Insecta Shoes

segunda-feira, março 30, 2009

Para a minha querida Tânia



Não tenho palavras para descrever os meus sentimentos, só sei que quando hoje descobri a noticia, que a Tânia nos tinha deixado na passada sexta-feira fiquei muito triste e sem vontade para estar aqui no meu trabalho.


Acho que a vida não é justa, já a pouco tempo tinha falado com uma amiga sobre este tema, pois o filho dela que era militar, passou vários anos no estrangeiro no Iraque e Afeganistão e quando veio uns dias a Portugal, teve uma morte brutal e violenta num acidente automóvel, como é que é possível pessoas boas, como o filho da minha amiga, os meus dois tios (que faleceram com cancro) e agora Tânia morrerem e tantos assassinos, pedófilos e corruptos, continuarem a viver sem nada lhes acontecer… acho que existem momentos na nossa vida em começamos a perder a nossa fé…
Acho que nunca tinha desabafado assim no meu blog, mas estou muito triste e desiludida.


Gostava de deixar aqui para os pais e família da Tânia e para o Cláudio um grande abraço apertado.

sexta-feira, março 27, 2009

Nova Aquisição - O Fim do Senhor Y - Scarlett Thomas

Este livro pode estar amaldiçoado. Quer mesmo lê-lo?



Ariel encontra um raro exemplar de Thomas Lumas. O cientista vitoriano deixou uma obra, considerada por muitos, amaldiçoada. Fascinada pelo livro mergulha nele sem se conseguir deter. Transportada até um universo paralelo, vive uma aventura entre a consciência e a morte, a fé e a ciência.

Comparada por muito a Hurakami, Scarlett Thomas cria um universo próprio em que mistura diferentes géneros num romance de tirar o fôlego. É caso para perguntar se, tal como a sua heroína, Ariel, também a nossa vida mudará depois da leitura deste livro...


«Uma viagem de encantamento e perigo. Um delicioso cruzar de géneros...fresco e ferozmente inteligente, reminiscente de Haruki Murakami.»
Kirkus

«Um thriller compulsivamente absorvente. O Fim do Senhor Y penetra na mente do leitor, deixando-lhe, em mente, o desejo de exploração.»
Time Out New York

«Deliciosamente engenhoso.»
Independent

«Uma fantasia cerebral que conduz a protagonista, Ariel, a um universo paralelo. Uma experiência de pensamento muito própria que debate a relação entre a linguagem, o pensamento e a matéria - na linha de Derrida e Baudrillard.»
The Bookseller

«Combinação de filosofia é física pós-moderna, estonteante ficção científica, inteligente, inesperadas reviravoltas narrativas e envolvente personagens.»
Library Journal


«Este livro pode mudar a sua vida.»
Independent


Viagem fantástica no tempo, pela mente. Ariel encontra, num antigo alfarrabista, um livro amaldiçoado. A sua leitura leva-a um perigoso salto no tempo e no espaço em que penetra em mundos paralelos. Um vertiginoso romance a misturar aventura, mistério, ciência.

terça-feira, março 24, 2009

Hora do Planeta - dia 28 de Março às 20:30

Eu vou alinhar!!! E voçês???



De que se trata?
É algo tão simples como desligar o interruptor.

O que começou como um movimento quase espontâneo que pretendia incentivar os habitantes de Sidney a apagar as suas luzes e despertarem para os problemas ambientais, cresceu e tornou-se numa das maiores iniciativas mundiais de luta contra as alterações climáticas.
Em 2009, às 20H30 de 28 de Março, pessoas em todo o mundo são desafiadas a apagarem as suas luzes por uma hora – a Hora do Planeta.

Pretende-se este ano que mil milhões de pessoas, em mais de 1000 cidades, se unam em torno deste movimento e com este gesto simbólico mostrem que é possível tomar medidas contra o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, na cidade australiana de Sidney. Nessa altura 2,2 milhões de habitações e empresas desligaram as suas luzes por uma hora. Apenas um ano mais tarde é que este evento se transformou no movimento global para a sustentabilidade que é hoje, com a participação de cerca de 100 milhões de pessoas e abrangendo 35 países.

Desde então, marcos emblemáticos mundiais, tais como a ponte Golden Gate, em São Francisco (EUA), o Coliseu de Roma, em Itália, e o painel publicitário da Coca-Cola em Times Square (Nova Iorque, EUA), ficaram às escuras, como símbolos de esperança por uma causa que se torna mais urgente a cada hora que passa.

A Hora do Planeta 2009 é um apelo global de acção a todos os cidadãos, todas as empresas e todos os Governos. Um apelo para marcar presença, assumir responsabilidade e envolver-se num esforço conjunto para um futuro sustentável.

Edifícios e marcos simbólicos, desde a Europa até às Américas, vão permanecer às escuras no dia 28 de Março. Em várias cidades do mundo, incluindo Lisboa, as pessoas vão apagar as luzes e unir-se para criar uma acção vital que se pretende que desencadeie a discussão sobre o futuro do nosso precioso planeta.

Mais de 70 países vão participar na Hora do Planeta 2009. Este número cresce diariamente à medida que as pessoas começam a entender este movimento como um acto tão simples que pode gerar tão profundamente a mudança.

A Hora do Planeta é uma mensagem de esperança e uma mensagem de acção. Cada um de nós pode fazer a diferença!

