate de leite, chocolate branco, com menta, com licor, com uvas, com Baiyles, em forma de telemóvel, uma cereja inteira coberta de chocolate, varias formas de animais, em rama, ovos de páscoa, ursinhos, vaquinhas, …. etc. de perder a cabeça.
Lá compramos as nossas prendas e já estávamos despachadas, mas como está um dia muito lindo, o Sol espectacular, ficamos com medo que os chocolates derretessem, então decidimos ir ao hotel deixa-los lá, e voltamos para a igreja para apanharmos o autocarro que nos vai levar ao nosso passeio facultativo.
O passeio começou no Catamaran chamado Cau Cau, que significa muitas Gaivotas (Cau - gaivota).
O barco tem este nome porque no início da viagem muitas gaivotas vêem ter com a embarcação para vir comer à mão dos passageiros, bolachas que temos para oferecer, foi muito divertido.
Fomos visitar a Ilha Victoria, que têm uma vegetação espectacular, pinheiros enormes onde não conseguimos ver o seu topo. Mas o Parque Nacional está a desenvolver um programa para voltar a introduzir no bosque as árvores originárias da Argentina, mas é um processo que leva aproximadamente 500 anos.
Depois do passeio voltamos para o hotel
Hoje é dia livre, mas existe uma excursão alternativa, para irmos andar de barco e ir visitar a Ilha Cristina, está previsto irmos dar um passeio a pé no meio do bosque durante uma hora e meia. Mas este passeio só vai ser realizado às 14:00, no período da manhã algumas pessoas podem ir assistir à missa, pois hoje é domingo de Páscoa.
Vão disponibilizar a todas as pessoas do grupo viagens de autocarro até ao centro da cidade. Eu e a Fátima vamos aproveitar para ir comprar os chocolates à loja Mamuska.
Bem nem sabem o que aconteceu!!!!, o autocarro deixou-nos ao lado da igreja e algumas pessoas foram à missa, mas eu e a Fati como tínhamos que ir ao centro comprar os chocolates, viramos para outra direcção. E sem saber-mos estávamos a afastarmo-nos das lojas e a seguir em direcção do aeroporto, passados alguns 15 min. decidimos perguntar onde é que ficava a loja de chocolates, mas voltaram a dar-nos indicações incorrectas.
Mas como estávamos achar tudo muito estranho, decidimos chamar um taxi, e este teve que fazer inversão de marcha para nos levar na direcção correcta.
Nem vão acreditar não é que a loja de chocolates Mamuska fica mesmo ali ao lado da igreja, mas na direcção oposta àquela em que nos tínhamos ido, ou seja, estávamos a afastarmo-nos.
Já na loja tivemos pelo menos 1 hora a espera de ser atendidas, como hoje é domingo de Páscoa, estão muitas pessoas a fazer compras nesta loja já tão conhecida e famosa internacionalmente. Mas a loja é enorme, têm montes de caixinhas de vários formatos e feitios…., mas o que interessa ….. os chocolates… esse emite um cheirinho no ar tão bom e também existem em vários tipos, formatos, feitios e sabores. São com amêndoa, avelã, chocolate preto, chocolate de leite, chocolate branco, com menta, com licor, com uvas, com Baiyles, em forma de telemóvel, uma cereja inteira coberta de chocolate, varias formas de animais, em rama, ovos de páscoa, ursinhos, vaquinhas, …. etc. de perder a cabeça.
Lá compramos as nossas prendas e já estávamos despachadas, mas como está um dia muito lindo, o Sol espectacular, ficamos com medo que os chocolates derretessem, então decidimos ir ao hotel deixa-los lá, e voltamos para a igreja para apanharmos o autocarro que nos vai levar ao nosso passeio facultativo.
O passeio começou no Catamaran chamado Cau Cau, que significa muitas Gaivotas (Cau - gaivota).
O barco tem este nome porque no início da viagem muitas gaivotas vêem ter com a embarcação para vir comer à mão dos passageiros, bolachas que temos para oferecer, foi muito divertido.
Fomos visitar a Ilha Victoria, que têm uma vegetação espectacular, pinheiros enormes onde não conseguimos ver o seu topo. Mas o Parque Nacional está a desenvolver um programa para voltar a introduzir no bosque as árvores originárias da Argentina, mas é um processo que leva aproximadamente 500 anos.
Depois do passeio voltamos para o hotel
Passeio pelos 7 Lagos
Sábado, 15 de Abril de 2006
Hoje fizemos um passeio de 500km.
Acordámos às 7:00 e fomos tomar o pequeno-almoço e eu saí mais cedo para ir tirar umas fotos ao nascer do Sol.
O passeio de hoje consistia em ir almoçar na localidade San Martin de los Andes, ao lado do lago Lacar e fazer um percurso pelo Parque Nacional Nahuel Huapi (Ilha do Tigre).
A primeira paragem foi uma localidade chamada Confluencia, onde se juntam dois rios: Rio Traful e o Rio Limay.
O nosso guia indicou-nos que a razão de existirem tantas árvores mortas nos bosques é porque quando neva, o peso da neve em cima das árvores (que têm uma raiz muito fraca) faz com que tombem e o Parque Nacional não permite que as árvores mortas sejam retiradas, pois servem de adubo, depois de apodrecerem.
Chegamos a San Martin de los Andes, que fica junto ao Lago Lacar, e fomos logo para o restaurante. O almoço teve como entrada “empanadas” e o segundo prato foi carne argentina com patatas fritas e como sobremesa gelado.
Depois do almoço demos um passeio a pé pela cidade, fomos visitar o lago e ancoradouro e seguimos viagem, para irmos ver os Sete Lagos: Lago Meliquina, Lago Villarino, Lago Escondido, Lago Espejo Chico, Lago Espejo, Lago Correntoso e Lago Nahuel Huapi.
Paramos ao lado do Lago Correntoso, onde visitamos a casa de uma família de índios Mapuche, que têm como tradição fazer uma torta frita.
O próximo destino foi a Villa la Angostura, onde paramos para fazer umas compras.
O nosso guia indicou-nos que existe debaixo de um lago uma Floresta Encantada, que está submersa e que se realizam passeios através de mergulho nesse lago, para visitar essa floresta.
Verificamos que nas lojas existem à venda muitas fadas, duendes, bruxas e gnomos e perguntámos a razão ao nosso guia e este explicou-nos que como existem muitos bosques, os locais consideram que é o local onde eles vivem e por isso é propicio venderem tantos bonecos desses.
Hoje fizemos um passeio de 500km.
Acordámos às 7:00 e fomos tomar o pequeno-almoço e eu saí mais cedo para ir tirar umas fotos ao nascer do Sol.
O passeio de hoje consistia em ir almoçar na localidade San Martin de los Andes, ao lado do lago Lacar e fazer um percurso pelo Parque Nacional Nahuel Huapi (Ilha do Tigre).
A primeira paragem foi uma localidade chamada Confluencia, onde se juntam dois rios: Rio Traful e o Rio Limay.
