Insecta Shoes

terça-feira, agosto 31, 2010

Cliff Richard - Summer Holiday



Uma musica que me deixa sempre contente, mesmo quando estou em baixo :)

As Noites das Mil e Uma Noites - Naguib Mahfouz

Comecei a ler no dia 27/08/2010 e acabei no dia 31/08/2010.

Este romance começa precisamente onde acabam "As Mil e Uma Noites". O sultão, depois de ter ouvido, durante quase três anos, as histórias de Xerazade, decide casar-se com ela. Todos crêem que, graças à sua habilidade como contadora de histórias, Xerazade salvou a vida e semeou o amor e a piedade no coração do sultão, pelo que, daí por diante, a paz e a harmonia reinarão no país. Contudo, a mudança foi apenas superficial e o sultão, afinal, continuou a desconhecer a compaixão, o amor e a justiça, mantendo-se um homem poderoso, mas sem consciência. Como elevar a sua alma e ressuscitar-lhe a consciência? Só através de uma série de acontecimentos dilacerantes que lhe ensinarão o verdadeiro sentido do poder... Em As Noites das Mil e Uma Noites, toda a narração é uma alegoria rica de magia, de pormenores, do fantástico mundo árabe antigo e contemporâneo, com todos os seus conflitos políticos e religiosos.Nas próprias palavras do grande autor egípcio, As Noites das Mil e Uma Noites "é do mais importante que escrevi em toda a minha vida; nele se misturam a tradição com a modernidade, a realidade com a lenda".



Críticas de imprensa

«Uma verdadeira obra-prima da narrativa. Inserida no seio de uma tradição própria, não lhe são alheias nem a fantasia, nem a mística, nem a simbologia, nem a sensualidade, nem os enigmas, nem o mundo onírico, onde parece desenvolver-se uma boa parte da acção.»
ABC Literario

Naguib Mahfouz - foi um escritor egípcio, autor de relatos, romances e roteiros de cinema. Recebeu o Nobel de Literatura de 1988. É considerado um dos primeiros escritores contemporâneos de literatura árabe, ao lado de Tawfiq el-Hakim, a explorar temas do existencialismo. Publicou mais de 50 romances, mais de 350 contos e dezenas de roteiros de filmes e cinco peças ao longo de 70 anos de carreira. Muitas das suas obras foram adaptadas para filmes em árabe e em línguas estrangeiras.

Seus romances mais conhecidos são Miramar (1967) e os que compõem "A Trilogia do Cairo" (1956-1957) onde cada um dos livros é batizado com o nome de um bairro da capital egípcia. É autor, também, de "A Taberna do Gato Preto". As suas obras encontram-se traduzidas em várias línguas como o inglês, francês, alemão, russo e italiano.

Nascido em uma família muçulmana de classe média baixa no quarteirão Gamaleyya do Cairo, Mahfouz foi assim chamado devido ao professor Naguib Mahfouz Pasha (1882-1974), o renomado médico copta lhe trouxe ao mundo. Mahfouz foi o sétimo e o filho mais novo de uma família que tinha cinco meninos e duas meninas. A família vivia em dois bairros populares da cidade, inicialmente em el-Gamaleyya, de onde se mudaram em 1924 para el-Abbaseyya, então um subúrbio do novo Cairo. Ambos os bairros serviram como cenário para muitos dos escritos de Mahfouz. Seu pai, a quem Mahfouz descreveu como tendo sido "antiquado", foi um funcionário público e Mahfouz mais tarde seguiu seguiu seus passos. Em sua infância Mahfouz lia com voracidade. Sua mãe levou-o muitas vezes a museus e a história egípcia mais tarde se tornou um tema importante em muitos de seus livros.[3]

A família Mahfouz era muçulmana devota e Mahfouz teve uma educação estritamente islâmica. Em uma entrevista, ele dolorosamente descreveu o clima religioso severo em seu lar durante sua infância. Afirmava que "Você nunca teria pensado que um artista poderia surgir a partir dessa família".[3]