Às 20:30 do dia 28 de Março de 2009 apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global; registe-se em http://www.earthhour.org/portugal e junte-se ao movimento HORA DO PLANETA.

segunda-feira, março 23, 2009

Os Homens Mais Sexy do Mundo

Aqui fica a listagem de alguns dos Homens Mais Sexy do Mundo


Takeshi Kaneshiro



Ryan Reynolds



Rodrigo Santoro



Raul Bova



Edison Chen



Mark Vanderloo



Michel Gurfi



Marcus Schenkenberg



Jonathan Rhys-Meyers



Johnny Depp



Hugh Jackman



Freddie Ljungberg



Eric Bana



Dinddong Dante



David Beckam



Dan Carter

Knight Rider

Lembram-se do Justiceiro com o actor David Hasselhoff!!! Sim a serie cujo carro falava e andava sozinho!!!



Pois é ... Vinte cinco anos depois da sua estreia, a lendária série O Justiceiro está de regresso ao pequeno ecrã completamente renovada. Acontece no dia 25, pelas 21h30.



O velho Pontiac Trans Am é substituído, na nova versão, por um Mustang Shelby, que conserva o carácter único do antecessor e alguns dos gadgets, dispondo também de inteligência artificial e o poder de se transformar em qualquer outro carro, graças às novas tecnologia.

Tudo isto ao comando de Michael Knight, agora conhecido como Mike Traceur. A nova personagem é o filho do anterior Justiceiro, encarnado por David Hasselhoff, há mais de duas décadas.

Este homem conhecido pelos inúmeros problemas desde que regressou do serviço como militar no Iraque, encontrou agora uma missão que vai dar um novo sentido à sua vida. A seu lado vai estar Sarah Graiman, a filha do responsável máximo do projecto, o Dr. Charles Graiman, uma velha amiga com quem se voltou a encontrar e que o convence a fazer parte da equipa. Este grupo é constituído também pela poliglota Zoe Chae, capaz de comunicar em nove idiomas, o génio das matemáticas, Física e Química, Billy Morgan, e o misterioso Alex Torres, braço direito de Charles Graiman. O canal Sci Fi emite o capítulo piloto protagonizado por David Hasselhoff e os restantes da primeira temporada da série, na qual o actor Val Kilmer empresta a sua voz ao KITT.

sexta-feira, março 20, 2009

Marley e Eu

Ontem à noite fui ao cinema ver este filme. É lindo!!! O Marley faz-me lembrar muito o meu cão Sebastião ;D!!



Para quem já leu o livro ou já viu o filme... lembram-se da cena de o marley a correr com a mesa atràs... pois já me aconteceu igual, mas foi com a cadeira do café (mas tb o meu cão não pesa 50KG como o marley.. só pesa 12KG)...

Lembram-se da cena dos sofás todos rasgados??... tb me acontecu a mim... quase sempre que chegava a casa tinha neve na sala!!! pois o problema é que não era neve... mas sim espuma do sofá!!

terça-feira, março 17, 2009

sábado, março 14, 2009

Extraído do livro E se Fosse Verdade... Marc Levy

Adorei estas duas partes deste livro:

“O amor tem um gosto maravilhoso, lembra-te de que é preciso dar para receber; lembra-te de que é preciso sermos nós mesmos para poder amar.
Meu filho, tem confiança no teu instinto, sê fiel à tua consciência e às tuas emoções, vive a tua vida, só tens uma. És doravante responsável por ti mesmo e por aqueles que amares. Sê digno, ama, não percas esse olhar que tanto nos unia quando partilhávamos a aurora. Lembra-te das horas que passávamos juntos a podar as roseiras, a perscrutar a lua, a aprender o perfume das flores, a escutar os barulhos da casa para os compreender. Estas são coisas simples, por vezes fora de moda, mas não deixes que as pessoas amarguradas ou entediadas desvalorizem esses instantes mágicos – para aquele que sabe vivê-los. Esses momentos têm um nome, Arthur, «deslumbramento», e só depende de ti que a tua vida seja um deslumbramento. É o melhor sabor dessa longa viagem que está à tua espera.”




“Falavam pouco um com o outro, pelo menos enquanto eu estava acordado, mas eram terrivelmente cúmplices. Compreendiam-se através do olhar. Nos seus silêncios comuns, trataram de curar todas as violências da vida. Reinava uma paz entre aqueles dois seres que era desconcertante. Como se cada um deles considerasse como dever sagrado nunca mais conhecer a irritação ou a revolta.”

E se Fosse Verdade - Marc Levy

Comecei a ler o livro no dia 12 de Março de 2009 e acabei hoje dia 14.

E Se Fosse Verdade... é uma história repleta de romantismo e bom humor, ingredientes que cativaram Steven Spielberg, fazendo-o adquirir, por 2 milhões de dólares, os direitos do livro para o cinema. Marc Levy verá o seu romance de estreia candidatar-se a um grande sucesso de bilheteria. A história passa-se em São Francisco, em julho de 1996. A jovem e bela Lauren, estudante de medicina, sofre um acidente de carro, entra em coma e vai parar no mesmo hospital onde trabalha. Apesar do seu estado, Lauren consegue, espiritualmente, voltar para o seu antigo apartamento. Lá, encontra Arthur, o arquitecto que é o novo morador do imóvel e a descobre no armário do banheiro ao ir tomar banho. Ele é a única pessoa que consegue vê-la, ouvi-la e senti-la.
Inicialmente recusando-se a acreditar na história de Lauren, Arthur só fica convencido de toda a verdade quando vai até o hospital e a encontra desacordada. A partir daí, ele vai fazer o impossível para ajudá-la a voltar ao seu estado natural.



Marc Levy é um escritor francês autor de quatro romances, entre eles A próxima vez e E se fosse verdade, este último deu origem ao filme E se fosse verdade (filme).