O nosso guia indicou-nos que a razão de existirem tantas árvores mortas nos bosques é porque quando neva, o peso da neve em cima das árvores (que têm uma raiz muito fraca) faz com que tombem e o Parque Nacional não permite que as árvores mortas sejam retiradas, pois servem de adubo, depois de apodrecerem.
Chegamos a San Martin de los Andes, que fica junto ao Lago Lacar, e fomos logo para o restaurante. O almoço teve como entrada “empanadas” e o segundo prato foi carne argentina com patatas fritas e como sobremesa gelado.
Depois do almoço demos um passeio a pé pela cidade, fomos visitar o lago e ancoradouro e seguimos viagem, para irmos ver os Sete Lagos: Lago Meliquina, Lago Villarino, Lago Escondido, Lago Espejo Chico, Lago Espejo, Lago Correntoso e Lago Nahuel Huapi.
Paramos ao lado do Lago Correntoso, onde visitamos a casa de uma família de índios Mapuche, que têm como tradição fazer uma torta frita.
O próximo destino foi a Villa la Angostura, onde paramos para fazer umas compras.
O nosso guia indicou-nos que existe debaixo de um lago uma Floresta Encantada, que está submersa e que se realizam passeios através de mergulho nesse lago, para visitar essa floresta.
Verificamos que nas lojas existem à venda muitas fadas, duendes, bruxas e gnomos e perguntámos a razão ao nosso guia e este explicou-nos que como existem muitos bosques, os locais consideram que é o local onde eles vivem e por isso é propicio venderem tantos bonecos desses.
Passeio por Bariloche
Sexta-feira, 14 de Abril de 2006
Hoje está programado um tour por Bariloche, fomos visitar a montanha Catredal, uma estância de Ski, mais conhecida da Argentina, onde cada Inverno aparecem muitos brasileiros.
Como estamos no inicio do Outono ainda não existe neve ma montanha, mas está a fazer muito frio.
Algumas pessoas foram dar um passeio de teleférico, para ver a paisagem lá do topo.
Nós decidimos ficar cá embaixo a ver a localidade e a ver as lojas.
O Diego convidou-nos a ir tomar um café, e fomos até a um bar muito castiço, onde bebemos um chocolate quente (algumas pessoas juntaram rum, para aquecer mais depressa) e provamos um bolo de chocolate, com “manjar” (é leite condensado açucarado e fervido e parece-se com caramelo) e chantilly (bem que espectáculo, que delicia… ai que sonho, que coisa mais doce!!!!).
Como ainda tínhamos tempo, os nossos companheiros ainda não tinham descido da montanha, fomos dar uma corrida no parque de estacionamento dos autocarros, e descobrimos uns locais que estavam a apanhar uns cogumelos, e perguntámos se podíamos ajudar, a senhora explicou-nos quais eram os cogumelos que eram comestíveis e ainda apanhamos alguns com uns bons diâmetros e as senhora ficou-nos muito agradecida pela a ajuda.
Depois fomos dar uma volta pelo Parque Natural de Bariloche e paramos para almoçar no restaurante de um hotel, que tem uma vista linda para o lago.
A seguir ao almoço continuamos com o nosso passeio e visitamos uma igreja, ao lado do Hotel Chau Chau (Chau significa doce, Chau Chau significa muito doce) e visitamos uma loja que comercializa produtos derivados do fruto rosa musquetero.
Ao final do dia o autocarro deixou-nos no centro da cidade para visitarmos o comércio local. Já descobri a loja Mamuska, a loja de chocolate mais famosa, com os melhores chocolates da América (que encanto, que delicia).
Numa outra loja comprei um produto raro nacional e tradicional, feito em madeira, uma árvore que é cortada num pedaço de madeira muito bonito, pois a arvore é saliente pois pode ser destacada.
Quando estava a ficar perto da hora do jantar decidimos chamar um taxi e regressamos ao hotel.
Hoje está programado um tour por Bariloche, fomos visitar a montanha Catredal, uma estância de Ski, mais conhecida da Argentina, onde cada Inverno aparecem muitos brasileiros.
Como estamos no inicio do Outono ainda não existe neve ma montanha, mas está a fazer muito frio.
Algumas pessoas foram dar um passeio de teleférico, para ver a paisagem lá do topo.
Nós decidimos ficar cá embaixo a ver a localidade e a ver as lojas.
O Diego convidou-nos a ir tomar um café, e fomos até a um bar muito castiço, onde bebemos um chocolate quente (algumas pessoas juntaram rum, para aquecer mais depressa) e provamos um bolo de chocolate, com “manjar” (é leite condensado açucarado e fervido e parece-se com caramelo) e chantilly (bem que espectáculo, que delicia… ai que sonho, que coisa mais doce!!!!).
Como ainda tínhamos tempo, os nossos companheiros ainda não tinham descido da montanha, fomos dar uma corrida no parque de estacionamento dos autocarros, e descobrimos uns locais que estavam a apanhar uns cogumelos, e perguntámos se podíamos ajudar, a senhora explicou-nos quais eram os cogumelos que eram comestíveis e ainda apanhamos alguns com uns bons diâmetros e as senhora ficou-nos muito agradecida pela a ajuda.
Depois fomos dar uma volta pelo Parque Natural de Bariloche e paramos para almoçar no restaurante de um hotel, que tem uma vista linda para o lago.
A seguir ao almoço continuamos com o nosso passeio e visitamos uma igreja, ao lado do Hotel Chau Chau (Chau significa doce, Chau Chau significa muito doce) e visitamos uma loja que comercializa produtos derivados do fruto rosa musquetero.
Ao final do dia o autocarro deixou-nos no centro da cidade para visitarmos o comércio local. Já descobri a loja Mamuska, a loja de chocolate mais famosa, com os melhores chocolates da América (que encanto, que delicia).
Numa outra loja comprei um produto raro nacional e tradicional, feito em madeira, uma árvore que é cortada num pedaço de madeira muito bonito, pois a arvore é saliente pois pode ser destacada.
Quando estava a ficar perto da hora do jantar decidimos chamar um taxi e regressamos ao hotel.
Ida para San Carlos de Bariloche
Quinta-feira, 13 de Abril de 2006
Hoje temos a manha livre para descansar ou para irmos fazer umas compras, mas pequeno-almoço, a Milu falou-nos de que havia a possibilidade de irmos fazer um passeio para vermos uma comunidade de índios local.
Decidimos inscrever no passeio, para pudermos conhecer um pouco mais sobre a cultura argentina.
Veio um autocarro buscar-nos ao hotel e o local a visitar ficava a uma pequena distancia do nosso hotel, mas mesmo junto à praia.
Que vista maravilhosa, o azul do Lago Argentino e o azul do céu com as montanhas mesmo ali à nossa frente cobertas de branco.
Fomos recebidos pelo dono da casa/café que se tornou nosso guia, parecia um hippe, com o cabelo em rasta. Levou-nos a conhecer uma tenda, onde já viveram os últimos índios da Patagónia, os Mapuches.