A Revolução Egípcia de 1919 teve um forte efeito sobre Mahfouz, embora na época tivesse apenas sete anos de idade. Da janela, viu muitas vezes os soldados britânicos dispararem contra os manifestantes, homens e mulheres. "Você poderia dizer," ele revelou mais tarde, "que a coisa que mais abalou a segurança da minha infância foi a revolução de 1919." Depois de completar o ensino secundário, Mahfouz ingressou na Universidade Rei Fouad I, hoje conhecida como a Universidade do Cairo, onde estudou Filosofia, graduando-se em 1934. Em 1936, depois de passar um ano dedicando-se a obter um mestrado, decidiu se tornar um escritor profissional. Mahfouz trabalhou então como jornalista em er-Risala, e contribuiu para o el-Hilal e o Al-Ahram. A maior influência egípcia no pensamento de Mahfouz sobre ciência e socialismo na década de 1930 foi a de Moussa Salama, o intelectual da Sociedade Fabiana.

Mahfouz deixou a academia e seguiu uma carreira no Ministério dos Assuntos Religiosos. No entanto, logo foi transferido para um cargo no Ministério da Cultura como o oficial responsável pela indústria cinematográfica, devido a seu aparente ateísmo.[4]

Funcionário público civil por longo tempo, Mahfouz serviu no Ministério das Doações de Mãos-mortas e depois como Diretor da Censura no Escritório de Arte. Deixou seu posto como Diretor da Censura e foi nomeado diretor da Fundação de Apoio ao Cinema. Foi um editor contribuinte para o principal jornal, el-Ahram, e em 1969 se tornou um consultor do Ministério da Cultura, aposentando-se em 1972.

Mahfouz permaneceu solteiro até os 43 anos de idade. A razão de ter se casado tarde foi que ele tinha a convicção de que o casamento, com suas inúmeras restrições e limitações, dificultariam seu futuro literário. Em 1954, casou-se com uma mulher egípcia, com quem teve duas filhas.

Publicou 34 romances, mais de 350 contos e dezenas de roteiros de filmes e cinco peças ao longo de 70 anos de carreira. Muitas de suas obras foram transformadas em filmes de língua árabe. Foi um membro do conselho da editora Dar el-Ma'aref. Muitos dos seus romances foram serializados em el-Ahram e seus escritos também aparececiam em sua coluna semanal, "Ponto de Vista". Antes do Prêmio Nobel apenas alguns de seus romances tinham circulado no Ocidente.

Entre 1939 e 1944 publicou as suas primeiras três novelas, todas ambientadas no Antigo Egipto.

A partir de 1956 Mahfouz passou a abordar a sociedade árabe contemporânea, com Al-Thulathiyya (A Trilogia do Cairo), que retrata a vida de três gerações de famílias do Cairo entre a Primeira Guerra Mundial e o golpe que terminou com a monarquia no Egipto em 1952.

Em 1959 o romance Awlad haratina (Os filhos do nosso bairro), traduzido em inglês como Children of Gebelawi, foi banido no Egipto devido à controvérsia levantada pelo recurso a personagens alrgóricas, representando Alá, personagens bíblicas (Caim e Abel) e profetas do Islão, entre os quais Muhammad (Maomé), Moisés e Jesus. [5][6].

Devido ao facto de ter declarado o seu apoio ao presidente Sadat no tratado de paz assinado entre o Egipto e Israel em 1979 os seus livros seriam banidos em vários países árabes. Cerca de metade das novelas de Mahfouz foram adaptadas ao cinema, tendo os filmes sendo exibidos um pouco por todo o mundo árabe.

Em 1988 tornou-se o primeiro escritor de língua árabe a receber o Nobel de Literatura. O presidente da Liga Jordaniana de Escritores chamou o escritor de "delinquente". No Egito, o presidente Hosni Mubarak recusou-se a cumprimentá-lo. Porém, na Europa e nos Estados Unidos seus livros foram sucesso de venda.[6]

Durante a controvérsia dos "Versículos Satânicos" de Salman Rushdie expressou publicamente o seu apoio a Rushdie.