E se fosse verdade conta a história de Lauren, residente de medicina que sofre um acidente de carro, entra em coma e fica à beira da morte. Seu espírito vai parar na casa de um arquiteto, Arthur. Com a convivência, os dois acabam se apaixonando, e Arthur toma para si a responsabilidade de cuidar de Lauren enquanto ela está em coma. A história fez tanto sucesso que foi adaptada ao cinema, protagonizada por Reese Witherspoon e Mark Ruffalo, com produção de Steven Spielberg.



O autor continua a história em seu romance Encontrar você. Todos os quatro romances que escreveu são considerados best-sellers, e contam com seis milhões de unidades vendidas em mais de 30 países.

Os críticos já o consideram um novo talento da escrita, que escreve histórias excepcionais, muito criativas e com temas pouco usuais.

No seu tempo livre, Marc Levy dedica-se ao cinema. Já realizou a sua primeira curta-metragem, para a Anistia Internacional e é já autor de dois guiões. Como projectos futuros, deseja realizar a sua primeira longa-metragem. Enquanto isso vive em Londres com Louis, o seu filho


Extraído do livro A Ilha - Victoria Hislop

esta parte do livro tocou-me:

“Quando o doutor saiu do túnel e o mar agitado dos fins de Outubro ficou à vista, ele viu o barco pequeno balançar para cima e para baixo a cerca de 100 metros da costa e uma mulher de pé no cais. Ela estava a olhar para o mar mas ouviu os passos dele atrás de si e voltou-se. Ao fazê-lo, os seus longos cabelos foram soprados em madeixas à volta da cara dela e dois olhos grandes e ovais fixaram-se nele com esperança.
Há muitos aos atrás, antes da guerra, Kyritsis tinha visitado Florença e tinha visto a imagem cativante de O Nascimento de Vénus, de Botticelli. Com o mar verde acinzentado atrás dela e os seus longos cabelos apanhados pelo vento, Maria evocava fortemente a pintura. Kyritsis até tinha uma estampa emoldurada na parede da sua casa em Heráclion e via agora nesta jovem mulher o mesmo meio sorriso tímido, a mesma inclinação da cabeça, quase interrogativa, a mesma inocência da recém-nascida. No entanto, ele nunca tinha visto uma beleza assim na vida real. Interrompeu o seu caminho. Neste momento, ele não a via como uma paciente, mas como uma mulher e achava que ela era mais bonita do que qualquer uma que ele já tinha visto.
-Doutor Kyritsis – disse ela, despertando-o do seu devaneio com o som do seu próprio nome – Doutor Kyritsis, o meu pai está aqui.
-Sim, sim, obrigado – exclamou ele, subitamente ciente de que devia estar especado a olhar para ela.
Maria segurou o barco com força durante um momento enquanto o médico lá entrava, e a seguir largou-o e atirou-lhe a corda. Quando Kyritsis a apanhou, levantou os olhos para ela. Ele precisava de mais um vislumbre, só para ter mesmo a certeza de que não tinha estado a sonhar. Não tinha. A própria face de Vénus não teria sido mais perfeita.”




O Nascimento de Vênus é uma pintura de Sandro Botticelli, encomendada por Lorenzo di Pierfrancesco de Médici para a Villa Medicea di Castello.
A obra está exposta na Galleria degli Uffizi, em Florença, na Itália. Consiste de têmpera sobre tela e mede 172,5 cm de altura por 278,5 cm de largura.
A pintura representa a deusa Vênus emergindo do mar como mulher adulta, conforme descrito na mitologia grega.
É provável que a obra tenha sido feita por volta de 1483, sob encomenda para Lorenzo di Pierfrancesco, que a teria pedido para enfeitar sua residência, a Villa Medicea di Castello. Alguns estudiosos sugerem que a Vênus pintada para Pierfrancesco, e mencionada por Giorgio Vasari, teria sido outra que não a obra exposta em Florença e estaria perdida até o momento.
Alguns acreditam que a obra seja homenagem ao amor de Giuliano di Piero de' Medici (que morreu em 1478, na Conspiração dos Pazzi) por Simonetta Cattaneo Vespucci, que viveu em Portovenere, uma cidadela à beira-mar. Qualquer que tenha sido a inspiração do artista, parecem haver influências de obras como a "Metamorfose" e "Fasti", ambas de Ovídio, e "Versos", de Poliziano.
No quadro, a deusa clássica Vênus emerge das águas em uma concha, sendo empurrada para a margem pelos Ventos D'oeste, símbolos das paixões espirituais, e recebendo, de uma Hora (as Horas eram as deusas das estações), uma manto bordado de flores. Alguns especialistas argumentam que a deusa nua não representaria a paixão terrena, carnal, e sim a paixão espiritual. Apresenta-se de forma similar a antigas estátuas de mármore (cujo candor teria inspirado o escultor do século XVIII Antonio Canova), esguia e com longos membros e traços harmoniosos.
O efeito causado pelo quadro, no entanto, foi um de paganismo, já que foi pintado em época em que a maioria da produção artística se atinha a temas católicos. Por isso, chega a ser surpreendente que o quadro tenha escapado das fogueiras de Savonarola, que consumiram outras tantas obras de Botticelli que teriam "influências pagãs".
A anatomia da Vênus, assim como vários outros detalhes menores, não revela o estrito realismo clássico de Leonardo da Vinci ou Rafael. O pescoço é irrealisticamente longo e o ombro esquerdo posiciona-se em ângulo anatomicamente improvável. Não se sabe se tais detalhes constituiram erros artísticos ou licença artística, mas não chegam a atrapalhar a beleza da obra, e alguns chegam a sugerir que seriam presságios do vindouro Maneirismo.
O quadro faz parte de série de obras produzidas por Botticelli sob inspiração de descrições atribuídas ao historiador Luciano, do século II, que davam conta de obras-primas da Grécia antiga e que estavam há muito tempo desaparecidas na época de Botticelli. Lá estava descrita a obra Anadyomene Venus, de Apelles ("Anadyome" significa "surgindo do mar"), cujo nome foi o originalmente dado a "O Nascimento de Vênus, que recebeu o atual nome apenas no século XIX. O quadro reproduzido à direita, de Pompéia, provavelmente jamais foi visto por Botticelli, mas é possível que seja uma cópia de Roma Antiga do quadro de Apelles mencionado por Luciano.
Na antigüidade clássica, a concha do mar era metáfora para vagina.
A pose da Vênus de Botticelli remete à "Vênus de Medici", uma escultura de mármore da antigüidade clássica que integrava a coleção dos Médici e que Botticelli teve oportunidade de estudar