Nas grutas conseguimos ver gravuras que os índios gravaram nas paredes uns anos atrás, como por exemplo, mãos pintadas com tinta, através de negativo e outros em positivo, a posição das mãos indica que possivelmente foi feito quando a mulher estava em trabalho de parto, tudo indica que a mulher se encontrava deitada no chão, com a rocha por trás dela e a mulher estendia os braços para a parede para fazer força.
Também vimos uma campa de um índio, e o guia indicou-nos que para o corpo caber dentro do buraco e ficasse em posição fetal, os seus companheiros tinham que partir a coluna vertebral.
Já no hotel, onde já à alguns dias andava a apreciar um gorro típico da Argentina, que se encontrava na montra da loja, decidi que era uma boa escolha para eu trazer para Portugal como recordação de umas ferias inesquecíveis.
Depois do almoço no hotel (a última refeição em El Calafate), preparamos as nossas malas para irmos para o aeroporto, hoje temos vôo marcado para San Carlos de Bariloche,
O vôo foi rápido e sem problemas… mas estes aconteceram quando chegamos ao aeroporto e fomos buscar as malas. A mala da Fátima já vinha rasgada e íamos aproveitar para fazer a reclamação neste aeroporto, para ser reembolsada. Mas acontece que agora foi a vez da minha mala, vinha com a roda quase arrancada e quando mais tarde a abri no hotel para tirar toda a roupa para fora, verifiquei que o seu interior estava todo partido, as partes laterais da mala foram todas dobradas.
Fomos com o Diego reclamar no representante da companhia aérea, o estado das nossas malas, e indicaram que da minha mala não podiam aceitar a reclamação, mas o Diego insistiu e lá aceitaram, mas tarde indicou-nos que os argentinos só funcionam com uma certa persuasão, teve que os obrigar a aceitar que a minha mala precisava de reparação e que o arranjo tinha que ser suportado por eles.
Como amanhã é Sexta-feira Santa (Páscoa) e é também feriado na Argentina e quase todas as lojas estão fechadas, no Sábado o Diego vai ter que voltar à companhia aérea para dar continuação à reclamação.
Chegamos a San Carlos de Bariloche, já é de noite, o nosso hotel é muito bonito e mal tínhamos entrado e já o jantar estava a ser servido.
Hoje temos a manha livre para descansar ou para irmos fazer umas compras, mas pequeno-almoço, a Milu falou-nos de que havia a possibilidade de irmos fazer um passeio para vermos uma comunidade de índios local.
Decidimos inscrever no passeio, para pudermos conhecer um pouco mais sobre a cultura argentina.
Veio um autocarro buscar-nos ao hotel e o local a visitar ficava a uma pequena distancia do nosso hotel, mas mesmo junto à praia.
Que vista maravilhosa, o azul do Lago Argentino e o azul do céu com as montanhas mesmo ali à nossa frente cobertas de branco.
Fomos recebidos pelo dono da casa/café que se tornou nosso guia, parecia um hippe, com o cabelo em rasta. Levou-nos a conhecer uma tenda, onde já viveram os últimos índios da Patagónia, os Mapuches.
Nas grutas conseguimos ver gravuras que os índios gravaram nas paredes uns anos atrás, como por exemplo, mãos pintadas com tinta, através de negativo e outros em positivo, a posição das mãos indica que possivelmente foi feito quando a mulher estava em trabalho de parto, tudo indica que a mulher se encontrava deitada no chão, com a rocha por trás dela e a mulher estendia os braços para a parede para fazer força.
Também vimos uma campa de um índio, e o guia indicou-nos que para o corpo caber dentro do buraco e ficasse em posição fetal, os seus companheiros tinham que partir a coluna vertebral.
Já no hotel, onde já à alguns dias andava a apreciar um gorro típico da Argentina, que se encontrava na montra da loja, decidi que era uma boa escolha para eu trazer para Portugal como recordação de umas ferias inesquecíveis.
Depois do almoço no hotel (a última refeição em El Calafate), preparamos as nossas malas para irmos para o aeroporto, hoje temos vôo marcado para San Carlos de Bariloche,
O vôo foi rápido e sem problemas… mas estes aconteceram quando chegamos ao aeroporto e fomos buscar as malas. A mala da Fátima já vinha rasgada e íamos aproveitar para fazer a reclamação neste aeroporto, para ser reembolsada. Mas acontece que agora foi a vez da minha mala, vinha com a roda quase arrancada e quando mais tarde a abri no hotel para tirar toda a roupa para fora, verifiquei que o seu interior estava todo partido, as partes laterais da mala foram todas dobradas.
Fomos com o Diego reclamar no representante da companhia aérea, o estado das nossas malas, e indicaram que da minha mala não podiam aceitar a reclamação, mas o Diego insistiu e lá aceitaram, mas tarde indicou-nos que os argentinos só funcionam com uma certa persuasão, teve que os obrigar a aceitar que a minha mala precisava de reparação e que o arranjo tinha que ser suportado por eles.
Como amanhã é Sexta-feira Santa (Páscoa) e é também feriado na Argentina e quase todas as lojas estão fechadas, no Sábado o Diego vai ter que voltar à companhia aérea para dar continuação à reclamação.
Chegamos a San Carlos de Bariloche, já é de noite, o nosso hotel é muito bonito e mal tínhamos entrado e já o jantar estava a ser servido.
Glaciar Perito Moreno

Quarta-feira, 12 de Abril de 2006
O programa para hoje é ir visitar o glaciar Perito Moreno, depois de um programa como o de ontem, achava que era difícil igualar esse dia, mas nunca esperava ter um dia melhor, mas foi o que aconteceu e vos contar como foi.
Hoje pudemos dormir mais um bocadinho, estava combinado ligarem-nos para despertar às 8:00, mas não foi esse o caso, devem-se ter enganado e ligaram-nos às 6:00, eu levantei-me logo e fui tomar banho (sem ter visto que horas eram), quando estava a sair do banho, a Fátima reparou que ainda eram 6:00, eu fiquei logo chateada, mas vesti outra vez o pijama e voltei para a cama e ainda dormi até às 8:00.
Depois do pequeno-almoço, ainda tive um bocado na Internet, a ver os e-mails, à espera que os autocarros chegassem. Estes chegaram às 9:30.
Fizemos o mesmo percurso que no dia anterior, até à Península de Magallanes, onde viramos à esquerda, para atravessarmos o Parque Nacional, que está junto ao rio Brazo Rico, têm este nome porque costumava estar cheio de peixes.
Fizemos a primeira paragem para apanhar um catamaran, que nos levou bem próximo da face Norte do Glaciar Perito Moreno.
O catamaran passou mesmo em frente aos rochedos íngremes de gelo. Não posso dizer que era bonito; era para além de tudo isso! Fomos para a parte superior do barco, no ar dolorosamente frio, a observar os icebergues a separarem-se na água parada.
Foi um percurso pequeno e rápido, mas extremamente bonito.
O nosso guia mostrou-nos uns arbustos folhosos de uva-espim, o elixir da Patagónia, que enfeitiça as pessoas que as provam e obrigam-nas a voltar, e que dá origem ao doce de El Calafate.