Em 1994, enquanto saía da sua casa no Cairo, foi esfaqueado no pescoço por um fundamentalista islâmico, cuja acção foi inspirada na declaração emitida pelo clérigo radical Omar Abdel-Rahman segundo a qual os livros de Mahfouz constituíam blasfémia e que o escritor merecia morrer.

Em Julho de 2006 foi internado num hospital do Cairo devido a problemas pulmonares e renais. Faleceu a 30 de Agosto de 2006, tendo as exéquias do escritor se realizado na mesquita de Al-Rashdan, na capital egípcia.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Belos Principios

1 - Caminhe de dez a trinta minutos por dia. Sorria enquanto caminha

2 - Fique em silencio diariamente por 10m. Se necessário a sós.

3 - Escute boa música todos os dias. É um autêntico alimento para o espírito.

4 - Ao se levantar pela manhã diga sempre: meu propósito hoje é…

5 - Viva com os 3 E’s … Energia, Entusiasmo e Empatia.

6 - Divirta-se mais do que antes

7 - Leia mais livros do que no ano passado.

8 - Olhe para céu, pelo menos uma vez por dia. Leve em conta a majestade do mundo em torno de você.

9 - Sonhe mais enquanto está acordado.

10 - Coma mais alimentos naturais, como fruta e verduras e menos alimentos industrializados e os que requerem sacrifícios.

11 - Coma castanhas e nozes. Tome muita água e um cálice de vinho ou suco de uva todos os dias.

12 - Experimente tratar bem pelo menos três pessoas por dia.

13 - Elimine a desordem da sua casa, do carro, do escritório e deixe que uma nova energia flua em sua vida.

14 - Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos e coisas fora do teu controlo. É melhor investir a tua energia em coisas positivas

15 - Note que a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições que vêm e vão. O que você aprende é melhor investir nas necessidades presentes.

16 - No pequeno-almoço coma como um rei, no almoço como um príncipe e no jantar como um mendigo.

17 - Sorria mais

18 - Não deixe passar a oportunidade de abraçar a quem aprecia.

19 - A vida é muito curta para desperdiçar tempo odiando alguém.

20 - Não se cobre tanto. Não faz bem.

21 - Você não tem de vencer todas as discussões. Demonstre que não está de acordo e aprenda com os outros.

22 - Esteja em paz com o passado, assim não arruinará seu presente.

23 - Não compare sua vida com a dos outros. Não têm ideia do caminho que eles andaram.

24 - Ninguém é responsável pela sua felicidade, excepto você mesmo.

25 - Lembre-se que você não tem controlo sobre o que acontece consigo, mas decide o que fará da sua vida.

26 - Aprenda algo novo a cada dia

27 - O que os outros pensam de si não importa.

28 - Aprecia o teu corpo e desfruta-o

29 - Não importa quão boa ou ruim é a situação, mude-a se necessário.

30 - Seu trabalho não vai se preocupar se está doente. Seus amigos sim. Fique em contacto com eles.

31 - Descarte qualquer coisa que não seja útil, bonita ou divertida.

32 - Inveja é um desperdício de tempo. Você já tem tudo que necessita.

33 - O melhor está para acontecer

34 - Não importa como se sente, levante-se, vista-se e participe.

35 - Viva com plenitude o seu ser.

36 - Comunique-se com os seus familiares com frequência, mandando-lhes mensagens como: estou a pensar em ti!

37 - Cada noite antes de dormir diga:
Dou graças por _________________
Hoje eu consegui ________________

38 - Lembre-se de que você é muito abençoado, para estar stressado.

39 - Aproveite a viagem. Só tem uma oportunidade de tirar o melhor proveito.

40 - A vida é bela. Aproveite-a enquanto pode. Seja Feliz!!!

Desaparecidos - Michael Grant

Comecei a ler este livro no dia 21/08/2010 e acabei no dia 26/08/2010.