quinta-feira, março 12, 2009

A Ilha - Victoria Hislop

Comecei a ler no dia 3 de Março de 2009 e acabei no dia 11 de Março de 2009



Num momento em que tem que tomar uma decisão que pode mudar a sua vida, Alexis Fieldings está determinada a descobrir o passado da sua mãe. Mas Sofia nunca falou sobre ele, apenas contou que cresceu numa pequena aldeia em Creta antes de se mudar para Londres. Quando Alexis decide visitar Creta, a sua mãe dá-lhe uma carta para entregar a uma velha amiga e promete que através dela, Alexis vai ficar a saber mais, vai ficar a saber tudo o que copiuo da wb. Quando chega a Spinalonga, Alexis fica surpreendida ao descobrir que aquela ilha foi uma antiga colónia de leprosos. E então encontra Fotini e finalmente ouve a história que Sofia escondeu toda a vida: a história da sua bisavó Eleni, das suas filhas e de uma família assolada pela tragédia, pela guerra e pela paixão. Alexis descobre o quão intimamente ligada está àquela ilha e como o segredo os une com tanta firmeza.

Que livro maravilhoso! Que história fantástica!!!!

A história de uma família dilacerada constantemente pelo infortúnio, a vida com as suas voltas e reviravoltas, o passado e o presente que se juntam inadvertidamente... incrível! Adorei!!!!



Victoria Hislop (b.Victoria Hamson, 1959, Bromley, Kent[1]) is an award winning British author. She read English at St Hilda's College, Oxford and worked in publishing and as a journalist before becoming an author.
Her first novel The Island, which the Sunday Express hailed as the new Captain Corelli's Mandolin, was a Number 1 Bestseller in the UK, its success in part the result of having been selected by the Richard and Judy Book Club for their 2006 Summer Reads. She married journalist and Private Eye editor, Ian Hislop on 16 April 1988. They have two children and live in Kent.



Plaka é um antigo bairro do centro histórico de Atenas (Grécia), e na actualidade é considerada a zona mais atractiva e colorida da capital grega. O bairro de Plaka fica na base da encosta oriental da Acrópole.



A sua estrutura deriva em grande medida do período de ocupação otomana, no qual foi destruída a urbanização de planta regular - tipicamente greco-latina - que foi substituída por uma urbanização sem planificação, ajustada aos acidentes do relevo, o que deu origem a um bairro de ruas labirínticas, em muitos casos estreitas e em pendente, hoje cheias de tabernas e restaurantes.


The island of Spinalonga (official name: Kalidon) is located at the eastern section of Crete, near the town of Elounda. The name of the island, Spinalonga, is Venetian, meaning "long thorn", and has roots in the period of Venetian occupation. This location is also the setting for Victoria Hislop's bestselling novel The Island and Werner Herzog's experimental short film Last Words.
According to Venetian documents, the name of the island originated in the Greek expression "STIN ELOUNDA" (meaning "to Elounda"). The Venetians could not understand the expression so they familiarized it using their own language, and called it SPINA (thorn) LONGA (long), an expression that was also maintained by the locals. The Venetians were inspired for this expression by the name of an island near Venice called by the same name and which is known today as the island of Giudecca.



The Venetian cartographer Vincenzo Coronelli reports that Spinalonga was not always an island, but was once linked with the adjacent peninsula of Kolokitha. He mentions that in 1526, the Venetians cut down a portion of the peninsula and thus created the island. Because of its position the island was fortified from its earliest years in order to protect the entranceway of the port of Ancient Olous.



Olous, and accordingly the wider region, were depopulated at the middle of the 7th century because of the raids of the Arab pirates in the Mediterranean. Olous remained deserted until the middle of the 15th century when the Venetians begun to construct salt-pans in the shallow and salty waters of the gulf. Consequently, the region acquired commercial value and systematically became inhabited. This fact, in combination with the Turkish threat to use gunpowder for warlike purposes, particularly after the occupation of Constantinople in 1453, and the continuous pirate raids, forced the Venetians to fortify the island.



In 1578 the Venetians charged the engineer Genese Bressani to plan the island's fortifications. He created blockhouses at the highest points of the northern and southern side of the island, as well as a fortification ring along the coast of the island that closed out any hostile disembarkation. In 1579, the General Previsor of Crete Luca Michiel put the foundation stone of the fortifications. There are two inscriptions that cite this event: one on the transom of the main gate of the castle and the other on the base of the rampart at the north side of the castle. In 1584, the Venetians, realising that the coastal fortifications were easy to conquer by the enemies attacking from the vicinal hills, decided to strengthen their defence by constructing new fortifications at the top of the hill. The Venetian fire would thus have bigger throw, rendering Spinalonga an impregnable sea fortress, one of the most important in the Mediterranean basin.