Depois fomos de autocarro, para um outro local, ver de mais próximo este glaciar tão imponente, pois a sua dimensão faz 3 vezes a cidade de Buenos Aires.
Tivemos que fazer um pequeno percurso a pé, até ao primeiro balcão (que vista tão linda, este glaciar é espectacular, é de tirar a respiração, parece uma sobremesa, com claras em castelo por cima).
Tivemos hoje um dia com muita sorte, pois esteve um dia muito limpo e não choveu, o nosso guia dias assim só acontecem 5 vezes num mês (e nós apanhamos esses dias).
Mas tivemos duplamente sorte, porque no momento em que estávamos no balcão intermédio presenciamos um espectáculo raro e imperdivel, a ruptura de uma das frentes do glaciar. Aquele barulho do gelo a quebrar… e os momentos que se seguem, são de nos fazer pele de galinha, arrepiar até à espinha. E eu tive muita sorte, de ter a máquina fotográfica pronta para registar este momento espectacular, em sequência….
Os blocos caíam fazendo um estrondo no silêncio, como explosões de dinamite nalgum planeta distante.
Depois deste momento, era altura para irmos almoçar e ainda vimos uma vez mais o glaciar ao longe e tivemos que voltar para o hotel.
Mas antes de regressarmos para o hotel, o autocarro deixou-nos no centro de El Calafate, onde eu fui fazer umas compras (um par de brincos e o anel a condizer, 3 frascos do doce de El Calafate e a foto do grupo em frente ao Glaciar Perito Moreno).
Glaciar Upsala
Terça-feira, 11 de Abril de 2006
Hoje tivemos que acordar às 6:00, pois tivemos que apanhar o autocarro que nos levou até Puerto Bandera, onde apanhamos o catamaran Upsala Connection, que nos levou a ver uns glaciares espectaculares.
O início da viagem de catamaran começou no Largo Argentino, onde já pudemos observar pequenos fragmentos dos glaciares a flutuar pelo lago.
Tivemos que atravessar a Boca Del Diablo, que faz a separação do Lago Argentino e o Brazo norte.
A primeira paragem do catamaran foi para observarmos o Glaciar Spegazzini, que coisa tão linda, tirei montes de fotos, no meio do trajecto passamos pelo Glaciar Seco (seco porque não chega ao lago).
Depois voltamos para trás, pois já se aproximava a hora para almoçarmos e fizemos uma paragem na Bahia O’Nelli.
Tivemos que fazer um pequeno percurso a pé no meio de uma floresta habitada por fadas, gmonos e duendes, até chegarmos ao restaurante (aquele que o guia disse que era o melhor, por ser o único), que ficava mesmo ao lado do Lago O’Nelli. Que vista linda nós tivemos da nossa mesa no restaurante, dum lado víamos a floresta e do outro lado víamos o lago com os glaciares
Depois do almoço fizemos mais um passeio a pé para irmos ver o Glaciar O’ Nelli, onde tiramos montes de fotos, junto a pequenos e grandes fragmentos do glaciar.
Tivemos que fazer o percurso inverso, para apanhar outra vez o catamaran.
Depois de um meio-dia tão bem passado e com paisagens tão lindas, não sabíamos se era possível ver mais alguma coisa melhor.
Mas estávamos enganados, o catamaran subiu outra vez o rio, até apanharmos o Brazo Upsala, que nos levou a um lugar inesquecível, o Glaciar Upsala, aiiiii!!! Que glaciar mais espectacular, que sensação de sermos uns seres tão insignificantes. Tiramos montes de fotos, em todas as frentes, formas e feitios, mas parece que o Upsala não se importou muito.
Houve alturas que fazia tanto vento no catamaran, que mais parecia que íamos ser levados pelo vento.
No catamaran, encontramos um guarda-florestal, muito guapo, mesmo muito charmoso, que estava a beber “erva-mate” e que quase todas as solteiras e divorciadas e não só!!!, quiseram tirar uma foto ao lado dele.
Depois deste magnifico dia, muito bem passado no meio de glaciares, voltamos para o porto Puerto Bandera, onde nos esperava o nosso autocarro, para nos levar de volta para o Hotel.
Ainda paramos em El Calafate para fazer mais umas compras típicas desta localidade antes de voltarmos para os nossos aposentos.
Parque Natural de Ushuaia
Segunda-feira, 10 de Abril de 2006
Hoje o programa estipulado é ir visitar o Parque Natural de Ushuaia. Fomos até à Lagoa Ensenada, onde numa casinha pudemos, através do pagamento de 3 pesos, carimbar o nosso passaporte. Aqui também pudemos ver a Ilha Redonda, e por trás dela, já pudemos ver o Chile.
Aqui pudemos ver uma manada de cavalos selvagens, a pastar sozinhos e sem qualquer tipo de vedação onde podiam correr livremente, a Carolina fez uma aproximação e um deles gostou tanto dela que não parava de lhe dar que pequenas mordidas no braço.
Depois fomos ver a Lagoa Verde e depois demos um passeio a pé, através de uma floresta que mais parecia que estava encantada. O nosso guia informou-nos que o armamento pesado, que Bush não encontrou no Iraque é porque este estava escondido em Ushuaia, ou seja, eles possuem somente um revolver e uma faca.
Quando fizemos uma pausa para ir à casa de banho e tirar umas fotos, eu que me tinha afastado um pouco do grupo, tive um encontro muito rápido com uma lebre, no seu ambiente natural.
Depois fomos almoçar no restaurante chamado Patagónia Mia, o almoço não foi muito do meu agrado, pois era peixe, mas não pode ser sempre carne, não é verdade?
A seguir ao almoço, fomos de autocarro até ao aeroporto, mais uma vez o nosso guia explicou-nos o que íamos encontrar no próximo destino: El Calafate.
Ele também explicou que El Calafate é de primeira, porque mal pomos a segunda já saímos da cidade.
Depois de um vôo muito pequeno, só de uma hora, chegámos a El Calafate.
O nosso guia Marcelo indicou-nos que amanhã iremos almoçar no melhor restaurante, que fica perto do glaciar Upsala, pois esse é o único restaurante que lá existe.
Chegamos ao Hotel Alto Calafate, é lindooooo, tem uns focos de luzes a incidir sobre o hotel, que produz um efeito espectacular com umas cores lindas. E dentro do hotel a decoração é de tirar a respiração, gosto muito, têm muito bom gosto, uma decoração com linhas modernas.
Fomos recebidos com uns drinks, na sala d jantar, onde fizemos os ckeck-in e nos entregaram as chaves dos quartos, para irmos colocar a nossa bagagem de mão.
Depois fomos jantar, como não podia deixar de ser, o prato principal foi a típica e deliciosa carne argentina, estava tudo delicioso e muito bem apresentado.
E eu estava em pulgas para acabar de jantar para ir lá fora tirar umas fotos à fachada do hotel e também uma panorâmica da cidade, já que o nosso hotel ficava um bocado afastado e num ponto elevado, permitindo uma vista global e magnifica de El Calafate.