E, de repente, nada! Os telemóveis deixaram de funcionar assim como os computadores e todos os outros aparelhos eléctricos e electrónicos. Sem pufs, flashes, luzes ou explosões. Nada. Mas há mais: não há nenhum adulto no perturbador universo de Desaparecidos.

Desaparecidos, do escritor norte-americano Michael Grant, é um livro inquietante sobre um mundo em que não há adultos e onde a tecnologia não funciona. A fazer lembrar Harry Potter, Stars Wars e Senhor dos Anéis, Grant estreia-se de forma auspiciosa no nosso país.



São mais de 400 páginas de pura emoção e muita expectativa que se lêem num ápice. Num mundo tão diferente daquele em que vivemos, sem muitas das comodidades que deixámos de valorizar pelo facto de não conseguirmos imaginar a vida antes delas, Desaparecidos é um livro perturbante, emocionante e, acima de tudo, muito original.

Tudo começa dentro de uma sala de aula quando, num piscar de olhos, o professor desaparece. Alarmados, os alunos saem da aula em busca do professor. É então que começam a perceber que todos os adultos desapareceram. E que estranho se torna o mundo sem adultos.



Michael Grant is the co-creator and co-author of the Animorphs and the Everworld book series, and also the creator and author of the Gone series. Michael was raised in a military family, attending ten schools in five states, as well as three schools in France. As an adult, he became a writer in part because "it was one of the few jobs that wouldn't tie him down to a specific location." According to the back flap of one of his books: "He lives in California with his wife, Katherine Applegate, and their two children, and far too many pets." He currently lives in Irvine, California. In early 2009 Grant released the sequel to Gone (novel) called Hunger (Gone Series) . The third novel for this series Lies (novel) was released in the United States in May 2010.



sexta-feira, agosto 20, 2010

As Regras de Moscovo - Daniel Silva

Comecei a ler este livro no dia 17/08/2010 e acabei no dia 20/08/2010.

A morte de um jornalista leva Allon à Rússia, onde descobre que, em termos das artes do ofício da espionagem, até mesmo ele tem alguma coisa a aprender. Agora, está a jogar segundo as regras de Moscovo. E na cidade existe uma nova geração de estalinistas que conspiram para reivindicar um império perdido e desafiar o domínio global de um velho inimigo: os Estados Unidos da América. Um desses homens é Ivan Kharkov, um antigo coronel do KGB que construiu um império de investimento global sobre os escombros da União Soviética. No entanto, escondido no interior desse império, está um negócio lucrativo e mortífero.



Kharkov é um negociante de armas - e está prestes a entregar as armas mais sofisticadas da Rússia à al-Qaeda. A não ser que Allon consiga descobrir a hora e o local da entrega, o mundo irá assistir aos ataques terroristas mais mortais desde o 09 de Setembro - e o tempo está a passar muito depressa. Cheio de prosa rica e de reviravoltas na trama de cortar a respiração, o livro As Regras de Moscovo é simultaneamente um entretenimento superior, uma cáustica história exemplar sobre as novas ameaças que estão a aparecer no Leste - e o melhor romance de Silva até ao momento.

Daniel Silva foi jornalista e trabalhou para a UPI, primeiro em Washington e depois no Cairo, como correspondente para o Médio Oriente. Nesse período cobriu diversos conflitos políticos e a guerra Irão-Iraque. Conheceu a sua mulher, correspondente da NBC, e regressaram aos Estados Unidos, onde Daniel Silva foi produtor da CNN durante vários anos, tendo sido responsável por alguns programas muito populares, como Crossfire, The International Hour e The World Yoday, entre outros. Em 1997, logo após o êxito do seu primeiro livro, The Unlikely Spy, Daniel Silva resolveu dedicar-se por completo à escrita, tendo entretanto publicado diversos best-sellers mundiais.



O Washington Post coloca-o «entre os melhores jovens autores norte-americanos de literatura de espionagem» e é com frequência comparado a Graham Greene e a John Le Carré. Vive em Washington D. C., com a mulher e dois filhos.