In addition, in 1579 the Venetians built a fortress on Spinalonga over the ruins of an acropolis. They kept control of the island until the Ottoman Empire took possession of it in 1715.
Following the Turkish occupation of Crete in 1669, only the fortresses of Gramvousa ,Souda and Spinalonga remained in Venetian hands; they would remain so for almost half a century. Many Christians found refuge in these fortresses to escape persecution. In 1715, the Turks came to terms with the Venetians and occupied the island. At the end of the Turkish occupation the island was the refuge of many Ottoman families that feared the Christian reprisals. After the revolution of 1866 other Ottoman families came to the island from all the region of Mirabello. In 1881 the 1112 Ottomans formed their own community and Later, in 1903, the last Turks left the island.



The island was subsequently used as a leper colony, from 1903 to 1957. It is notable for being one of the last active leper colonies in Europe. The last inhabitant, a priest, left the island in 1962. This was to maintain the religious tradition of the Greek Orthodox church, in which a buried person has to be commemorated 40 days, 6 months, 1, 3 and 5 years after their death. Other leper colonies that have survived Spinalonga include Tichilesti in Eastern Romania, Fontilles in Spain and Talsi in Latvia. As of 2002, few lazarettos remain in Europe.[1])
There were two entrances to Spinalonga, one being the lepers' entrance, a tunnel known as Dante's Gate. This was so named because the patients did not know what was going to happen to them once they arrived. However, once on the island they received food, water, medical attention and social security payments. Previously, such amenities had been unavailable to Crete's leprosy patients, as they mostly lived in the area's caves, away from civilization.
Today, the unoccupied island is one of the main tourist attractions in Crete. In addition to the abandoned leper colony and the fortress, Spinalonga is known for its small pebble beaches. The island can easily be accessed from Elounda and Agios Nikolaos. Tourist boats depart from both towns on a daily basis. There is no accommodation on Spinalonga, meaning all tours last only a few hours. Boat trips from Elounda take approximately fifteen minutes while trips departing Agios Nikolaos can take nearly one hour.
The book "Island of the Damned" by Victor Zorba - a local expert on the island - is still in print. It relates the true story of the leper colony and, because the author met with the last governor of the colony, contains many exclusive photos and stories of the German occupation.
The book "The Island" by Victoria Hislop is set in Spinalonga and shares the fictional story of a family's ties to the leper colony.


A lepra (hanseníase ou mal de Hansen), é uma doença infecciosa[1] causada pelo bacilo Mycobacterium leprae que afeta os nervos e a pele e que provoca danos severos. O nome hanseníase é devido ao descobridor do microrganismo causador da doença Gerhard Hansen.
Ela é endêmica em certos países tropicais, em particular na Ásia. O Brasil inclui-se entre os países de alta endemicidade de lepra no mundo. Isto significa que apresenta um coeficiente de prevalência médio superior a um caso por mil habitantes (MS, 1989)[2]. Os doentes são chamados leprosos, apesar de que este termo tenda a desaparecer com a diminuição do número de casos e dada a conotação pejorativa a ele associada.
Desde que a escrita existe, tem-se registro de como a lepra representou uma ameaça, e os leprosos foram isolados da sociedade. No Egito antigo, há referências à lepra com mais de 3000 anos em hieróglifos (de 1350 AC). A Bíblia contém passagens fazendo referência à lepra, sem que se possa saber se se trata da doença: este termo foi utilizado para designar diversas doenças dermatológicas de origem e gravidade variáveis. A antiga lei israelita obrigava aos religiosos a saberem reconhecer a doença.


A lepra foi durante muito tempo incurável e muito mutiladora, forçando o isolamento dos pacientes em gafarias, leprosários em português do Brasil, principalmente na Europa na Idade Média, onde eram obrigados a carregar sinos para anunciar a sua presença. A lepra deu nessa altura origem a medidas de segregação, algumas vezes hereditárias, como no caso dos Cagots no sudoeste da França.
No Brasil existiram leis para que os portadores de lepra fossem "capturados" e obrigados a viver em leprosários a exemplo do Hospital do Pirapitingui (Hospital Dr. Francisco Ribeiro Arantes). A lei "compulsória" foi revogada em 1962, porém o retorno dos pacientes ao seu convívio social era extremamente dificultoso em razão da pobreza e isolamento social e familiar a que eles estavam submetidos.
Além do Homem, outros animais de que se têm notícia de serem suscetíveis à lepra são algumas espécies de macacos, coelhos, ratos e o tatu. Este último pode servir de reservatório e há casos comprovados no sul dos EUA de transmissão por ele. Contudo a maioria dos casos é de transmissão entre seres humanos.

A lepra ataca hoje em dia ainda mais de 11 milhões de pessoas em todo o mundo. Há 700.000 casos novos por ano no mundo. No entanto em países desenvolvidos é quase inexistente, por exemplo a França conta com apenas 250 casos declarados. Em 2000, 738.284 novos casos foram identificados (contra 640.000 em 1999). A OMS referência 91 países afetados: a Índia, a Birmânia, o Nepal totalizam 70% dos casos em 2000. Em 2002, 763.917 novos casos foram detectados: o Brasil, Madagáscar, Moçambique, a Tanzânia e o Nepal representam então 90% dos casos de lepra. Estima-se a 2 milhões o número de pessoas severamente mutiladas pela lepra em todo o mundo.
A lepra é transmitida pelo ar. O bacilo Mycobacterium leprae é eliminado pelo aparelho respiratório da pessoa doente na forma de aerossol durante o ato de falar, espirrar ou tossir.