Nesta altura, quando estava a ver qual o melhor angulo para tirar as fotografias, apareceu o Diego (o representante da agência na Argentina), que me veio perguntar qualquer coisa, mas como eu não o estava a entender ele teve que repetir a pergunta três vezes, valha-me Deus, senti-me tão estúpida, e ele só esta a tentar saber se eu estava a gostar da paisagem. E respondi-lhe que sim, que estava a gostar muito, mas como estava a fazer muito vento e a temperatura estava muito baixa, quando acabei de tirar as fotos, fugi logo para dentro do hotel.
Hoje o programa estipulado é ir visitar o Parque Natural de Ushuaia. Fomos até à Lagoa Ensenada, onde numa casinha pudemos, através do pagamento de 3 pesos, carimbar o nosso passaporte. Aqui também pudemos ver a Ilha Redonda, e por trás dela, já pudemos ver o Chile.
Aqui pudemos ver uma manada de cavalos selvagens, a pastar sozinhos e sem qualquer tipo de vedação onde podiam correr livremente, a Carolina fez uma aproximação e um deles gostou tanto dela que não parava de lhe dar que pequenas mordidas no braço.
Depois fomos ver a Lagoa Verde e depois demos um passeio a pé, através de uma floresta que mais parecia que estava encantada. O nosso guia informou-nos que o armamento pesado, que Bush não encontrou no Iraque é porque este estava escondido em Ushuaia, ou seja, eles possuem somente um revolver e uma faca.
Quando fizemos uma pausa para ir à casa de banho e tirar umas fotos, eu que me tinha afastado um pouco do grupo, tive um encontro muito rápido com uma lebre, no seu ambiente natural.
Depois fomos almoçar no restaurante chamado Patagónia Mia, o almoço não foi muito do meu agrado, pois era peixe, mas não pode ser sempre carne, não é verdade?
A seguir ao almoço, fomos de autocarro até ao aeroporto, mais uma vez o nosso guia explicou-nos o que íamos encontrar no próximo destino: El Calafate.
Ele também explicou que El Calafate é de primeira, porque mal pomos a segunda já saímos da cidade.
Depois de um vôo muito pequeno, só de uma hora, chegámos a El Calafate.
O nosso guia Marcelo indicou-nos que amanhã iremos almoçar no melhor restaurante, que fica perto do glaciar Upsala, pois esse é o único restaurante que lá existe.
Chegamos ao Hotel Alto Calafate, é lindooooo, tem uns focos de luzes a incidir sobre o hotel, que produz um efeito espectacular com umas cores lindas. E dentro do hotel a decoração é de tirar a respiração, gosto muito, têm muito bom gosto, uma decoração com linhas modernas.
Fomos recebidos com uns drinks, na sala d jantar, onde fizemos os ckeck-in e nos entregaram as chaves dos quartos, para irmos colocar a nossa bagagem de mão.
Depois fomos jantar, como não podia deixar de ser, o prato principal foi a típica e deliciosa carne argentina, estava tudo delicioso e muito bem apresentado.
E eu estava em pulgas para acabar de jantar para ir lá fora tirar umas fotos à fachada do hotel e também uma panorâmica da cidade, já que o nosso hotel ficava um bocado afastado e num ponto elevado, permitindo uma vista global e magnifica de El Calafate.
Nesta altura, quando estava a ver qual o melhor angulo para tirar as fotografias, apareceu o Diego (o representante da agência na Argentina), que me veio perguntar qualquer coisa, mas como eu não o estava a entender ele teve que repetir a pergunta três vezes, valha-me Deus, senti-me tão estúpida, e ele só esta a tentar saber se eu estava a gostar da paisagem. E respondi-lhe que sim, que estava a gostar muito, mas como estava a fazer muito vento e a temperatura estava muito baixa, quando acabei de tirar as fotos, fugi logo para dentro do hotel.
Chegada a Ushuaia
Domingo, 9 de Abril de 2006
Decidimos adormecer com as cortinas abertas, então hoje às 7:20, quando acordámos com um nascer do sol espectacular. Levantei-me logo e corri para ir buscar a máquina fotográfica. Que espectáculo.
Nem queria ir tomar banho, só com receio de perder um momento bonito.
Fomos tomar o pequeno-almoço que era razoável, quando sai para ir tirar umas fotos ao hotel, estava um frio horrível, entre os 0º ou 2º graus.
A paisagem do nosso hotel é linda, estamos ladeados pela cordilheira de Darwin, cujos cumes estavam cobertos de neve.
Hoje o programa é um passeio de barco, para vermos a Ilha dos Pinguins, e a Ilha dos Leões Marinhos e almoçar na Estancia Harberton.
Que paraíso em que nós estamos, mas é uma paraíso muito gelado. Hiiiihhhh!!!!
Ushuaia é a ultima cidade no Fim do Mundo. A distância entre Ushuaia e a Antárctida são 1000 km.
Harberton foi a primeira estância estabelecida na Terra do Fogo, a 90 Km ao este de Ushuaia. Foi cedida pelo governo ao Reverendo Bridges nos finais do século passado.
A excursão começou na amurada turística, onde subimos para um catamaran, onde navegamos pelas águas da Baia de Ushuaia. Neste momento estamos a atravessar o canal Beagle. O passeio está a ser muito bom, a paisagem é muito bonita.
Uma vez no Canal Beagle, aparece o arquipélago onde se encontra a Ilha Alicia, habitada por uma importante colónia de cormoranes imperiais.
A navegação continuou pela Zona do Arquipélago Les Eclaireurs. Ali pudemos encontrar a Ilha dos Lobos, onde se observam as duas espécies de lobos marinhos típicos do canal (um e dois pelos). Sobre uma das suas ilhas foi construído o farol, que caracterizou Ushuaia.
Depois o catamaran continuou a navegar entre as costas de Porto Almanza (Argentina) e Porto Williams (Chile) entrando na Zona Mackinlay. Na ilha Martillo, observam-se pinguins de Magalhães.
A Ilha Navarino, um domínio chileno, situa-se abaixo do território argentino, separada dele por dezanove quilómetros de água.
A viagem de Ushuaia até ao restaurante que fica na Estancia Harberton, demorou 4 horas, nessa localidade as pessoas locais vieram nos receber ao barco.
O almoço foi muito agradável, uma parrilhada de carnes e salada. A sobremesa foi um gelado de framboesas coberto com chocolate.
No final da refeição aproveitei para dar um passeio, por esta localidade, até à beira da água. A pedido da Mimi, estive a recolher um bocado de Terra (Terra do Fim do Mundo) e para mim trouxe numa garrafa um bocado de agua de Ushuaia.
Voltei para o restaurante, para ir buscar as minhas coisas, quando vi que existiam uns cavalos mesmo ao lado do restaurante, fui lá fora para tirar umas fotografias, mas no meio do caminho encontrei um gato muito meigo, com muita falta de carinho.
Quando estava a olhar para os cavalos, vi ao lado da vedação o que parecia ser um outro gato, mas na realidade era uma raposa (zorro), consegui tirar algumas fotos, mas logo a seguir acabou a bateria da maquina fotográfica.