Do Egipto à Jordania Slideshow

Do Egipto à Jordania Slideshow: "TripAdvisor™ TripWow ★ Do Egipto à Jordania Slideshow ★ to Setúbal, Cairo and Petra by Catia Silva. Stunning free travel slideshows on TripAdvisor"

quarta-feira, agosto 18, 2010

Eu também quero ser baleia ;)

Há uns dias, numa cidade de França, um cartaz na montra de um ginásio, com uma jovem espectacular, dizia:

"ESTE VERÃO, QUERES SER SEREIA OU BALEIA?"

Uma mulher jovem-madura, cujas características físicas não interessam, respondeu à pergunta publicitária nestes termos:
"Estimados Senhores

As baleias estão sempre rodeadas de amigos (golfinhos, leões-marinhos, humanos curiosos). Têm uma vida sexual muito activa, engravidam e têm baleiazinhas ternurentas que amamentam.
Divertem-se à brava com os golfinhos, enchendo a barriga de camarões. Brincam e nadam, sulcando os mares, conhecendo lugares tão maravilhosos como a Patagónia, o mar de Barens ou os recifes de coral da Polinésia.




As baleias cantam muito bem e até gravam CD's. São impressionantes e praticamente não têm outros predadores além dos humanos.

São queridas, defendidas e admiradas por quase toda a gente.
As sereias não existem. E, se existissem, fariam fila nas consultas dos psicanalistas, porque teriam um grave problema de personalidade: "mulher ou peixe?".

Não têm vida sexual, porque matam os homens que delas se aproximam e, além disso, por onde? Por isso, também não têm filhos.



São bonitas, é verdade, mas solitárias e tristes.

Além disso, quem quereria aproximar-se de uma rapariga que cheira a peixe?

Para mim está claro, quero ser baleia.


P.S.: Nesta época em que os meios de comunicação nos metem na cabeça a ideia de que apenas as magras são bonitas, prefiro desfrutar de um gelado com os meus filhos, de um bom jantar com um homem que me faça vibrar, de um café e bolos com os meus amigos.
Com o tempo ganhamos peso porque, ao acumular tanta informação na cabeça, quando já não cabe, espalha-se pelo resto do corpo. Por isso, não estamos gordas, somos tremendamente cultas.

A partir de hoje, quando vir o meu rabo no espelho, pensarei: "Meu Deus, que inteligente que sou..."

terça-feira, agosto 17, 2010

Traição de Sangue - Charlaine Harris

Comecei a ler este livro no dia 14 de Agosto de 2010 e acabei no dia 17/08/2010.

Sookie Stackhouse, uma empregada de bar na pequena vila Bon Temps em Louisiana, tem tão poucos parentes vivos que a entristece perder mais um; neste caso a sua prima Hadley, amante da rainha dos vampiros de Nova Orleães. Hadley deixou tudo o que tinha a Sookie, mas reclamar essa herança tem riscos elevados. Há quem não queira que ela vasculhe demasiado o passado e as posses da prima - nomeadamente uma pulseira valiosa que faz parte de um conjunto oferecido pelo rei vampiro do Arkansas à rainha do Louisiana, e que Hadley roubou e escondeu antes de ser assassinada. Sookie tenta evitar um conflito diplomático entre os dois reis mas, mais uma vez, a sua vida está em perigo pois alguém fará qualquer coisa para a travar...



Críticas de imprensa
«Harris escreve com competência e segurança.»
The New York Times Book Review

«Uma autora de raro talento.»
Publishers Weekly

«É impossível não adorar a sensual e vivaz Sookie, certamente uma das heroínas mais cativantes a guiar-nos pelo mundo das trevas em muito tempo. Possivelmente desde sempre.»
BookPage

“A Saga do Sangue Fresco continua a ser uma das melhores da geração de vampiros.”
Booklist



Charlaine Harris escreve romances de mistério além dos livros de Sookie Stackhouse. Vive no Sul do Arkansas com o marido, três filhos, dois cães, dois furões e um pato. Leitora ávida, cinéfila moderada e halterofilista ocasional, o seu passatempo preferido é incentivar os filhos em desportos variados, instalada em bancadas desconfortáveis.

sábado, agosto 14, 2010

Sem Sangue - Alessandro Baricco

Li este livro no dia 13 de Agosto de 2010.