A contaminação se faz por via respiratória, pelas secreções nasais ou pela saliva, mas é muito pouco provável a cada contato. A incubação, excepcionalmente longa (vários anos), explica por que a doença se desenvolve mais comumente em indivíduos adultos, apesar de que crianças também podem ser contaminadas (a alta prevalência de lepra em crianças é indicativo de um alto índice da doença em uma região).
Noventa por cento (90%) da população tem resistência ao bacilo de Hansen (M. leprae), causador da lepra, e conseguem controlar a infecção. As formas contagiantes são a virchowiana e a dimorfa.
Nem toda pessoa exposta ao bacilo desenvolve a doença, apenas 5%. Acredita-se que isto deva-se a múltiplos fatores, incluindo a genética individual.
Indivíduos em tratamento ou já curados não transmitem mais a lepra.
O tempo de incubação após a infecção é longo, de 2 a 20 anos.
Um dos primeiros efeitos da lepra, devido ao acometimento dos nervos, é a supressão da sensação térmica, ou seja, a incapacidade de diferenciar entre o frio e o quente no local afetado. Mais tardiamente pode evoluir para diminuição da sensação de dor no local.

A lepra indeterminada é a forma inicial da doença, e consiste na maioria dos casos em manchas de coloração mais clara que a pele ao redor, podendo ser discretamente avermelhada, com alteração de sensibilidade à temperatura, e, eventualmente, diminuição da sudorese sobre a mancha (anidrose). A partir do estado inicial, a lepra pode então permanecer estável (o que acontece na maior parte dos casos) ou pode evoluir para lepra tuberculóide ou lepromatosa, dependendo da predisposição genética particular de cada paciente. A lepra pode adotar também vários cursos intermediários entre estes dois tipos de lepra, sendo então denominada lepra dimorfa.

Lepra tuberculóide
Esta forma de lepra ocorre em pacientes que têm boa resposta imunitária ao bacilo de Hansen.
O sistema imune consegue conter a disseminação do bacilo através da formação de agrupamentos de macrófagos, agrupamentos estes denominados "granulomas".
Neste tipo de lepra, as manchas são bem delimitadas e assimétricas, e geralmente são encontradas apenas poucas lesões no corpo.
É a segunda fase da doença e afeta a quem tem mais resistência ao bacilo.

Lepra lepromatosa (ou lepra virchowiana)
É a forma mais insidiosa e lenta da doença, e ocorre nos casos em que os pacientes têm pouca defesa imunitária contra o bacilo.

•As lesões cutâneas são lepromas ou hansenomas (nódulos infiltrados), numerosas, afetando todo o corpo, particularmente o rosto, com o nariz apresentando coriza e congestão nasal.
Diagnóstico
O diagnóstico é clínico-epidemiológico e laboratorial. Em uma região do país em que a lepra é endêmica, quando não se dispõe de recursos laboratoriais, o diagnóstico é clínico (pelos sintomas).
Com o auxílio de laboratório faz-se biópsia da lesão e colhe-se a linfa cutânea dos lóbulos das orelhas e dos cotovelos (baciloscopia).
Procura-se o BAAR (Bacilo Álcool Ácido Resistente), a microbactéria. Apesar de os resultados da baciloscopia técnica de Ziehl-Neelsen e da biopsia técnica de Fite-Faraco darem negativos para a presença do M. leprae (nos casos mais puxados para o polo tuberculóide quase não há bacilos - eles foram destruídos pelo sistema imune), na prática médica, estes exames continuam sendo realizados pelo direcionamento que podem dar ao tratamento da doença: multibacilar ou paucibacilar. Apesar da OMS já ter modificado a classificação operacional internacional para a simples contagem de número de lesões cutâneas (até 5 lesões = paucibacilar e 6 ou mais lesões = multibacilar).

quarta-feira, março 11, 2009

Don'T Worry, Be Happy

Muitos Parabéns ao Compositor: Bobby McFerrin, que faz hoje anos ;D!!!!



Here is a little song I wrote
You might want to sing it note for note
Don't worry be happy
In every life we have some trouble
When you worry you make it double
Don't worry, be happy......

Ain't got no place to lay your head
Somebody came and took your bed
Don't worry, be happy
The land lord say your rent is late
He may have to litigate
Don't worry, be happy
Lood at me I am happy
Don't worry, be happy
Here I give you my phone number
When you worry call me
I make you happy
Don't worry, be happy
Ain't got no cash, ain't got no style
Ain't got not girl to make you smile
But don't worry be happy
Cause when you worry
Your face will frown
And that will bring everybody down
So don't worry, be happy (now).....

There is this little song I wrote
I hope you learn it note for note
Like good little children
Don't worry, be happy
Listen to what I say
In your life expect some trouble
But when you worry
You make it double
Don't worry, be happy......
Don't worry don't do it, be happy
Put a smile on your face
Don't bring everybody down like this
Don't worry, it will soon past
Whatever it is
Don't worry, be happy

quarta-feira, março 04, 2009

Extraído do livro Mariana

Gostei muito desta parte do livro:

"Quando a Irmã Ignez de São José desfaleceu, Peregrina acorreu-lhe, meteu-a na cama e foi ao jardim colher um ramalhete que simbolizasse a vida de uma freira:

Para a infância de Ignez - Funcho. Colocou um talo desta erva com odor a alcaçuz na mão da amiga doente. O funcho significava a ânsia de mimos. Tal qual uma criança! Lembrava a Ignez a sua infância antes de entrar para o convento, com lindos vestidos de laços. Certamente que o pai a adorava. Quando ele tratava de negócios, Ignez batia o pé exigindo que lhe prestasse atenção.
Chama-se ao funcho a primeira década da vida.