Quando estávamos a voltar para o barco, vi encostado à vedação de uma casa, uns ossos de uma baleia.
Já no barco, voltamos a avistar uns pinguins, os últimos resistentes, pois eles já abandonaram este local, porque o Inverno está a chegar e eles tomaram a sua rota de migração para locais mais quentes.
Passeio pelo Bairro Recoleta
Sábado, 8 de Abril de 2006
Hoje ficou combinado que íamos ver o roseiral, o jardim japonês e a Flor de Metal, já que tínhamos a manhã livre. Então marcamos com o Manuel, às 8:30, na recepção, já com o pequeno-almoço tomado, para apanharmos um táxi e irmos ver estes jardins em Palermo e Recoleta.
Foi um bocado complicado explicar ao taxista onde queríamos ir, porque nós dizíamos: “Jardim das Rosas” e o nome correcto era “Roseiral”. É um local muito bonito, muito bem tratado e tem uma variedade enorme de rosas. Numa ponta do roseiral, encontramos a Ponte dos Namorados, a lenda conta, qualquer pessoa sem namorado, que suba à Ponte dos Namorados, arranja logo um… Eu fui logo a correr para subir a ponte, hiiiii!!!
Depois fomos a pé até ao jardim japonês, é bonito, mas eu gostei mais do jardim chinês, em Sydney.
A seguir chamamos novamente um táxi para nos levar ao Jardim ao lado da Universidade de Direito, onde pudemos ver uma flor feita em ferro, muito linda!!! Tirei montes de fotos, mas gostava de ver a flor à noite, pois a flor têm um sistema mecânico, que faz com que as pétalas se fechem. Como estava na hora para regressar ao hotel, apanhamos novamente um taxi.
Tivemos que ficar à espera do autocarro para nos levar até ao aeroporto, onde embarcamos no avião que nos vai levar à Terra do fim do Mundo.
Já chegamos a Ushuaia, com uma hora de atraso, porque o avião demorou a descolar.
Estão 7º graus aqui, chegamos às 20:00, o nosso hotel fica na montanha e é muito bonito, com as paredes em madeira e com uma lareira enorme no meio da sala de espera, com bancos e sofás à toda a volta.
Depois do jantar, alguns companheiros foram até ao centro, ver um bar e dançar um bocado.
Hoje ficou combinado que íamos ver o roseiral, o jardim japonês e a Flor de Metal, já que tínhamos a manhã livre. Então marcamos com o Manuel, às 8:30, na recepção, já com o pequeno-almoço tomado, para apanharmos um táxi e irmos ver estes jardins em Palermo e Recoleta.
Foi um bocado complicado explicar ao taxista onde queríamos ir, porque nós dizíamos: “Jardim das Rosas” e o nome correcto era “Roseiral”. É um local muito bonito, muito bem tratado e tem uma variedade enorme de rosas. Numa ponta do roseiral, encontramos a Ponte dos Namorados, a lenda conta, qualquer pessoa sem namorado, que suba à Ponte dos Namorados, arranja logo um… Eu fui logo a correr para subir a ponte, hiiiii!!!
Depois fomos a pé até ao jardim japonês, é bonito, mas eu gostei mais do jardim chinês, em Sydney.
A seguir chamamos novamente um táxi para nos levar ao Jardim ao lado da Universidade de Direito, onde pudemos ver uma flor feita em ferro, muito linda!!! Tirei montes de fotos, mas gostava de ver a flor à noite, pois a flor têm um sistema mecânico, que faz com que as pétalas se fechem. Como estava na hora para regressar ao hotel, apanhamos novamente um taxi.
Tivemos que ficar à espera do autocarro para nos levar até ao aeroporto, onde embarcamos no avião que nos vai levar à Terra do fim do Mundo.
Já chegamos a Ushuaia, com uma hora de atraso, porque o avião demorou a descolar.
Estão 7º graus aqui, chegamos às 20:00, o nosso hotel fica na montanha e é muito bonito, com as paredes em madeira e com uma lareira enorme no meio da sala de espera, com bancos e sofás à toda a volta.
Depois do jantar, alguns companheiros foram até ao centro, ver um bar e dançar um bocado.
Passeio no Delta do Tigre
Sexta-feira, 7 de Abril de 2006
Hoje acordamos às 7:00, porque as duas tínhamos que lavar a cabeça para tirar o pó de ontem que nos envolveu na fazenda dos cavalos.
Já tomamos o pequeno-almoço e agora estamos à espera de um casal para irmos ver a igreja de San Martin.
Nem vão acreditar, mas não vão acreditar mesmo, não é que no nosso hotel está hospedado o primeiro-ministro russo Mikhail Fradkov!!!!
Estava um grande aparato na porta do nosso hotel quando nós regressamos do nosso pequeno passeio, pois foi a altura em que o primeiro-ministro estava a sair. Estava um jipe com 4 militares com espingardas, várias motos da polícia e o carro do primeiro-ministro e vários carros com os seus seguranças. Que excitação!!
Hoje fomos dar um passeio de comboio, paramos para fazer umas compras, eu comprei um copo feito numa cabaça para beber erva-mate (Chá Mate).
Depois apanhamos outra vez o autocarro, para irmos dar um passeio de barco, pelo rio Tigre.
O passeio pelo rio foi muito bonito, porque existem em ambas as margens, casa ou casarões muito bonitas. Tudo mesmo junto ao rio, também existem escolas, clubes de remo e até uma igreja. Vimos também a policia a passar no rio, dentro de um barco, lojas para abastecer de gasolina os barcos e restaurantes.
Foi num restaurante junto ao rio que nós fomos almoçar, chamado Gato Blanco. A comida não foi lá muito do nosso agrado, mas a paisagem compensou o resto. A Fatima até estava interessada em comprar uma das casas que estavam para venda.
Depois do passeio de barco, voltamos para o hotel de autocarro, como chegámos às 17:00, pudemos ir dar uma volta ao centro da cidade para fazer mais umas compras.
Agora estamos a descansar no quarto, que depois de um dia a andar tanto a pé, as pernas e os pés já doem. Estamos à espera das 20:30 para ir jantar, amanhã temos que apanhar um voo interno para irmos para Ushaia.
Hoje acordamos às 7:00, porque as duas tínhamos que lavar a cabeça para tirar o pó de ontem que nos envolveu na fazenda dos cavalos.
Já tomamos o pequeno-almoço e agora estamos à espera de um casal para irmos ver a igreja de San Martin.
Nem vão acreditar, mas não vão acreditar mesmo, não é que no nosso hotel está hospedado o primeiro-ministro russo Mikhail Fradkov!!!!
Estava um grande aparato na porta do nosso hotel quando nós regressamos do nosso pequeno passeio, pois foi a altura em que o primeiro-ministro estava a sair. Estava um jipe com 4 militares com espingardas, várias motos da polícia e o carro do primeiro-ministro e vários carros com os seus seguranças. Que excitação!!
Hoje fomos dar um passeio de comboio, paramos para fazer umas compras, eu comprei um copo feito numa cabaça para beber erva-mate (Chá Mate).