Quando os seus inimigos finalmente o encontram, Manuel Roca obriga Nina, a sua filha pequena, a meter-se num esconderijo debaixo de um alçapão na despensa, a partir do qual testemunhará o assissinato do seu pai e do seu irmão. Após a matança, Tito, um dos assassínos, encontra o esconderijo de Nina, mas, apiedado da inocência da criança, não diz nada aos seus cúmplices. Décadas mais tarde, Nina é uma intrigante mulher que passeia pela rua quando encontra um já idoso Tito a vender lotaria. Este encontro revelará até que ponto a traumática experiência da sua infância marcou ambas as personagens, e se serão alguma vez capazes de a superar.



Alessandro Baricco nasceu em Turim, em 1958, e a sua estreia na literatura deu-se aos 33 anos com o romance Castelos de Raiva.O seu primeiro best seller internacional, Seda (Dom Quixote, 2007) tem sido traduzido para várias línguas e os seis romances que escreveu têm ganho inúmeros prémios literários, incluindo o Prix Médicis Étrangér, em França.Sucesso de crítica e público, a sua obra é apelidada de «pós-moderna», expressão com múltiplas interpretações e que é, talvez, pequena para um autor que já marcou um espaço de destaque no universo da literatura mundial. Talvez por procurar uma intensidade na sua relação com os leitores, Baricco é hoje em dia um dos autores preferidos pelas camadas mais jovens.A criação literária de Baricco é bastante diversificada, abrangendo peças de teatro, ensaios, colectâneas de artigos, entre outros. É ainda autor dos romances Oceano Mar, City, Sem Sangue (Dom Quixote, 2003) e de Esta História (Dom Quixote, 2008).

quinta-feira, agosto 12, 2010

O Décimo Circulo - Jodi Picoult

Comecei a ler este livro no dia 07/08/2010 e acabei no dia 12/08/2010.

Daniel Stone era o único rapaz branco da vila esquimó do Alasca onde a mãe dava aulas. Por ser diferente, todos troçavam dele sem misericórdia e ele retribuiu tornando-se o pior dos adolescentes, roubando, bebendo e assaltando, até um dia deixar a vila. Quinze anos depois, Daniel é uma pessoa totalmente diferente: um pai calmo e atencioso, autor de banda desenhada, casado com uma professora que dá aulas sobre Dante e o seu Inferno. Trixie, a filha de ambos, é tudo para Daniel.
Mas toda esta calma é perturbada no dia em que Trixie é violada numa festa e Daniel começa a debater-se novamente com uma impotência e uma raiva que podem destruí- lo a si e à sua família.

O Décimo Círculo questiona até onde somos capazes de ir por alguém que amamos e quantas vezes somos capazes de nos reinventar até os nossos erros desaparecerem para sempre ou voltarem para nos assombrar quando menos esperamos.



Mas este livro mostra que existe mais do que uma maneira de contar uma história. No livro encontramos também a banda desenhada de Daniel Stone que conta a história de uma rapariga que é raptada pelo diabo e levada para o inferno de Dante, e do pai que literalmente desce ao inferno para salvá-la.

Este livro viaja desde os corredores de um liceu moderno até uma vila isolada no Alasca, e do inferno até ao coração desfeito de um pai.



Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e escrita criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram Jodi Picoult a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa correctora, foi copywriter numa agência de publicidade, trabalhou numa editora e foi professora de inglês. Aos 38 anos é autora de onze best sellers e em 2003 foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction.

segunda-feira, agosto 09, 2010

Planície de Espelhos - Gabriel Magalhães

Comecei a ler este livro no dia 04 de Agosto de 2010 e acabei no dia 06 de Agosto de 2010.