Deu-lhe também uma maçã – fruta de paixão e desejos. Ser uma jovem rapariga! Pensar que se podia dar uma dentada no mundo e sentir o seu sumo escorrer pelo pescoço abaixo!



Como não conseguiu encontrar uma folha de carvalho, Peregrina pediu a Ignez que a imaginasse. O carvalho era a árvore da liberdade. Do fim da guerra. De Ignez aos trinta anos.



Que outra planta devia Peregrina dar-lhe? Uma folha de laranjeira. Tal como o consolo e os ensinamentos de Ignez, o seu odor penetrava tudo.



- Por teres sido uma esplêndida professora e guia sussurrou Peregrina colocando a folha de laranjeira nas mãos de Ignez.
Saberia Ignez que os seus botões eram as flores das noivas?
Podia-se chamar-se aos botões de laranjeira as flores das noivas de Cristo?



Se pelo menos pudemos encontrar uma rosa… se pelo menos o jardim do convento fosse grande! Pediu a Ignez para imaginar uma rosa. Correspondia aos cinquenta anos de Ignez – colorida, encorpada, cheirosa.



Para os sessenta anos da amiga moribunda – cravo-da-índia. Foi roubá-lo à cozinha. Pungente. A planta da dignidade, em forma de estrela.



E agora a casa dos setenta, o fim dela – Peregrina estendeu-lhe uma caneca de água e disse: - Água, a substância que alimenta as plantas, que é absorvida por tudo em que toca. A tua água que se derramou em mim. Tomaste conta de mim e deixaste-me partir sem ciúmes. Fizeste com que Mariana e eu nos encontrássemos.



- Que menina tão esperta! Percorreste toda a minha vida comigo – disse Ignez a arder de febre e tocando no rosto de Peregrina como fizera quando esta, do tamanho de uma boneca, chegara ao convento – Obrigada."

Mariana - Katherine Vaz

Comecei a ler o livro no dia 22 de Fevereiro e acabei ontem dia 3 de Março.

No Portugal do século XVII, Mariana Alcoforado, então com onze anos, é obrigada a entrar para um convento, a fim de ficar a salvo do brutal conflito provocado pela guerra com Espanha.
Impotente face à irrevogável decisão do pai, Mariana submete-se, mas anseia pelo dia em que poderá regressar ao seio da família e à liberdade da vida real.
Até que um regimento francês chega à cidade: o belo rosto de um oficial a cavalo, uma fortuita troca de olhares e, por fim, o encontro. Mariana, já quase com vinte anos, deixa-se dominar por uma paixão cega e inflamada. Introduzindo-se secretamente na sua cela durante várias noites seguidas, o Capitão Bouton dá-lhe a conhecer o amor físico, proporcionando-lhe o primeiro grande êxtase da sua vida. Mas a notícia dessa relação rapidamente se difunde e causa escândalo. Bouton é mandado regressar a França. Destruída, Mariana escreve-lhe, sem resposta, cartas extraordinariamente belas e apaixonadas.
Baseando-se numa das mais famosas histórias de amor de todos os tempos, a que ressalta das Cartas de uma freira portuguesa, publicadas anonimamente em 1669, o romance de Katherine Vaz recria admiravelmente, numa prosa encantatória e rica de sugestões, o drama de Mariana Alcoforado e o país em que viveu.



Mariana Alcoforado, (Beja, 2 de Abril de 1640 - 28 de Julho de 1723) foi uma freira portuguesa, no Convento de Nossa Senhora da Conceição em Beja. É considerada a autora das cinco Lettres Portugaises (As Cartas Portuguesas) dirigidas a Noel Bouton de Chamilly, conde de Saint-Léger, oficial que lutou em solo português, sob as ordens de Frederico de Schomberg, na Guerra da Restauração.
Já no testamento materno Mariana fora nomeada monja do Convento da Conceição. Sem nenhuma inclinação mística, estava, pois, destinada à vida religiosa, sorte idêntica à de muitos homens e moças da época, encerrados em mosteiros por mera decisão paterna.
Os amores com Chamilly, a quem vira pela primeira vez do terraço do convento, de onde assistia às manobras do exército, deve ter ocorrido entre 1667 e 1668. Mariana pertencia à poderosa família dos Alcoforados, e o escândalo provavelmente se alastrou. Temeroso das consequências, Chamilly saiu de Portugal, pretextando a enfermidade de um irmão. Prometera mandar buscá-la. Na sua espera, em vão, escreveu as referidas cartas, que contam uma história sempre igual: esperança no início, seguida de incerteza e, por fim, a convicção do abandono. Esses relatos emocionados fizeram vibrar a nobreza de França, habituada ao convencionalismo. Além disso, levaram, para a frívola sociedade, o gosto acre do pecado e da dor, pois, ao virem a lume, divulgaram a informação de que as compusera uma freira.
Seguiram-se as Respostas; entretanto, todas as outras publicações são apócrifas. Rousseau, por achar as cartas belas demais para serem ideadas por uma mulher, negava-lhes a autenticidade; entre os portugueses, Alexandre Herculano e Camilo Castelo Branco. Pelas boas obras e pelos sacrifícios com o tempo se reabilitou; chegou a abadessa e morreu já idosa.
Na hipótese de não serem autênticas, ignora-se por que as Cartas, escritas em francês, possuem acentuados vestígios de sintaxe portuguesa. Especula-se que provêm de tradução literal de cartas escritas em português — e perdidas —, ou então compostas por alguém que, conhecendo o idioma francês, não o dominava a ponto de redigi-lo com absoluta perfeição. E na biblioteca dos Alcoforados acharam-se inúmeros livros em francês, indício provável de que eles teriam se servido frequentemente da língua, ao menos para leitura.