Depois apanhamos outra vez o autocarro, para irmos dar um passeio de barco, pelo rio Tigre.
O passeio pelo rio foi muito bonito, porque existem em ambas as margens, casa ou casarões muito bonitas. Tudo mesmo junto ao rio, também existem escolas, clubes de remo e até uma igreja. Vimos também a policia a passar no rio, dentro de um barco, lojas para abastecer de gasolina os barcos e restaurantes.
Foi num restaurante junto ao rio que nós fomos almoçar, chamado Gato Blanco. A comida não foi lá muito do nosso agrado, mas a paisagem compensou o resto. A Fatima até estava interessada em comprar uma das casas que estavam para venda.
Depois do passeio de barco, voltamos para o hotel de autocarro, como chegámos às 17:00, pudemos ir dar uma volta ao centro da cidade para fazer mais umas compras.
Agora estamos a descansar no quarto, que depois de um dia a andar tanto a pé, as pernas e os pés já doem. Estamos à espera das 20:30 para ir jantar, amanhã temos que apanhar um voo interno para irmos para Ushaia.
Las Pampas
Quinta-feira, 6 de Abril de 2006
Hoje tivemos que acordar as 7:30, mas eu acordei às 6:40 e pude ver que os argentinos começam a trabalhar muito cedo. Depois de nos arranjarmos, fomos tomar o pequeno-almoço, estava uma fila enorme, mas o pequeno-almoço não foi nada de especial, sumo pão com manteiga e um bolinho.
Antes de irmos para a Estancia Santa Susana fomos fazer um city tour, onde fomos ao cemitério ver o túmulo da Eva Peron (Eva Duarte).
Hoje fomos até Las Pampas… ver os gaúchos!!
Chegamos à Estancia Santa Susana, fomos recebidos pelos gaúchos, que nos ofereceram um “empanada” e uma bebida. Depois tivemos a oportunidade de dar um passeio de cavalo, foi muito divertido, o meu primeiro passeio de cavalo. O cavalo portou-se muito bem. A Estancia Santa Susana é muito grande e muito bonita, quando ainda estávamos a dar o passeio, tocaram o sino a avisar que o almoço ia ser servido.
As carnes argentinas são muito boas, os gaúchos vinham às mesas servir-nos.
Agora neste mesmo momento, estamos a ver uma apresentação de dois dançarinos a dançar o tango. Depois uma cantora veio a cantar musica típica argentina.
Agora voltaram, os dançarinos mas com outros fatos e estiveram a dançar danças típicas, como o flamengo.
Depois das danças, dirigimo-nos ao exterior para vermos uma demonstração das habilidades dos gaúchos e das variedades de raças dos cavalos da fazenda. Quando eu estava a tirar umas fotos a uma das actividades dos gaúchos, estes tinham que a uma grande velocidade passar um ferrinho numa argola que estava pendurada num tronco, um gaúcho aproximou-se de mim e ofereceu-me essa argola e em troca pediu-me um beijo.
Logo a seguir ao espectáculo, os gaúchos convidaram só as senhoras para irem dar uma volta com eles a cavalo, mas a galope.
Eu também me coloquei na fila e fui dar uma volta com um gaúcho muito bonito!!
Na fazenda existe um museu, com mobiliário antigo, da época colonial, pois os proprietários da fazenda, mudaram-se para uma nova casa, mas transformaram a antiga casa em museu.
Quando voltamos para o hotel, ainda tivemos tempo para ir ao centro, antes do jantar, então decidimos ir ver o shopping Galerias Pacifico. Tinha um tecto cheio de luzes, que espectacular…. E em certas zonas encontrava-se umas pinturas que mais parecia uma igreja.
O jantar hoje foi na sala Golden, como entrada tínhamos duas opções sopa ou patê, como 2º prato uma carne muito boa e para sobremesa, uma mousse de chocolate, com gelado e cerejas, estava tudo muito bom.
Depois de um dia tão movimentado e cansativo decidimos voltar para os quartos para descansar.
Muito boa noite e até amanhã!
Hoje tivemos que acordar as 7:30, mas eu acordei às 6:40 e pude ver que os argentinos começam a trabalhar muito cedo. Depois de nos arranjarmos, fomos tomar o pequeno-almoço, estava uma fila enorme, mas o pequeno-almoço não foi nada de especial, sumo pão com manteiga e um bolinho.
Antes de irmos para a Estancia Santa Susana fomos fazer um city tour, onde fomos ao cemitério ver o túmulo da Eva Peron (Eva Duarte).
Hoje fomos até Las Pampas… ver os gaúchos!!
Chegamos à Estancia Santa Susana, fomos recebidos pelos gaúchos, que nos ofereceram um “empanada” e uma bebida. Depois tivemos a oportunidade de dar um passeio de cavalo, foi muito divertido, o meu primeiro passeio de cavalo. O cavalo portou-se muito bem. A Estancia Santa Susana é muito grande e muito bonita, quando ainda estávamos a dar o passeio, tocaram o sino a avisar que o almoço ia ser servido.
As carnes argentinas são muito boas, os gaúchos vinham às mesas servir-nos.
Agora neste mesmo momento, estamos a ver uma apresentação de dois dançarinos a dançar o tango. Depois uma cantora veio a cantar musica típica argentina.
Agora voltaram, os dançarinos mas com outros fatos e estiveram a dançar danças típicas, como o flamengo.
Depois das danças, dirigimo-nos ao exterior para vermos uma demonstração das habilidades dos gaúchos e das variedades de raças dos cavalos da fazenda. Quando eu estava a tirar umas fotos a uma das actividades dos gaúchos, estes tinham que a uma grande velocidade passar um ferrinho numa argola que estava pendurada num tronco, um gaúcho aproximou-se de mim e ofereceu-me essa argola e em troca pediu-me um beijo.
Logo a seguir ao espectáculo, os gaúchos convidaram só as senhoras para irem dar uma volta com eles a cavalo, mas a galope.
Eu também me coloquei na fila e fui dar uma volta com um gaúcho muito bonito!!
Na fazenda existe um museu, com mobiliário antigo, da época colonial, pois os proprietários da fazenda, mudaram-se para uma nova casa, mas transformaram a antiga casa em museu.
Quando voltamos para o hotel, ainda tivemos tempo para ir ao centro, antes do jantar, então decidimos ir ver o shopping Galerias Pacifico. Tinha um tecto cheio de luzes, que espectacular…. E em certas zonas encontrava-se umas pinturas que mais parecia uma igreja.
O jantar hoje foi na sala Golden, como entrada tínhamos duas opções sopa ou patê, como 2º prato uma carne muito boa e para sobremesa, uma mousse de chocolate, com gelado e cerejas, estava tudo muito bom.
Depois de um dia tão movimentado e cansativo decidimos voltar para os quartos para descansar.
Muito boa noite e até amanhã!
Chegada a Buenos Aires

Quarta-feira, 5 de Abril de 2006
Saímos do avião e tivemos que passar pelo controlo dos passaportes… bem nem sabem o tamanho da fila em que tivemos que ficar à espera.
Não houve problema nenhum, deixaram-nos entrar em Buenos Aires, hupiiii!!!