Este livro é mágico. O leitor deverá pegar nele com todo o cuidado. Nunca se sabe bem o que pode acontecer quando alguém folheia as páginas deste romance. A protagonista, Marta, uma professora universitária, parte para uma viagem que a levará a encontrar-se com um fantasma que lhe pede boleia, à noite, numa estrada alentejana. O espectro voltará a aparecer no dia seguinte, assombrando a sua vida. Mas a maior surpresa acontece quando o fantasma surge na vida do autor – e também na existência de cada leitor deste romance. Porque Planície de Espelhos leva às últimas consequências a magia da literatura.

Gabriel Magalhães está a recuperar dos perigos de ter escrito este livro. Através da alquimia da literatura, este romance transformou-o noutra pessoa. Durante esta metamorfose criativa, continuou a ser quem era: professor da Universidade da Beira Interior, especializado em estudos ibéricos e em estudos literários, e autor do romance Não Tenhas Medo do Escuro (Difel, 2009, Prémio de Revelação APE/DGLB). Publicou também a monografia Garrett e Rivas: o Romantismo em Espanha e Portugal. Colabora no jornal La Vanguardia, de Barcelona, e vive com a sua família na Covilhã.



Gabriel Magalhães é doutorado em Filologia Hispânica e Portuguesa, Professor Literatura portuguesa na Universidade de Salamanca e de Literatura espanhola na Universidade da Beira Interior, profundo conhecedor das culturas de Espanha e Portugal. Reside actualmente em Portugal, mas já viveu na Galiza, no País Basco e em Castela. Lançou recentemente o livro ‘Não Tenhas Medo do Escuro’.

Adorei este livro. Um livro com um enredo magnifico. Espetacular!!

quarta-feira, agosto 04, 2010

Uma Villa em Italia - Elizabeth Edmondson

Comecei a ler este livro no dia 30/07/2010 e acabei de ler no dia 03/08/2010.

Quatro pessoas aparentemente sem nada em comum vêem o seu nome mencionado no testamento de uma mulher que não conhecem. Quem foi Beatrice Malaspina e porque exige que compareçam na sua villa em Itália? Enquanto esperam pelas respostas, a magia do lugar começa a exercer os seus efeitos sobre eles: os frescos desbotados, os jardins exuberantes e a magnífica torre medieval não se assemelham a nada que já tenham visto. Aos poucos, quatro pessoas que sempre fizeram os possíveis por esconder os seus problemas descobrem que a mudança - e até mesmo a esperança - é possível. Mas a misteriosa Beatrice tem um segredo que os afectará a todos…



Elizabeth Edmondson
The daughter of a South American mother and English father, Elizabeth Edmondson was born in Chile, and educated in Calcutta and London before going to Oxford University, Elizabeth Edmondson now divides her time between the countryside north of Rome and the spires of Oxford. She is married to an art historian and has two children.

O Vale das Bonecas - Jacqueline Susann

Comecei a ler este livro no dia 21/07/2010 e acabei no dia 29/07/2010.

Anne, Neely e Jennifer são três jovens fortes, independentes e com muita sede de viver. Mas quando os sonhos da vida se despenham contra os rochedos da desilusão , precisam de algumas «bonecas» -comprimidos calmantes, excitantes, ansiolíticos ou opiáceos - para sobreviver…



Anne: ingénua e doce, mas ansiosa por descobrir tudo o que a vida tem para oferecer…
Neely: um espírito rebelde. Órfã desde a mais tenra idade, só ambiciona uma coisa na vida - rios de dinheiro!
Jennifer: com um corpo de fazer parar o trânsito, este imã sexual só deseja uma coisa - casa e assentar.
Amor, traição, desejo e dependência são retratados em toda a sua crueza neste romance inesquecível, considerado um clássico da literatura norte-americana.



Jacqueline Susann nasceu em Filadélfia em 1918. Antes de se dedicar à escrita foi actriz de televisão e teatro. Faleceu em 1974.
O Vale das Bonecas é considerado o livro mais vendido de todos os tempos. Foi adaptado ao cinema, ao teatro e à televisão e conta com mais de 30 milhões de exemplares vendidos só nos EUA.

Primeira parte do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=15gT1D_71bg