O Museu Rainha Dona Leonor ou Museu Regional de Beja é um museu em Beja,instalado no Convento da Conceição. O Convento foi fundado em 1459, pelo Infante D. Fernando, irmão de D. Afonso V, e por sua mulher, a Infanta D. Beatriz. Este convento era bastante amplo, mas muito tempo depois sofreu a demolição de uma parte.
Hoje o museu tem vários espaços principais para visitar: o Coro Baixo, a Igreja, a Sala dos Brasões, as 4 quadras (Corredores) do Claustro, as 2 saletas e as 3 salas com bonitas pinturas, a Sala do Capítulo (incluindo o pequeno oratório no fundo da sala que interrompe o único corredor de comunicação entre as salas que têm pinturas).



Katherine Vaz (born August 26, 1955) is an American author who has published two novels, two story collections, and children’s stories. A former Briggs-Copeland Fellow in Fiction at Harvard University and a 2006-7 Fellow of the Radcliffe Institute for Advanced Studies, she lives and works in Cambridge, Massachusetts.



Early life and education and teaching
Vaz grew up in the East Bay area of San Francisco and attended Bishop O’Dowd High School in Oakland. She earned a B.A. from the University of California, Santa Barbara, in 1977 after spending her senior year at the University of Sussex in Brighton, England. She earned a living as a freelance writer in Los Angeles, and after starting to publish fiction in various literary magazines, she was accepted into the graduate writing program at the University of California at Irvine in 1988.

Her studies centered upon magical realism, and she designed a graduate course on the subject when she was an Associate Professor of English at the University of California at Davis. The authors studied included Clarice Lispector, Alejo Carpentier, Mercè Rodoreda, Júlio Cortázar, Bruno Schulz, Rachel Ingalls, Yasunari Kawabata, Miguel Angel Asturias, José Saramago, and Gabriel García Márquez. She taught an abbreviated form of this course at the New School in New York as well as a summer course on Portuguese literature in Translation at Rutgers University in Newark.

She taught beginning and advanced fiction-writing at Harvard University for five years and has presented seminars at the Squaw Valley Writers Conference in California and the Fine Arts Work Center in Provincetown, Massachusetts.

Career in Publishing
Her graduate thesis turned into her first book, Saudade, published by Bob Wyatt at St. Martin’s Press in 1994 and noted as the first novel from a major New York publisher about the Portuguese in America; her father’s family were immigrants to California from the Azores, and this forms much of the wellspring of her fiction.

The novel was selected for Barnes & Noble’s Discover Great New Writers series, and actress Marlee Matlin bought the film option. The book features a deaf young woman from the Azores who thinks in a language of color. A paperback edition was released in 1996, and a Portuguese translation appeared in 1999.

Her second novel, Mariana, was published in seven editions in six languages—two editions in English, a British and an American version, as well as Spanish, Greek, Italian, Portuguese, and German. Based upon the true story of the seventeenth-century Portuguese nun, Mariana Alcoforado, the story centers upon her love affair in the convent with a French soldier and wrote him five love letters that have been referred to as some of the most passionate documents in existence. Her existence is controversial; many scholars believe the letters were the invention of a French author. Vaz’s book is the first to offer a version of her possible life told as a novel in English. A romantic icon in Europe, Sister Mariana was written about by such authors as Stendahl and Rilke; her image was a subject for Matisse, Modigliani, and Braques.

Vaz traveled extensively in Portugal and consulted numerous archives in Portuguese in large part thanks to one of the convent-museum’s curators, Leonel Borrela. The novel was long on the bestsellers list in Portugal and went into many editions, including a mass-market pocket book.

The novel was also selected as one of the top three books to be promoted in 1998 by Rizzoli in Italy, and the German publisher, Hoffmann und Campe in Hamburg, released a successful hardback and paperback. The United States Library of Congress selected MARIANA as one of the Top Thirty International Books of 1998, and the American paperback edition was published by Aliform Publishing, Minneapolis, Minnesota, in 2004. Anne Harrison, former Director of Development for Martin Scorsese, bought the film rights.

Vaz’s first story collection, Fado & Other Stories, featured a look at Azoreans and Azorean-Americans and won the 1997 Drue Heinz Literature Prize. Her second collection, Our Lady of the Artichokes and Other Portuguese-American Stories, won the 2007 Prairie Schooner Prize in Fiction.

Her non-fiction includes book reviews for the Boston Globe and a chapter in a book of essays, Signatures of Grace, (Dutton, 2000) on the sacraments.

Vaz was a fiction editor for the Harvard Review from 2005-6 and has published children’s stories in anthologies by Simon & Schuster and Viking.

segunda-feira, março 02, 2009

Desafio

Como eu gosto muito destas coisas fica aqui mais um desafio, “Roubado” daqui.

Então é assim:

A resposta a todas as perguntas deve começar com a primeira letra do teu nome.
Não vale inventar nada, tudo tem que existir de verdade.

1. Como te chamas? Cátia
2. Uma palavra de quatro letras: Cara
3. Um nome masculino: Claudio
4. Um nome feminino: Catarina
5. Uma profissão: Cantor
6. Uma cor: Castanho
7. Algo de vestir: Calças
8. Uma bebida: Caipirinha
9. Uma comida: Camarões
10. Algo que encontres na casa de banho: Cesto dos Papeis
11. Uma cidade: Cairo
12. Um motivo de atraso: Caí
13. Um grito: CABRÃO (Sorry ;))
14. Um cantor: Colbie Caillat



Desafio toda a gente que passar por aqui :)