A viagem de autocarro até ao hotel foi de 45 m, pois o aeroporto internacional fica muito afastado do centro da cidade.
Eu como estava bastante cansada, acabei por adormecer, mas também não perdi nada, pois algumas companheiras informaram-me que a vista era muito feia, de uma cidade com prédios antigos, com cores cinzentas e sujidade por cima.
Chegamos ao nosso hotel Sheraton Buenos Aires, é bonito, mas nada de especial.
Mal chegamos, fomos encaminhados, para uma sala, para tomar o pequeno-almoço (mas em Portugal já são 12:00).
Depois do pequeno-almoço, foram atribuídos os quartos, e já podíamos subir para nos refrescar. Mas o problema é que as malas ainda não tinham chegado. Tomei um duche e troquei de roupa, teve de ser tudo muito rápido, porque já estava na hora de ir para os autocarros para fazer o tour pela cidade.
Fomos almoçar na zona Puerto Madero, num restaurante chamado La Parolaccia, um local muito bonito, mesmo junto ao rio Plata.
A zona Puerto Madero, era uma antiga zona portuária, que foi recuperada, mas mantendo as fachadas dos prédios antigos.
O almoço foi constituído por uma entrada Milanesa, que são dois quadrados de queijo panados com um molho de tomate, muito bom. A Fati comeu um cardápio de carnes. O segundo prato foi Milanesa com cogumelos, uma carne muito tenra, panada com um molho e cogumelos. Para sobremesa eu comi um prato com frutas frescas (banana, morangos, maças, kiwi, ananás, laranja, toranja e uvas) e a Fati comeu um doce típico com gelado.
Depois de bem almoçados, continuamos o nosso tour, fomos até à casa do Governo, vimos a varanda de onde a Evita Peron, falou à população, tivemos na Praça de Maio, onde as Mães de Maio vêm fazer manifestações, para relembrar os filhos e familiares desaparecidos.
Na Plaza de Mayo, podemos ver um monumento a comemorar a independência da Argentina, dos Espanhóis.
Fomos visitar a Igreja Católica Apostólica Romana. A sua fachada tem 12 pilares que representam os 12 Apóstolos.
Passamos também por uma Igreja Ortodoxa Russa. Passamos pelo Bairro La Boca, onde vimos o Estado Club Atlético Boca Juniores, onde já jogou o Maradona. Paramos no bairro La Boca, muito típico porque as casas são muito coloridas, mas têm uma razão de ser, porque antigamente na construção Bairro os moradores não tinham dinheiro para comprar as tintas para pintar as fachadas. E como os moradores, trabalhavam no antigo Puerto Madero, e da reparação/ pintura dos barcos restavam tintas, e os patrões davam esses restos de tintas para pintarem as fachadas, então num mês davam vermelho, no mês seguinte davam laranja, e passado 15 dias davam verde e assim as casas ficaram com muitas cores. E como o bairro Caminito de La Boca ficou assim conhecido, agora continuam a preservar essa tradição.
A nossa guia esteve a explicar a razão das cores do Club Boca Juniores. Existem duas equipas de futebol em Buenos Aires, e as duas equipas tinham as mesmas cores no equipamento. Então decidiram realizar um jogo amigável para decidir que quem ganhasse, podia ficar com as cores originais. Acontece que o Boca Juniores perdeu…
E as pessoas perguntaram quais as cores que iam utilizar agora. E o Club como não sabiam, disseram que iam utilizar as cores do primeiro barco que atracasse no porto. Acontece que o primeiro barco que apareceu tinha as seguintes cores: Branco, azul e branco. E assim ficaram as cores do Boca Juniores.
Fomos visitar o bairro La Boca, onde pudemos comprar alguns “recurdos”.
Depois desta paragem voltamos para o autocarro, soubemos que por 5 pesos, era possível tirar umas fotos com uns dançarinos de tango.
Antes de regressarmos ao hotel, ainda fizemos mais uma paragem, para visitarmos uma loja de venda de artigos em couro e uma loja de produtos de caxemira.
Como o autocarro já tinha ido embora, para nos deixar fazer as nossas compras sem pressas, voltamos para o hotel a pé, o percurso não era muito longo e deu para tirarmos umas fotos dos monumentos à noite.
Quando regressamos aos nossos quartos, tivemos tempo para tomar um duche e trocar de roupa e colocar a escrita em dia.
O jantar foi no piso n.º 24, quando lá chegamos, até perdermos a respiração.. Ai que vista!!! Que espectacular!! Uma vista sobre a cidade, tirei montes de fotos.
O jantar foi simples mas bonito, também a vista estava a ajudar.
Depois como estávamos muito cansadas recolhemos aos nossos quartos. Eu quando mal me deitei, adormeci logo, nem deu tempo para aquecer a cama. Até amanhã!
O Grande Dia
Terça-feira, 4 de Abril de 2006
Hoje é o grande dia. O dia da partida para a Argentina. Já tratei dos últimos pormenores, as últimas compras.
Apanhamos o 1º voo para Madrid, onde tivemos que andar a passear pelo aeroporto (que é muito bonito e tudo novo), de uma ponta à outra…
Do local onde saímos do avião, até ao local onde tínhamos que apanhar o próximo voo para Buenos Aires, era uma caminhada de 22 m.
Tivemos que descer muitas escadas rolantes, onde tivemos que apanhar um pequeno comboio para nos levar a outro local.
Enquanto estávamos à espera para entrar no avião, tivemos um tempinho para jantar e tirar umas fotos ao aeroporto.
Durante a viagem de Madrid a Buenos (12 horas) aconteceu um pequeno incidente, uma das nossas companheiras do banco de trás sentiu-se mal, pensámos que lhe tinha parado a digestão, pois a senhora tomou um comprimido para dormir e ficou logo a sentir-se mal.
As hospedeiras tiveram que chamar um médico para a assistir e lhe dar oxigénio.
Mas tudo não passou de um susto e depois ficou tudo bem.
Hoje é o grande dia. O dia da partida para a Argentina. Já tratei dos últimos pormenores, as últimas compras.
Apanhamos o 1º voo para Madrid, onde tivemos que andar a passear pelo aeroporto (que é muito bonito e tudo novo), de uma ponta à outra…
Do local onde saímos do avião, até ao local onde tínhamos que apanhar o próximo voo para Buenos Aires, era uma caminhada de 22 m.
Tivemos que descer muitas escadas rolantes, onde tivemos que apanhar um pequeno comboio para nos levar a outro local.
Enquanto estávamos à espera para entrar no avião, tivemos um tempinho para jantar e tirar umas fotos ao aeroporto.
Durante a viagem de Madrid a Buenos (12 horas) aconteceu um pequeno incidente, uma das nossas companheiras do banco de trás sentiu-se mal, pensámos que lhe tinha parado a digestão, pois a senhora tomou um comprimido para dormir e ficou logo a sentir-se mal.
As hospedeiras tiveram que chamar um médico para a assistir e lhe dar oxigénio.
Mas tudo não passou de um susto e depois ficou tudo bem.
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